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    Despertai! — 1988 | 8 de abril
    • Página dois

      Toda geração, praticamente, produziu suas predições quanto a ser iminente o fim do mundo.

      Significa isto, então, que não existe base alguma para aquilo que as Testemunhas de Jeová tem anunciado desde 1914 — o fim deste sistema mundial e um vindouro sistema dum novo mundo que transformará a Terra num paraíso? Será tudo uma questão de erro de interpretação? Por outro lado, se as Testemunhas de Jeová estão certas, que efeito isso terá sobre você?

      As respostas a estas perguntas são vitais para todos nós, especialmente agora, quando vivemos num período ímpar da História, a era nuclear, quando o homem, pela primeira vez, pode fazer a declaração: “Pode não haver filhos ou netos.”

  • Os últimos dias — que evidência existe?
    Despertai! — 1988 | 8 de abril
    • Os últimos dias — que evidência existe?

      “E nenhum sino dobrou, e ninguém chorou, não importava qual tivesse sido a sua perda, porque quase todos esperavam a morte. . . . E as pessoas diziam e criam: ‘Isto é o fim do mundo.’” — Um cronista italiano, escrevendo sobre os efeitos da Peste Negra, no século 14.

      PESSOAS sinceras, nas gerações anteriores, criam erroneamente que viviam nos últimos dias. No caso supracitado, era a peste bubônica que estava sendo encarada como o sinal do fim do mundo. Segundo certas estimativas, ela causou a morte de um terço da população da Europa. Mas o fim não veio. Ainda não era o tempo de Deus intervir.

      Assim, como pode alguém estar seguro de que as Testemunhas de Jeová estão certas ao anunciar o fim iminente do presente sistema mundial, e a extensão do governo do Reino de Deus sobre a Terra? Apenas por investigar o que elas afirmam, e comparar isto com as predições da Bíblia. Quais, então, são as profecias específicas que esboçam os eventos que assinalam os últimos dias?

      Guerra, Fome e Pragas

      Algumas das principais características destas profecias acham-se resumidas na famosa visão dos cavaleiros do Apocalipse citados em Revelação 6:1-8, e são as seguintes:

      “Um cavalo cor de fogo; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros.” Queira observar que o cavaleiro montado neste cavalo tiraria a paz da Terra, e não apenas de algumas nações. Por conseguinte, ele simboliza uma época de guerra e de matança mundiais. Será que temos visto isto neste século 20?

      “Um cavalo preto; e o que estava sentado nele tinha uma balança na mão.” Isto simboliza apropriadamente a fome, a escassez de alimentos, e a inanição. Será que tais condições existem em nossa geração?

      “Um cavalo descorado; e o que estava sentado nele tinha o nome de Morte. E o Hades seguia-o de perto. E foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com uma longa espada, e com escassez de víveres, e com praga mortífera, e pelas feras da terra.” Neste caso, a morte precoce, quer ela seja causada pela guerra, pela fome, pela praga, quer por uma besta-fera, colhe suas vítimas ao túmulo prematuro (Hades). Não têm dezenas de milhões de pessoas baixado a tal túmulo em nossos tempos?

      Acompanham estas visões as condições preditas por Jesus, algumas das quais são: “Pois se levantará nação contra nação e reino contra reino. E haverá fome e terremotos . . . Surgirão falsos profetas em grande número e enganarão a muitos. E pelo crescimento da iniqüidade, o amor de muitos esfriará.” (A Bíblia de Jerusalém) Ele também predisse uma obra mundial de testemunho, ou a pregação das “boas novas do reino”, antes de vir o fim.

      Além disso, o apóstolo cristão Paulo descreveu as reações das pessoas, afirmando que, nos últimos dias “os homens não amarão coisa alguma, senão ao dinheiro e a si mesmos . . . não sentirão nenhum respeito pelos pais, nenhuma gratidão”. Acrescentou ele: “Eles serão homens que colocam o prazer em lugar de Deus, homens que preservam a forma externa de religião, mas são uma negação flagrante de sua realidade.” — The New English Bible.a

      Lembremo-nos de que, ao passo que a profecia de Jesus indica um clímax na história do homem, à medida que todos estes eventos ocorrem na mesma geração, eles não precisam ser maiores, em número, ou em magnitude, do que em qualquer geração anterior, embora isto talvez aconteça.

      Tem visto tais acontecimentos e condições neste século 20, especialmente desde 1914? Presencia-os até mesmo agora, em 1988? Como lembrete, recapitulemos alguns dos eventos destacados que têm influenciado e ainda estão influenciando a humanidade, e responda à pergunta: Indicam eles que está perto a época da intervenção de Deus, por meio do seu Reino? — Lucas 21:29-33.

