-
Avizinha-se a terminação do “sinal” preditoAproximou-se o Reino de Deus de Mil Anos
-
-
“quatro ventos”. Foi ouvida de uma extremidade dos céus à outra.
78. (a) Este ajuntamento angélico dos “escolhidos” tem sido evidente a todos os homens especialmente em que ocasiões? (b) Especialmente quem tem estado cônscio de tal ajuntamento e como têm agido?
78 Em harmonia com os tons convidativos do “grande som de trombeta”, os anjos celestiais que acompanham o Filho do homem na sua parusia têm ajuntado seus “escolhidos” de todos os quadrantes do globo. Este ajuntamento tem sido aparente para todos os homens, especialmente nas séries de assembléias em grande escala, realizadas a partir do congresso geral da A. I. E. B. em 1.º a 8 de setembro de 1919, até às assembléias internacionais sobre o tema “Vitória Divina”, realizadas pelas testemunhas, em todo o globo, durante o ano de 1973. (Veja o anúncio das assembléias em todo o mundo, nas páginas 94 e 95 do número de 1.º de fevereiro de 1973 da Sentinela em inglês.) Especialmente os da “grande multidão” estão cônscios do ajuntamento angélico dos “escolhidos” durante a parusia de Cristo, e eles também tomam sua posição do lado do reino messiânico de Deus, reunindo-se e trabalhando com os “escolhidos” ajuntados.
79. Em vista do cumprimento da profecia de Jesus até agora, é evidente que está próxima que expressão de emoção pelas tribos terrestres?
79 Em vista do cumprimento até agora da profecia de Jesus a respeito da “terminação do sistema de coisas”, seus discípulos sabem que está muito próximo o tempo de “todas as tribos da terra” se ‘baterem em lamentação’ em vista do que vêem ameaçá-las das mãos do glorificado Filho do homem.
UMA ILUSTRAÇÃO PARA SE DETERMINAR A SUA PROXIMIDADE
80. A fim de sabermos que a “grande tribulação” está perigosamente próxima, temos de dar ouvidos a que observação de Jesus, neste ponto crítico de sua profecia?
80 Não é necessário sabermos o dia e a hora do ano exato em que irromperá a “grande tribulação” contra todo este “sistema de coisas”. Para sabermos que agora está perigosamente próxima, tudo o que temos de fazer é dar ouvidos ao que Jesus disse neste ponto crítico de sua profecia: “Aprendei, pois, da figueira o seguinte ponto, como ilustração: Assim que os seus ramos novos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que o verão está próximo. Do mesmo modo, também, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo às portas. Deveras, eu vos digo que esta geração de modo algum passará até que todas estas coisas ocorram. Céu e terra passarão, mas as minhas palavras de modo algum passarão.” — Mateus 24:32-35.
81. Em vista de que evidência podemos nós, desta geração, saber que o “sinal” predito por Jesus está prestes a completar-se?
81 Quanto mais precisamos ver nós, os desta geração que presenciou o irrompimento da Primeira Guerra Mundial em 1914, a respeito do cumprimento da profecia de Jesus, para saber que “ele está próximo às portas”? O que mais poderíamos desejar como evidência? Não somos deixados em ignorância inquietante a respeito do significado das coisas que têm ocorrido na terra desde o fim dos Tempos dos Gentios em 1914. Como estudiosos da Bíblia, inteligentes e entendidos; ficamos convencidos de que está próxima a conclusão do “sinal da . . . presença [de Cristo] e da terminação do sistema do coisas”. — Mateus 24:3.
82. Como disse Jesus que devemos reagir diante dos acontecimentos mundiais durante a sua parusia?
82 Deprime-nos isso? Tira-nos agora toda a alegria de viver? Não deve fazer isso e não o faz. Porque Jesus disse aos seus discípulos como deviam reagir para com os acontecimentos mundiais durante a sua parusia invisível, dizendo: “Também, haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e na terra angústia de nações, não sabendo o que fazer por causa do rugido do mar e da sua agitação, os homens ficando desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada; porque os poderes dos céus serão abalados. E então verão o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória. Mas, quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.” — Lucas 21:25-28.
83. Portanto, para que não é tempo, para os “escolhidos” e os da “grande multidão”, e o que significará para eles a libertação?
83 Vimos nós, os desta geração, “estas coisas principiarem a ocorrer”? Vimos “estas coisas” ocorrendo durante as décadas desde 1914 E.C.? Uma vez que as vimos, não há motivo para nós nos dobrarmos em “angústia” internacional. Não há motivo para dobrarmos mais as costas sob a escravização religiosa imposta por Babilônia, a Grande, inclusive pela cristandade. É tempo de nos pormos eretos, quais adoradores livres do Deus Altíssimo, Soberano Senhor Jeová. Não é mais o tempo próprio para olharmos desesperados para o chão. É o tempo de erguermos a cabeça para o céu e vermos à luz brilhante das Escrituras Sagradas, que contêm a profecia de Jesus, as evidências do futuro mais reconfortante para a humanidade. O significado destas evidências é inconfundível: Está próxima a libertação! Isto significa para os “escolhidos” de Deus e os da “grande multidão” de seus companheiros de adoração a sobrevivência à “grande tribulação” que é iminente. Quando sairmos desta “grande tribulação” sob a preservação divina, deixaremos atrás as ruínas irreparáveis deste atual sistema mortífero de coisas. O novo sistema de coisas de Deus se abrirá gloriosamente diante de nós!
-
-
O “escravo” que chegou a ver o “sinal”Aproximou-se o Reino de Deus de Mil Anos
-
-
Capítulo 17
O “escravo” que chegou a ver o “sinal”
1. Segundo a narrativa sobre a criação dos luminares celestes, Deus desejava que o homem fosse semelhante a ele em que sentido?
O CRIADOR do homem é cronometrista. Quis que o homem também marcasse o tempo. Na narrativa da criação, encontrada no primeiro capítulo de sua Palavra inspirada, lemos: “E Deus prosseguiu, dizendo: ‘Venha a haver luzeiros na expansão dos céus para fazerem separação entre o dia e a noite; e eles
-