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  • Quão amiúde é espectador?
    Despertai! — 1979 | 8 de novembro
    • uma sensação de satisfação e de realização que a pessoa raramente obtém como espectador. Também resulta numa felicidade especial que só provém às pessoas que praticam o dar. — Atos 20:35.

      Os cristãos devem reservar amplo tempo para envolver-se em atividades espirituais. A leitura pessoal ou palestra sobre a Bíblia ou publicações relacionadas é revigorante e estimulante. Contribui para a paz mental duma pessoa. Partilhar as boas coisas da Palavra de Deus com outros é estimulante, tanto física como mentalmente. Edifica a todos os envolvidos, inclusive os recebedores. Compartilhar juntos nesta atividade fortalece os vínculos familiares e provê uma alegria ímpar.

      Assim, depois de passar uma noite ou mesmo uma hora como espectadores, todos faremos bem em perguntar-nos: Foi bem gasto esse tempo? Beneficiei-me de alguma forma? O que mais poderia ou deveria ter feito? Lembrando-nos de que “cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus”, queremos usar nosso tempo e nossa vida do melhor modo possível. A medida em que gastamos tempo como espectadores influi em nossa felicidade e satisfação atuais da vida, e também em nosso futuro. — Rom. 14:12; Gál. 6:7.

  • Devem os cristãos realizar velórios?
    Despertai! — 1979 | 8 de novembro
    • O Conceito da Bíblia

      Devem os cristãos realizar velórios?

      MANTER vigília sobre o corpo dum morto há muito é um costume através do mundo. Atualmente, mesmo que em alguns países tais velórios raramente sejam realizados, em outros países, são comuns algumas formas deste costume antigo.

      O que há por trás deste costume? Como se originou? E devem os cristãos realizar velórios?

      Os Objetivos Subjacentes

      Segundo certa obra de referência, este costume “provavelmente começou porque as pessoas criam que os espíritos maus poderiam vir a possuir o cadáver insepulto, se fosse deixado a sós”. No entanto, tem-se também sugerido que o costume de amigos e vizinhos se reunirem para manter vigília uma noite inteira diante dum cadáver originou-se do pavor supersticioso de “passar a noite sozinho com um cadáver”.

      Lançando mais luz sobre o assunto de realizar velórios, a Encyclopœdia Britannica declara: “O costume, no que tange à Inglaterra, parece ser mais antigo que o cristianismo, e ter sido, de início, essencialmente celta. Sem dúvida, tinha origem supersticiosa, o medo de que os espíritos maus prejudicassem ou até mesmo removessem o corpo. . . . Com a introdução do cristianismo, adicionou-se a oração à simples vigília. Via de regra, o cadáver, com uma placa de sal no peito, era colocado sob a mesa, em que havia bebida alcoólica para os veladores. Estes velórios particulares logo tenderam a tornar-se orgias de bebedeiras. Com a Reforma e conseqüente abandono das orações em favor dos mortos, o costume de realizar ‘velório’ se tornou obsoleto na Inglaterra, mas sobreviveu na Irlanda.”

      Alguns Costumes dos Dias Atuais

      Os costumes que envolvem velórios variam consideravelmente de uma parte do mundo para outra. Em certos países latino-americanos, se o morto por acaso for uma criança, este jovem morto é colocado numa cadeira e vestido de anjo. Os amigos e parentes crêem que a “alma imortal” da criança voará direto para o céu. Talvez se faça um velório a noite toda, mas sua disposição talvez pareça festiva, pois talvez se acendam fogos de artifício e entoem-se canções alegres ao som de música instrumental. Haverá comida à disposição, e também bebidas alcoólicas.

      Entre os membros das denominações da cristandade na África Ocidental, não é especialmente o temor dos espíritos que motiva a realização dum velório. Em geral, os amigos e parentes desejam compartilhar no pesar da família mais chegada e prestar tributo final ao falecido. Raramente existe, contudo, uma disposição melancólica, e há alimento e bebida. Às vezes, pessoas que mal conhecem o falecido comparecem ao velório, assim consumindo bebidas e comidas às custas de outrem. Naturalmente, muitos sem dúvida possuem motivos nobres ao comparecer a um velório, embora algazarra e brigas reais talvez assinalem essa ocasião.

      Durante alguns velórios tribais, fazem-se esforços de comunicar-se com poderes sobrenaturais, e pratica-se a adivinhação. Ocasionalmente, um prato contendo um “remédio” é colocado sob o cadáver, e imagina-se que a aplicação deste “remédio” habilita a pessoa a ter visões. Alguns o aplicaram para curar feridas de autoflagelação em seus lábios e bochechas. E certas manifestações ocorridas parecem ter sido causadas por forças ocultas.

      Avaliar a Evidência

      É claro, então, que os velórios não têm origem cristã. Não raro, estão ligados à superstição. Assim, se conceitos supersticiosos estiverem ligados aos ‘velórios’ em certa localidade, os cristãos que moram ali dificilmente poderiam participar de tal costume. A luz e a verdade espirituais de Deus lhes deram liberdade da superstição e da adoração falsa, e eles não consideram tal libertação de forma leviana. — Sal. 43:3; João 8:32.

      Se ‘velórios’ em determinada localidade estiverem ligados à bebedeira e a altercações motivadas pela bebida, há motivos sólidos para que as pessoas piedosas se ausentem deles. Para os co-adoradores de Jeová Deus, escreveu o apóstolo cristão, Paulo: “Andemos decentemente, como em pleno dia, não em festanças e em bebedeiras.” — Rom. 13:13.

