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O que fazer com os ídolos?Despertai! — 1977 | 8 de fevereiro
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Simplesmente estaria vendendo ouro ou prata.
Naturalmente, cada pessoa que se desvia dos ídolos a fim de servir ao Criador pode decidir por si mesmo como livrar-se dos ídolos que costumava usar na adoração. Certamente deve livrar-se deles dum modo que não ajude nem incentive outras pessoas à idolatria. (1 João 5:21) E, assim como se aconselhou a esta senhora espanhola que indagou o assunto, a pessoa deve escolher um proceder que a deixe com consciência limpa. — 1 Tim. 1:5, 19.
Nesse sentido, enquadrar-se-á na descrição que Paulo deu dos antigos cristãos tessalonicenses: Vós “vos voltastes para Deus, desviando-vos dos vossos ídolos, a fim de trabalhardes como escravos para um Deus vivente e verdadeiro, e para aguardar o seu Filho vindo dos céus . . . quem nos livra do vindouro furor.” — 1 Tes. 1:9, 10.
[Nota(s) de rodapé]
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Observando o MundoDespertai! — 1977 | 8 de fevereiro
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Observando o Mundo
Problemas de Alfabetização
◆ Cada vez mais calouros universitários nos Estados Unidos têm deficiências na habilidade de ler e escrever. Por exemplo, quase metade dos que entraram para a Universidade da Califórnia em Berkeley não passaram nos exames de seleção, na parte que tinha que ver com leitura e escrita. De 30 a 50 por cento dos que fizeram vestibulares para programas de jornalismo, em várias universidades, não passaram nos testes básicos de soletração, pontuação e de emprego de palavras. Geye Lyons, instrutor universitário, escrevendo na Harper’s Magazine, afirma que a evidência é “persuasiva” de que “os calouros universitários realmente lêem segundo o que costumava ser considerado um nível dos calouros do ginásio”. Tentarão as Universidades compensar tais deficiências? Declara ele: “Ensinar estudantes de per si a ler, escrever e a pensar não é certamente a finalidade da universidade estadunidense.” James Degnan, instrutor de redação da Universidade Santa Clara, na Califórnia, observa que até mesmo muitos estudantes “brilhantes” são “incapazes de declarar, por escrito, de forma simples e clara, o que ele pretende dizer”.
“Psicologia do Esbanjamento Final”
◆ Durante a recente recessão, muitas pessoas, em especial as situadas nas faixas de baixa renda, sofreram dificuldades econômicas: No entanto, Steven Star, da Faculdade de Economia de Harvard, afirma que “grande segmento de pessoas do alto da escala de rendas não foi atingido — e até mesmo prosperaram. Elas continuam a ter rendas disponíveis, e estão voltando-se para os produtos mais caros”. Um alto fabricante de carros de luxo declarou que as pessoas “talvez não estejam certas quanto ao futuro, de modo que se estão regalando agora”. Ele chamou isto de “psicologia do esbanjamento final”.
Bactérias Limpadoras
◆ Muitos produtos residuais da indústria são difíceis de purificar ou decompor. As bactérias esporíferas, tais como as encontradas nos dejetos animais, são usadas já há algum tempo nas usinas de tratamento de esgotos para purificar os dejetos. Mas, esse tipo de bactéria não é bastante eficaz para tratar resíduos tais como os de petróleo, gorduras, detergentes e vários venenos. No entanto, os biólogos têm experimentado outras bactérias que conseguem decompor os resíduos industriais mais duros. As bactérias são produzidas em grandes frascos, misturadas com nutrientes, congeladas e empacotadas. Daí, as bactérias são vendidas comercialmente. Há cerca de cinco bilhões de bactérias em um grama. O usuário tem de aquecer a embalagem a 38 graus centígrados por cerca de uma hora. Isto reaviva as bactérias e elas começam a operar sobre os produtos residuais.
Armas Matam Mesmo
◆ Um garoto de três anos usou um revólver para matar um menino de seis anos. O Times de Nova Iorque comentou que os que gostam muito de armas afirmam que “as armas não matam pessoas; são as pessoas que matam outras pessoas”.
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