      [Nota(s) de rodapé]

      a Estas profecias podem ser encontradas em pormenores nos seguintes textos da Bíblia: Mateus 24; Lucas 21; Marcos 13; 2 Timóteo 3:1-5.

      [Foto na página 4]

      A inscrição abaixo deste típico marco comemorativo da I Guerra Mundial reza: “À memória duradoura dos Gloriosos Mortos do Burgo de Evesham [Inglaterra], que deram sua vida pelo seu País, na Grande Guerra.”

  • Os últimos dias — ‘Reinos contra reinos’
    Despertai! — 1988 | 8 de abril
    • Os últimos dias — ‘Reinos contra reinos’

      “O conflito de nações de 1914 a 1918 não foi um ‘vago rumor de mais uma guerra’. A luta introduziu um novo âmbito da guerra, a primeira guerra total experimentada pela humanidade. Sua duração, intensidade e escala excedeu qualquer coisa antes conhecida ou em geral esperada. O dia da guerra em massa havia chegado.” — The World in the Crucible (O Mundo no Crisol), de Bernadotte E. Schmitt e Harold C. Vedeler.

      A GUERRA de 1914-18 foi tão grande em destruição e em perda de vidas que até hoje encontram-se na França monumentos dedicados aos mortos de La Grande Guerre, a Grande Guerra. O escritor americano Ernest Hemingway chamou-a mais tarde de “a mais colossal, assassina e mal administrada carnificina já ocorrida na terra”. O nome Grande Guerra mudou para Primeira Guerra Mundial quando o mundo foi devastado pela Segunda Guerra Mundial (1939-45).

      A Primeira Guerra Mundial se distinguiu das guerras anteriores em muitos sentidos.

      Poderosos exércitos de milhões de homens chacinaram-se mutuamente nos campos e nas florestas da Europa Ocidental. A metralhadora predominava à medida que ceifava grandes fileiras de infantaria em movimento. Como declara Gwynne Dyer em seu livro War (Guerra): “Em dois meses [a partir do início da guerra], mais de um milhão de homens estavam mortos . . . Armas automáticas — artilharia de tiro rápido e metralhadoras que disparavam seiscentas balas por minuto — enchiam o ar de granizo letal de aço.” O tanque, o submarino e o avião modificaram idéias e táticas. Agora a morte caía dos céus e subia das águas.

      A guerra de trincheiras, com o acréscimo de gases venenosos, levou os homens aos limites da resistência, do sofrimento e da degradação. A Grande Guerra se distinguiu noutro sentido: “Esta foi a primeira guerra em que os prisioneiros totalizaram milhões (8.400.000 ao todo) e ficaram detidos por longos períodos de tempo.” (The World in the Crucible) Foi também a primeira guerra que envolveu praticamente toda a população civil, quer na defesa e na produção de armamentos, quer como vítimas de invasão e batalha.

      As Testemunhas de Jeová lá em 1914 discerniram naquela terrível guerra o início do cumprimento das profecias fatídicas de Jesus. Mas coisas piores ainda viriam.

      Segunda Guerra Mundial — Poder Destrutivo Incomum

      O potencial do homem para a autodestruição constitui outra evidência de que, mesmo do ponto de vista humano, estes poderiam ser os últimos dias. O Dr. Bernard Lown declarou em seu discurso, ao ser laureado com o Prêmio Nobel da Paz: “A Segunda Guerra Mundial introduziu a guerra total — sem princípios no método, ilimitada na violência e indiscriminada quanto às vítimas. Os fornos de Auschwitz e a incineração atômica de Hiroxima e Nagasáqui registraram um capítulo ainda mais negro na crônica da brutalidade humana.”

      Tirou a humanidade lições de compaixão e misericórdia de tal experiência terrível? Ele prossegue: “A agonia prolongada que resultou em 50 milhões de mortos [quase o equivalente da população total da Grã-Bretanha, da França ou da Itália] não proveu uma base duradoura para uma trégua ao barbarismo. Ao contrário, logo surgiram nos arsenais armas genocidas com capacidade equivalente a muitos milhares de Segundas Guerras Mundiais.” — O grifo é nosso.

      Não há dúvida de que temos presenciado ‘nação contra nação e reino contra reino’, e que a cavalgada do cavalo cor de fogo de Revelação tem espalhado matança pela terra. (Mateus 24:7; Revelação 6:4) Mas, que significado adicional para os nossos “últimos dias” teriam a invenção e o desenvolvimento das armas nucleares? — 2 Timóteo 3:1.

      [Quadro/Foto na página 6]

      “O século 20 tem sido marcado pelo aumento do nível de violência em relação aos dois séculos precedentes. . . . O século 20 já registrou 237 guerras, i.e., hostilidades que resultaram em 1.000 ou mais mortes anuais.”

