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    Despertai! — 1977 | 22 de março
    • Delta Larousse: “O sangue é um tecido vivo, que flui no aparelho circulatório e cujas principais funções são: 1) levar a todos os tecidos do organismo as substâncias nutritivas e o oxigênio de que necessitam; 2) recolher e levar para os emunctórios (rins, pulmões, pele, etc.) os resíduos inúteis ou nocivos da atividade celular.” (P. 6079, grifo acrescentado) Assim, o sangue tanto alimenta como purifica o corpo.

      Jeová Deus, que sabe mais sobre o sangue do que qualquer outro, proibiu a ingestão de sangue: “Somente não comereis da carne ainda com sua vida, isto é, o sangue.” — Gênesis 9:4, tradução do “Pontifício Instituto Bíblico” de Roma, Edições Paulinas.

      Os apóstolos e anciãos cristãos, sob inspiração do espírito santo de Deus, acataram tal ordem divina e ordenaram: “Que vos abstenhais das carnes imoladas aos ídolos, do sangue, das carnes sufocadas e das uniões ilegítimas” — Atos dos Apóstolos 15:20, 29; 21:25, “A Bíblia de Jerusalém”, Edições Paulinas.

      Peritos bíblicos de várias fontes confirmam a permanência e universalidade desta ordem divina.

      P. Ao rejeitar a transfusão de sangue, não estava Octávio Corrêa cerceando a liberdade profissional do médico de decidir o melhor tratamento para seu doente?

      R. De fato, o Código de Ética Médica, no Artigo 48, indica que cabe ao médico a escolha do tratamento para seu doente. Mas o Artigo 31 também indica que o médico tem o dever de informar o paciente quanto ao diagnóstico, prognóstico e objetivos do tratamento. É evidente que tal informação visa obter a aprovação do paciente. Pois, quem pagará o tratamento? Quem resolve sobre sua pessoa e seu bem-estar?

      O Artigo 32, alínea f, do Código de Ética Médica, é taxativo: “Não é permitido ao médico: exercer sua autoridade de maneira a limitar o direito do paciente resolver sobre sua pessoa e seu bem-estar.” Este princípio ético é reforçado por dispositivos tanto do Código Civil como do Código Penal, que mostram que os médicos são obrigados a satisfazer qualquer dano causado aos pacientes.

      E os próprios médicos, quando se tratam com um colega, talvez um especialista, não usam do seu “direito do paciente”, decidindo se irão aceitar ou rejeitar um tratamento proposto!

      As Testemunhas de Jeová não cerceiam a liberdade profissional dum médico quando lhe pedem que respeite seu Código de Ética, não exagerando a gravidade de seu caso, nem anunciando a transfusão de sangue como método infalível de cura, o que não é. — Veja Artigo 32, alínea d, e Artigo 5, alínea e.

      P. Não agiu Octávio Corrêa de modo anticientífico, Ou em ignorância, ao rejeitar a salvadora transfusão de sangue para seu filho?

      R. O Dr. Arthur D. Kelly, então secretário da Associação Médica Canadense, declarou: “Médico algum pode ter certeza de que certa pessoa morrerá, se não receber uma transfusão de sangue, ou se viverá, se a receber. . . . Deploro os métodos de forçar a transfusão ou qualquer sorte de tratamento. Tal pessoa se põe na posição de Deus.” — Religion, Medicine and law (Religião, Medicina e Lei).

      Os próprios médicos não ignoram que os bons compêndios de medicina e cirurgia contêm ponderosas advertências sobre as transfusões. Os bons hospitais também costumam realizar mesas-redondas sobre os graves perigos da transfusão de sangue. — Veja HED, revista do Hospital Ernesto Dornelles, março de 1972, págs. 87-108; revista médica do Iamspe, out-dez. 1975, p.28.

      Serão anticientíficas as taxativas declarações?:

      Dr. Almeida Machado, Ministro da Saúde do Brasil: “O doente precisa ter um mínimo de segurança quando recebe transfusão. . .. Ele não pode estar sujeito a uma inoculação de malária, hepatite, sífilis, doença de Chagas.” (Veja, 31 de março de 1976, p. 54) E, ao depor na CPI do Consumidor, na Câmara dos Deputados, disse que o sangue contaminado “está produzindo maior malefício que todos os medicamentos proibidos juntos”. — O Estado de S. Paulo, 26 de novembro de 1976.

      Dr. Baruch Blumberg, Prêmio Nobel de Medicina de 1976: “No Brasil, especialmente, a venda de sangue tem de ser proibida, porque além da hepatite, muitas outras doenças, como a de Chagas e a Malária, podem ser transmitidas através de transfusões.” — Jornal do Brasil, 20 de setembro de 1976, p. 4. (Grifo acrescentado)

      P. Que alternativas válidas, do ponto de vista médico, oferecem as Testemunhas de Jeová para as transfusões de sangue?

      R. As Testemunhas são muitíssimo gratas aos cientistas que pesquisaram e apresentaram os chamados sucedâneos do plasma. E também aos médicos que os empregam, principalmente para manter a volume sangüínea (o volume do sangue no corpo). No caso em pauta, Octávio Corrêa indicou ao cirurgião que permitiria o emprego desses expansores do volume do plasma, que poderiam ser vários, inclusive a solução de cloreto de sódio, dextrose, Solução de Ringer com lactato de sódio, Haemaccel, Dextrana, PVP, etc.

      De modo que esta breve consideração dos aspectos legais e bíblicos do caso salienta o seguinte: As Testemunhas de Jeová, embora não sejam fanáticas na sua posição, têm suas crenças sobre o uso do sangue firmemente cimentadas na infalível Palavra de Deus. Acham imprescindível seguir sua consciência cristã, treinada por esta Palavra, mesmo quando a sua própria vida está em jogo. Apreciam profundamente os esforços dos médicos e da ciência em prolongar a vida, tanto quanto possível, sempre que tais esforços sejam limitados pelos ditames da Palavra de Deus: “Que vos abstenhais do sangue.” Atos 15:20, 29, Je.

      Em conclusão, ao defenderem sua liberdade de adoração, as Testemunhas de Jeová desejam apenas indicar seu alto apreço por Jeová Deus, alvo de sua adoção cristã, e por Jesus Cristo, seu Exemplo, e o maior paladino de tal liberdade. Assim motivadas, e firmes em seu propósito de continuarem acatando sua consciência cristã, treinada pela Palavra de Deus e orientada pelo espírito santo, as Testemunhas de Jeová persistirão em fazer “súplicas, orações e intercessões . . . com respeito a reis e a todos os em altos postos, a fim de que continuemos a levar uma vida calma e sossegada, com plena devoção piedosa”. — 1 Tim. 2:1-3; Rom. 9:1;1 Ped. 2:19.

  • Será que a vida se originou por acaso?
    Despertai! — 1977 | 22 de março
    • Será que a vida se originou por acaso?

      ● Será razoável crer-se que sim? É a vida o resultado de meras combinações e reações químicas simples?

      Scientific American, de setembro de 1973, comentou: “A própria vida é uma multidão de reações químicas naturais que inspiram reverência. Sir Macfarlane Burnet expressou-se sucintamente: ‘É mui humilhante compreender que há mais informações agrupadas na cabeça dum espermatozóide [a microscópica célula reprodutiva masculina] do que há em todos os volumes do Journal of Biochemistry [Revista de Bioquímica].’” — Página 103.

      Por certo, a surpreendente complexidade da vida apóia a explicação bíblica de que a vida surgiu, não em resultado de ocasionais combinações e reações químicas, mas pelo poder criativo de Deus. — Sal. 36:9.

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