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  • Fazem-lhe os filhos confidências?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de abril
    • 21. O que devem os pais fazer se quiserem que seus filhos lhes façam confidências?

      21 As Escrituras dizem: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os nossos pecados e para nos purificar de toda a injustiça.” (1 João 1:9) Apenas quando os pais fizerem tais confidências a Jeová, pedindo-lhe em oração que ‘lhes perdoe as suas dívidas, assim como também já perdoaram aos seus devedores’, pedindo que lhes indique o caminho certo a andar neste mundo iníquo e dizendo: “Instrui-me no teu caminho, ó Jeová, e guia-me na vereda da retidão por causa dos meus adversários hostis”, apenas então poderá esperar que seus filhos se sintam à vontade para lhe falarem de seus problemas e a pedirem conselho e sugestões sobre o que devem fazer. — Mat. 6:12; Sal. 27:11.

      22. Que exemplo de misericórdia farão os pais bem em copiar?

      22 E quando seus filhos passarem a fazer-lhe confidências, como os tratará? Terá misericórdia com eles do mesmo modo como espera que seu Pai nos céus lhe tenha misericórdia? Lembre-se de que “quem não praticar misericórdia terá o seu julgamento sem misericórdia”. (Tia. 2:13; Mar. 11:25; Luc. 6:36) Sente-se feliz que seu Pai celestial é longânime e paciente com sua pessoa, que ele “tolerou com muita longanimidade os vasos do furor, feitos próprios para a destruição”, e que ‘é paciente, porque não deseja que alguém seja destruído’. (Rom. 9:22; 2 Ped. 3:9) Certifique-se, portanto, que seja longânime e paciente com seus filhos e os problemas deles. Conforme diz o provérbio: “Quanto àquele que tapa seu ouvido contra o clamor queixoso do de condição humilde, ele mesmo também clamará e não se lhe responderá.” — Pro. 21:13.

      23. Por que nunca deverá considerar os problemas de seus filhos como pequenos demais para se incomodar com eles?

      23 Outro ponto: Nunca pense que os problemas e seus filhos sejam pequenos e insignificantes demais para se incomodar com eles, e nunca se desculpe dizendo que está ocupado demais para tratar deles. Pense em quão pequenos e insignificantes seus problemas devem parecer aos olhos do Deus Todo-poderoso! E quem está mais ocupado do que ele? Contudo, sente-se muito grato de que os ouvidos dele estejam abertos dia e noite aos seus clamores e de que ele nunca se canse de escutar as suas orações e de responder a elas, não importa quão triviais sejam. — Sal. 34:15; Luc. 18:7, 8.

      COMO MANTER A CONFIANÇA DOS FILHOS

      24. Ao se comunicar com seus filhos, que pontos deve ter em mente?

      24 Pais, se tiverem completa confiança em Jeová, certifiquem-se de aplicar o conselho sábio e a instrução dele nos tratos com seus filhos, se quiserem que estes lhes façam confidências. Comuniquem-se com eles a façam isso ao nível da idade deles. Se já forem jovens, não os tratem como crianças. Se forem adolescentes, falem com eles como tais. (1 Cor. 13:11) Na comunicação, transmitam conhecimento aos seus filhos, especialmente a respeito dos propósitos de Deus apresentados na Bíblia. Raciocinem com eles, deixando-os fazer perguntas e expressar suas próprias opiniões. Se estiverem errados, salientem-lhes bondosamente seu erro dum modo amoroso, não com menosprezo.

      25. Junto com a instrução, o que mais devem os pais dar aos filhos, mas o que diz sobre isso Hebreus 12:11?

      25 Se a instrução deve alcançar seu objetivo intencionado, precisa ser acompanhada de disciplina corretiva. Comecem a disciplinar os filhos enquanto ainda são criancinhas; depois, quando crescerem, não terão os problemas de outros jovens. Conforme está escrito: “Educa o rapaz segundo o caminho que é para ele; mesmo quando envelhecer não se desviará dele.” “É verdade que nenhuma disciplina parece no momento ser motivo de alegria, mas sim de pesar; no entanto, depois dá fruto pacífico, a saber, a justiça.” — Pro. 22:6; Heb. 12:11.

