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Mensagens com reais atrativosDespertai! — 1977 | 22 de março
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Mensagens com reais atrativos
QUÃO encorajador seria ouvir dizer que o crime e a violência finalmente cessaram, em todo o mundo! Poderia alguém esperar que tal coisa se desse em breve? Sim, pois Aquele que é bastante poderoso para realizá-la, o Criador do homem, Jeová Deus, promete isto.
Convictas da promessa da Bíblia, as testemunhas cristãs de Jeová fizeram esforços especiais no mês de dezembro (no Brasil; em maio de 1976, em outros lugares), para alcançar milhões de pessoas com esta mensagem edificante. Seu tratado “Como se Acabará com o Crime e a Violência” produziu ótimo efeito sobre muitos que o aceitaram.
Um educador em Ontário, Canadá, sentiu-se movido a escrever: “No domingo passado, quando eu e minha família acabávamos de almoçar e palestrávamos sobre a triste situação do mundo, fomos visitados por dois membros de sua crença. Expressaram o desejo de falar conosco sobre como se acabará com o crime e a violência. Nossa mente estava repleta de dúvidas, mas achamos que pelo menos poderíamos conversar com tais pessoas. Eu e minha esposa consideramos o problema com elas por cerca de uma hora. Pareciam ter uma compreensão clara e bem ponderada sobre as dificuldades que confrontamos em nossa sociedade atribulada.
“Deixaram-nos um tanto inconvictos; no entanto, naquela noite, as sementes que plantaram vieram à plena germinação. Eu e minha esposa pegamos nosso exemplar da Bíblia (um presente de casamento), que não abríamos já por muitos anos, e começamos a examinar as referências que nos foram recomendadas. Naquilo que estava contido nestes trechos proféticos, começamos a descobrir a surpreendente relevância diante das realidades atuais. Juntos, eu e minha esposa compreendemos que faltava algo fundamental em nossa vida — o conhecimento de nosso Salvador.”
Interessante é que, pelo menos em um caso, o tratado serviu para impedir um crime. Relata uma Testemunha, de Virgínia, EUA:
“Enquanto trabalhava com os tratados em alguns apartamentos, dirigi-me a um senhor que ia pegar seu carro. Perguntei se morava naquele prédio e ele respondeu: ‘Sim’. Passei a trazer-lhe à atenção o assunto ‘Como se Acabará com o Crime e a Violência’. Ele retrucou: ‘Como se acabará! Ora, agora mesmo estou indo para cometer um crime!’
“Pausei por alguns instantes, visto que ele não queria aceitar o tratado. Daí, ele me mostrou um revólver e me disse que alguém tinha fugido com a esposa dele. Esperava que ele não imaginasse que tinha sido eu, porque ele estava realmente transtornado. Finalmente consegui adquirir coragem suficiente para tentar raciocinar com ele.
“Mostrei-lhe que, se a esposa dele tinha fugido com outro, ela não iria voltar logo. Qualquer coisa que fizesse agora poderia criar-lhe complicações com a lei. Incentivei-o a refletir sobre o assunto pois não valia a pena meter uma bala em alguém. Recomendei-lhe que deixasse que a lei cuidasse disso.
“Ele refletiu por alguns minutos e então disse que acataria meu conselho. Estendeu a mão e recebeu o tratado.”
Talvez aconteça também que o leitor recebeu o tratado “Como se Acabará com o Crime e a Violência”. Aproveitou a oportunidade de aprender mais sobre como o leitor e sua família podem estar entre os que usufruirão um mundo livre do crime? As Testemunhas de Jeová em sua localidade ficarão felizes de considerar com o leitor o que a Bíblia tem a dizer sobre isso.
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Triunfa a liberdade de adoraçãoDespertai! — 1977 | 22 de março
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Triunfa a liberdade de adoração
Do correspondente de “Despertai!” no Brasil
“Um povo indiferente às suas liberdades civis não merece conservá-las, e, nesta era revolucionária, não é de se esperar que as conserve por muito tempo. Um povo que proclama suas liberdades civis, mas que só as concede a grupos favoritos, começa a trilhar a vereda do totalitarismo.” — Ministro Douglas, do Supremo Tribunal dos EUA.a
COMO se sentiria se, ao estar reunido com seus co-adoradores em seu local de adoração, de repente chegasse uma força policial com ordens de lacrar tal local? Foi exatamente assim que se sentiram as Testemunhas de Jeová em Cachoeiras de Macacu e Japuíba, Estado do Rio de Janeiro, no domingo, 13 de junho de 1976. A razão: Algumas Testemunhas de Jeová usaram seu direito bíblico e legal de decidirem que não desejavam uma transfusão de sangue para seu filho acidentado.
Histórico do Caso
Na sexta-feira, 11 de junho, o jovem César de Souza Corrêa, de 17 anos, feriu-se acidentalmente com uma espingarda de caça. Logo acudido, foi levado por seus pais ao hospital de Cachoeiras de Macacu. Ali chegou por volta das 8 horas, para receber cuidados médicos.
Atendido por enfermeiros e depois pelo plantonista, o jovem César apresentava um quadro clínico de hemorragia interna e anemia aguda. Octávio Luiz Corrêa, pai de César, solicitou ao cirurgião, seu amigo, e a quem mandara chamar, que fizesse tudo para salvar seu filho. Indicou, porém, sua objeção de consciência à transfusão de sangue como meio de sustentar a vida. O pacífico Octávio nada fez no sentido físico para impedir
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