      “Não só ocorrem mais guerras, mas seu efeito destrutivo aumentou. Até o momento, as guerras do século 20 mataram 99 milhões de pessoas, 12 vezes mais do que no século 19, 22 vezes mais do que no século 18. . . . No século passado houve duas guerras com mais de 1 milhão de mortos; neste século houve 13 guerras assim.” — World Military and Social Expenditures 1986 (Gastos Mundiais Militares e Sociais 1986, de Ruth Leger Sivard.

      [Crédito]

      Foto do Exército dos EUA

  • Os últimos dias — uma característica ímpar
    Despertai! — 1988 | 8 de abril
    • Os últimos dias — uma característica ímpar

      “Oppenheimer [que ajudou a projetar a bomba atômica] estava certo em sua noção básica de que a história mudou seu rumo em 1945. Nunca mais pode uma grande guerra ser travada ao estilo da Segunda Guerra Mundial.” — Weapons and Hope (Armas e Esperança), de Freeman Dyson.

      O USO da bomba atômica em 1945 modificou o mundo. Marcou outro ponto decisivo na história da guerra. Foi assim que um dos inventores da bomba, Robert Oppenheimer, encarou a situação. Quando ocorreu a explosão-teste no Novo México, EUA, Oppenheimer citou o Bhagavad-gita hindu, ao dizer: “Tornei-me morte, o destruidor de mundos.” Oppenheimer também declarou: “Os povos deste mundo precisam unir-se, do contrário perecerão.”

      Em 1949, uma comissão de cientistas, atuando como consultadores da Comissão de Energia Atômica dos EUA, que incluía Oppenheimer, advertiu contra o desenvolvimento da muito mais letal bomba de hidrogênio. Seu informe dizia: “Trata-se duma superarma; acha-se numa categoria completamente diferente da duma bomba atômica.” Isso se dava porque o poder destrutivo da bomba de hidrogênio podia ser multiplicado mediante o acréscimo do bem barato combustível de deutério. Em questão de quatro anos, a bomba atômica se tornara mero brinquedo.

      Enrico Fermi e Isidor Rabi, também membros da comissão consultiva, advertiram ainda mais fortemente. “Não haver limites para a destrutividade desta arma torna a própria existência dela e o conhecimento de sua construção um perigo para a humanidade como um todo. Trata-se necessariamente duma coisa má, encarada de qualquer ângulo.” (O grifo é nosso.) Eles sabiam que agora o homem podia destruir a si mesmo. Seu conselho contra o desenvolvimento da bomba de hidrogênio foi desconsiderado.

      ‘Profecias de Destruição com Base Científica’

      O incrível poder de destruição que o homem possui agora é exemplificado num fato citado pelo Dr. Lown, co-presidente dos Médicos Internacionais Para a Prevenção da Guerra Nuclear: “Um único submarino moderno possui aproximadamente oito vezes a potência de fogo total da Segunda Guerra Mundial — o suficiente para destruir toda grande cidade do Hemisfério Norte.” Note que esse é o potencial destrutivo de apenas um submarino! As grandes potências possuem dezenas de submarinos e navios de superfície munidos de armas nucleares. Acrescentando-se a esses as armas terrestres e aéreas, perfazem o total de mais de 50.000 ogivas nucleares!

      Quando na história teve o homem alguma vez tal poder espantoso e aterrorizante em suas mãos? O Dr. Lown admite que todo período histórico teve seus profetas que não foram ouvidos. Qual é a diferença hoje? Ele explica: “Nossa era é a primeira em que as profecias de destruição procedem de análises científicas objetivas.” Se algum dia ocorrer uma conflagração nuclear, afirma ele, “é pura arrogância alegar que haveria sobreviventes humanos após tal catástrofe produzida pelo homem.”

      Crescente “Angústia de Nações”

      Em 1945, o homem libertou o gênio mau da guerra nuclear da lâmpada mágica do conhecimento científico, e não tem como prendê-lo novamente nela. O homem pode destruir suas armas nucleares, mas como anulará o conhecimento que sempre poderá levá-lo a elas? Portanto, os acontecimentos reais de Hiroxima e Nagasáqui, junto com o desenvolvimento de superarmas nucleares, aumentaram o potencial de “vistas aterrorizantes” e “grandes sinais” do céu, de “angústia de nações, não sabendo o que fazer”, desde 1945. — Lucas 21:11, 25.

      A angústia das nações também aumentou com o advento da comunicação instantânea. Foi somente neste século 20 que os modernos sistemas de comunicação (rádio, TV, computadores, satélites) habilitaram toda a humanidade a ficar sabendo instantaneamente de guerras e calamidades, espalhando assim o medo e a angústia das nações de forma nunca antes possível. O público mundial não só é informado do que acontece, mas através da TV ele pode observar guerras e derramamento de sangue à medida que estes ocorrem!

