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  • Pôr o nome nos filhos — do modo africano
    Despertai! — 1973 | 8 de janeiro
    • Muitos casamentos africanos terminam em divórcio se não houver filhos dessa união, e ter apenas um filho parece desonroso para muitas pessoas. Mas, isso não aconteceu com este senhor e sua esposa da tribo Nsenga que, nos dez anos de casados, tinham apenas um filho, Samuel. Ao seu segundo filho, deram o nome Lundu, que tem dois significados “calmo” e “retardado”. Isto bem descreve sua condição quieta, imperturbada e calma de casados durante o retardamento de dez anos entre Samuel e Lundu.

      As pessoas de língua cinianja que moram na Rodésia provêm quer de Zâmbia quer de Malaui, e elas também selecionam nomes interessantes e doces para seus filhos. Para mencionar apenas alguns: Chisoni (Compaixão), Chifundo (Misericórdia), Chuma (Rico). Um superintendente de circuito das testemunhas de Jeová expressou seu conceito quanto a ser pai de gêmeos por chamar ao menino de Madalitso (Bênçãos) e a menina de Chimwemwe (Alegria). Estes pais ocasionalmente também chamam os gêmeos pelas palavras inglesas correspondentes, “Blessings” e “Joy”.

      É certamente elogiável dar a seu filho o nome de uma pessoa de fé da Bíblia, em especial se conhecer a idéia por trás do mesmo: Sara, “princesa”, Noemi, “minha agradabilidade”; Daniel “Deus é (meu) juiz”; Davi, “amado”. Como os israelitas da antiguidade, vemos muitos de nossos amigos africanos também darem a seus filhos nomes que possuem significado por trás deles. Isso pode ser uma forma deleitosa de escolher um nome. E Não Tenha Medo é um pensamento encorajador e um nome bem aceitável para uma pequenina senhorita, se o disser em chichona: Musatye.

  • Persistam em ‘abster-se de sangue’
    Despertai! — 1973 | 8 de janeiro
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      Persistam em ‘abster-se de sangue’

      “AS TRANSFUSÕES de sangue matam agora pelo menos 3.500 estadunidenses e ferem, em termos médicos, outros 50.000 a cada ano.” Assim afirma o Dr. J. G. Allen, da Universidade de Stanford, considerado por muitos pesquisadores como uma das autoridades mais destacadas quanto ao problema do sangue nos EUA. No entanto, por causa de péssimos hábitos de relatar por parte de muitos esculápios, a taxa real, segundo o Centro de Controle de Doenças, poderia atingir até 35.000 mortes e 500.000 enfermidades a cada ano devido as transfusões de sangue. — The National Observer, 29 de janeiro de 1972.

      Incluídas nestas estatísticas, seja bem notado, não se acha nenhuma das testemunhas cristãs de Jeová. Por que não? Não simplesmente porque não estão dispostas a se arriscar aos perigos das transfusões de sangue, mas, primariamente, porque não desejam incorrer no desagrado de Deus. Deus se desagrada das transfusões de sangue. ‘Onde é que a Bíblia proíbe as transfusões de sangue?’ — pergunta o leitor?

      Visto que não havia transfusões de sangue quando a Bíblia foi escrita, não deveríamos esperar que a Bíblia as mencionasse nestas exatas palavras. Mas Deus, em sua Palavra, proíbe plenamente o uso do sangue de outra criatura para sustentar a própria vida da pessoa, e fez isto em três ocasiões específicas. Por conseguinte, o uso de sangue para transfusões se situa dentro dessa proibição.

      Assim, depois do dilúvio, Jeová Deus disse a Noé e a seus três filhos que “todo animal movente que está vivo pode servir-vos de alimento”. Com tal permissão, foram dadas duas proibições: “Somente a carne com a sua alma — seu sangue — não deveis comer”, e: “Quem derramar o sangue do homem, pelo homem será derramado o seu próprio sangue.” Nenhuma destas duas proscrições foi jamais rescindida. — Gên. 9:3-6.

      Cerca de oito séculos depois, Deus de novo proibiu que se comesse sangue, e isso nos termos mais fortes, visto que a pena de se comer “qualquer espécie de sangue” era a morte. O sangue era para ser usado somente “para fazer expiação pelas vossas almas” sobre o altar. — Lev. 17:10-14.

      Ao passo que os cristãos não se acham sob a lei mosaica, todavia, não estão livres para comer sangue. Por que não? Primeiro de tudo por causa de a proibição de se comer sangue, fornecida a Noé e a seus filhos muito antes do tempo de Moisés, ainda se aplicar a toda a humanidade, conforme observado adrede. E, em segundo lugar, as Escrituras Gregas Cristãs mostram especificamente que tal proibição ainda se aplica aos cristãos. Assim, o concílio cristão reunido em Jerusalém para considerar a circuncisão e questões relacionadas, enviou instruções no sentido de que os cristãos deveriam persistir em ‘abster-se de coisas sacrificadas a ídolos, e de sangue, e de coisas estranguladas, e de fornicação’. — Atos 15:20, 29.

      Cada vez mais autoridades médicas avisam sobre o uso difundido de transfusões de sangue. Com efeito, talvez seja apenas uma questão de tempo, e isso não estará muito longe, para que a classe médica rejeite as transfusões de sangue como sendo mania passageira, assim como há anos atrás deixaram de lado a sangria. Típica desta tendência é o que as autoridades suecas e alemãs sobre transfusões de sangue disseram num simpósio de vinte e cinco professores noruegueses de medicina e diretores médicos a respeito da superioridade dos expansores do plasma sobre o sangue integral:

      “Não é uma declaração exagerada que há, hoje, um desperdício de sangue nos hospitais por todo o mundo. . . . É possível hoje, com um preparado neutro, expandir o volume do plasma sanguíneo — o fluido que transporta os glóbulos através do corpo. . . . Toda pessoa tem seu próprio ‘ponto de saturação’ na relação entre a quantidade de glóbulos vermelhos e a inalação de oxigênio. Se a quantidade de glóbulos se tornar alta demais, há um decréscimo na ingestão de oxigênio, porque o sangue fica viscoso [grosso demais].” Por causa disso, “o paciente, em muitos casos, ficaria melhor com menos glóbulos sanguíneos, por conseguinte, apenas o plasma perdido é substituído. Mais importante neste sentido é que se reduzem os riscos de coágulos sanguíneos desta forma. Vários exames têm provado que o dextran produz este efeito. A fim de impedir os coágulos sanguíneos, podemos quase que afirmar, como regra, que o primeiro frasco usado numa transfusão deveria ser de dextran.”

      Observando outros benefícios resultantes do uso de dextran, ao invés de sangue, tais autoridades prosseguiram, dizendo: “Certas doenças graves podem ser transmitidas por via sangüínea. Tem havido tantos casos assim recentemente que a pessoa pelo menos não deveria assumir riscos desnecessários. Ademais, uma transfusão de sangue deve ser considerada como qualquer outro transplante, por exemplo, de rim ou de outro tecido. Sangue ‘estranho’ também alarma os anticorpos do corpo, embora as conseqüências talvez não sejam tão óbvias como quando um rim é rejeitado.” — Dagbladet, 22 de abril de 1971.

      Sim, o sangue é um tecido, assim como o coração e os rins são tecidos. Por ser um “tecido líquido” isto não é geralmente avaliado. As forças imunológicas, colocadas no corpo pelo Criador para protegê-lo, se opõem a qualquer tecido estranho e suscitam anticorpos para combatê-lo. É por isso que a popularidade

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