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  • Precisa-se de mais “trabalhadores” — pode você participar?
    A Sentinela — 1978 | 1.° de dezembro
    • alegrias que tiveram, mesmo esses talvez se sintam inclinados a examinar de novo sua agenda diária. Afinal, talvez não seja tão difícil assim. Alguns ajustes menores, num ou noutro ponto, talvez lhes permitam alistar-se ocasionalmente.

      Requer apenas a média de umas duas horas por dia no serviço do Reino para satisfazer os requisitos de pioneiro auxiliar. Alguns dos que têm emprego secular puderam ocasionalmente reduzir suas horas de trabalho ou aproveitar-se de periódicas dispensas de trabalhadores. Estudantes têm programado suas aulas de modo a poder sair mais cedo cada dia. Outros têm feito bom uso de feriados e férias de verão. Muitas donas-de-casa verificaram que a simples reorganização de seu horário e pedir a cooperação da família tornaram bastante fácil participar no serviço de pioneiro auxiliar, de vez em quando.

      Antes de fazer planos específico, convém falar com outros que já foram pioneiros, para tirar proveito de sua experiência. Lembre-se de que os anciãos querem ajudar. Muitos deles têm uma boa base de experiência e terão prazer em compartilhá-la com outros. Às vezes, os anciãos têm programado tirar um ou dois dias do trabalho, só para criar a oportunidade de trabalharem pessoalmente com um grupo de pioneiros auxiliares. Tal associação sadia pode resultar em bênçãos mútuas para todos.

      Em tudo o que fazemos, é sempre correto dirigir-nos a Jeová em oração, pedindo a sua ajuda. Precisamos de força física, e ele a concede a todos os que se oferecem voluntariamente. (Isa. 40:29-31) Podemos pedir-lhe sabedoria para dizer e fazer as coisas certas, e seu espírito, para nos sustentar. — Tia. 1:5; Luc. 11:13.

      Temos o privilégio de viver no tempo da colheita espiritual deste velho sistema e participar numa obra que nunca mais se repetirá após o fim deste sistema. Os requisitos da colheita talvez demandem muito de nosso tempo e energia, mas recompensam-nos com sublime alegria. O genuíno amor a Deus e ao próximo tem a sua melhor expressão em participarmos na obra de fazer discípulos. (Mat. 22:37-39; 28:19) O empenho de aumentar ou melhorar esta participação por meio do serviço de pioneiro auxiliar certamente fará com que sejamos dos que “estamos trabalhando arduamente e nos esforçamos”, ajudando a “toda sorte de homens” a ser salvos. — 1 Tim. 4:10.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1978 | 1.° de dezembro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Um médico disse que, antes da cirurgia, pode-se retirar do paciente algum sangue e armazená-lo, caso se precise duma transfusão durante a intervenção cirúrgica. Como deve o cristão encarar tal uso de seu próprio sangue?

      Do ponto de vista da profissão médica, este processo pode parecer bastante prático. Há graves perigos em se aceitar uma transfusão do sangue de outra pessoa. Aparentemente, há menos riscos envolvidos, se alguém receber uma transfusão de seu próprio sangue. De modo que há, entre os médicos, uma tendência de usar o processo chamado “transfusão autológica”. Esta envolve a retirada do sangue do próprio paciente e seu armazenamento para fins de transfusão, quando seja preciso. Caso não seja necessitado pelo doador, o sangue poderia ser dado a outro paciente.

      Conforme mostra a informação nas páginas 22-25 desta revista, a transfusão de sangue contraria a Bíblia.a As Escrituras revelam que Deus considera o sangue como sagrado, e seus servos devem tratá-lo do mesmo modo. Em harmonia com isso, Jeová Deus disse aos israelitas que só podiam fazer duas coisas com o sangue. Primeiro, Deus disse: “Eu mesmo o pus para vós sobre o altar [de sacrifício] para fazer expiação pelas vossas almas.” Segundo, se o sangue do animal não fosse usado no altar, o israelita tinha de derramá-lo no solo; assim reconhecia que a vida procede de Deus e que o sangue que representava a vida não era desviado para uso pessoal. (Lev. 17:11-14) Mas, aplicava-se esta maneira de tratar o sangue apenas aos servos de Deus que estavam sob a lei mosaica? Pelo contrário, logicamente, os verdadeiros adoradores, já antes de se dar a Lei, tratavam o sangue desta maneira.