      As Cicatrizes da Guerra

      Neste ano de 1988, há muitos milhões de famílias em todo o mundo que já sentiram na pele parte da evidência de que vivemos nos últimos dias. Como? Perderam um ou mais entes queridos nas duas guerras mundiais, ou em um dos outros grandes conflitos (Coréia, Vietnã, Irã-Iraque, Líbano e assim por diante) que dizimaram a humanidade. Talvez sua família seja uma das que podem recordar-se dum pai, avô, tio ou irmão que perderam. Também, milhões de mães, avós, irmãs e tias morreram em guerras e no Holocausto Europeu.

      Além disso, durante nossa geração, exércitos têm causado devastações aqui e acolá na Europa e no Extremo Oriente, estuprando e saqueando a população civil. Assim, os sobreviventes, especialmente as mulheres, carregam até hoje as cicatrizes dos maus-tratos que receberam. Será que o homem alguma vez se rebaixou tanto na escala de degradação e estupidez?

      O cavalo apocalíptico, cor de fogo, da guerra e da matança, bem como o cavalo descorado da Morte, certamente têm marchado pela terra desde 1914 como nunca antes. — Revelação 6:4.

      Mas, que dizer do “cavalo preto” da fome? (Revelação 6:5) Causou ele impacto sobre nossa geração?

      [Destaque na página 8]

      Do jeito como as coisas estão, só poderá haver mais uma guerra mundial — na forma duma guerra nuclear. Daí, não haverá mais nações ou reinos. Esse único fator em si mesmo torna ímpar os nossos tempos e acrescenta mais força à descrição “últimos dias”. — 2 Timóteo 3:1.

      [Destaque na página 8]

      “Um único submarino moderno possui aproximadamente oito vezes a potência de fogo total da Segunda Guerra Mundial — o suficiente para destruir toda grande cidade do Hemisfério Norte.”

  • Os últimos dias — fome, pragas, poluição — e a pregação do Reino
    Despertai! — 1988 | 8 de abril
    • Os últimos dias — fome, pragas, poluição — e a pregação do Reino

      “A fome surge de outra forma. Trata-se da fome do dia-a-dia de que padecem mais de 700 milhões de pessoas. . . . Todo ano essa fome, em grande parte invisível, mata tantos quantos 18 a 20 milhões de pessoas — mais do que o dobro das que morreram cada ano durante a Segunda Guerra Mundial.” — World Hunger—Twelve Myths (A Fome Mundial — Doze Mitos), de Frances Moore Lappé e Joseph Collins.

      CONFORME predito por Jesus, nossa geração também tem tido seu tributo de fome e escassez de alimentos, mas, em alguns casos, com menos justificativa do que nas gerações anteriores. Por que isso? Porque a tecnologia e os métodos de comunicação e transporte modernos deviam ter tornado a fome uma coisa do passado.Contudo, proprietários de terras e políticos têm usado o povo como fantoches, sem se importarem com o sofrimento infligido aos pobres e aos sem terra.

      A fome continua a acossar a África. Tão recentemente quanto em setembro de 1987, avisou-se que a Etiópia se encontrava novamente assediada, visto que “a fome se espalhava rapidamente naquele país africano empobrecido”, noticiou o jornal The New York Times. O ex-encarregado da assistência à fome na Etiópia declarou: “Pelo visto, há atualmente cerca de cinco milhões de pessoas atingidas pela fome, e não sabemos quão ruim a situação poderá ficar.”

      Ao mesmo tempo, informes procedentes do vasto subcontinente da Índia pintam outro quadro sombrio causado pela seca. O Ministro da Agricultura asseverou: “Cerca de 60 por cento da população total será atingida por esta seca.” Ele acrescentou que “esse dado era bem mais elevado do que os primeiros cálculos, e significava que atingiria cerca de 470 milhões dos 780 milhões de habitantes”. Conseguimos realmente compreender e assimilar esses dados e o impacto que causam sobre a família humana?

      Adicione ao ciclo constante de escassez de alimentos, enchentes e secas o terrível preço pago em matéria de fome durante as duas guerras mundiais e o período que se seguiu. Conforme relatou certo escritor sobre a situação em 1945-46: “Havia uma escassez mundial de alimentos em conseqüência da guerra, e a situação na Europa . . . era calamitosa. Logo haveria grave fome em partes da Rússia e da Romênia, e na Grécia milhares morreriam de fome. Até mesmo na Grã-Bretanha, pela primeira vez na história da nação, o pão haveria de ser racionado.”

