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  • Por que não fomos informados acerca “daquele dia e daquela hora”
    A Sentinela — 1975 | 1.° de novembro
    • responde: “Deveras, eu vos digo que esta geração de modo algum passará até que todas estas coisas ocorram.” (Mat. 24:34; Mar. 13:30) De que “geração” se trata? Daquela que presenciou os acontecimentos em cumprimento da profecia, a partir de 1914 E. C. Não há dúvida sobre a veracidade do que Jesus disse. Ele acrescentou enfaticamente: “Céu e terra passarão, mas as minhas palavras de modo algum passarão.” — Mat. 24:35; Mar. 13:31; veja Mateus 5:18.

      23. O que disse Jesus a respeito de alguém ter conhecimento “daquele dia e daquela hora,” de tal acontecimento?

      23 Forneceu Jesus outros pormenores, além desses, dizendo aos seus discípulos o tempo exato de isto acontecer? Ao contrário, disse-lhes que ‘dia e hora’ não eram conhecidos por nenhuma criatura, e enfatizou este ponto por repeti-lo vez após vez — sim, cinco vezes. “Acerca daquele dia e daquela hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente o Pai”, disse ele. — Mat. 24:36 a 25:13.

      24. No cumprimento da profecia a respeito da “grande tribulação”, no primeiro século, foram os discípulos de Jesus informados de antemão sobre quando começaria a tribulação?

      24 Lembre-se de que no cumprimento da profecia de Jesus, no primeiro século, a respeito da “grande tribulação”, não se forneceu nenhuma data com antecedência quanto ao tempo em que deviam fugir de Jerusalém. Antes, deviam estar atentos a um sinal — ‘a coisa repugnante, conforme falado por intermédio de Daniel, o profeta, em pé num lugar santo’. (Mat. 24:15, 16) Apareceu no ano 66 E. C. Os seguidores de Jesus saíram obedientemente da cidade, e, seguindo os registros da história, passaram a morar do outro lado do rio Jordão, na região montanhosa de Pela. Depois disso, porém, passaram-se vários anos antes de a “grande tribulação” sobrevir a Jerusalém no ano 70 E. C. Não há indícios de que os seguidores de Jesus fossem informados com antecedência sobre quando esta tribulação viria. Já estavam num lugar de segurança; não havia realmente nenhum motivo para terem de saber isso.

      25, 26. Por que é que o fato de Noé receber aviso antecipado sobre o dia em que começaria o dilúvio não constitui base para esperarmos um aviso antecipado sobre ‘o dia e a hora’ da vinda da “grande tribulação”?

      25 Mas, não comparou o próprio Jesus os dias de Noé com o tempo de sua presença? (Mat. 24:37-39) E não se disse a Noé com antecedência o dia exato em que começaria o dilúvio? Sim, mas o motivo de Noé ser informado sobre o “dia” não se enquadra na nossa situação. Noé e sua família precisavam saber o tempo em que começaria o dilúvio, para poderem levar todas as espécies básicas de animais a salvo para dentro da arca e depois eles mesmos entrarem, antes de caírem as águas do dilúvio. Isto é algo que não poderiam ter feito com meses de antecedência, porque teria resultado em gastarem prematuramente as provisões armazenadas. Por isso foi exatamente no tempo certo que Deus disse a Noé: “Em apenas mais sete dias farei que esteja chovendo sobre a terra por quarenta dias e quarenta noites; e vou obliterar da superfície do solo toda coisa existente que tenho feito.” — Gên. 7:4.

      26 Nós, porém, não precisamos saber “daquele dia e daquela hora” em que começará o vindouro ato destrutivo de Deus. Não nos foi confiada a sobrevivência da criação animal, nem depende a preservação de pessoas tementes a Deus — agora em mais de duzentas terras em volta do globo — de todos entrarem numa construção literal, em determinado lugar. A execução do propósito de Deus, inclusive a preservação de seu povo, não exige que saibamos de antemão “daquele dia e daquela hora”.

      PERSPECTIVAS PARA OS SOBREVIVENTES

      27. Que requisitos precisam ser satisfeitos para se estar entre os sobreviventes da “grande tribulação”?

      27 A Bíblia torna claro que haverá sobreviventes da vindoura “grande tribulação”, e ela mostra o que se exige para estar entre os sobreviventes. Revelação 7:14 descreve a “grande multidão” de sobreviventes da tribulação, dizendo: “Lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro.” Isto significa que, quando começar a “grande tribulação”, terão uma aparência limpa e aceitável perante Jeová Deus. O que terá isso exigido deles? Ter fé no sangue derramado de Jesus, como base para o perdão de seus pecados, e também empenho contínuo em fazer a vontade de Deus. — João 3:36; Tia. 2:26.

