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  • Projetado para durar para sempre
    Despertai! — 1971 | 22 de abril
    • substituída. No entanto, no livro Your Brain — Master Computer (1962, p. 52), lemos:

      “Durante muitos anos, cria-se que as células nervosas, diferentes das outras espécies de células do corpo? não se podiam dividir. Uma célula nervosa destruída, segundo se pensava, estava perdida para sempre, e tal dano ao cérebro jamais podia ser reparado. Recentemente, em certa pesquisa feita nos cérebros de ratos, descobriram-se algumas novas células nervosas em partes danificadas. . . .

      “Isto sugere que talvez haja possibilidade de o cérebro humano poder reparar alguns de seus danos.”

      Também, ao passo que a renovação das células cerebrais ou o seu conserto em ampla escala talvez não ocorra agora, na condição imperfeita do homem, quem pode dizer que não se dará no tempo designado de Deus?

      Mesmo que aceitássemos como um fato a afirmação, de que as células do cérebro não passam, e jamais passarão, pelo mesmo processo da divisão e renovação, como as demais células, significaria isso que não se renovam de jeito nenhum? Não, segundo o número do outono setentrional de 1969 de American Scientist (p. 288), em que o neurologista Paul A. Weiss relatou:

      “Aconteceu-me observar, bem por acaso, algo que cabalmente transtornou esse quadro plácido [anteriormente aceito] de nossos nervos. Aquilo que era tido como algo estático, de repente se me revelou como estrutura em constante fluxo, empenhada em incessante crescimento por toda a vida, e, deveras, crescendo a uma taxa que igualava as células de mais rápida proliferação do corpo adulto.”

      Explicou que as células do cérebro são renovadas, mas não pela divisão e multiplicação como as demais células do corpo. Antes, produzem continuamente novo material para substituir o que as células do cérebro cedem, ao dirigirem as operações para as demais partes do corpo. Pode-se comparar isto a se ter todas as partes para se construir uma máquina completa e nova, mas, ao invés, usá-las como peças sobressalentes para uma máquina existente do mesmo tipo.

      A respeito deste processo incomum que Weiss sugere que se passa no cérebro, ele diz: “Nossas células cerebrais não serão as mesmas na próxima semana que são hoje.” Por isso, as células cerebrais poderiam suprir de novo constantemente sua substância, ao passo que, ao mesmo tempo, mantinham intactos os ‘canais’ que o dono tem feito por meio de sua educação e seu ambiente.

      Qualquer que seja o caso com respeito às células cerebrais, podemos estar certos de que o Criador pode prover seja lá o que for que necessitarem para se suster e consertar para todo o sempre.

      Restaurado à Condição Original

      Quando Deus criou o homem e a mulher, ele lhes deu o potencial e a perspectiva de viver para sempre. Suas mentes e seus corpos eram sem jaça, sendo capazes de funcionar eternamente. Deviam exercer amoroso domínio sobre a terra e toda a vida nela. Essa era sua condição original. Mas, quando o homem se rebelou contra Deus, começou o processo de degeneração.

      Todavia, lá naquele tempo, próximo do começo da história humana, as pessoas viviam muito mais do que nós, atualmente. Isso se dá porque estavam mais perto da perfeição do que estamos agora. Note as idades de alguns dos que viveram antes do dilúvio global dos dias de Noé:

      Nome Idade ao Morrer

      Adão 930

      Sete 912

      Enos 905

      Quenã 910

      Malalel 895

      Jarede 962

      Metusalém 969

      Ao se passarem os séculos, a duração da vida diminuiu, em especial após o Dilúvio. Sem viveu 600 anos. Mais tarde, Abraão viveu 175 anos. Por volta do tempo de Moisés, a duração da vida havia diminuído para a média de 70 ou 80 anos. — Sal. 90:10; Gên. 5:3-27; 11:10, 11; 25:7.

      Desta história, então, podemos ver que alguns homens no passado viveram mais de dez vezes mais que os atuais 70, ou 80 anos. Desde que a mente e o corpo do homem operaram por quase 1.000 anos, mesmo depois de a imperfeição surgir, certamente é possível que operem para sempre quando libertos do pecado e sob a bênção e o controle de Deus.

      O salmista bíblico disse a Deus: “Elogiar-te-ei porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante.” (Sal. 139:14) Sim, Deus equipou o homem de uma combinação maravilhosamente ímpar de cérebro e corpo. Isto projetou os humanos para viverem para sempre aqui na terra.

      Mas, alguns talvez achem que viver para sempre em perfeição seria tedioso e cansativo. Será isto realmente verdade?

  • O que faria se vivesse para sempre?
    Despertai! — 1971 | 22 de abril
    • O que faria se vivesse para sempre?

      OS CIENTISTAS, já por dezenas de anos, tentam estender a duração da vida do homem. A perspectiva duma vida por cem anos é o alvo mencionado com freqüência.

      Muitos gostariam de ver alcançado este alvo. Todavia, se a perspectiva de viver para sempre for mencionada, alguns afirmarão que tal perspectiva é ‘indesejável’. Por quê?

      Seus argumentos são mais ou menos assim. ‘Viver para sempre seria monótono. Não teríamos mais o que fazer.’ ‘A vida eterna exigiria a perfeição, e a perfeição seria tediosa. Sem quaisquer doenças, dificuldades e erros, as pessoas deixariam de apreciar as coisas boas.’ Esse tipo de raciocínio talvez pareça fazer sentido. Mas, faz mesmo?

      Muitos que expressam tais conceitos estão simplesmente papagueando o que ouviram outros dizer; não pararam para meditar nesse assunto eles próprios.

      Mal não É Necessário Para Apreciar o Bem

      É a doença, por exemplo, realmente desejável para fornecer o contraste da saúde? Quão convincente acha que isso seria para o homem que já viu sua esposa definhar lentamente e morrer de câncer? Realmente, cansam-se as pessoas da vida por se sentirem bem? Cansam-se da vida porque seus ambientes são tão agradáveis e porque dispõem de boa comida? Cansam-se da vida porque têm abundância de trabalho saudável, de paz, de justiça?

      Ou será o contrário destas coisas que faz com que a vida pareça fatigante? Não é muita doença, dificuldade e fricção que fazem com que a vida pareça desagradável?

      Ademais, o raciocínio são nos diz que é a doença e os efeitos debilitadores da velhice que fazem com que nossos sentidos se tornem obtusos. Isto reduz nosso usufruto do alimento, da bebida e da atividade.

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