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  • Persistam em ‘abster-se de sangue’
    Despertai! — 1973 | 8 de janeiro
    • servir-vos de alimento”. Com tal permissão, foram dadas duas proibições: “Somente a carne com a sua alma — seu sangue — não deveis comer”, e: “Quem derramar o sangue do homem, pelo homem será derramado o seu próprio sangue.” Nenhuma destas duas proscrições foi jamais rescindida. — Gên. 9:3-6.

      Cerca de oito séculos depois, Deus de novo proibiu que se comesse sangue, e isso nos termos mais fortes, visto que a pena de se comer “qualquer espécie de sangue” era a morte. O sangue era para ser usado somente “para fazer expiação pelas vossas almas” sobre o altar. — Lev. 17:10-14.

      Ao passo que os cristãos não se acham sob a lei mosaica, todavia, não estão livres para comer sangue. Por que não? Primeiro de tudo por causa de a proibição de se comer sangue, fornecida a Noé e a seus filhos muito antes do tempo de Moisés, ainda se aplicar a toda a humanidade, conforme observado adrede. E, em segundo lugar, as Escrituras Gregas Cristãs mostram especificamente que tal proibição ainda se aplica aos cristãos. Assim, o concílio cristão reunido em Jerusalém para considerar a circuncisão e questões relacionadas, enviou instruções no sentido de que os cristãos deveriam persistir em ‘abster-se de coisas sacrificadas a ídolos, e de sangue, e de coisas estranguladas, e de fornicação’. — Atos 15:20, 29.

      Cada vez mais autoridades médicas avisam sobre o uso difundido de transfusões de sangue. Com efeito, talvez seja apenas uma questão de tempo, e isso não estará muito longe, para que a classe médica rejeite as transfusões de sangue como sendo mania passageira, assim como há anos atrás deixaram de lado a sangria. Típica desta tendência é o que as autoridades suecas e alemãs sobre transfusões de sangue disseram num simpósio de vinte e cinco professores noruegueses de medicina e diretores médicos a respeito da superioridade dos expansores do plasma sobre o sangue integral:

      “Não é uma declaração exagerada que há, hoje, um desperdício de sangue nos hospitais por todo o mundo. . . . É possível hoje, com um preparado neutro, expandir o volume do plasma sanguíneo — o fluido que transporta os glóbulos através do corpo. . . . Toda pessoa tem seu próprio ‘ponto de saturação’ na relação entre a quantidade de glóbulos vermelhos e a inalação de oxigênio. Se a quantidade de glóbulos se tornar alta demais, há um decréscimo na ingestão de oxigênio, porque o sangue fica viscoso [grosso demais].” Por causa disso, “o paciente, em muitos casos, ficaria melhor com menos glóbulos sanguíneos, por conseguinte, apenas o plasma perdido é substituído. Mais importante neste sentido é que se reduzem os riscos de coágulos sanguíneos desta forma. Vários exames têm provado que o dextran produz este efeito. A fim de impedir os coágulos sanguíneos, podemos quase que afirmar, como regra, que o primeiro frasco usado numa transfusão deveria ser de dextran.”

      Observando outros benefícios resultantes do uso de dextran, ao invés de sangue, tais autoridades prosseguiram, dizendo: “Certas doenças graves podem ser transmitidas por via sangüínea. Tem havido tantos casos assim recentemente que a pessoa pelo menos não deveria assumir riscos desnecessários. Ademais, uma transfusão de sangue deve ser considerada como qualquer outro transplante, por exemplo, de rim ou de outro tecido. Sangue ‘estranho’ também alarma os anticorpos do corpo, embora as conseqüências talvez não sejam tão óbvias como quando um rim é rejeitado.” — Dagbladet, 22 de abril de 1971.