      28. Que grandiosas perspectivas estão diante dos que sobreviverem àquela “grande tribulação”?

      28 As perspectivas que se apresentam perante a “grande multidão” de sobreviventes são realmente maravilhosas. O Cordeiro, Jesus Cristo, “os guiará a fontes de águas da vida”. (Rev. 7:17) Livres de todos os sistemas opressivos, que contribuíram para tornar a vida desagradável na terra, os da “grande multidão” estão assim numa situação ideal de ser reabilitados das fraquezas e imperfeições humanas. Jesus Cristo aplicará a eles os plenos benefícios de seu sacrifício expiatório. Ao passo que aceitarem obedientemente a sua ajuda, avançarão à perfeição. Assim serão por fim destruídas eternamente a doença, a velhice e a morte devidas ao pecado e à imperfeição herdados. (Rev. 21:3-5) Até mesmo o dano causado pela morte será desfeito, ao passo que bilhões de pessoas ressuscitarem dentre os mortos. (João 5:28, 29) Estes ressuscitados terão igualmente a oportunidade de ganhar a vida infindável.

      29. O que é sábio fazermos agora individualmente?

      29 Deveras, ‘o dia e a hora’ em que a tribulação começar pode significar vida ou morte para você, leitor. Não seria sábio, então, que se certificasse de que viva agora como se aquele ‘dia e hora’ viessem amanhã? Não sabemos ‘dia e hora’ em que a “grande tribulação” começará. Mas isto não muda em nada o fato de que se aproxima rapidamente. O período geral é claramente indicado na Palavra de Deus. A “geração” da qual Jesus disse que ela não só veria os acontecimentos do ano de 1914, mas também a “grande tribulação”, já está bem avançada em anos. Isto dá mais urgência à situação e deve induzir-nos a considerar bem se nós, pessoalmente, vivemos mesmo em pleno reconhecimento de que ‘o dia e a hora’ do julgamento por Deus são iminentes.

  • Como o afeta não saber ‘dia e hora’?
    A Sentinela — 1975 | 1.° de novembro
    • Como o afeta não saber ‘dia e hora’?

      1. O que é que a qualidade predominante de Deus tem que ver com ele não revelar ‘dia e hora’ do começo da “grande tribulação”?

      JEOVÁ DEUS tem um propósito em não revelar ‘dia e hora’ de a “grande tribulação” começar a sua obra demolidora do atual sistema de coisas. Este propósito está intimamente relacionado com a qualidade predominante de Deus — o amor. (1 João 4:8) Sendo ele Deus de amor, deseja ter por servos apenas os que realmente o amem profundamente. (Sal. 119:97; 1 João 5:3) Não quer que criaturas inteligentes se encolham de terror diante dele, servindo só por temerem as punições que possa aplicar a eles. Seus tratos com pessoas sempre foram tais que suscitavam o amor nelas, ao mesmo tempo permitindo-lhes mostrar o que realmente têm no coração.

      2. Como demonstrou Jeová seu amor aos homens imperfeitos?

      2 Expressando muita benignidade imerecida, Jeová permitiu que até mesmo homens ingratos e depreciativos usufruíssem os ciclos naturais que ele pôs em operação para tornar possível a vida na terra. (Atos 14:16, 17; 17:24, 25) Também, durante um período de dezesseis séculos, inspirou cerca de quarenta homens a produzir um registro inspirado, que torna conhecido exatamente que espécie de Deus ele é e o que exige daqueles que aprova. (2 Tim. 3:16, 17) Este registro, contido na Bíblia, fornece orientação sadia, que torna possível que tiremos o melhor proveito da vida, mesmo já agora, apesar de problemas e situações difíceis. (Sal. 19:7-11) Ela nos familiariza também com o extraordinário amor demonstrado por Deus ao dar seu Filho unigênito, a fim de que depusesse a sua vida a nosso favor. Isto abriu para a humanidade a oportunidade de chegar a uma relação aprovada com o único Deus verdadeiro e tornou possível a perspectiva duma vida livre de doença, fraqueza da velhice e morte. — João 3:16; Tito 3:4-7; Rev. 21:3, 4.

      3. Por que não é incoerente com ele ser Deus de amor que Jeová traga a “grande tribulação”?

      3 Mas, como é que pode ser que tal Deus traga também uma tribulação que aterrorize a humanidade com a destruição que causará? Na realidade, ser ele Deus de amor exige que faça isso. Isto talvez pareça estranho a muitas pessoas de hoje. Também parecia estranho a muitos israelitas, há uns vinte e sete séculos atrás, quando o profeta hebreu Miquéias anunciou que Jeová traria uma calamidade sobre o reino de dez tribos de Israel e o reino de duas tribos de Judá. Perguntaram, em descrença: “Ficou descontente o espírito de Jeová ou são estas as suas ações?” A resposta que Jeová deu a isso foi: “Não fazem bem as minhas próprias palavras no caso daquele que anda em retidão?” (Miq. 2:7) Sim, fazer ele o bem aos que andam em retidão exige que aja contra todos os que obstinadamente recusam ajustar-se ao caminho da justiça e que assim contribuem para as injustiças, a opressão e o que é contra a lei, que hoje tornam a vida na terra mais perigosa e desagradável.