      Sim, o cavalo preto da fome, com seu cavaleiro que agita uma balança no ar, lançou-se sobre as nações e ainda galopa sobre a humanidade. — Revelação 6:5, 6.

      Pestilências e Pragas

      Jesus profetizou que “pestilências” fariam parte do sinal dos últimos dias. (Lucas 21:11) Teve nosso século 20 seu quinhão de pestilências e pragas? Começando pela gripe espanhola que grassou no fim da Primeira Guerra Mundial e ceifou uns 20 milhões de vidas, a humanidade, assim como nas gerações anteriores, foi afligida por doenças. Mas, mesmo com o progresso da ciência e da medicina durante estes últimos dias, o tributo de doenças e mortes ainda chega aos milhões todo ano.

      No abastado mundo ocidental, ouvimos constantes apelos em busca de fundos e curas para o câncer, as doenças cardíacas e a AIDS. É verdade que centenas de milhares de pessoas morrem todo ano em decorrência desses e de outros males. Contudo, há doenças que estão matando milhões todo ano na África, na Ásia e na América Latina.

      Em seu livro Mirage of Health (A Miragem da Saúde), René Dubos escreveu: “A malária, outras infecções protozoárias e infestações de vermes são a fonte de miséria fisiológica e econômica na maioria das regiões desprivilegiadas.” Em conseqüência disso, “milhões e milhões de seres humanos na Ásia, na África e na América Latina padecem e morrem todo ano de ancilostomíase (amarelão), da doença africana do sono, ou de malária”. A miséria causada por essas doenças não é medida apenas pelo número dos que morrem em resultado delas. Dubos declara: “As doenças microbianas não foram derrotadas.”

      Dubos prossegue: “Em contraste com isso, o egoísmo [do homem branco] o induz a contemplar com o brilho científico qualquer descoberta que se relacione com o seu próprio bem-estar.” Assim, no mundo ocidental dá-se ênfase ao câncer e às doenças cardíacas — e não nos esqueçamos das doenças sexualmente transmissíveis. Certa revista médica declarou que anualmente há cerca de três milhões de novos casos de gonorréia somente nos Estados Unidos.

      Mas, quer examinemos o mundo desenvolvido, quer o em desenvolvimento, percebemos evidências do ‘cavalo descorado da Morte e da praga mortífera’, o quarto cavalo do Apocalipse. — Revelação 6:8.

      Arruinar a Terra

      O homem já está arruinando e destruindo em escala mundial o delicado equilíbrio da natureza em sua própria fina biosfera por meio de poluição, exploração, negligência e desflorestamento.

      A chuva ou precipitação ácida, devido à mistura da chuva e da neve com emissões (óxidos de nitrogênio e enxofre) de usinas de força movidas a carvão e a óleo, está atingindo lagos e florestas do hemisfério norte. Como declaram os escritores do livro Earth (Terra): “Um dos resultados da precipitação ácida tem sido a transformação de muitos lagos de lugares tais como a Nova Inglaterra e a Escandinávia, de ecossistemas bioticamente ricos e produtivos, em corpos de água empobrecidos, às vezes praticamente mortos. Por exemplo, morreram todos os peixes de centenas de lagos nas montanhas Adirondack, e quase 50.000 lagos canadenses estão ameaçados de ter um destino similar.”

      Quanto às florestas, muitas padecem de “morte da floresta”. Têm-se observado sintomas da ‘morte da floresta’ em florestas da Europa Oriental, da URSS, da Itália, da Espanha, do Canadá, da Grã-Bretanha e da parte superior da região centro-oeste dos Estados Unidos.” Os mesmos escritores prosseguem: “De certo modo, a humanidade está realizando uma gigantesca experiência, envenenando grande parte dum hemisfério (e provavelmente partes do outro hemisfério), aguardando daí para ver o que acontece.”

      A pressão sobre a biosfera é aumentada por outro fator inexorável — recentemente a população do mundo ultrapassou o marco dos cinco bilhões. Os biólogos Anne e Paul Ehrlich declaram: “Praticamente todas as formas de vida da Terra estão sofrendo com a expansão do Homo sapiens.” O homem se expande e explora. As gerações futuras têm de cuidar de si mesmas.

      Os rios, os mares e os oceanos estão sendo contaminados devido ao abuso inconsciencioso desses recursos por parte do homem. Água de esgoto, lixo e poluentes químicos são lançados nos oceanos como se estes fossem um depósito local de lavagem, um acessório supérfluo para a vida na terra.

      Esta é, portanto, a primeira geração da história humana dotada da capacidade de literalmente arruinar a terra. Agora, pela primeira vez, a profecia de Revelação 11:18, que diz que Deus irá “arruinar os que arruínam a terra”, poderá cumprir-se. Isso precisa ocorrer durante a culminação do “tempo do fim”. — Daniel 12:4.

