-
As igrejas representam mal a Deus!A Sentinela — 1968 | 15 de julho
-
-
pronúncia hebraica ou grega do nome do Filho de Deus. Por suprimirem o nome de Jeová e o substituírem por títulos, as igrejas representam mal a ele, fazendo parecer que não tem nome.
REPRESENTADO MAL COMO TRINDADE
Como se não bastasse tal indignidade, as igrejas representam mal ao verdadeiro Deus como sendo um incompreensível Deus trino de três pessoas em uma só. Referem-se a ele como “Deus Trino” ou a “Santíssima Trindade”. Ao pesquisar sua Bíblia, não encontrará uma menção sequer da palavra “trindade” ou qualquer afirmação de que o Deus Onipotente seja três pessoas coiguais e coeternas, como afirmam as igrejas. O que encontrará ali redondamente as contradiz, fazendo da sua doutrina trinitária uma mentira.
Em apoio de sua doutrina, as igrejas afirmam que várias declarações na Bíblia dão a entender que Deus seja três pessoas em uma só. Quando diz, em Gênesis 1:26, por exemplo: “Façamos o homem à nossa imagem”, afirmam que o uso da palavra “façamos” subentende três pessoas em um só Deus, embora o versículo não indique quantas pessoas são subentendidas pela palavra. Insistem em torcer este texto para ajustar-se à sua doutrina favorita. Que aquele a quem o Criador realmente falava era sua primeira criação, seu Filho unigênito, é testificado pela Bíblia em Colossenses 1:15, 16: “Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque mediante ele foram criadas todas as outras coisas nos céus e na terra.” Esse poderoso Filho espiritual era o mestre de obras de Jeová. Lògicamente, era a esta criatura espiritual, e não meramente consigo mesmo, que falava o Deus Onipotente.
Outro texto que as igrejas torcem para subentender aparente apoio à trindade é João 10:30, onde Jesus diz: “Eu e o Pai somos um.” Contendem que Jesus testificava que é Deus, mas, será isso que realmente dizia? Por compararmos João 10:30 com João 17:20, 21, torna-se evidente que Jesus não fazia isto de forma alguma. Nestes textos citados por último, fala a respeito dos que têm fé nele como sendo um com ele e o Pai. Obviamente, Jesus falava de unidade de propósito e não de unidade em divindade.
Muitas igrejas chegam ao ponto de representar mal a Deus como sacrificando a si mesmo para a redenção da humanidade. Certa publicação católica lançada pelo Convento Beneditino da Adoração Perpétua em Missouri, EUA, faz esta afirmação antibíblica em seu título: “O Próprio Deus É Nosso Sacrifício.” E o Livro de Mórmon faz uma afirmação similar em Alma 42:15: “É Deus mesmo quem expia os pecados do mundo.” Esta crassa má representação do Deus eterno resulta da mentira de que Jesus é Deus. O Livro de Mórmon leva tal mentira ao ponto de fazer com que Jesus Cristo afirmasse, em Éther 4:12: “Eu sou o Pai.”
Por todo o seu ministério, Jesus Cristo proclamou-se, não Deus, mas como sendo o Filho de Deus. Ele nada disse a respeito de ser parte de um Deus trino e nem o fizeram os escritores bíblicos. Ao invés de afirmar ser igual a seu Pai, disse: “O Pai é maior do que eu.” (João 14:28) Esta relação de desigualdade para com o Pai não se alterou depois de sua ressurreição e ascensão ao céu. Isto é demonstrado em 1 Coríntios 11:3 e 15:28, onde se mostra a sujeição do ressuscitado Jesus Cristo para com o Pai.
Jesus referiu-se ao Pai qual seu Deus, quando disse a um dos seus seguidores: “Eu ascendo para junto de meu Pai e vosso Pai, e para meu Deus e vosso Deus.” (João 20:17) Adorava o mesmo Deus que seus seguidores. Foi a este Deus, Jeová, que orou ao morrer na estaca de tortura: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” — Mat. 27:46.
Como estes textos mostram meridianamente, as igrejas da cristandade mentem ao afirmarem que Jesus Cristo é Deus e que Deus veio à terra e morreu para salvar os homens. Representam crassamente mal ao Criador quando afirmam que é Deus trino de três pessoas em um só, assim assemelhando-o ao que os pagãos dizem sobre seus deuses. Torcem desonestamente as Escrituras para fazer que pareçam apoiar a sua doutrina. Considerando como as igrejas assim representam mal ao verdadeiro Deus e ao seu nome, como poderiam ser representantes dele? Será que crê honestamente que pode agradar ao Deus da verdade ao pertencer a tais organizações? — Rev. 18:4.
-
-
O tempo é curtoA Sentinela — 1968 | 15 de julho
-
-
O tempo é curto
AS ESTRIDENTES sereias da polícia pararam apenas momentaneamente a fim de permitir ser dada pelo alto-falante uma mensagem de aviso: “Este é um aviso de tornado! Trata-se de um tornado mesmo! Tomem todas as precauções de emergência!” Os cidadãos sábios apanharam algumas coisas essenciais e correram para os abrigos. Os tolos se demoraram, brincando com a idéia de que talvez, afinal das contas, tratava-se apenas de falso alarma. Mas, de súbito, acharam-se engolfados na fúria da tormenta à medida que ventos tempestuosos e objetos que voavam arrebentaram grandes edifícios como palitos de fósforos e ergueram no ar a dezenas de edifícios menores.
As pessoas que vivem por toda a terra, atualmente, bem que podem ponderar a lição de uma situação assim. Os sobreviventes amiúde saem dos abrigos e vêem cenas de assustadora desolação, mas, pelo menos, estão vivos! As vítimas são usualmente os que deixam de dar ouvidos ao aviso. O que dizer se, às vezes, vier a comprovar-se que se trata de um alarma falso? Não seria muito mais sábio tomar precauções e proteger a vida da pessoa? Quando todos os sinais apontam inequivocamente para a aproximação do tornado, quão tolo é ignorar os avisos!
Todavia, hoje em dia, vasta multidão dos habitantes da terra agem e vivem como se o horizonte obscurecente de nossos tempos não apontasse para uma tempestade mundial de proporções sem precedentes. Sim, todos os sinais atualmente apontam para a proximidade da grande guerra de Deus contra todos os reinos da inteira terra habitada, a guerra do Armagedom, que deve abrir o caminho para a Nova Ordem de paz e justiça. (Rev. 16:14, 16; Dan. 2:44) Qual é a sua atitude? Será que dará ouvidos ao aviso e dará os passos necessários à sobrevivência, ou será que se juntará aos desatentos zombadores, que dizem: “Ora, desde o dia em que os nossos antepassados adormeceram na morte, todas as coisas estão continuando exatamente como desde o princípio da criação”? — 2 Ped. 3:4.
NA TRILHA DA TEMPESTADE
Por quase cinqüenta anos agora, as testemunhas de Jeová têm soado o aviso. Não resta dúvida da realidade de que esta grande tempestade mundial se abaterá sobre um mundo inteiro de homens desobedientes. Avisou Jesus Cristo: “Estes dias serão dias de tribulação tal como nunca ocorreu desde o princípio
-