-
Criemos uma floresta!Despertai! — 1976 | 8 de setembro
-
-
Nada menos de trinta diferentes ramos da ciência tiveram parte no reflorestamento da área de linhita do Rio Reno. Todos esses cientistas aprenderam do “livro da natureza”, pela observação e pela experiência. O temor escravizador dos demônios e espíritos da floresta, que possuíam as velhas tribos teutônicas, é algo do passado. Ao invés, o conhecimento incrementado sobre as florestas nos enche de profundo respeito pelo Grande Criador, Jeová Deus. Foi Ele quem organizou o maravilhoso equilíbrio que se encontra na floresta. Ele também revelou, em sua Palavra escrita, que a terra inteira em breve se transformará num verdadeiro paraíso global. Gostaria de viver para ver o novo sistema de coisas de Deus, e talvez ajudar a criar uma floresta?
-
-
Alerta médico alemão sobre o sangueDespertai! — 1976 | 8 de setembro
-
-
Alerta médico alemão sobre o sangue
O PROGRESSO da ciência médica usualmente leva à crescente efetividade nos tratamentos médicos. No entanto, quanto mais os médicos empregam transfusões de sangue e observam seus resultados, tanto mais problemas e perigos descobrem.
Isto foi sublinhado num artigo comprido, publicado no jornal alemão Die Welt (9 de dezembro de 1974). Dizia:
“‘O sangue deve ser considerado um remédio perigoso, e deve ser usado com a mesma cautela que, por exemplo, a morfina.’ Com tais fortes palavras, o Professor H. Busch, Diretor do Departamento de Medicina Transfusional das Clínicas da Universidade de Hamburgo, concluiu seu relatório sobre os erros e os perigos das transfusões de sangue, proferido diante do 114.º congresso dos Cirurgiões do Norte da Alemanha.
“A transfusão de sangue incorre em riscos imunológicos, metabólicos e infecciosos. Qualquer desses três perigos pode produzir resultados muito graves, até mesmo fatais. . . . O sangue contém uma individualidade imunológica expressa em caraterísticas herdadas e imutáveis dos glóbulos sangüíneos e do soro. Adicionalmente, os fatores Rhesus e outros grupos sangüíneos distinguem o sangue de cada pessoa. Anticorpos irregulares, substâncias produzidas pela sensibilização quando matéria estranha entra no sistema circulatório, são fatores adicionais que distinguem o sangue diferente.
“Sempre que diferem as caraterísticas imunológicas do sangue do doador e do sangue do recebedor, o organismo do recebedor responde ao sangue do doador com reações de incompatibilidade. Portanto, é preciso fazer pormenorizados testes sorológicos do sangue do doador e do recebedor.
“A responsabilidade pela segurança duma transfusão de sangue cabe, finalmente, ao médico que a prescreve. Ele, contudo, é só um elo numa cadeia de trabalhadores. . . . Erros no manejo e descuidos comuns jamais podem ser completamente eliminados, mesmo quando se presta cuidadosa atenção a todas as regras de segurança. O médico que faz a transfusão poderia pegar possíveis erros de antemão por fazer o chamado teste cruzado de compatibilização, bem como por examinar cuidadosamente todos os registros, antes de ministrar a transfusão.
“No entanto, segundo uma investigação feita nos hospitais do norte da Alemanha, as medidas de segurança, exigidas para as transfusões pela Junta Federal de Médicos, não podem ser satisfeitas em todo hospital nem em cada caso. A falta de pessoal e as demandas excessivas de cirurgiões que fazem trabalho noturno são parcialmente responsáveis por isso. Por conseguinte, o risco imunológico, de outra forma evitável, ainda permanece para o recebedor do sangue.
“O risco metabólico inclui um complexo de perigos resultantes do envelhecimento e da degeneração do sangue estocado. . . . A fim de minimizar o risco metabólico, sangue recentemente doado está sendo cada vez mais usado para transfusões. Mas, a pessoa corre assim o risco de infecção devido a que a sífilis, não descoberta no doador, pode ser transmitida se o sangue não foi estocado durante as usuais 72 horas. . . . Há também o risco de ser infetado de hepatite. . . . Outros riscos de doença através das transfusões de sangue são a malária e a infecção com o vírus da citomegalia, que é especialmente perigoso para as crianças.”
Com bons motivos, os cirurgiões bradaram “rigoroso alerta médico”. Muitos cirurgiões habilitados em várias partes da terra empregam cuidadosas técnicas cirúrgicas que minimizam a perda de sangue e, assim, evitam qualquer uso aparentemente necessário de sangue transfundido.
-
-
Seu servo — o lápisDespertai! — 1976 | 8 de setembro
-
-
Seu servo — o lápis
JÁ POR muitos anos o leitor me emprega para fazer registros dos seus negócios, para expressar seus sentimentos e suas emoções, e para planejar suas atividades futuras. Mas, quanto sabe a meu respeito?
Exatamente quando e onde comecei meu serviço é um pouco obscuro. As autoridades citam diferentes datas e locais. Contudo, sem querer ser dogmático, eu lhe farei breve resumo de minha formação.
Meu nome “lápis” vem da palavra latina lapis, que significa “pedra”. (Em inglês, pencil provém do latim penicillus, que significa “pincel de pintor”.) E no início meus ancestrais eram pincéis ou bastonetes finos, muito longe de meu formato atual. Mais tarde, a “grafita” (do grego graphein, “escrever”) foi descoberta na Baviera. É o que forma meu núcleo, engastado na madeira. A grafita era anteriormente conhecida como “plumbagina” (“mina de chumbo”) e, assim, até os dias atuais, sou mencionado como “lápis de chumbo”, muito embora não contenha chumbo.
Embora a grafita já fosse conhecida por algum tempo, não foi senão em 1564 que se descobriu a alta pureza em forma sólida, em Borrowdale, Inglaterra. Por volta desse tempo, comecei a me desenvolver. A história diz que, durante uma tempestade especialmente violenta, enorme árvore foi desarraigada, e um lavrador encontrou uma substância aglutinada nas raízes que podia ser usada para marcar ou estigmatizar ovelhas e que não saía quando lavada.
Mais tarde, fundou-se a mina de Borrowdale. A grafita era cortada em varetas e vendida como implemento de escrita. A principal dificuldade era a sujeira que eu deixava na mão do escritor e em tudo com que entrava em contato. Seguiram-se vários aperfeiçoamentos. Um deles foi envolver-me em barbante ou material do tipo de barbante, a ser cortado ou desenrolado à medida que minha ponta se gastava, similar ao modo que alguns de meus amigos de creiom são envoltos em papel que pode ser desenrolado à medida que o creiom se gasta. Outro aperfeiçoamento foi engastar-me num tubo de metal e puxar a vareta pelo tubo, de modo que somente a ponta de minha grafita ficasse exposta, similar à minha prima, a lapiseira atual.
O lápis mais comum, como eu, uma vareta de grafita engastada em madeira, foi primeiramente fabricada em Nurembergue, na Baviera (agora a cidade de Nurembergue, Alemanha), por volta de 1660. Por volta de 1790 a 1795, pelo menos duas pessoas diferentes tinham aperfeiçoado métodos de amalgamar a grafita com argila, estes sendo Josef Hardtmuth, de
-