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  • Vida no meio do tumulto na Irlanda
    A Sentinela — 1975 | 1.° de maio
    • A repetição destes assuntos é vital, visto que fazer a coisa certa pode salvar a vida. Por exemplo, algumas das coisas que recapitulamos de vez em quando incluem: Não deixar de se afastar imediatamente de qualquer ponto de dificuldade quando explode a violência e não esperar para ver o que está acontecendo. Também, durante as dificuldades, ficar portas adentro e longe das janelas. Balas que ricocheteiam e estilhaços de vidro não respeitam pessoas!

      PREGAÇÃO DE CASA EM CASA

      O que tem também grande destaque nas nossas palestras é a melhor maneira de realizarmos nossa atividade de visitas de casa em casa para ajudar as pessoas a obter um conhecimento exato dos propósitos de Deus. Precisa-se de muito tino e discrição para fazer a pregação no meio do tumulto atual.

      As pessoas, naturalmente, suspeitam muito e temem os estranhos. Houve muitas ocasiões em que uma batida à porta, em Belfast, pressagiou um bando assassino. Pessoas foram fuziladas na sua própria porta!

      É preciso considerar que em certas áreas de Belfast nem mesmo as forças de segurança têm acesso livre e seguro. Em alguns casos, agentes secretos fingiram ser pessoas que vão de casa em casa; por isso, suspeita-se de todos os que não são bem conhecidos na vizinhança.

      Em alguns casos, as testemunhas de Jeová foram obrigadas pelas ameaças de extremistas a abandonar certas áreas, inclusive bairros católicos romanos e protestantes. Não paramos para discutir, mas saímos depressa, em vez de esperar que irrompa violência. Às vezes, evitamos certas localidades inteiramente, mas depois começamos novamente a visitar as pessoas nestes bairros. No entanto, temos de usar de grande cautela ao fazer isso.

      É importante que usemos de sabedoria prática. Assim, quando as dificuldades estão no auge, reduzimos drasticamente grande parte de nossa atividade pregadora à noitinha. Achamos também conveniente levar conosco algum meio de identificação positiva. Isto não só é útil quando as forças de segurança fazem uma verificação, mas também ajuda a acalmar os temores de alguns moradores.

      Muitos aqui têm dificuldade em reconhecer que alguém pode ser cristão, crente na Bíblia, sem ser católico romano ou protestante. No entanto, cada vez mais pessoas começam a reconhecer que as testemunhas de Jeová são diferentes, que são neutras e realmente estão separadas de tudo o que é político, católico romano ou protestante.

      EFEITOS DA VERDADE BÍBLICA

      Gosto especialmente de trabalhar na pregação pública entre meus vizinhos católicos romanos. Atualmente, tenho uma regular palestra bíblica, domiciliar, com um jovem casal católico romano, que aprecia as maravilhosas verdades da Bíblia e sua promessa de genuína paz e segurança. Depois de um ano de associação feliz, é emocionante ver como a verdade bíblica pode vencer barreiras que separaram as pessoas por séculos e causam tanto tumulto.

      Agora aguardo a nossa próxima assembléia cristã, quando o primeiro membro desta família anteriormente católica planeja simbolizar pelo batismo em água sua dedicação a fazer a vontade de Jeová. Um dos meus companheiros observou quão grandioso é ver a amizade íntima que temos entre nós, um antes fervoroso católico romano e o outro antes protestante intolerante.

      Embora as piores dificuldades periodicamente diminuam, o tumulto ainda existe. A situação aqui é muito tensa, fervendo como um vulcão, e pode produzir grande tensão mental e emocional. Agradeço a Deus que, embora minha família e eu vivamos no meio do tumulto aqui na Irlanda do Norte, não fazemos parte dele. — Contribuído.

  • Há perigo nos amuletos?
    A Sentinela — 1975 | 1.° de maio
    • Há perigo nos amuletos?

      Muitas vezes vemos pessoas que usam ou têm em casa amuletos obtidos de outros que crêem em alguma forma de espiritismo, adivinhação, e assim por diante, ou a praticam. Estes objetos podem vir na forma duma imagem, dum berloque ou fetiche. Ou talvez se receba de alguém que pratica o espiritismo um presente — um quadro, um lenço, um pano — algo que não se costuma considerar como amuleto. São estas coisas inofensivas?

      A questão lhe é de interesse, quer deseje adorar a Deus, quer não. Por quê? Porque sua atitude e suas ações para com tais coisas podem ter efeito vital na sua saúde mental e até mesmo física. Temos evidência disso não só na Bíblia, a Palavra de Deus, mas também em experiências pessoais de muitos.

      Quando Deus estava para levar a nação de Israel para a terra de Canaã, deu avisos específicos e repetidos sobre este perigo do ocultismo. Não era sem motivos, nem por favoritismo, que ele expulsava o povo que morava em Canaã. Ele disse a Israel o motivo, dizendo: ‘Estas nações que estás desapossando costumavam escutar os que praticam magia e os que adivinham.” Ele chamou estas práticas de “coisas detestáveis dessas nações” e depois ordenou: “Não se deve achar em ti . . . quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos.” — Deu. 18:9-12, 14.

      Outrossim, disse-se a Israel: “Não deves mencionar o nome de outros deuses. Não deve ser ouvido da tua boca.” (Êxo. 23:13) Isto não queria dizer que não podiam mencionar estes nomes como sendo os de deuses falsos, por exemplo, ao ensinarem e advertirem seus filhos. Mas não deviam reconhecer estes deuses como tendo qualquer poder ou como alguém a quem recorrer. Por que não?

      Porque, mesmo que não fossem adorados diretamente, qualquer inclinação para eles, na expectativa de que fizessem o bem ou o mal, ou o desejo de qualquer coisa material relacionada com eles, significaria na realidade ter associação com demônios iníquos. Estes demônios são pessoas espirituais reais, anjos iníquos, os piores inimigos de Deus e do homem. O apóstolo Paulo disse: “As coisas sacrificadas pelas nações, elas sacrificam a demônios, e não a Deus.” (1 Cor. 10:20) Visto que Israel não obedeceu à ordem de Deus, alguns foram terrivelmente atribulados. Quando Jesus esteve na terra, ele curou a muitos, expulsando os demônios que os atribulavam. — Mat. 12:22; Luc. 13:11-16; Mar. 5:2-13.

      Talvez pergunte: ‘Que mal pode causar apenas aceitar presentes de alguém que pratica alguma forma de espiritismo ou de astrologia, ou de alguém que confia

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