      Uma Obra de Aviso Ímpar

      Há ainda outra faceta da profecia de Jesus que está sendo cumprida de maneira notável. Ele predisse que se realizaria uma grande obra de pregação, uma obra de testemunho, em todas as nações antes de vir o fim. (Mateus 24:14; Marcos 13:10) E esta seria efetuada durante o período de vida da geração de 1914. Isso só se fez possível no século 20, quando os avanços modernos nos transportes, nas comunicações, nos computadores e na impressão gráfica possibilitaram que as Testemunhas de Jeová difundissem sua vasta obra educativa em cerca de 200 idiomas em toda a terra.

      Atualmente as Testemunhas produzem a revista A Sentinela em 103 idiomas! São distribuídos mais de 13 milhões de exemplares de cada edição. A revista que está lendo é publicada em 54 idiomas, e são impressos mais de 11 milhões de exemplares de cada edição. Quase três milhões e meio de Testemunhas anunciam regularmente as boas novas do governo do Reino de Deus em seu ministério em 210 países.

      Tal obra ímpar está sendo efetuada apesar da perseguição global também predita por Jesus para seus verdadeiros seguidores. Sim, a própria atividade e a sobrevivência das Testemunhas de Jeová em escala mundial constituem prova viva de que nos encontramos nos últimos dias! — Marcos 13:9, 10.

      O Clímax Está Próximo

      Desse modo, no cumprimento moderno da profecia de Jesus, todos esses eventos formam um sinal composto da presença invisível de Jesus e dos últimos dias, ou seja, “a terminação do sistema de coisas”. (Mateus 24:3) (Veja o boxe na página 11.) Eles se juntam como peças dum quebra-cabeças, formando um quadro completo que diz: “Estes são os últimos dias do atual sistema de coisas.” — Veja também 2 Timóteo 3:1-5, 12, 13.

      Embora muitas das situações preditas por Jesus também tenham ocorrido em gerações anteriores, nunca antes ocorreu uma combinação de todas elas numa mesma geração. Como vimos, algumas nunca ocorreram em nenhuma geração anterior, nem poderiam ter ocorrido. Algumas ainda aguardam um cumprimento completo antes de esta geração se extinguir. E há outros eventos que as Testemunhas de Jeová aguardam agora com grande interesse. Tais eventos são prelúdio de Deus estender o domínio do Seu Reino sobre esta terra. Portanto, a pergunta agora é: O que virá em seguida?

      [Quadro na página 7]

      Como Responderia? Desde 1914. . .

      1. Quais as principais guerras e foram travadas?

      2. De quantos dos grandes terremotos consegue lembrar-se?

      3. Padeceu a humanidade de quaisquer doenças e pragas graves?

      4. Que notórios casos de fome e escassez de alimentos têm afligido o mundo?

      5. Têm-se apresentado falsos profetas e falsos messias?

      6. Existe evidência de crescente violência e de transgressão da lei?

      7. Têm diminuído o amor e a bondade entre as pessoas?

      8. Tem alguma organização afirmado que trará paz ao mundo?

      9. Existe angústia de nações e medo do futuro?

      10. Percebe alguma evidência duma obra mundial de testemunho sobre o Reino?

      (Para saber as respostas, veja a página 11.)

      [Quadro na página 11]

      Respostas às Perguntas da Página 7a

      1. Mateus 24:7 — Duas guerras mundiais (1914-18; 1939-45); Guerra Civil Espanhola (1936-39); Guerra da Coréia; Guerra do Vietnã; Irã-Iraque; guerras do Oriente Médio e outras.

      2. Mateus 24:7 — Terremotos: 1920 e 1932, Cansu, China, 200.000 e 70.000 mortos, respectivamente; 1923, Canto, Japão, 142.000 mortos; 1935, Queta, Paquistão, 60.000 mortos; 1939, Chillán, Chile, 30.000 mortos; 1939, Erzincã, Turquia, 30.000 mortos; 1960, Agadir, Marrocos, 12.000 mortos; 1970, Peru, 66.700 mortos; 1972, Manágua, Nicarágua, 5.000 mortos; 1976, Cidade da Guatemala, Guatemala, 23.000 mortos; 1976, Tangchã, China, 800.000 mortos.

      3. Lucas 21:11 — Doenças cardíacas; câncer; AIDS; oncocercose (cegueira do rio); malária; doenças sexualmente transmissíveis.

      4. Lucas 21:11 — Fome: 1920-21, norte da China, calcula-se que 20 milhões de pessoas foram atingidas; 1943-44, Índia, 1.500.000 morreram; 1967-69, Nigéria, mais de 1.500.000 crianças morreram; 1975-79, Camboja, 1.000.000 de mortos; 1983-87, África Negra, 22 milhões de pessoas atingidas.

