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    • utensílios de Jeová.” (Isa. 52:11) Isto exigia mais do que a pureza dum modo cerimonial, exterior. Exigia a pureza de coração. O apóstolo Paulo, quando escrevia aos coríntios, aplicou as palavras de Isaías 52:11 ao mostrar que os cristãos devem, igualmente, ficar isentos da poluição da carne e do espírito. — 2 Cor. 6:14-18; 7:1.

      O fundador do cristianismo, Jesus Cristo, deu o exemplo neste sentido por permanecer “leal, cândido, imaculado, separado dos pecadores”. (Heb. 7:26) Enquanto se achava na terra, ele demonstrou zelo em manter a santidade do templo de Jeová, como nas duas ocasiões em que o purificou do comercialismo. (João 2:13-25; Mat. 21:12, 13; Mar. 11:15-17; Luc. 19:45, 46) Em conexão com a segunda purificação do templo, Marcos relata que Jesus “não deixou ninguém carregar qualquer utensílio através do templo”. (Mar. 11:16) Assim, Jesus evidentemente não permitiu que ninguém depreciasse a santidade do pátio do templo por utilizá-lo como simples atalho, ao transportar itens para outra parte de Jerusalém.

  • Utensílios De Cozinha
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    • UTENSÍLIOS DE COZINHA

      Veja COZINHAR, UTENSÍLIOS DE COZINHA.

  • Útero
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    • ÚTERO

      Veja MADRE (ÚTERO).

  • Uva
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    • UVA

      Veja VIDEIRA (TREPADEIRA); VINHO E BEBIDA FORTE.

  • Uz
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    • UZ

      [conselho, plano].

      A terra natal de Jó (Jó 1:1), provavelmente povoada por Uz, filho do semita Arã, e seus descendentes. (Gên. 10: 22, 23) Desconhece-se a sua localização exata. De acordo com Josefo: “Uz fundou Traconítis e Damasco.” [Antiquities of the Jews (Antiguidades Judaicas), Livro I, cap. VI, par. 4] Por conseguinte, alguns geógrafos situariam Uz em Haurã, porém a maioria está a favor dum local mais ao S. Pelo visto, Uz achava-se próximo de Edom, permitindo uma ampliação posterior do domínio edomita até Uz, ou que alguns edomitas posteriores residissem na “terra de Uz”, conforme indicado em Lamentações 4:21. Jeremias recebeu a comissão de passar o copo do furor de Deus a “todos os reis da terra de Uz”, e o contexto mais imediato inclui referências à Filístia, a Edom, a Moabe e a Amom. (Jer. 25:15, 17, 20, 21) A terra natal de Jó era vulnerável ao ataque dos sabeus (do S) e dos caldeus (do E). (Jó 1:15, 17) Considerados juntos, tais fatores indicariam um local a E da Terra Prometida, e próximo de Edom, em alguma parte do N da Arábia.

  • Uzá
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    • UZÁ

      [(Jeová é) força].

      Filho de Abinadabe, sem dúvida um levita. Uzá e seu irmão, Aiô, conduziam a carroça que transportava a Arca do pacto da casa deles, quando Davi quis trazê-la para Jerusalém. Quando os touros que puxavam a carroça quase fizeram que ela tombasse, Uzá estendeu a mão e segurou a Arca para mantê-la em posição firme, pelo que Jeová o golpeou de morte no ato. Davi chamou esse local de Peres-Uzá, porque ali Jeová tinha causado uma “brecha contra Uzá”. — 2 Sam. 6:3-8;  1 Crô. 13:7-11.

      Apesar das presumíveis boas intenções de Uzá de impedir que a Arca caísse, isto foi julgado um “ato irreverente”. ( 2 Sam. 6:7) Isto se deu por estar envolvida a desobediência deliberada. Jeová havia dado instruções para que, em nenhuma circunstância, pessoas não-autorizadas tocassem na Arca, um aviso que era de conhecimento público e que incorria na pena de morte para os violadores. (Núm. 4:15, 19, 20) Caso os autorizados, os levitas coatitas, a transportassem com os varais nos ombros, como Deus havia mandado, não se teria incorrido na ira de Deus. — Êxo. 25:13, 14; Núm. 7:9.

