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Considerando bem a questão da educação universitáriaDespertai! — 1971 | 8 de dezembro
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de empresas desistem do ‘círculo vicioso’ executivo ou profissional em que entraram com altas esperanças depois da universidade. Os comentários sobre o modo de vida prometido por uma educação universitária têm-se revelado tristes.
Deveras, a desilusão com a finalidade e os resultados de uma universidade é tão grande agora que apenas cerca de um terço dos que entram numa universidade chega a terminar o curso de quatro anos nos EUA. Num “Relatório Sobre a Educação Superior” publicado pela Universidade de Stanford, em março de 1971, observou-se o seguinte: “A maioria dos desistentes citam o descontentamento com a universidade e o desejo de reconsiderar os alvos e interesses pessoais como as razões principais de deixarem os estudos. . . . A universidade está falhando em captar a atenção e cativar o entusiasmo de muitos estudantes. Para alguns, e decididamente uma experiência negativa.”
Outro Trabalho
Em dias idos, a universidade realmente ajudava a muitos a achar melhores colocações. Mas, os tempos mudaram. Muitos empregos atualmente que não exigem uma educação universitária pagam bem. Habilitam a pessoa a adquirir uma profissão que pode ser usada em muitos lugares.
Até recentemente dava-se a parecer que a pessoa que trabalhava com as mãos não realizava um trabalho dignificante. Não era considerada realmente bem-sucedida. Mas, muitos formados em universidade e profissionais liberais considerados ‘honrados’ atualmente ficam sem saber de onde virá sua próxima refeição, ao passo que carpinteiros, encanadores, auxiliares de escritório, eletricistas e outros que possuem uma profissão e trabalham com as mãos têm empregos. Alguns lixeiros nos EUA ganham atualmente Cr$ 60.000,00 por ano.
Não é nenhuma vergonha a pessoa aprender uma profissão e trabalhar com as mãos. Na verdade, nos dias atuais se torna a coisa prática a fazer. Essa é outra razão por que certos pais agora pensam melhor na questão de uma educação universitária. Preferem encaminhar seus rapazes ou suas moças em profissões mais úteis na escola secundária onde se podem aprender tais coisas, pelo menos em parte. Depois de se formarem do ginásio, talvez continuem brevemente numa escola profissional ou obtenham valioso treino no próprio emprego. Daí se habilitam para uma profissão e evitam a angústia amiúde sentida nas posições do tipo de administrador de empresa.
Os pais que são testemunhas de Jeová possuem outra razão muito sólida para encaminhar a vida de seus filhos a profissões úteis. Sabem pela profecia bíblica cumprida que a sociedade industrial hodierna está chegando ao fim. Em breve o próprio Deus Onipotente lhe dará o golpe mortal. (Pro. 2:20, 21; 1 João 2:17) Depois disso, na nova ordem de Deus, se executará um trabalho de reconstrução para transformar toda a terra num paraíso. (Luc. 23:43) Profissões de muitos tipos serão muito úteis então, assim como também perícias em agricultura e construção de casas. Portanto, por afastar seus filhos da chamada educação ‘superior’ hodierna, estes pais poupam seus filhos da exposição a uma atmosfera cada vez mais desmoralizante, e ao mesmo tempo os preparam também para a vida num novo sistema.
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Os líderes da corridaDespertai! — 1971 | 8 de dezembro
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Os líderes da corrida
● Há alguns anos, na Inglaterra, colocaram-se galgos e chitas juntos numa corrida para ver se as chitas eram realmente tão velozes. Durante a corrida, as chitas pularam com a maior facilidade por cima dos galgos para se tornarem os líderes da corrida.
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