      5. Mateus 24:11 — Líderes religiosos carismáticos, messias da TV e gurus continuam a desencaminhar milhões de pessoas.

      6. Mateus 24:12; 2 Timóteo 3:13 — O crime, a violência, a delinqüência e a toxicomania grassam na maior parte do mundo. O mundo do tráfico de drogas produziu uma raça de cruéis barões das drogas e matadores.

      7. Mateus 24:12 — As portas têm agora fechaduras e trancas; cães ferozes são usados para proteger propriedades; os vizinhos são muitas vezes estranhos.

      8. Revelação 17:3, 8-11 — A Liga das Nações e as Nações Unidas.

      9. Lucas 21:26 — Duas guerras mundiais causaram indizível sofrimento e angústia. A ameaça duma aniquilação nuclear desde 1945 tem propagado medo e angústia em todo o mundo.

      10. Mateus 24:14 — Mais de três milhões de Testemunhas de Jeová estão pregando as ‘boas novas do reino de Deus’ em cerca de 200 idiomas.

      [Nota(s) de rodapé]

      a Esta lista fornece uma amostra dos eventos; não é completa.

      [Fotos na página 10]

      A fome aflige grandes partes do globo.

      Milhões de pessoas são afetadas por uma diversidade de doenças.

      O homem está poluindo a biosfera que ele partilha com todas as outras criaturas viventes.

      Realiza-se uma obra ímpar de aviso em cerca de 200 idiomas em todo o mundo.

      [Crédito da foto na página 10]

      Foto da FAO

  • Os últimos dias — o que virá em seguida?
    Despertai! — 1988 | 8 de abril
    • Os últimos dias — o que virá em seguida?

      “Em verdade eu vos declaro: esta geração não passará sem que tudo isto aconteça.” — Jesus Cristo, Mateus 24:34, Tradução Ecumênica da Bíblia.

      JESUS, ao explicar “o sinal . . . da terminação do sistema de coisas”, disse a seus surpresos discípulos as palavras acima citadas. (Mateus 24:3) Bem, o que exatamente queria dizer Jesus com a palavra “geração”? E que acontecimentos levariam ao fim do sistema de coisas? Em outras palavras, que acontecimentos devemos aguardar no futuro imediato?

      Quanto Pode Durar Uma Geração?

      A revista The American Legion Magazine salientou que 4.743.826 homens e mulheres estadunidenses participaram da Primeira Guerra Mundial. Mas, em 1984 restavam apenas 272.000, e esses estavam morrendo à taxa de nove por hora. Então, significa isso que a geração de 1914 já desapareceu?

      A palavra grega para geração é geneá, empregada por Mateus, Marcos e Lucas em seus relatos sobre as palavras de Jesus. Pode aplicar-se de formas diferentes, dependendo do contexto. Entretanto The New International Dictionary of New Testament Theology (O Novo Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento) define-a como: “Aqueles nascidos na mesma época . . . Associado com isto há o significado: o conjunto dos contemporâneos de alguém, uma era.” A obra A Greek-English Lexicon of the New Testament (Léxico Grego-Inglês do Novo Testamento) declara: “A totalidade dos nascidos na mesma época, que se estende para incluir todos os que vivem numa dada época em relação a uma geração, contemporâneos.” Tais definições permitem abranger todos aqueles que nasceram por volta da época dum acontecimento histórico e todos os que estavam vivos na ocasião.

      J. A. Bengel declara o seguinte em sua obra New Testament Word Studies (Estudos de Palavras do Novo Testamento): “Os hebreus. . . contam setenta e cinco anos como uma geração, e as palavras, não passarão, indicam que realmente a maior parte daquela geração [dos dias de Jesus], mas não toda ela, devia ter passado antes que tudo se cumprisse.” Isto se mostrou veraz por volta do ano 70 EC, quando Jerusalém foi destruída.

      Do mesmo modo hoje, a maior parte da geração de 1914 já desapareceu. Todavia, há ainda milhões de pessoas na terra que nasceram naquele ano ou antes disso. E, embora o número delas esteja diminuindo, as palavras de Jesus se cumprirão, “esta geração não passará sem que tudo isto aconteça”. Esse é mais um motivo para se crer que o dia de Jeová, que virá como um ladrão, está iminente. Assim, que eventos devem os cristãos alertas aguardar?

      “Paz e Segurança” em Breve?

      “Pois vós mesmos sabeis muito bem que o dia de Jeová vem exatamente como ladrão, de noite. Quando estiverem dizendo: ‘Paz e segurança!’ então lhes há de sobrevir instantaneamente a repentina destruição.” — 1 Tessalonicenses 5:2, 3.

