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O colapso culturalA Sentinela — 1968 | 1.° de outubro
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fôr trivial, feio, vulgar, lascivo e de má fama. De forma clara, eis aqui o colapso cultural. Tinha de vir. Pois vivemos nos “últimos dias” de um sistema ruim, destinado à destruição, cujo deus é Satanás, o Diabo. Assim, outra parte do sinal do fim do velho sistema se acha diante de nossos olhos: ‘Sabe isto, que nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar. Pois os homens serão desprovidos de amor à bondade.’ — 2 Tim. 3:1-3.
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Ministério da congregação — basta o seu melhor?A Sentinela — 1968 | 1.° de outubro
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Ministério da congregação — basta o seu melhor?
HÁ UM provérbio que diz que há quatro coisas que nunca ficam satisfeitas, que nunca dizem: “Basta.” Às vêzes, ao ouvirem os servos congregacionais considerarem o serviço de campo, as testemunhas de Jeová talvez pensem que tais servos deveriam constituir uma quinta classe que nunca diz: “Basta.” Talvez pareça que nunca ficam satisfeitos, ao instarem a que haja melhor freqüência às reuniões, mais estudos bíblicos domiciliares e incrementada atividade de porta em porta. Mas, é assim mesmo que deveria ser. Se os servos dissessem “Basta” antes de a obra terminar, isso seria desastroso para a congregação. Os servos devem encorajar-nos à maior atividade e instar conosco a que aprimoremos nosso ministério, devem impedir-nos de ficar auto-satisfeitos e autoconfiantes. Lembre-se, “quem pensa estar de pé, acautele-se para que não caia”. — 1 Cor. 10:12; Pro. 30:15, 16.
Mas, talvez diga: “Faço o melhor que posso agora. Como posso fazer mais? Não basta o meu melhor?” Talvez sim, talvez não. Será que o seu melhor é o melhor possível para o leitor? Será que o seu melhor fica cada vez melhor? Seu melhor talvez não satisfaça porque não tenta aprimorá-lo. Não deveria o leitor fazer progresso à maior madureza, de modo que seu melhor futuro seja muito melhor do que o seu melhor atual? Às vezes é uma questão de: Será que podemos melhorar? Porém, mais amiúde, é uma questão de: Será que melhoraremos mesmo? Obtemos o máximo das habilidades que possuímos, ou poderíamos melhorar o nosso melhor se nos aplicássemos com maior diligência nesse sentido? Um médico talvez tenha habilidades, mas seja medíocre por deixar de aplicar-se na faculdade de medicina ou quando estagiário. Talvez faça o melhor que pode com o conhecimento que possua, mas, seus pacientes morrem porque não aperfeiçoou plenamente a sua habilidade. Seu melhor não basta, visto que poderia tê-lo tornado bem melhor ainda. O mesmo se
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