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  • Qual é o conceito cristão sobre o dançar?
    A Sentinela — 1973 | 15 de março
    • ‘dança de contato’ nos bailes de estudantes secundários que os rapazes a consideram como “desculpa válida para abraçar uma moça e segurá-la perto”. É o prazer envolvido o de passos graciosos e outros movimentos artísticos da dança? O artigo continuou: “As danças vagarosas são cinco minutos de abraços, carícias nas costas e batidinhas nos traseiros.”

      Que em muitas danças amiúde está envolvido o prazer sensual é salientado por verificar o jovem tão ansioso de dançar antes do casamento que depois deste diminui seu interesse em dançar. Sua esposa talvez tenha de persuadi-lo de ir à pista de danças para participar na dança graciosa de que tanto gosta.

      O jovem talvez goste de dançar, sem saber bem por quê. Isto se dá porque as forças naturais no seu próprio corpo começam a manifestar-se, e o jovem sabe que lhe dão a sensação de prazer. Mas nunca sentiu o cúlmino disso, porque não está casado. De modo que o jovem talvez faça isso sem nenhuma intenção má. Mas, se realmente compreender estas coisas e procurar viver segundo princípios piedosos, procurará fazer o que a Bíblia diz: “Amortecei, portanto, os membros do vosso corpo que estão na terra, com respeito a fornicação, impureza, apetite sexual.” — Col. 3:5.

      Portanto, se participar em danças de baile, pense na possibilidade de que seu parceiro ou sua parceira talvez fique indevidamente estimulado ou estimulada, embora pessoalmente ache que a dança não seja tão achegada que suscite prazer sensual. Alguns casados decidiram restringir sua dança aos seus próprios cônjuges, evitando assim complicações.

      Portanto, cada um deve examinar sua própria motivação com respeito ao dançar. Alguns talvez gostem mesmo da própria dança e não tenham nenhum motivo impróprio. Nem todas as danças de salão de baile precisam envolver segurar o parceiro tão perto que haja um contato corporal íntimo. Muitas danças podem ser feitas quer de modo decente, quer indecente, dependendo de quem dança.

      EVITE DAR MOTIVO DE TROPEÇO

      Mesmo que o cristão ache que pode participar numa dança com boa consciência perante Deus, por não ter motivação errada, há ainda outra coisa a considerar. Ele deve considerar o efeito sobre os espectadores. É provável que o espectador ache que o cristão se empenha em conduta imodesta? O espectador sabe o que há na sua própria mente quando vê uma dança sensual e presume que tais pensamentos existem também na mente dos dançantes. Não basta apenas alguém dizer: “Minha mente e minha consciência estão limpas”, porque as Escrituras salientam a importância de ‘não se ser causa de tropeço’. — 1 Cor. 10:32.

      Nenhum cristão quer afastar as pessoas da verdade de Deus por causa de sua conduta, mesmo que a conduta em si mesma não seja errada. Mas as circunstâncias talvez tornem a conduta errada. O que num lugar talvez seja aceitável, em outro lugar pode ser considerado com desprezo. Quando as pessoas reconhecem certa dança como evidência de descontrole, acham que todos os participantes são iguais. Portanto, todo cristão fará bem em acatar o conselho do apóstolo Paulo: “De modo algum damos qualquer causa para tropeço, para que não se ache falta no nosso ministério.” — 2 Cor. 6:3.

      O cristão maduro adotará também o ponto de vista das Escrituras Sagradas para com qualquer nova dança que possa surgir. Contribui tal dança para a conduta piedosa? A Palavra de Deus diz: “Tornai-vos santos em toda a vossa conduta.” A Bíblia fala contra os “desejos ardentes de prazer sensual”. Ela exorta os cristãos a serem modestos. E diz-se-lhes que devem considerar e praticar todas as coisas que forem “castas”. — 1 Ped. 1:15; Tia. 4:1; Efé. 5:4; Fil. 4:8; 1 Tim. 2:9.

      Portanto, o jovem, ou mesmo o cristão mais velho, ao encarar o conceito cristão sobre o dançar, poderá perguntar-se: ‘Como se enquadra a dança em que estou pensando nestes requisitos bíblicos?’ Ao passo que as normas de moral deste sistema iníquo continuam a vir abaixo, não será de surpreender se verificar que um grande número de danças atuais não são próprias para o povo santo de Deus. Portanto, todos os cristãos, não importa se jovens ou idosos, devem lembrar-se do conselho do apóstolo Paulo: “Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus.” — 1 Cor. 10:31.

  • A cristandade luta contra Deus
    A Sentinela — 1973 | 15 de março
    • A cristandade luta contra Deus

      SERÁ que a cristandade, quer dizer, o domínio das nações que se chamam cristãs, realmente está lutando contra Deus? Parece um paradoxo — as próprias organizações que levam o nome de Cristo e afirmam estar em pacto com Deus ensinam e levam seus aderentes a desobedecer a Deus!

      No entanto, isto não é tão estranho quando se toma em consideração que o apóstolo cristão Paulo falou a respeito de alguns homens na congregação cristã dos seus dias, os quais, segundo ele, eram “falsos apóstolos, trabalhadores fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de se admirar”, continuou Paulo, “pois o próprio Satanás persiste em transformar-se em anjo de luz”. — 2 Cor. 11:13, 14.

      Além disso, tanto Paulo como o apóstolo Pedro advertiram contra a grande apostasia que ocorreria após a morte dos apóstolos. Disseram que, em resultado dela, muitos professos cristãos seguiriam “ensinos de demônios” e em hipocrisia falariam mentiras. Teriam uma “forma de devoção piedosa”, mostrando-se, porém, “falsos para com o seu poder”. Falariam “coisas deturpadas, para atrair a si os discípulos”. Explorariam os discípulos cristãos “com palavras simuladas”, repudiando “até mesmo o dono que os comprou”. — 1 Tim. 4:1, 2; 2 Tim. 3:5; Atos 20:30; 2 Ped. 2:1-3; 2 Tes. 2:3-12.

      Também, por olharmos para o que aconteceu a Israel, a nação que estava em pacto com Deus, podemos ver um paralelo notável, sim, um modelo da condição atual da cristandade. Entre as coisas que constituem um “aviso para nós, para quem já chegaram os fins dos sistemas de coisas”, havia o que Deus fez seu profeta Ezequiel observar. — 1 Cor. 10:11.

      Ezequiel, embora estivesse fisicamente em Babilônia, a uns 800 quilômetros de distância, foi transportado em visão para fazer uma inspeção do templo de Jeová em Jerusalém. Primeiro ele observou um idólatra “símbolo de ciúme” junto a um portão interno. Depois ocorreu a exposição de setenta dos líderes de Israel, em câmaras secretas, que ofereciam incenso a esculturas de animais repugnantes e de coisas rastejantes. Isto já era bastante detestável, mas Jeová disse mais a Ezequiel: “Ainda verás mais grandes coisas detestáveis que estão fazendo.” — Eze. 8:13.

      A ADORAÇÃO DUM REBELDE CONTRA DEUS

      Daí, num dos pátios internos, Ezequiel relata: “Eis que havia ali mulheres

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