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  • As ilhas Salomão acabam com a proscrição
    Despertai! — 1975 | 8 de dezembro
    • “Respeitosamente trazemos à atenção de V. Ex.ª o Primeiro Ponto da Cláusula 10 do Capítulo 1 da Lei de 1974. ‘Exceto por consentimento próprio, nenhuma pessoa será impedida do usufruto de sua liberdade de expressão, e para as finalidades desta seção, dita liberdade inclui a liberdade de ter opiniões sem interferência, a liberdade de comunicar idéias e informações sem interferência, a liberdade de receber idéias e informações sem interferência, e a liberdade de interferência em sua correspondência.’ É nossa crença que o grupo cristão de Testemunhas de Jeová se vê privado de sua ‘liberdade de receber idéias e informações sem interferência’, devido a não poderem obter suas revistas A Sentinela e Despertai! e outras publicações da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados. Ademais crê-se que não usufruem plena ‘liberdade de comunicar idéias e informações sem interferência’ devido a não poderem distribuir as publicações acima mencionadas.”

      Obteve bons resultados tal petição? Uma carta do Palácio de Governo, datada de 11 de fevereiro de 1975, e assinada pelo Governador do Protetorado Britânico das Ilhas Salomão, incluía o seguinte:

      “Queira referir-se à Petição datada de 6 de novembro de 1974, assinada por V. S. e outros. Como V. S. provavelmente observou, em 30 de dezembro de 1974, o Apenso da Proclamação N.º 1, de 1956, foi emendado pela omissão dos seguintes termos:

      “‘Quaisquer números passados ou futuros do periódico “Despertai!”’

      “‘Quaisquer números passados ou futuros do periódico “Sentinela”.’

      “Isto significa que V. S. está livre para importar e distribuir tais revistas. Ficaria grato se V. S. informasse aos outros peticionários.”

      Recentes mudanças governamentais nas Ilhas Salomão resultaram deveras em maior liberdade de comunicação de idéias. Isto gera esperança, nas testemunhas de Jeová, de que as outras coisas solicitadas, tais como a permissão de trazer missionários ao Protetorado, sejam concedidas no devido tempo.

  • Nosso assombroso Universo
    Despertai! — 1975 | 8 de dezembro
    • Nosso assombroso Universo

      POR milhares de anos, as pessoas se maravilham dos céus estrelados. Numa noite clara, não se pode deixar de ficar impressionado com a beleza e a majestade das estrelas que podem ser vistas.

      Os que pensam no que vêem, amiúde se perguntam: Exatamente o que “está lá fora”? Como é organizado? Haverá qualquer fim disso? De onde veio?

      Sondando o Universo

      Hoje em dia sabe-se mais sobre o universo do que em qualquer tempo anterior. Nas últimas décadas, toda espécie de instrumentos foram inventados para auxiliar os cientistas a procurar respostas para suas perguntas.

      Agora existem mais telescópios óticos poderosos para se contemplar as estrelas e fotografá-las. Radiotelescópios maiores e mais novos captam os sinais de rádio que vêm do espaço. E instrumentos avançados que podem analisar a luz e o calor das estrelas são amplamente usados.

      Em adição, os cientistas dispõem do radar e de satélites artificiais. Estes são úteis para a sondagem de nosso sistema solar contíguo, isso é, nosso sol e seus planetas e luas.

      Por meio de todas essas fontes, um dilúvio de informações, bem como teorias resultantes, têm fluído. E várias coisas se tornaram evidentes. Uma é que o universo resultou ser muito, muito mais assombroso do que alguém poderia imaginar, deixando a mente perplexa quando se considera a imensidão e complexidade de tudo. A revista National Geographic observou que aquilo que o homem aprende agora “o deixa atônito”.

      Isso também reduziu a destroços muitas teorias prévias sobre o universo. Como disse a National Geographic: “Novas informações excitantes que agora surgem em incessantes correntes estão abalando nossas idéias sobre o universo.”

      No entanto, às vezes, novos bits de informação são usados como base duma nova teoria que talvez não esteja mais perto da verdade do que aquela que ela substitui. O Dr. James Van Allen, da Universidade de Iowa, trouxe à lembrança o que alguém certa vez disse: “Há algo de fascinante sobre a ciência. Obtém-se tão profusas retribuições de conjetura de tão insignificante investimento de fatos.”

      Outra coisa que se revela é quão pouco os cientistas realmente sabem sobre o universo. Não importa quão extensivas sejam suas observações, fotografias e gravações, ainda admitem que os humanos só arranharam a superfície de conhecimento sobre o espaço. Isso deveria fazer que todos nós fôssemos humildes, e, deveria aumentar nosso respeito pelo Criador de tão assombroso arranjo.

      Assombroso Tamanho

      Há apenas 50 anos, os astrônomos que tiravam fotos dos céus notaram formações flocosas, semelhantes a nuvens, em suas chapas fotográficas. Presumiu-se que estas eram nuvens de gases próximas. Mas, à medida que foram construídos telescópios maiores, mais exatos, os “gases” resultaram ser algo muito mais imenso e significativo — galáxias.

