Por dentro das notícias
“Fascinação Fatal”
Sob este título, o jornal Seattle Times (EUA) relatou a história de Craig Hunter, de 16 anos. Ele era estudante que figurava entre os que tiravam os primeiros lugares, presidente de sua classe do último ano do segundo grau, também se sobressaía nos esportes e era conhecido como pessoa feliz e extrovertida. Freqüentava regularmente a igreja e era membro dum grupo evangélico de jovens. No entanto, apesar de tudo isso, suicidou-se por pular da altura de 98 metros em Snoqualmie Falls, deixando um bilhete. “Neste”, dizia o jornal, “Hunt indicou aos seus amigos que não era por ira ou amargura que tirava a sua própria vida, mas pela fascinação com a vida após a morte”.
Segundo o jornal Times, seu melhor amigo disse que ele “‘realmente parecia estar à procura’ de alguma coisa que aumentasse o sentido e o valor de sua vida”, que ele “havia criado um forte impulso de descobrir ‘o que havia após a vida na terra’”.
Esse resultado trágico certamente poderia ter sido evitado por meio do verdadeiro conhecimento dos ensinos da Bíblia a respeito da condição dos mortos. (Eclesiastes 9:5, 10; João 8:32) É deveras sábio que os pais criem seus filhos “na disciplina e na regulação mental de Jeová”. — Efésios 6:4.
‘Geração do Armagedom’?
“Cinco dias antes de uma bomba terrorista matar centenas de soldados americanos em Beirute”, declarou o jornal Daily News de Nova Iorque, EUA, “noticiou-se que o Presidente Reagan relembrou uma profecia bíblica e disse que se perguntava se o mundo se confrontava com o ‘Armagedom’”. Segundo a notícia, Reagan disse numa conversa telefônica com Thomas Dine, diretor executivo da comissão de Assuntos Públicos Américo-Israelenses: “Sabe, examino as suas antigas profecias do Velho Testamento e os sinais que predizem o Armagedom, e pensando se — se nós não somos a geração que verá isso acontecer.” Ele acrescentou: “Não sei se examinou ultimamente algumas dessas profecias, mas, pode crer-me, elas certamente descrevem os tempos que estamos atravessando.”
É digno de nota que líderes mundiais vêem hoje sinais que indicam tempos críticos. Mas, apercebem-se eles de que esses sinais, agora em vias de cumprimento, indicam que estamos nos “últimos dias” deste sistema de coisas? (2 Timóteo 3:1-5; Mateus 24:3-14) Parece que não, porque não estão dispostos a sujeitar suas soberanias ao Reino estabelecido de Deus, que em breve substituirá todos os governos humanos. — Daniel 2:44.
A “Geração” Ainda Existe
“Está geração de modo algum passará até que todas estas coisas ocorram”, disse Jesus ao descrever a “terminação do sistema de coisas. (Mateus 24:3, 34) As coisas que ele disse que ocorreriam — grandes guerras, escassez de víveres, terremotos, medo generalizado, epidemias de doenças e a pregação do Reino — já se cumprem todas desde o ano de 1914, quando estourou a primeira guerra em escala global. (Mateus, capítulo 24; Lucas, capítulo 21) Mas quanto tempo duraria a geração? Existe ela ainda?
Um relatório sobre o divulgado censo de 1980, publicado no jornal sul-africano Die Vaderland, apresenta evidência de que muitos daquela geração de 1914 ainda existem hoje em dia. Grande parte da população da África do Sul é composta de pessoas que tinham 14 anos ou mais quando irrompeu a guerra mundial e 1914. Por ocasião do censo ainda viviam quase 50.000 homens e mulheres nascidos em 1900 ou antes — cerca de uma pessoa dentre cada 500 da população ali. “Os algarismos do censo indicam também que existem agora na África do Sul 10.480 pessoas com mais de 100 anos de idade”, noticiou o jornal.
Se tais cifras sobre a população forem similares na maior parte do mundo, então se torna evidente que uma grande parte da geração de 1914 ainda vive hoje em dia. Naturalmente, seu número está constantemente diminuindo, e por isso podemos esperar que no futuro próximo venha o “fim”, seguido pelo tempo em que o Reino messiânico de Deus será o único governo no controle da terra. — Mateus 24:14; Revelação 21:1-5.