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O objetivo de nosso ministérioA Sentinela — 1961 | 15 de julho
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prestígio e os prazeres; mas, lembrem-se, estas coisas só durarão até o Armagedon. Mas o seu alvo de ser ministro de Deus, de participar na vindicação do nome de Jeová, de ajudar outros a conhecer a Jeová Deus e de se mostrar ministro fiel e produtivo, será o objetivo que o levará através do Armagedon e para o novo mundo. Que o nosso ministério seja para o, agrado de Jeová Deus e signifique a recompensa de vida eterna para cada um dos fiéis.
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A Bíblia — mas apenas as partes desejáveisA Sentinela — 1961 | 15 de julho
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A Bíblia — mas apenas as partes desejáveis
● Os clérigos da cristandade têm sido por muito tempo culpados de rejeitar as partes da Bíblia de quê não gostam. Mesmo os fundamentalistas fazem isso com respeito às declarações dela de que a alma morre e que Jesus e seu Pai não são iguais numa trindade. (Eze. 18:4, 20; Atos 3:23; João 14:28) O feitiço se virou agora contra o feiticeiro, pois os comunistas fazem agora a mesma coisa. O Christian Century noticiou um sermão de Ch’ieng Ch’u Ku, publicado no periódico New Church, em que disse que o novo céu e a nova terra já foram estabelecidos na nova China, graças à reforma agrária. “Mais de 4 milhões de lavradores têm agora ‘a sua própria terra, constroem as suas próprias casas, comem os frutos dos seus labores.” Isto inclui também projetos fluviais, estradas de ferro e uma reforma das igrejas. “Somos os donos das nossas próprias Igrejas. Nunca mais seremos confundidos, pela visão imperialista do fim do mundo. . . . Precisamos levantar-nos e trabalhar, demonstrando que o povo é dono do fosse céu e da nova terra.” Que egotismo! Os homens, donos tanto da igreja como do céu! Não há necessidade de se verificar o que Deus espera, ou ver o que ele disse que só ele pode fazer. Estes clérigos de qualquer modo lançam Deus na mesma classe dos Imperialistas, pois é a Sua Palavra que fala do fim do mundo; e também do fim das democracias e dos governos comunistas, do inteiro sistema iníquo de coisas, e é ela que fala do estabelecimento da justiça e da paz para sempre. Mas, Ch’ieng Ch’u Ku não se interessa nisso. Ele se preocupa mais com a propaganda política, do mesmo modo como os clérigos do Ocidente fazem a sua; ambos tiram apenas o que gostam da Palavra de Deus e rejeitam o resto.
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Não para as igrejasA Sentinela — 1961 | 15 de julho
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Não para as igrejas
● Escrevendo no The Christian Century de 30 de abril de 1953, Simeon Stylites fala dum discurso certa vez proferido pelo bispo metodista Francis J. McConnell: “Seu assunto foi contar o que aconteceria se o profeta Amós fosse apresentado para uma nomeação, numa conferência metodista anual . . . Ele encenou . . . uma reunião de gabinete com os superintendentes distritais. . . . Um por um verteram lágrimas amargas, protestando eterna admiração pelo profeta Amós e explicando por que não lhe dariam uma igreja nos seus distritos.
● “O superintendente do distrito setentrional disse, numa voz hesitante . . . ‘Todos sabem como eu amo e admiro o irmão Amós. . . . Alas, ele não tem bastante tato para a Igreja da Graça. Fala impulsivamente as suas idéias, sem nenhuma suavidade, e o pessoal da Igreja da Graça precisa de muita suavidade. Estão metidos numa campanha de construção. Se o irmão Amós apenas levantasse menos questões controvertidas e mais dinheiro, ele se daria melhor. . . .
● “Falou então o superintendente do distrito ocidental. ‘Eu também amo o irmão Amós’, disse ele. ‘Fiquei profundamente comovido com muitos dos seus sermões. Gostaria muito de colocá-lo na Igreja da Trindade. Mas, ele não é bastante eloqüente. Esta igreja tem sido local de grandes pregações. . . . O irmão Amós é um simples homem brusco, que fala francamente. Ele não tem aquele toque literário nem o dom oratório a que o pessoal da Trindade estão acostumados. Lamento muito.’”
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