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  • A vida no Calaári
    Despertai! — 1980 | 22 de janeiro
    • precisa assegurar-se de que não haja nenhum anticongelante tóxico na água.

      A melhor proteção contra o calor do meio-dia se acha bem abaixo do carro, e não dentro dele. Mas, por que não uma árvore frondosa, se existir uma? Porque sob uma árvore do Calaári existe o perigo de tampans, pequenos carrapatos venenosos que tornam as coisas insuportáveis com suas picadas.

      A pessoa jamais deve caminhar muito longe durante o calor do dia. Seria melhor dormir durante o dia e andar à noitinha e à noite, escolhendo uma estrela brilhante para orientar seu curso.

      Memórias

      São poucos os que gastaram algum tempo no Calaári que deixam de rememorar tal experiência com nostalgia. Jamais se consegue esquecer os nítidos contrastes — os dias escaldantes, as noites frias, e os amplos trechos de dunas recobertas de grama, aparentemente desolados, todavia vibrantes com infindável variedade de vida.

      A pessoa fica com incomparável sensação de paz, à medida que o calor diminui, quando o sol mergulha no horizonte. Os pores-do-sol são simplesmente magníficos, com tons constantemente variados de vermelho, alaranjado e púrpura. No ínterim, o penetrante grito de “clac-clac-clac” dum geco obtém um milhar de réplicas de outros “ecos que chamam para lá e para cá. O ar fica cheio com seus sons. Arredondando a sinfonia há o balido das ovelhas, o mugir das vacas e o grito rouco das abetardas, voando para o alto e para baixo, numa demonstração de acrobacia avícola.

      Na verdade, a vida no Calaári apresenta seus desafios e suas recompensas. Este deserto não é um ermo morto. É um domínio de vida fascinante.

  • Abalo da fé
    Despertai! — 1980 | 22 de janeiro
    • Abalo da fé

      “As velhas crenças entraram em decadência, e não surgiram novas crenças para substituí-las”, disse um editorial do The Wall Street Journal, de 30 de novembro de 1978. Refletia sobre os suicídios em massa na Guiana. Continuava dizendo:

      “A decadência da religião é inequívoca. O apelo dos cultos expressa a profundeza da vontade humana de crer, a ânsia da certeza da fé. O último lugar para o qual alguém se voltaria, hoje, a fim de satisfazer tal ânsia, é qualquer uma das principais denominações religiosas. Dispõem de pouco tempo para a fé, estando preocupadas com questões tais como o modo de governar a África do Sul. Até mesmo a Igreja Católica Romana, com seus milênios de experiência em distinguir o mal do bem no impulso religioso, está perdendo seu poder de atingir a alma.”

      Alguns se voltam para a ciência em busca de esperança, mas esse editorial não o fez. “Todavia, não é só a crença religiosa que declinou; também declinou a poderosa fé secular que surgiu da Era do Esclarecimento. O poder da razão, o poder da ciência, a crença no progresso — tudo está merecendo crescente dúvida. E, no mundo secular, assim como no religioso, são amiúde os sacerdotes estabelecidos que lideram tal tendência.

      “Os cientistas que inventaram a bomba atômica também iniciaram uma revista com um relógio do dia do juízo final na capa de cada edição — surpreendente testemunho de sua própria culpa e surpreendente símbolo de sua própria dúvida de que a ciência seja boa. Atualmente, pode-se sentir que o mundo científico treme diante da evidência cumulativa de uma origem do universo através duma ‘grande explosão’. Suscita a questão do que veio antes disso, e a fé mais fundamental dos cientistas fica abalada, por ter de confrontar-se face a face com sua incapacidade de responder às perguntas fundamentais.”

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