BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • O que os mais velhos estão fazendo
    A Sentinela — 1983 | 1.° de fevereiro
    • nesse estágio, dizendo: “Instrui ao menino no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.” — Provérbios 22:6, Almeida, revista e corrigida.

      Logo a criança vai à escola, e, durante vários anos, seu principal projeto cada dia é adquirir novo conhecimento sobre diversas matérias. Seu desejo natural de aprender é suprido até certo ponto por seus professores. Aprende novos conceitos, novas habilidades, e o mundo, aos poucos, se abre diante dela.

      Os anos de escola passam rápido demais, e um jovem adulto entra no mundo. Tem de aprender agora a lidar com pessoas adultas e adquirir proficiência para ganhar a vida. Na maioria dos casos, acaba obtendo um emprego regular, e é neste ponto que o processo de aprendizagem começa a diminuir o passo. A maioria dos adultos jovens se casam, tem filhos, são sobrecarregados de pressões e responsabilidades, e cessam aos poucos de enriquecer a vida com nova aprendizagem.

      Quando os filhos crescem, os pais descobrem que agora têm novamente tempo para si mesmos. Mas, em muitos casos, o costume de não aprender já se firmou. Já não estão tão inclinados como antes, quando eram jovens, a começar a investigar coisas novas, ou a fazer perguntas. No Japão, alguns falam de ter nascido em outra era. Um homem talvez diga: ‘Nasci na era Meiji.’ Essa foi a era política que terminou em 1912. Assim, tendo chegado à idade de pelo menos setenta anos, acha que seus dias de aprendizagem já terminaram e que não seria capaz mais de assimilar novas idéias na atual era moderna e incompreensível.

      Mas, precisa ser esse o caso? É verdade que à medida que a pessoa envelhece seu corpo físico se modifica. Suas juntas talvez fiquem mais enrijecidas, seus músculos, menos flexíveis, sua visão, um pouco mais fraca, e sua audição, um pouco menos aguçada. Mas, a menos que adoeça, isso causa apenas uma diminuição no passo, não a paralisação de todas as atividades. O fato de que uma turma de pessoas com mais de setenta anos podia realizar uma competição atlética prova isso. Dá-se o mesmo no caso da mente? Ou é verdade que a pessoa pode ser velha demais para aprender?

  • Velho demais para aprender? — “Nunca!”
    A Sentinela — 1983 | 1.° de fevereiro
    • Velho demais para aprender? — “Nunca!”

      É POSSÍVEL ser velho demais para aprender? Bem, considere apenas algumas consecuções de pessoas idosas. Aos noventa e dois anos, o compositor Irving Berlin ainda compunha música e o pianista Arthur Rubinstein ainda fazia apresentações aos noventa e quatro anos. O juiz Oliver Wendell Holmes, aos noventa e dois anos, começou a estudar o idioma grego. Aos oitenta anos, Moisés ingressou numa nova carreira, qual líder nacional e orador público. (Êxodo 7:7) E o apóstolo João já devia ter seus noventa e tantos anos quando foi usado para escrever seu famoso Evangelho e o livro de Revelação (Apocalipse).

      Não, a idade não precisa limitar a atividade mental. Há algumas doenças que podem diminuir o ritmo dos processos mentais dos idosos. A principal delas e a doença de Alzheimer, chamada às vezes de senilidade, que causa deterioração física no cérebro. Algumas outras doenças manifestam sintomas similares. Mas, a vasta maioria dos idosos não sofrem de tais doenças. Para estes, disse certo pesquisador, a “Criatividade não tem idade”.

      Testes realizados na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, revelaram que o desempenho de alguns idosos era tão bom quanto o dos estudantes jovens. O dr. Weinberg, psiquiatra e reconhecida autoridade em envelhecimento, relatou que, a menos que uma doença intervenha, a mente da pessoa retém o vigor e a habilidade de aprender até uma idade considerável — especialmente se os idosos se mantiverem fisicamente ativos e se associarem com pessoas que se interessam por eles. “O futuro dos idosos é brilhante”, diz o dr. Weinberg, que tem setenta anos, “contanto que preservem sua curiosidade e seu desejo de aprender e crescer”.

      Para alguns, isso certamente ocorreu. De fato, a declaração do dr. Weinberg foi, sem dúvida, corroborada de maneira mais notável do que ele mesmo esperava.

      OCASIÃO PARA MUDAR DE PROCEDER

      Considere, por exemplo, Alice Okon, da Nigéria. Seu filho era cristão praticante, e incentivava a mãe a ler a Bíblia e a aprender a esperança que esta oferece. Por fim, ela concordou em estudar a Bíblia, foi edificada na fé, e, aos oitenta anos, foi batizada em água para indicar sua determinação de usar o restante de sua vida no serviço de Deus.

      Ela acredita fortemente na declaração: “Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” (João 3:16) E, por exercer agora tal fé, aguarda confiantemente a vida eterna prometida por Deus. Aos oitenta anos, ela certamente não era velha demais para aprender.

      TOMAR DECISÕES

      Os idosos podem tomar grandes decisões e viver com as conseqüência delas. Paul Iryang Atua, de setenta e nove anos, que também mora na Nigéria, confrontava-se com uma difícil decisão. Buscara durante toda a vida uma religião que ensinasse a verdade da Bíblia. Por fim, recebeu a visita de Testemunhas de Jeová e percebeu que havia encontrado o que procurava. Entretanto, houve os que não gostaram de sua decisão.

      Certo ministro, duma religião

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar