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  • “Esta fé religiosa do cientista”
    Despertai! — 1981 | 8 de abril
    • “Esta fé religiosa do cientista”

      A PREVALECENTE teoria científica é que o universo teve um início, conhecido como a Grande Explosão, postulando-se, também, um universo em expansão. Isto se harmoniza com o primeiro versículo da Bíblia, que fala de um início do universo. Robert Jastrow comenta sobre isto no seu livro God and the Astronomers (Deus e os Astrônomos; 1978):

      “Os teólogos geralmente ficam alegres com a prova de que o Universo teve princípio, mas os astrônomos ficam curiosamente contrariados.” Citou algumas reações à idéia de um universo em expansão. Albert Einstein: “Esta circunstância me irrita.” O astrônomo britânico, Sir Arthur Eddington: “O conceito de um início me é repugnante . . . me deixa gelado.” Phillip Morrison, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (E.U.A.): “Preferiria rejeitá-lo.” Allan Sandage, do Observatório do Mte. Palomar (E.U.A.): “Não pode realmente ser verdade.” Jastrow continua:

      “Suas reações provêem uma interessante demonstração de como se comporta a mente científica — supostamente uma mente bem objetiva — quando a evidência exposta pela própria ciência leva a um conflito com os artigos de fé de nossa classe. Resulta que os cientistas se comportam do mesmo modo como o resto de nós, quando nossas crenças entram em conflito com a evidência. Irritamo-nos, fingimos que o conflito não existe, ou ficamos conjeturando frases sem significado.” Mais adiante Jastrow comenta: “Existe uma espécie de religião na ciência . . . Esta fé religiosa do cientista é violada pela descoberta de que o mundo teve princípio . . . ”

  • Fui salva do suicídio
    Despertai! — 1981 | 8 de abril
    • Fui salva do suicídio

      DEVIDO a eu ter passado a viver junto com um homem, de outra raça, sem casamento legal, meus pais me repudiaram, meu pai chegando a jurar que me mataria, se tão somente me encontrasse de novo. Fiquei dividida entre dois mundos, nenhum dos quais me aceitando, e eu me recusei a fazer uma decisão. Eu desprezava este mundo de sofrimento e de ódio e tentava de tudo para mudá-lo — comunismo, estilo de vida hippie, libertação feminina, lutando em prol do que eu achava ser certo. Daí, comecei a desenvolver ódio contra Deus, o Deus do tipo ensinado pelas igrejas. Decidi que, mesmo se tivesse de arder num inferno de fogo, não serviria a tal tipo de Deus.

      Mas, depois de dois anos de luta contra este sistema e seu deus, meu estado de ânimo entrou em colapso. Decidi suicidar-me. Pela última vez orei a um Deus a quem não conhecia. Na minha ignorância, eu disse a Deus que, se ele se importasse um pouquinho comigo, que fizesse alguma coisa por mim antes das duas horas da tarde daquele dia, pois em caso contrário eu acabaria com a minha vida. Esquecendo completamente aquela oração, comecei os preparativos para fazer exatamente isto.

      Antes das duas horas da tarde uma das Testemunhas de Jeová bateu à minha porta. Esta mesma Testemunha já tinha vindo tantas vezes à minha casa, que nem posso mais contar quantas foram. Sempre me encontrava dormindo. Sempre adquiria suas publicações, mas também expressava meu desprezo ao Deus dela. Neste dia, quando chegou, gritei com ela de modo irado e desaforado. Quando, contudo, ela começou a me falar sobre o Deus a quem adorava, pela primeira vez comecei a escutar. Explicou que não é da vontade de Deus ter um mundo podre, cheio de pessoas morrendo de fome e crianças deformadas. Suas palavras me deram um raio de esperança e comecei a estudar a Bíblia junto com ela. Pouco depois dediquei minha vida a Jeová e fui batizada.

      Saber que este sistema terá um fim, e que existe um Deus que realmente é tudo aquilo que diz ser, me trouxe uma paz mental e de coração que jamais experimentara desde bem pequena. Jeová abençoou meu agora legalizado casamento com dois filhos maravilhosos. E na organização de Jeová tenho amigos que realmente me amam.

      Mas, nenhuma de tais bênçãos — e existem muitas outras — seriam possíveis sem a vida que tenho agora. Se Jeová não tivesse ouvido minha prece, e se aquela querida Testemunha não tivesse voltado a me visitar, eu estaria morta. Mas não estou, e esta vida pertence a Jeová, para sempre. — Contribuído.

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