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  • Deus ressuscitou uma nação
    A Sentinela — 1973 | 15 de outubro
    • Jerusalém. Quanto a todo aquele que restou de todos os lugares onde reside como forasteiro, auxiliem-no os homens de seu lugar com prata, e com ouro, e com bens, e com animais domésticos, junto com a oferta voluntária para a casa do verdadeiro Deus, que havia em Jerusalém.” — Esd. 1:3, 4.

      Quando Ciro, o Grande, associou assim Jeová com este acontecimento inesperado, os israelitas sabiam que Jeová era o Responsável pela abertura de suas sepulturas em Babilônia e por trazê-los para fora, vivos, para atividade adicional no Seu serviço e na Sua adoração, na pátria desolada deles. Auxiliados por israelitas solidários, para os quais não era então conveniente abandonar a Babilônia, 42.360 israelitas agiram em harmonia com o espírito derramado de Jeová e tornaram-se animados para com a oportunidade de repovoar os morros, os montes e os vales do solo de Israel, de reconstruir Jerusalém e seu templo e de restabelecer ali a adoração de Jeová. Mais de 7.500 escravos não-israelitas e cantores profissionais aceitaram o privilégio de acompanhá-los para o serviço unido de Jeová. (Esd. 2:64-67) Era deveras como “uma força militar muitíssimo grande”. — Eze. 37:10.

      RESSURREIÇÃO HODIERNA

      O cumprimento histórico da visão de Ezequiel a respeito do vale plano cheio de ossos secos foi tão profético como a própria visão. Este cumprimento então futuro é salientado no livro de Revelação, escrito mais de sete séculos depois da visão de Ezequiel. A revivificação do Israel espiritual é descrita ali do seguinte modo:

      “Quando tiverem terminado seu testemunho, a fera que ascende do abismo far-lhes-á guerra, e as vencerá e as matará. E os seus cadáveres jazerão na rua larga da grande cidade que em sentido espiritual se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi pendurado numa estaca. E os dos povos, e tribos, e línguas, e nações olharão para os seus cadáveres por três dias e meio, e não deixam que os seus cadáveres sejam colocados num túmulo. E os que moram na terra alegram-se por causa deles e regalam-se, e enviarão dádivas uns aos outros, porque estes dois profetas atormentavam os que moram na terra.

      “E depois dos três dias e meio entrou neles espírito de vida da parte de Deus, e puseram-se de pé, e caiu grande temor sobre os que os observavam. E ouviram uma voz alta dizer-lhes desde o céu: ‘Subi para cá.’ E subiram para o céu, numa nuvem, e seus inimigos os observavam.” — Rev. 11:7-12.

      No cumprimento moderno deste quadro profético, os do restante dos israelitas espirituais, cristãos, foram mortos no que se referia à sua obra de profetizar e testemunhar pública e livremente. Isto se deu como clímax da perseguição internacional contra eles, no último ano da Primeira Guerra Mundial. Passaram a estar numa condição espiritual exatamente como os ossos secos vistos por Ezequiel num vale plano, em Babilônia. (Gên. 11:2-9) Sua permanência nesta condição foi representada como de três dias e meio, o bastante para a rigidez cadavérica se apoderar dum cadáver. Entretanto, em meados do primeiro semestre do ano seguinte, 1919 E. C., entrou neles “espírito de vida da parte de Deus”, e ressuscitou-os para uma nova atividade pública, vigorosa, na pregação destas “boas novas do reino” em escala internacional. (Mat. 24:14) ‘Subirem para o céu numa nuvem’ indicava que estavam religiosamente separados da “grande cidade que em sentido espiritual se chama Sodoma e Egito” (a Jerusalém antitípica, ou seja, a cristandade, membro religioso predominante de Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa). Vieram a saber bem definitivamente que Jeová abrira suas “sepulturas” em Babilônia, a Grande, e os havia tirado espiritualmente vivos, restabelecendo-os no seu domínio espiritual correto.

      O que Jeová Deus fez em ressuscitar tanto o Israel natural como o espiritual ilustra vigorosamente que se pode confiar nas suas promessas. Também é digno de nota que os antigos hebreus, inclusive o antepassado dos israelitas, Abraão, criam na ressurreição dos mortos. Lemos a respeito da fé que Abraão tinha no poder de Jeová, de fazer os mortos viver: “(Ele [Abraão] é o pai de todos nós, como está escrito: ‘Eu te designarei pai de muitas nações.’) Isto se deu à vista Daquele em quem tinha fé, sim, de Deus, que vivifica os mortos e chama as coisas que não são como se fossem.” (Rom. 4:16, 17) Embora não deva ser encarada como representando a ressurreição dos mortos humanos, a visão de Ezequiel a respeito dum vale plano cheio de ossos secos está em acordo com a crença na ressurreição. Portanto, o cumprimento da visão fornece confirmação adicional da esperança da ressurreição.

  • Corresponde ao amor de Deus?
    A Sentinela — 1973 | 15 de outubro
    • Corresponde ao amor de Deus?

      O PROPÓSITO de Deus, de devolver aos mortos a vida, é uma expressão de seu amor. Ele não tem nenhuma obrigação para com a humanidade pecadora e moribunda. Não deve aos mortos humanos nenhuma ressurreição. Contudo, seu amor ao mundo da humanidade é tão grande, que ele não poupou nem seu Filho mais querido, a fim de prover a base para os tratos com a humanidade e devolver a vida aos mortos humanos. (Rom. 8:32) Conforme disse Jesus Cristo: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” — João 3:16.

      O que Jeová Deus fez ao dar seu Filho tornou possível que milhões dos falecidos sem qualquer conhecimento real Dele recuperem a vida e venham a conhecê-lo e a amá-lo. No caso dos que já entraram numa relação com Deus, a esperança da ressurreição habilita-os a perseverar fiéis até a própria morte e a achar consolo ao perderem entes queridos. — 1 Tes. 4:13, 14; Rev. 2:10.

      Como está correspondendo ao amor de Deus? É induzido por ele a conhecê-lo melhor, a aprender tanto quanto pode sobre os Seus modos e tratos com a humanidade?

      Jeová Deus, por meio de seu espírito, guiou cerca de quarenta homens diferentes, durante um período de cerca de dezesseis séculos, para que escrevessem um registro fidedigno de seus propósitos, modos e tratos. Este registro está contido nos sessenta e seis livros da Bíblia Sagrada. Ela revela o que Jeová Deus fez ao tratar com pessoas, povos e nações, no decorrer de muitos séculos. Ajuda-nos a avaliar a reação de Deus a uma grande variedade de circunstâncias e os motivos de suas ações. Assim, por meio da Bíblia, podemos chegar a conhecer bem a Deus.

      Se se sentir induzido a estudar a Bíblia por causa dum desejo sincero de conhecer melhor a Deus, está correspondendo ao amor de Deus. Mostra que aprecia que Deus proveu um registro escrito, fidedigno, para a humanidade.

      Naturalmente, não basta apenas o próprio estudo da Bíblia. Precisamos também querer aplicar as coisas aprendidas, acatar suas ordens e imitar as qualidades afetuosas de Deus — seu amor, sua justiça, sua compaixão e sua misericórdia. “O amor de Deus significa o seguinte”,

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