      4. Qual é o desejo de Jeová para com toda a humanidade?

      4 Não obstante, antes da vinda “daquele dia e daquela hora”, para agir contra os iníquos, Jeová suplica cordialmente a todos a que abandonem seus caminhos maus. (Veja Isaías 55:6, 7; Jeremias 18:7-10.) Ele é igual a um amoroso pai humano que não se agrada em ter de punir filhos desobedientes, mas que tem prazer em que façam o que é direito. Sobre como Jeová se sentiu a respeito da terrível destruição que permitiu que sobreviesse a Jerusalém, em 607 A. E. C., a Bíblia diz: “Não é do seu próprio coração que ele tem atribulado ou está causando pesar aos filhos dos homens.” (Lam. 3:33) Prefere que as pessoas sigam um modo de vida que não só torne desnecessário que tome ação contra elas, mas que também lhes dê felicidade e satisfação pessoal, e contribua para a segurança e a alegria de seu próximo. “Não deseja que alguém seja destruído”, escreveu o apóstolo Pedro, “mas deseja que todos alcancem o arrependimento”. — 2 Ped. 3:9.

      5. (a) O que são as pessoas induzidas a mostrar a respeito de si mesmas, por Jeová não revelar ‘o dia e a hora’? (b) Como são ajudadas as pessoas sinceras a identificar os verdadeiros cristãos, por Deus não dar a conhecer ‘aquele dia e aquela hora’?

      5 Não ter Jeová Deus dado a conhecer ‘dia e hora’ em que enviará seu Filho para executar o julgamento no sistema iníquo de coisas nesta terra tem desempenhado um papel definitivo em revelar o que há no coração das pessoas. Se realmente não amarem seu Criador e não apreciarem o valor duma boa relação com ele, empenhar-se-ão pelas coisas para as quais se inclina seu coração — abundância de bens materiais, popularidade no mundo, vida egocêntrica. Talvez se inclinem a pensar que, visto Deus não nos informar sobre ‘dia e hora’, provavelmente não venha em nossos dias. Ao mesmo tempo, não divulgar Deus ‘dia e hora’ tem beneficiado os que querem fazer a Sua vontade. Como? Ora, o que Deus tem feito exclui grandes demonstrações de piedade hipócrita apenas pouco antes de seu ‘dia e hora’, por parte dos que apenas fingem ser seus servos. Portanto, os sinceros não ficam confusos sobre a identidade do povo devotado de Deus. Podem ver claramente a diferença entre os que não fazem caso do ‘dia e hora’ de Deus para o julgamento e os que não agem assim.

      NÃO FAZER CASO “DAQUELE DIA E DAQUELA HORA” É PERIGOSO

      6. Que atitude mencionada em 2 Pedro 3:3-7 demonstram muitos hoje em dia?

      6 Muitos minimizam e ridicularizam a evidência bíblica da proximidade da “grande tribulação”, quando é trazida à sua atenção. Suas ações se enquadram na descrição bíblica: “Nos últimos dias virão ridicularizadores com os seus escárnios, procedendo segundo os seus próprios desejos e dizendo: ‘Onde está essa prometida presença dele? Ora, desde o dia em que os nossos antepassados adormeceram na morte, todas as coisas estão continuando exatamente como desde o princípio da criação.’” As execuções de julgamentos de Deus no passado, tais como o dilúvio dos dias de Noé, não significam nada para eles. Simplesmente não querem crer que Deus destrua os iníquos, assim como fez no passado. Não querem mudar seu modo de vida, mas querem continuar a entregar-se a seus desejos egoístas. (2 Ped. 3:3-7) Se persistirem nesta atitude e ‘o dia e a hora’ de Deus os apanhar, de modo algum escaparão da calamidade.

      7. Como poderá afetar até mesmo alguns associados com a congregação cristã não tomarem a sério a certeza da vinda “daquele dia e daquela hora” para a execução do julgamento?

      7 A desconsideração do vindouro ‘dia e hora’ de Jeová para executar seu julgamento pode contagiar até mesmo os associados com a verdadeira congregação cristã hoje em dia. Alguém talvez saiba o que a Bíblia diz sobre a “grande tribulação”. Talvez ouça falar dela já por anos, possivelmente até por pais cristãos,

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