      Desde o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, a humanidade tem balançado à beira da guerra, à medida que as duas potências rivais, os Estados Unidos e a União Soviética, contendem uma com a outra. A crise cubana dos mísseis, em 1962, constituiu perigosa confrontação direta. Mas, a União Soviética retirou seus mísseis de Cuba, e os Estados Unidos discretamente removeram seus mísseis da Turquia. Essa foi apenas uma das muitas manifestações da Guerra Fria.

      O desarmamento tem sido tema de debate durante décadas, terminando geralmente em propaganda para ambos os países. Agora, nos meses finais do mandato do Presidente Reagan, e na atmosfera de degelo da política de glasnost (abertura) do Secretário Gorbachev, parece estar havendo sérias conversações para minorar o perigo das armas nucleares. Não podemos prever se isso é um prelúdio duma suposta paz e segurança para o mundo em geral. Mas, de acordo com a profecia bíblica, é isso que os cristãos estão aguardando. Quando isso acontecer, o que virá em seguida?

      Os estudantes diligentes da Bíblia não serão enganados “quando estiverem dizendo: ‘Paz e segurança!’” — quer isso emane das Nações Unidas, quer independentemente da parte das próprias grandes potências. A Bíblia indica claramente que verdadeira paz e segurança só poderá proceder dum governo justo, o governo do Reino de Deus por Cristo.

      Por esse motivo, um futuro anúncio global, significativo, de paz e segurança por parte de líderes do mundo será o sinal para Deus entrar em ação, “exatamente como ladrão, de noite”, apanhando o mundo descrente de surpresa. Sim, “repentina destruição” sobrevirá então aos poderes eclesiásticos e políticos que rejeitaram a Jeová e suas testemunhas. Como sabemos disso?

      Ação Decisiva Tomada Pelo Cavaleiro do Cavalo Branco

      Retornando à visão dos quatro cavaleiros do Apocalipse, há um cavaleiro que não mencionamos — o primeiro, montado num cavalo branco. O escritor bíblico o descreve: “Eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória.” Esse é o mesmo que é descrito no capítulo 19 de Revelação (Apocalipse): “Eis um cavalo branco. E o sentado nele chama-se Fiel e Verdadeiro, e ele julga e guerreia em justiça. . . . E da sua boca se estende uma longa espada afiada, para que golpeie com ela as nações, e ele as pastoreará com vara de ferro.” Quem é este? O mesmo relato nos diz que ele tem um nome escrito: “Rei dos reis e Senhor dos senhores.” Trata-se do ressuscitado Filho de Deus, Cristo Jesus. — Revelação 6:2; 19:11-16.

      O que então exige ação por parte deste “Rei dos reis”? Chega-se ao ponto em que “o rei do norte” (o campo anticapitalista) e “o rei do sul” (as nações capitalistas sob a proteção dos Estados Unidos), destacados em Daniel, capítulo 11, atingem um impasse. (Conforme predito em Daniel 11:40, “o rei do norte” já inundou muitas terras, especialmente desde 1945.)a

      Assim, o que mais precisa ocorrer antes de a intervenção decisiva de Deus pôr fim ao atual sistema de coisas?

      A profecia bíblica indica que, em algum ponto, os elementos políticos radicais das Nações Unidas se voltarão contra as religiões intrometidas do mundo e as desmascararão,destruindo seu poder e seu controle sobre o povo supersticioso. — Revelação 17:16, 17.b

      A essa destruição dos elementos da religião falsa do mundo, sem dúvida seguirá um ataque contra as Testemunhas de Jeová. Isto, por sua vez, desencadeará um contra-ataque da parte do Rei de Jeová, o Cavaleiro do cavalo branco. (Ezequiel 38:10-12, 21-23) E o que diz Daniel 2:44 quanto ao resultado? “Nos dias daqueles reis [as atuais potências políticas] o Deus do céu estabelecerá um reino que jamais será arruinado. . . . Esmiuçará e porá termo a todos estes reinos, e ele mesmo ficará estabelecido por tempos indefinidos.” Sim, a batalha de Deus, o Armagedom, travada contra os elementos políticos visíveis de Satanás na terra, resultará em vitória completa para Jeová e seu Rei dos reis. — Revelação 16:14-16; 19:17-21.

      O que se seguirá? Ora, a realização do desejo há muito anelado pelos cristãos amantes da paz e tementes a Deus — o Reinado Milenar do governo do Reino de Deus sobre a humanidade obediente! Então se cumprirão as gloriosas promessas de Revelação 21:3, 4: “Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles. E enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.”

      Se desejar obter mais informações sobre essas profecias notáveis da Bíblia e sobre o que elas significam para cada um de nós, contate as Testemunhas de Jeová em sua região ou escreva aos editores desta revista em seu país.

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