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Outros meios de proteger-seDespertai! — 1973 | 8 de outubro
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Proteja-se dos Batedores de Carteiras:
● Não exiba grandes somas de dinheiro em público.
● Homens — em grandes multidões, é melhor não carregar a carteira num bolso de trás das calças, mesmo que seja abotoado. Se sofrer um esbarrão, no meio duma multidão, certifique-se de que sua carteira ainda esteja no seu lugar.
● Mulheres — não coloque a bolsa num balcão ou no chão, ou num carrinho de compras, ao fazer compras. Não deixe sua bolsa sobre uma cadeira, num local público de reunião. Ao levar um montão de pacotes, conserve a bolsa junto ao corpo.
● Tome especial cuidado com estranhos que tentam pôr as mãos sobre sua pessoa. Alguns talvez afirmem que desejam ajudá-lo de alguma forma, outros talvez descrevam as próprias doenças deles por lhe tocarem no corpo. Tais pessoas bem que podem ser batedores de carteiras que tentam astuciosamente surrupiar seu dinheiro.
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A solução segura para o problema do crimeDespertai! — 1973 | 8 de outubro
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A solução segura para o problema do crime
VIVERÃO sempre os humanos como prisioneiros em suas próprias casas? Tremerão de medo toda vez que saírem sozinhos de casa? Não! Há uma solução segura para o problema do crime, e será executada muito em breve.
A solução não é adotar um estado policial opressivo. Nem é qualquer outra proposta para reformar o presente sistema de coisas. Torna-se óbvio que qualquer reforma assim é fútil, visto que o crime se acha, deveras, no próprio tecido da sociedade.
Qual, então, é a solução?
A Solução Predita
Jesus Cristo apontou a solução quando predisse o fim deste sistema de coisas. Disse: “Haverá grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo.” (Mat. 24:21) Esta “grande tribulação” eliminará esta inteira sociedade anárquica, mas não toda a humanidade. Assim, a tribulação acha-se diretamente vinculada com a solução segura para o problema do crime.
Essa solução segura é o reino de Deus. Este reino é um governo real, tendo um rei celeste e súditos terrestres. A vida terrestre de Jesus como homem adulto esteve devotada a declarar que esse governo era a única solução para os problemas do homem (Luc. 4:43; 8:1) Como eliminará o crime é claramente indicado na Bíblia. Predizendo os próprios dias em que vivemos, Daniel 2:44 afirma:
“Nos dias daqueles reis o Deus do céu estabelecerá um reino que jamais será arruinado. E o próprio reino não passará a qualquer outro povo. Esmiuçará e porá termo a todos estes reinos, e ele mesmo ficará estabelecido por tempo indefinido.”
Sim, o reino ou governo celeste de Deus destruirá por completo os atuais governos terrestres, junto com seus crimes e sua corrupção. Isto será, deveras, “grande tribulação” para todos que estão alienados de Deus.
Não conclua, contudo, que tal destruição mundial é medida dura demais para Deus tomar. Como temos visto, este sistema de coisas é irreformável; acha-se permeado de crimes. Seu regente é Satanás, o Diabo, “que está desencaminhando toda a terra habitada”. (Rev. 12:9; 2 Cor. 4:4) A humanidade não se pode livrar dele; apenas Deus pode. Assim, Jesus nos ensinou a orar pedindo que viesse o reino de Deus, de forma que o reino esmagasse a Satanás e seu sistema infestado de crimes. — Mat. 6:9, 10.
Mas, quando isto acontecerá?
Quão Perto?
Jesus também respondeu a esta pergunta. Conforme observado no artigo prévio, ele deu um “sinal” que assinalaria a “terminação do sistema de coisas”, ou os “últimos dias”. Incluídos em tal “sinal” estariam alguns ais mundiais, tais como guerras globais, fomes, pestes, terremotos e o aumento da anarquia, sendo seguidos pela “grande tribulação” mesma. Então, disse Jesus: “Deveras, eu vos digo que esta geração de modo algum passará até que todas estas coisas ocorram.” — Mat. 24:3-34; 2 Tim. 3:1-5.
O que Jesus queria dizer com isso? Evidentemente, o seguinte: Que a geração que visse o começo dos ais do mundo, com o irrompimento da guerra global no ano de 1914 também veria a destruição do inteiro sistema terrestre de coisas de Satanás. Algumas pessoas vivas em 1914 ainda estariam vivas quando assolasse a “grande tribulação”.
Pense nas pessoas que, em 1914, tinham bastante idade para ver com entendimento o começo do cumprimento do “sinal”. Não são mais jovens. Essa geração já se acha bem adiantada na direção de sua passagem por completo. Todavia, não
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