  • Uzias
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    • UZIAS

      [Jeová é força]. Rei de Judá, também chamado Azarias. Credita-se a Uzias, filho de Amazias com sua esposa, Jecolia, um reinado de 52 anos (829-777 AEC). Durante este período, Jeroboão (II), Zacarias, Salum, Menaém, Pecaías e Peca governaram em sequência sobre o reino setentrional. ( 2 Reis 15:1, 2, 8, 10, 13, 14, 17, 23, 25, 27; 2 Crô. 26:3) Os profetas Isaías (1:1; 6:1), Oséias (1:1) e Amós (1:1) eram contemporâneos de Uzias. O reinado deste rei testemunhou um terremoto incomumente grande. — Zac. 14:5.

      Depois da morte de seu pai, Uzias, com 16 anos, foi empossado como rei pelo povo de Judá. ( 2 Reis 14:21; 2 Crô. 26:1) De acordo com  2 Reis 15:1, contudo, Uzias tornou-se rei no vigésimo sétimo ano do Rei Jeroboão (II), de Israel. Uma vez que isto situaria o início do reinado de Uzias aproximadamente doze anos depois da morte de seu pai, tem de referir-se a ele ‘tornar-se rei’ num sentido especial. Pode ser que no vigésimo sétimo ano do Rei Jeroboão o reino de Judá, de duas tribos, ficasse livre da sujeição ao reino setentrional, sujeição esta que talvez tivesse início quando o Rei Jeoás, de Israel, derrotou a Amazias, pai de Uzias. ( 2 Crô. 25:22-24) Assim, pode ser que Uzias tornou-se rei pela segunda vez no sentido de ver-se livre do domínio do Rei Jeroboão II), de Israel.

      Uzias fez “o que era reto aos olhos de Jeová“. Isto aconteceu mormente porque ele acatava as boas instruções de certo Zacarias (não o profeta que tinha esse mesmo nome, e que viveu num período posterior). Mas seus súditos continuaram a oferecer sacrifícios incorretos nos altos. — 2 Reis 15:3, 4;  2 Crô. 26:4, 5.

      Uzias ficou famoso por seus êxitos militares, obtidos com a ajuda de Jeová. Restaurou Elate (Elote) ao reino de Judá, e reconstruiu aquela cidade, situada no promontório do golfo de Acaba. Guerreou com êxito contra os filisteus, rompendo as muralhas de Gate, Jabné e Asdode, após o que construiu cidades no território de Asdode. Uzias obteve vitórias sobre os árabes e os meunins, e obrigou os amonitas a serem tributários de Judá. Sua poderosa e bem-equipada força combatente veio a incorporar 307.500 homens sob o controle de 2.600 cabeças das casas paternas. Uzias reforçou as fortificações de Jerusalém e construiu máquinas de guerra ali. — 2 Reis 14:22;  2 Crô. 26:2, 6-9, 11-15.

      Parece que os brilhantes êxitos de Uzias resultaram em ele se tornar orgulhoso, ao ponto de invadir o compartimento Santo do templo a fim de queimar incenso. Azarias, o sumo sacerdote, acompanhado de 80 subsacerdotes, imediatamente seguiu o rei na sua ida ao templo e o censurou por este ato ilícito, instando com ele a que deixasse o santuário. Tendo na mão o incensário para a queima de incenso, e vociferando contra os sacerdotes, Uzias foi miraculosamente afligido de lepra na testa, no que os sacerdotes excitadamente o lançaram para fora do templo. Como leproso impuro, Uzias foi cortado de toda adoração prestada no santuário, e não podia realizar deveres régios. Por conseguinte, embora Uzias permanecesse em certa casa, até o dia de sua morte, Jotão, filho dele, administrou os assuntos de Estado. — 2 Crô. 26:16-21.

      A respeito da morte e do sepultamento de Uzias, 2 Crônicas 26:23 relata: “Por fim, Uzias deitou-se com os seus antepassados; e enterraram-no, pois, com os seus antepassados, mas no campo de inumação pertencente aos reis, porque disseram: ‘Ele é leproso.’ ” Isto poderia significar que, por causa de ser leproso, Uzias foi sepultado nos terrenos dum campo ligado ao cemitério real, em vez de ser colocado num túmulo escavado na rocha.