      Uma galáxia é amplo grupo rotativo de estrelas, gás e pó. As galáxias têm sido chamadas de “universos-ilhas”, pois cada uma delas é deveras como um universo. A terra, o sol e outros planetas do sistema solar são diminuta parte de nossa galáxia, que é chamada de “Via-Láctea”. Este nome se deriva da palavra grega galaxias, que significa “via-láctea”.

      Nossa galáxia, a Via-Láctea, é apenas de tamanho médio. Todavia, é imensa, contendo cerca de cem bilhões de estrelas, bem como os planetas de nosso sistema solar, e outra matéria, tais como gases e pó. Seu diâmetro é tão vasto que, se viajasse tão rápido quanto a velocidade da luz, de uns 300.000 quilômetros por segundo, levaria 100.000 anos para cruzá-la! Quantos quilômetros são? Bem, visto que a luz percorre cerca de 9,7 trilhões de quilômetros por ano, multiplique isso por 100.000 e terá a resposta: nossa galáxia tem cerca de 970 quadrilhões de quilômetros de diâmetro! Isso é o número 97 seguido de dezesseis zeros.

      É quase impossível para a mente humana compreender tal tamanho e distância. Todavia, isso é apenas o começo do que está “lá fora”. Ainda mais surpreendente é este fato: já foram detectadas agora tantas galáxias que se diz que são ‘tão comuns como lâminas de grama numa campina’. Um cálculo corrente de seu número é de cem bilhões. Não, não é de cem bilhões de estrelas, mas de cem bilhões de galáxias! E cada uma delas contém bilhões de corpos celestes.

      Uma idéia de quão numerosas são as galáxias pode ser obtida dum relatório dos cientistas que usavam o enorme telescópio Hale de 200 polegadas (508 cm) do Monte Palomar, Califórnia. Examinaram o espaço até o ponto máximo de visão do telescópio, além da pequena área incluída apenas pela concavidade da constelação de estrelas chamada de Ursa Maior. Quantas galáxias acha que encontraram ali? Da próxima vez que estiver ao ar livre, numa noite clara, olhe para a concavidade da Ursa Maior. Ao fazer isso, tenha presente que cerca de um milhão de galáxias foram encontradas no espaço além daquela pequena área!

      Em toda a sua pesquisa, já conseguiram os cientistas detectar a “ponta”, ou “limite externo” do universo? Não, não conseguiram. Embora dotados de instrumentos cada vez mais poderosos conseguissem penetrar cada vez mais no espaço, não conseguem ver o fim da fantástica expansão dos céus. Mas, aprenderam algo mui ímpar sobre as galáxias.

      Aglomerados de Galáxias

      Os bilhões de galáxias não estão espalhados ao acaso, como se fossem jogados de qualquer modo pelo espaço. Ao invés, estão arranjados em grupos definidos, chamados “aglomerados”. Já foram observados e fotografados milhares destes grupos.

      Alguns aglomerados só contêm poucas galáxias. A nossa galáxia Via-Láctea, por exemplo, faz parte dum aglomerado de cerca de vinte galáxias. Dentro deste grupo local, as mais próximas de nós são duas galáxias distantes a menos de 200.000 anos-luz, ambas denominadas em honra do explorador Fernão de Magalhães. Outra vizinha “próxima” pode ser vista numa noite clara, sem telescópio, na constelação de Andrômeda. É uma galáxia espiralada como a nossa, e acha-se a cerca de três milhões de anos-luz de distância.

      Outros aglomerados se compõem de milhares de galáxias. Um de tais aglomerados, a cerca de 100.000.000 de anos-luz de distância da terra, localiza-se na direção da constelação Coma Berenices (Cabeleira de Berenice). Esse aglomerado é composto de cerca de 10.000 galáxias!

      A distância entre as galáxias num aglomerado pode variar de centenas de anos-luz até milhões de anos-luz. Mas, a distância de um aglomerado para o outro pode ser até de cem vezes mais que isso.

      Problema Para Muitos Cientistas

      O tamanho do universo é deveras assombroso. Mas, também o é seu arranjo ímpar de galáxias, e de aglomerados de galáxias. Tão majestosa organização sugere um Organizador. Também, todos aqueles corpos celestes são governados por leis físicas definidas. Isso sugere um Legislador. E, na terra, existem tantas condições especiais para a vida, o que sugere um Dador da Vida dotado de propósito. Comentando isto, afirma Science News:

      “O universo que vemos em torno de nós nos parece ímpar, e, quando o estudamos um pouquinho, começamos a ver que tem certas propriedades mui especiais sem as quais não poderíamos existir. . . . parecem exigir condições iniciais mui especiais.

      “As leis da física que operam em nosso universo também parecem mui especiais.”

      Tais coisas incomodam os cientistas que são evolucionistas e ateus. Estes acham que o universo “evoluiu” por si mesmo, sem um Supremo Organizador, Legislador e Dador da Vida.

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