      Anteriormente, Deus dissera a Noé e sua família que os homens não deviam comer carne que ainda contivesse o sangue. (Gên. 9:3, 4) Então, o que devem ter feito? Quando se matava um animal para alimento, seu sangue era normalmente drenado e eliminado no chão. O sangue, representando a vida, não pertencia a Noé e sua família, mas ao Dador da vida. Concordemente, era apropriado derramar o sangue na terra, que é o simbólico “escabelo” de Deus. — Isa. 66:1.

      A ordem dada a Noé aplica-se também aos cristãos. No primeiro século E. C., o corpo governante, cristão, publicou sua decisão, apoiada pelo espírito santo, de que os cristãos tinham de ‘abster-se de coisas estranguladas e do sangue’. (Atos 15:19, 28, 29) O que significava isso na prática? A expressão “coisas estranguladas” indicava a carne de animais abatidos de modo que o sangue continuasse na carne. Os cristãos não podiam comer tal carne. Que dizer da frase ‘abster-se de sangue’? Esta proíbe o uso do sangue escoado de uma criatura, como no caso de alguns pagãos, que fabricavam e consumiam chouriços ou outros alimentos que continham sangue, ou que bebiam o sangue proveniente dos animais ou de guerreiros mortos na arena. Os cristãos não podiam fazer nada disso. Ao sangrarem alguma criatura, faziam o que os servos de Deus na antiguidade fizeram, abster-se do sangue. Podiam assim dar destaque ao seu apreço pela santidade do sangue e da vida, e também demonstrar sua dependência do mérito do sangue de Cristo.

      Portanto, se o pessoal médico sugere que o cristão deixe que se retire um pouco de seu sangue para ser depositado num banco de sangue, para posteriores fins de transfusão, o cristão não está sem a orientação da Bíblia sobre o proceder correto a adotar. Pode mencionar que aos antigos israelitas foi mandado que o sangue retirado fosse ‘derramado na terra como água’, para mostrar que era para Deus, não para sustentar a vida de alguma criatura terrena. (Deu. 12:24) E ele pode indicar a ordem específica de que os cristãos se ‘abstenham de sangue’. Em vista disso, como poderia permitir que seu sangue fosse recolhido para um banco de sangue, para uma transfusão posterior em si mesmo ou em outra pessoa?

      ● Que dizer dum aparelho, tal como a bomba coração-pulmão ou a máquina de diálise (rim artificial)? Pode o cristão recorrer a tais?

      Há testemunhas cristãs de Jeová que, em boa consciência, permitiram o uso de tais aparelhos, desde que as máquinas fossem preparadas com um fluido que não fosse de sangue, tal como a solução de lactato de Ringer.

      Quando esta espécie de aparelho está em operação, o sangue do paciente passa dum vaso sanguíneo para uma tubulação e a máquina (que o bombeia, oxigena e/ou filtra), e depois volta ao sistema circulatório. A máquina realiza temporariamente algumas das funções que normalmente são efetuadas pelos órgãos do próprio paciente.

      Alguns cristãos têm arrazoado conscienciosamente que o sangue flui continuamente e que o circuito externo pode ser encarado como extensão circulatória. Eles têm considerado isso comparável a um pedaço de tubo que talvez fosse implantado no corpo para fazer o sangue contornar um vaso bloqueado.

      Naturalmente, cada cristão deve pesar o que está envolvido no uso destes aparelhos ou de outros similares. Deve tomar em consideração se ele encara o sangue envolvido como sangue que claramente saiu de seu corpo e assim devia ser eliminado, ou como sangue que, basicamente, ainda faz parte de seu sistema circulatório. (Deu. 12:16) Daí, poderá tomar uma decisão que lhe permita ter uma consciência limpa perante Deus. — 1 Ped. 3:16.

      ● É errado submeter-se a um exame de sangue?

      Baseadas no seu conhecimento das Escrituras, a maioria das Testemunhas de Jeová, se não todas elas, não objetam a tal exame. A pequena quantidade de sangue tirada do corpo não é comida, nem injetada em outra pessoa. É apenas examinado ou testado, antes de ser eliminado. — Deu. 15:23.

      ● São as injeções de soro compatíveis com a crença cristã?

      No nosso número de 15 de outubro de 1974 apresentamos, nesta coluna, um estudo detalhado do uso de vacinas (que não contêm sangue) e de soros preparados a base de sangue. Quanto a esses pormenores, queira ver o que foi publicado nas páginas 639, 640, daquele número.

      Apresentou que a classe médica abandona cada vez mais o uso de transfusões de sangue total. Em vez disso, o sangue humano está sendo separado em componentes primários que podem ser transfundidos — glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, plaquetas e plasma. Sobre isso,

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