      Uma placa de pedra calcária, encontrada em Jerusalém e que se imagina datar do primeiro século EC, traz a seguinte inscrição: “Para cá foram trazidos os ossos de Uzias, rei de Judá. Não deve ser aberto.”

  • Vaca, Novilha
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    • VACA, NOVILHA

      A vaca desempenhava importante papel na economia dos israelitas. Além de servir como animal de tração, a vaca era apreciada por sua produção de leite, do qual se preparavam outros itens comuns da dieta alimentar, incluindo o queijo, a manteiga e o leitelho. (Num. 19:2; Isa. 7:21, 22) Também, o couro podia ser utilizado no fabrico de ampla gama de artigos de couro.

      NOVILHA

      Uma novilha é uma vaca jovem que ainda não produziu um bezerro. Havia uma novilha entre os animais que Abraão cortou em dois, e ele então viu “uma fornalha fumegante e uma tocha acesa que passava entre esses pedaços”. Isto se deu em relação com Deus firmar com ele um pacto. — Gên. 15:9-18.

      Em Israel, alguém que tocasse um cadáver humano, um osso ou túmulo humanos, ou que chegasse a uma tenda em que jazesse um cadáver, tornava-se impuro. Exigia-se que seguisse um processo especificado de purificação, sob pena de ser ‘decepado do meio da congregação’. Neste processo, utilizavam-se as cinzas duma vaca vermelha sadia, que jamais tinha sido submetida a um jugo. A água em que um pouco destas cinzas tinha sido misturada era aspergida sobre a pessoa impura. Paulo faz referência a este processo, mostrando que só teria o efeito de santificar no sentido da pureza da carne, mas que tipificava a verdadeira purificação de consciência mediante o sacrifício de Jesus Cristo. — Núm. 19:1-22; Heb. 9:13, 14.

      Utilizava-se também uma novilha quando a culpa de sangue recaía sobre uma cidade, em virtude dum assassínio em que se desconhecia o homicida. Os anciãos da cidade mais próxima da pessoa encontrada morta, acompanhados de alguns dos sacerdotes, os filhos de Levi, tinham de levar a novilha, ainda não submetida a trabalhos, e quebrar sua nuca num vale de torrente não-cultivado, em que havia água corrente. Daí, os anciãos daquela cidade deviam lavar as mãos sobre a novilha e apelar para que Deus não imputasse a culpa de sangue sobre tal cidade. Deus ouviria o apelo e livraria tal cidade da culpa pelo derramamento de sangue inocente. Evidentemente, o fato de que a nuca ou cerviz da novilha era quebrada, em vez de ela ser morta como oferta pelo pecado, indicava que, em símbolo, a novilha sofria a punição que teria sido imposta ao assassino desconhecido, e este proceder não servia, de algum modo, para beneficiar o assassino como expiação pelo crime dele. A Jeová Deus, que a tudo vê, cabia o julgamento do verdadeiro assassino. Naturalmente, se o assassino fosse descoberto mais tarde, devia ser morto pelo assassínio, conforme a Lei cominava. A cerimônia que envolvia uma novilha tornaria público o assunto e tenderia a ajudar na descoberta do assassino. — Deut. 21:1-9; Núm. 35:30-33.

      O profeta Jeremias menciona, em sentido figurado, a nação do Egito, quando estabelecida prosperamente e bem-nutrida em sua terra, como “uma novilha [muito] bonita”, mas prediz que sua derrota viria. (Jer. 46:20, 21) O mesmo profeta também assemelha os conquistadores babilônios do povo de Deus a uma novilha pastando na grama tenra, por causa da exultação deles por terem capturado Israel. — Jer. 50:11.

      As mulheres fraudulentas, opressivas, que amavam o luxo e que moravam em Samaria são mencionadas como “vacas de Basã”. (Amós 3:15; 4:1) Efraim é essemelhado a uma “novilha treinada que gostava de trilhar”. (Osé. 10:11) Esta comparação adquire um significado adicional quando se considera que os animais que trilhavam não eram açaimados

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