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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1980
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1980
w80 1/9 p. 29

Por dentro das notícias

Os Mais Espertos São Melhores?

● Três mulheres, na parte oriental dos Estados Unidos, foram as primeiras a ficarem grávidas sob o plano dum milionário californiano, de aumentar o número de “pessoas no ápice da população”. Ele convenceu cinco cientistas vencedores do Prêmio Nobel a doarem esperma para um repositório especial. Solicitou-se que mulheres “intelectualmente superiores”, cujo marido era estéril, aceitassem o esperma “superior” por meio de inseminação artificial. As mulheres podiam escolher esperma anônimo, numerado, à base de coisas tais como o QI (quociente de inteligência) do cientista, sua idade, seu peso, sua altura e cor dos olhos. Relata-se que uma mulher disse: “Estou muito emocionada com isso . . . Tentativamente, vou escolher o N.º 13, porque é o mais jovem dos doadores e tem o QI mais elevado.”

Mesmo à parte das implicações morais adúlteras deste arranjo, será que um elevado QI necessariamente significa qualidade superior? Certa autoridade em ética observou: “Não há nenhuma garantia de que pessoas de elevado QI produzam gente melhor ou uma sociedade melhor. Não são as crianças retardadas do mundo que produzem as guerras e a destruição.” De fato, o último a promover uma “raça superior” morreu numa casamata nazista, no fim da Segunda Guerra Mundial.

Virada da Maré Médica

● O periódico de medicina Zyjmy Dluzej (Viva Mais Tempo), da República Popular Polônia, comentou recentemente a crescente tendência médica de se afastar das transfusões de sangue, dizendo que os médicos passaram “da fé ingênua no valor salvador do sangue”, no passado, “para os nossos dias, quando um critério sóbrio mostra que o sangue também pode ser muito perigoso”. O escritor, Professor Franciszek Smolarfk, doutor em medicina, acrescentou: “Houve um tempo em que o processo de cura era medido pelos litros de sangue transfundidos. Hoje encaramos a verdade real, que o sangue é tecido alheio . . . capaz de provocar reações imunológicas de longo alcance.” — Agosto de 1979, p. 14.

De modo similar, na América do Norte, o Professor Horace Herbsman, doutor em medicina, do Centro Médico Sulino da Universidade Estadual de Nova Iorque, confirmou esta mudança no conceito médico. Ele escreveu na revista Emergency Medicine: “De fato, talvez a nossa experiência com as Testemunhas de Jeová possa ser interpretada como significando que não precisamos de estribar-nos tanto nas transfusões de sangue com todas as suas complicações em potencial como antigamente pensávamos.” — 15 de janeiro de 1980, p. 76.

E no Canadá, depois de entrevistar diversos cirurgiões sobre o assunto, a repórter Marilyn Dunlop, do Star de Toronto, perguntou: “Quão grande é o risco para a vida dos filhos das Testemunhas de Jeová ou para si mesmas por recusarem aceitar sangue por motivos religiosos?” A resposta? “Há evidência médica cada vez maior de que talvez não seja tão grande como o para os demais da sociedade e quanto a profissão médica tinha presumido por muito tempo.”

Tais mudanças no modo de pensar não são incomuns em qualquer campo da ciência. E isto não desmerece os médicos, que sinceramente desejam dar aos seus pacientes a melhor forma de tratamento possível. Sem dúvida, quando se convencem de que um tratamento alternativo é melhor, dizem assim como certo cirurgião cardiologista disse quando entrevistado pelo Star: “Há grande vantagem de proceder assim [sem sangue]. O sangue não é bom para as pessoas. É muito bom quando a gente pode passar sem ele.” — 24 de fevereiro de 1980, p. A10.

Criam Fariseus

● Em fevereiro, o estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, tornou-se o primeiro estado a tentar reinstituir a oração nas escolas, desde que isso foi proibido pelo Supremo Tribunal dos E. U. A., em 1963. A lei de Massachusetts durou seis semanas, antes de ser revogada como inconstitucional pela Corte Suprema estadual. Sob a lei, agora revogada, os professores deviam pedir um voluntário para liderar a classe em oração, cada dia, e deviam permitir que aqueles que não quisessem participar abandonassem a sala.

No entanto, muitos indignaram-se com tal religião legislada. De fato, conforme observou o colunista Norman Lockman, do jornal Globe de Boston: “Os farisaicos estão tentando usar as escolas públicas para ensinar às crianças a serem fariseus, gente que ora por ostentação.” Isto faz lembrar os comentários de Jesus sobre as orações dos fariseus originais, há 1.900 anos: “Quando orardes, não deveis ser como os hipócritas; porque eles gostam de orar . . . para serem vistos pelos homens.” — Mat. 6:5.

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