BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Quando os médicos tentam impor transfusões de sangue
    Despertai! — 1974 | 22 de novembro
    • Muitas pessoas zombaram de tais ordens quando as transfusões de sangue começaram a tornar-se populares. Mas, agora, algumas dessas mesmas pessoas estão mudando de idéia. Vêem que aquilo que parecia um “cura-tudo” de início agora se transformou num pesadelo. Assim, depois de todos esses anos, as últimas descobertas da medicina moderna têm mostrado a sabedoria da proibição divina de se tomar sangue.

      Ainda Tentam Impor Transfusões de Sangue

      A pessoa imaginaria que, com certeza agora, nesta data avançada, e em vista das últimas informações e das novas técnicas, os médicos e os hospitais não mais imporiam transfusões e sangue. Mas, impõem.

      Por exemplo, em fins de 1973, jovem senhora grávida, Connie Reavis, recusou a recomendação de seu médico de tomar sangue. O médico e o hospital em Portland, Oregon, levaram a questão aos tribunais. O Juiz do Tribunal de Circuito, Berkeley Lent, aprovou a petição de impor o sangue. A Sra. Reavis recusou-se a obedecer ao mandado. Entrou em contato com médicos em Seattle, que concordaram em não usar sangue. No Hospital da Universidade de Washington, bem sucedida cesariana trouxe ao mundo uma menininha de 5 quilos e trezentos gramas. Não se usou nenhum sangue.

      Em outro caso, Curtis Dunn e sua esposa Patsy, testemunhas de Jeová, verificaram quão desencaminhantes podem ser os formulários assinados. Esperando seu terceiro filho, assinaram um formulário liberando os médicos e o hospital de qualquer responsabilidade por ela não tomar sangue.

      Depois de a criança nascer, ficou anêmica. Os médicos dum hospital de Houston, Texas, levaram a criança para longe dos pais, por meio dum mandado judicial e lhe deram uma transfusão de sangue. Essa ação foi tomada subitamente. Não houve oportunidade de se ouvir primeiro o assunto. Mas, o que aconteceu ao formulário que assinaram?

      O exame mais detido do formulário de isenção foi revelador. O formulário declarava apenas que isentava os médicos e o hospital de qualquer responsabilidade pela decisão dos pais. Não dizia que a decisão dos pais seria respeitada sob todas as circunstâncias. Assim, tais formulários podem ser relativamente inúteis. Podem ser enganosos, engodando os pacientes confiantes a sentirem um senso falso de segurança.

      É interessante que um médico que analisou o caso tenha dito mais tarde: “Esta anemia, com toda a probabilidade, foi devida ao uso prolongado do cateter de infusão venosa umbilical que fora inserido [para a infusão de fluidos ou de sangue] quando a criança tinha sete horas de vida.”

      Não Se Trata de “Vida ou Morte”

      Muitas vezes os médicos disseram às testemunhas de Jeová confrontadas com grande cirurgia que tinham de tomar uma transfusão de sangue ou morreriam. No entanto, vez após vez, esse não resultou ser o caso. A muitas delas se permitiu seguir um tratamento alternativo e se deram muito bem. E, ao assim fazer, viram-se livres dos perigos surgidos pelas transfusões de sangue.

      Exemplificando: aos pais de um bebezinho de um dia em Kentucky foi dito que o bebê tinha de tomar uma transfusão de sangue. Os médicos num hospital em Fort Thomas disseram que, de outro modo, ele morreria devido à incompatibilidade do fator Rh. Quando os médicos procuraram obter um mandado judicial para dar uma transfusão de sangue, o pai, William Bergeron, entrou em contato com outro médico. Tirou o bebê daquele hospital e o transferiu para outro em Houston, Texas. Ali, os médicos trataram com êxito o bebê pela fototerapia fluorescente e deram alta a ele em questão de três dias.

      A experiência de Aaron Lee Washburn, de 16 anos, foi similar. Ele estivera num acidente dum veículo e sofreu fraturas múltiplas da cabeça e de outras partes. Num centro médico de Dallas, seus pais declararam expressamente sua rejeição às transfusões de sangue. De início, isso foi respeitado. Mas, três dias depois, o cirurgião que faria a operação tentou obter um mandado judicial para impor uma transfusão de sangue. Disse ao juiz que não poderia operar sem ela. Mas, daí, outros cirurgiões trataram do caso. Respeitaram a posição dos pais quanto ao sangue e realizaram a operação. O inteiro período operatório durou sete horas e meia. Não se usou nenhum sangue. A operação teve êxito e isso foi amplamente reconhecido nas notícias pela imprensa.

      Lições Aprendidas

      As experiências das testemunhas de Jeová no que tange às transfusões de sangue revelam várias lições. Uma das mais positivas é noticiada pela “Associated Press”:

      “A necessidade de desenvolver técnicas cirúrgicas que não exigissem transfusões de sangue foi estimulada, em parte, pelas limitações às formas usuais de cirurgia impostas pela fé das Testemunhas de Jeová, cuja religião se opõe à transfusão de sangue de doadores.”

      Sim, muitos dos novos processos e tendências na “cirurgia sem sangue’, surgiram graças aos médicos que procuravam melhores meios de operar testemunhas de Jeová. Algumas destas novas técnicas têm tido tanto êxito que crescente número de médicos agora as usam em todos os seus pacientes.

      Outra lição aprendida é que, ao passo que há agora mais médicos que respeitam o direito do paciente de recusar o sangue, esta não é de maneira alguma uma tendência universal. Muitos médicos não mostram grande respeito, e recorrerão a mandados judiciais para tentar impor o sangue a pacientes que não o querem.

      Uma dolorosa lição aprendida é que um formulário assinado não constitui garantia de que a recusa do paciente ao sangue será respeitada. Não basta assinar uma declaração isentando a equipe médica da responsabilidade se acontecer algo errado devido à não aceitação de sangue pelo paciente. Tais formulários precisam incluir uma garantia, por parte da equipe médica envolvida, de não dar sangue sob quaisquer circunstâncias. Ao mesmo tempo, tais formulários podem expressar a disposição de aceitar tratamentos alternativos aprovados pelo paciente.

      Todavia, ao passo que as testemunhas de Jeová ainda passam por muitas dificuldades, tem havido grandes “aberturas”. Têm visto muitos da classe médica reconhecer que as transfusões de sangue podem prejudicar e matar. Têm visto mais autoridades falarem abertamente contra tal prática. E têm chegado a conhecer cada vez mais médicos que honram seu direito de recusar o sangue. A estes médicos compreensivos, tais pacientes sentem-se muitíssimo gratos.

  • A matemática superior exige um matemático superior
    Despertai! — 1974 | 22 de novembro
    • A matemática superior exige um matemático superior

      ■ Ninguém crê que as complicadas fórmulas matemáticas evoluíram sem a inteligência dum matemático. Jamais seriam atribuídas à coordenação casual de molécula de giz num quadro negro. Então, o que dizer da fantástica precisão matemática encontrada no universo? Um professor de matemática da Universidade de Cambridge, P. Dirac, disse na revista Scientific American:

      “Parece ser uma das caraterísticas fundamentais da natureza que as leis físicas fundamentais são descritas em termos duma teoria matemática de grande beleza e poder, precisando-se de bem alto padrão de matemática para compreendê-la . . . Poder-se-ia talvez descrever a situação por dizer que Deus é um matemático da mais elevada ordem, e ele usou matemática muitíssimo avançada ao construir o universo.”

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar