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  • Viagem de ônibus através da selva até Brasília
    Despertai! — 1970 | 8 de julho
    • ônibus com listas de espera. A passagem de ida custou-nos por pessoa uns NCr$ 90,00.

      Durante a viagem, era interessante saber que há ali cerca de 175 espécies diferentes de árvores — algumas delas em grande demanda para a produção de óleos, gorduras, borracha, corantes, caixinhas de fósforos, papel e madeira para construção geral ou para mobília fina. Atualmente, o governo está levantando o potencial dos recursos desta vasta região florestal. De fato, já se sabe que numa parte do Estado de Goiás, que atravessamos, há a “maior concentração de mogno conhecida no mundo atual”. A produção de feijão, arroz, mandioca, milho, cana-de-açúcar, palmeiras oleaginosas e de outras safras deverá fazer prosperar esta região.

      Benefícios Para o País

      O tráfego que observamos na estrada corrobora a expectativa de que este projeto abriria uma nova artéria comercial pela qual as mercadorias do sul industrial alcançariam o norte, e as matérias-primas da vasta bacia amazônica chegariam ao sul. De fato, mais de três quartas partes do tráfego é de carga, ao passo que apenas uma pequena porcentagem é de passageiros.

      Também, daquilo que observamos, não há dúvida de que se investem grandes somas de dinheiro na agricultura, na indústria, no desenvolvimento geral e na construção ao longo desta Rodovia BR-14. Na região Paragominas do Estado de Goiás, em rápido desenvolvimento, onde a terra rica e fértil custa relativamente pouco, há todos os indícios de um rápido desenvolvimento.

      A Rodovia Belém-Brasília decididamente abriu uma nova fase da vida social e econômica do Brasil. A antigamente solitária região amazônica, agora ligada por rodovia com o resto do país, acena aos pioneiros que querem desenvolvê-la. O próximo passo é a pavimentação da estrada, e não há dúvida de que isto também promoverá o turismo, pois se fazem planos para a localização estratégica de motéis e postos de gasolina mais ou menos a cada 250 quilômetros.

      E agora a capital. Ao entrarmos em Brasília, ao anoitecer do quarto dia, ficamos impressionadas com os altos e ultramodernos edifícios governamentais, bem espacejados, e com os apartamentos residenciais. Ao entrarmos no movimento da cidade, era uma sensação bastante forte passar pelas pistas lisas e bem iluminadas das avenidas. Chegamos ao fim da viagem.

      Podemos antever, no futuro próximo, uma viagem mais sossegada pela mesma estrada. Então haverá mais oportunidades para se examinar o cenário, as aves exóticas e a vegetação, os poderosos rios e talvez até mesmo a abundante vida selvática. E ocorre-nos a idéia de que, sendo que a nova ordem de Deus está tão próxima, grande parte do desenvolvimento desta região talvez se dê quando este velho sistema com a sua exploração comercial já tiver desaparecido.

  • Quer faça sol quer chuva
    Despertai! — 1970 | 8 de julho
    • Quer faça sol quer chuva

      ● Os motoristas amiúde pensam que precisam ter cuidados especiais quando cai chuva ou neve, porque constituem um perigo extraordinário, e isto é verdade. No entanto, certa companhia de seguros relata que os dias de sol e as estradas secas são o maior convite à tragédia para o motorista. Cerca de 80 por cento das 52.200 mortes nas estradas ocorridas nos Estados Unidos em 1967 se deram em dias de sol, quando as estradas estavam secas.

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