      26. Por que não devem os pais hesitar em usar a vara se necessário, para disciplinar os filhos?

      26 Não hesite em usar a vara para disciplinar. “A tolice está ligada ao coração do rapaz; a vara da disciplina é a que a removerá para longe dele.” “Não morrerá se lhe bateres com a vara. Tu mesmo lhe deves bater com a vara, para que livres a sua alma do próprio Seol.” — Pro. 22:15; 23:13, 14.

      27. (a) Mas que cautela é preciso ter ao punir? (b) Por que é importante que as regras do lar se baseiem na Bíblia e nos seus princípios?

      27 Contudo, tal punição nunca deve ser dada num acesso de ira, nem num acesso de emoção por falta de autodomínio. Dificilmente deve ser só para punir a criança por fazer algo que nunca soube ser errado. Primeiro precisa dar-se instrução cuidadosa e paciente, “no conselho de autoridade de Jeová”, para a criança não só saber o que se espera razoavelmente dela, mas também o motivo disso. (Efé. 6:4) Portanto, ao estabelecer regras e regulamentos, tenha a certeza de que estejam em harmonia com os princípios bíblicos, e então poderá sempre dizer: ‘Isto é o que diz a Palavra de Deus.’ Isto fará com que a criança que teme a Deus e ama as suas leis se sinta feliz em obedecer às regras do lar. Depois disso, se alguma punição for necessária, a criança saberá que foi por ter havido uma violação proposital e deliberada das instruções baseadas na Bíblia.

      28. Em imitação de Jeová, como devem os pais disciplinar seus filhos?

      28 Mas, mesmo então, tempere a punição dada em justiça com a misericórdia. Que os pais, imitando o Pai celestial, demonstrem compreensão e afinidade, junto com paciência e autodomínio. A punição por meio de zombaria perante amigos tornará a criança desanimada e até mesmo hostil. Daí o conselho: “Vós, pais, não estejais exasperando os vossos filhos, para que não fiquem desanimados.” “Não estejais irritando os vossos filhos.” — Col. 3:21; Efé. 6:4.

      29. Que outras virtudes devem cultivar os pais?

      29 Em tudo isso, os pais nunca devem ser indecisos ou dúplices, dizendo uma coisa numa ocasião e outra coisa em outra. “O vosso sim signifique sim e o vosso não, não.” (Tia. 5:12; 4:8) A humildade também é uma grande virtude que agrada a Deus. Por isso, evite ser altivo, arrogante ou jactancioso. Jeová odeia os orgulhosos de coração. Seus filhos também o amarão se for humilde, e se o amarem, far-lhe-ão também confidências. — Pro. 16:5; 1 Ped. 5:5, 6.

      30. Como somente podem os pais obter e manter a confiança de seus filhos?

      30 Tudo isso é bem evidente. Se os filhos hão de confiar livremente nos pais, então os próprios pais precisam mostrar fé em Jeová, devoção a ele e obediência à sua Palavra. Precisam também demonstrar na sua vida cotidiana qualidades piedosas tais como misericórdia, compreensão, benignidade, paciência e autodomínio, junto com integridade para com a verdade e amor à justiça. Só assim poderão os pais esperar ganhar e manter a confiança de seus filhos.

  • Testemunho na Espanha
    A Sentinela — 1972 | 1.° de abril
    • Testemunho na Espanha

      ● Quando um ministro das testemunhas de Jeová verificou que um dos seus estudantes da Bíblia não estava em casa, decidiu usar a hora para visitar os vizinhos no mesmo quarteirão. Logo na primeira apresentação, uma senhora jovem perguntou: “O senhor é testemunha de Jeová?” Quando respondeu que sim, foi convidado a entrar e informado de que, logo na noite anterior, esta senhora havia orado para que Deus lhe enviasse alguém para realizar com ela um estudo bíblico, visto que ela se sentia muito isolada. Agora, a senhora está fazendo bom progresso na compreensão e no apreço da verdade. Quão importante é fazer uso eficiente do tempo ministerial, quando os estudos falham!

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