      Sim, o sangue é um tecido, assim como o coração e os rins são tecidos. Por ser um “tecido líquido” isto não é geralmente avaliado. As forças imunológicas, colocadas no corpo pelo Criador para protegê-lo, se opõem a qualquer tecido estranho e suscitam anticorpos para combatê-lo. É por isso que a popularidade dos transplantes cardíacos foi tão curta.

      A revista Life, de 17 setembro de 1971, mostrava uma foto na capa de seis pessoas que receberam transplantes cardíacos e que pareciam passar bem e estar felizes naquele tempo. Mas, em questão de apenas oito meses depois de ser tirada a foto, todos os seis haviam sucumbido aos esforços de seus corpos de rejeitar o tecido estranho. O artigo contava como “as drogas contra a rejeição provocaram atos bizarros”, e que “seus rostos inflados assustaram certo médico”. O autor do artigo, que escreveu um livro sobre o assunto, Hearts (Corações), também relatou que a taxa de mortes devido aos transplantes cardíacos nos primeiros três anos fora de mais de 85 por cento. Certo cirurgião, que transplantou vinte e dois corações, viu morrer cada um de seus pacientes. E, ao passo que colocou de lado todo o assunto como “processo que tentamos e — por agora — rejeitamos”, os pacientes não conseguiram ser assim tão casuais. E, novamente neste caso, poder-se-ia notar que a posição das testemunhas cristãs de Jeová — de que tais transplantes são efetivamente uma forma de canibalismo — provaram ser uma salvaguarda. Como assim? No sentido de que lhes poupou da frustração, do pesar e da ansiedade sentidos não só pelos pacientes e seus parentes, mas até mesmo por muitos da equipe médica assistente.

      ‘Se as transfusões de sangue também violam o princípio imunológico, então, por que não se provam tão letais como os transplantes cardíacos?’ — talvez pergunte. A razão é que o sangue é um tecido temporário. Um tecido temporário? Sim, pois, a cada segundo, milhões de glóbulos vermelhos morrem e são substituídos. Assim, quaisquer glóbulos de sangue ‘estranho’ transfundido não permanecem por muito tempo no corpo.

      Por certo, a Bíblia testifica de forma inequívoca de que os servos de Deus precisam persistir em ‘abster-se de sangue’. Aqueles que acatam essa ordem não só obtêm a satisfação de que obedecem a Deus, mas também podem poupar-se de muito pesar devido aos riscos envolvidos nas transfusões de sangue.

  • Apoio religioso à guerra
    Despertai! — 1973 | 8 de janeiro
    • Apoio religioso à guerra

      ● No livro War, Communism and World Religions (A Guerra, o Comunismo e as Religiões do Mundo), o Dr. Charles S. Braden escreveu: “Durante toda a Primeira Guerra Mundial, as igrejas obedientemente a apoiaram, venderam bônus, recrutaram soldados, bem na igreja, e em geral a abençoaram. Houve alguns que foram presos como objetores de consciência, mas apenas alguns, e, em geral, as igrejas mostraram pouca simpatia para com eles.

      Situando-se a meio século de distância daquele tempo alguns talvez questionem se os clérigos realmente adotaram tal conceito anticristão. O livro Thoughts in War-Time (Idéias do Tempo de Guerra), porém, cita um ensaio do Cânone B. H. Streeter, publicado na Primeira Guerra Mundial. No ensaio, “A Guerra, Esta Guerra e o Sermão do Monte”, o clérigo concluiu:

      “Se o soldado estiver convicto de que a causa pela qual luta envolve o bem-estar da humanidade como um todo, incluindo, portanto, a longo prazo, também o da Alemanha, não só poderá atirar nos alemães nas trincheiras opostas sem qualquer sentimento de aversão pessoal, mas também poderá fazer isso pelo amor ao homem. . . . O soldado é antes de tudo um homem pronto a morrer pelo seu país; e a prontidão de morrer pelos outros é essencialmente cristã.”

      O que acha da posição de tais líderes religiosos sanguinários diante do “decretado por Deus para ser juiz dos vivos e dos mortos”? — Atos 10:42.

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