      No caso em que a adivinhação e tentativas de comunicar-se com os espíritos forem praticados em velórios, há motivos adicionais para que os cristãos se ausentem deles. “A prática do espiritismo” é uma ‘obra da carne’ que impede os que continuam a empenhar-se no ocultismo de herdar o reino de Deus. (Gál. 5:19-21) Também, disse-se incisivamente ao povo de Jeová dos tempos antigos: “Não se deve achar em ti . . . alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos.” — Deu. 18:10-12.

      Todavia, que dizer do medo dos mortos, que talvez motive a realização dum velório em favor de pessoas falecidas? Este pavor é injustificado, pois as Escrituras indicam que o homem não possui uma alma imortal. Antes, diz-se-nos que “os mortos . . . não estão cônscios de absolutamente nada . . . não há trabalho, nem planejamento, nem conhecimento, nem sabedoria no Seol [a sepultura comum da humanidade], o lugar para onde vais”. (Ecl. 9:5, 10) Em outra parte, a Palavra de Deus diz: “A alma que pecar — ela é que morrerá.” (Eze. 18:20) Nem mesmo uma criança aparentemente inocente constitui exceção, pois todos os humanos herdaram o pecado e a morte do primeiro homem, Adão. (1 Reis 8:46; Rom. 5:12) Por isso, a criança falecida não possui nenhuma “alma imortal” que voe para o céu instantaneamente, a fim de tornar-se um anjo. Ademais, os anjos celestes não são humanos falecidos, mas são criações diretas. — Col. 1:15-17; Heb. 1:7.

      Os cristãos, portanto, não receiam os mortos nem sentem-se obrigados a realizar um velório. Nem ficam ‘pesarosos como os demais que não têm esperança’. (1 Tes. 4:13) Na verdade, ficam tristes com a morte dum ente querido, assim como o homem perfeito, Jesus Cristo, verteu lágrimas com a morte do seu amigo Lázaro. Mas, nessa mesma ocasião, Jesus ressuscitou a Lázaro, dando a todos os crentes firme razão para ter esperança da ressurreição dos que estão na memória de Deus. — João 11:30-44; Atos 24:15.

      Ajudar os Enlutados

      Em localidades onde um ‘velório’ está ligado a práticas e conceitos antibíblicos, os cristãos certamente não participarão dos costumes locais. Mas, e se o termo “velório” for aplicado vagamente à visita a uma família enlutada em sua casa, ou numa capela funerária?

      A morte poderá ocorrer numa hora em que não é possível remover de imediato o corpo. Em tais casos, os cristãos talvez achem mui proveitoso passar uma noite junto com os parentes, mesmo quando o cadáver ainda se acha em casa. Conquanto não estejam envolvidas práticas antibíblicas, não existe nenhuma objeção bíblica a que se visitem os que pranteiam e se lhes ofereça ajuda, condolências, e o “consolo das Escrituras”. — Rom. 15:4; Jó 29:25; João 5:28, 29.

  • Observando o Mundo
    Despertai! — 1979 | 8 de novembro
    • Observando o Mundo

      O “Clube de Roma” Reúne-se no Rio de Janeiro

      ◆ Pela primeira vez em seus dez anos de existência, o “Clube de Roma” reuniu-se na América Latina, de 2 a 5 de julho de 1979, no Rio de Janeiro. O “Clube de Roma” é um grupo informal, composto de economistas, cientistas, negociantes e professores de 40 países, dedicado “à compreensão e à solução dos complexos problemas do mundo contemporâneo”. O tema geral do seminário do Rio de Janeiro era “Os Desafios da Década de Oitenta”. Altas autoridades governamentais também participaram das discussões. Na sessão de abertura, o presidente do Clube, Aurélio Peccei, avisou que “estamos minando a capacidade do planeta de sustentar a vida”. Declarou que o êxito tecnológico do homem era a causa irônica de sua impendente ruína. Uma reavaliação fundamental e angustiante das tendências econômicas e ecológicas precisa ser feita, ou o mundo poderia enfrentar o desastre antes do fim do século, sublinhou ele. Comentou a revista Veja (11 de julho de 1979): “Entretanto, qualquer que fosse o tema abordado, surgia imediatamente o desencontro nas interpretações, com os brasileiros quase sempre buscando explicação nas disparidades de renda regionais e de classe.” Em suas observações finais, Peccei concordou com as críticas da América Latina, dizendo que “a estrutura de poder do mundo precisa ser mudada”. Mas, ele também indicou que “o Estado-nação é uma enorme barreira para se aliviar as crises mundiais . . . O homem não é o dono do mundo.” Uma manchete no Brazil Herald (jornal de língua inglesa) resumiu bem o resultado do seminário: “O Congresso do Clube de Roma Terminou em Contenda.” — 6 de julho de 1979.

      Fim de Uma Célebre Cervejaria

      ◆ O progresso em Munique pressagia o fim de uma célebre cervejaria, aquela onde Hitler proclamou sua revolução nazista. O edifício onde Hitler organizou seu partido, e que se tornou um lugar especial para o nazismo, será demolido para limpar o caminho para um novo shopping center. O “Bierkeller” entrou para as páginas da história em 1923 quando Hitler liderou mais de 2.000 soldados de tropas de assalto numa marcha contra o governo, o que se tornou conhecido como O “Putsch” (revolução) da Cervejaria.

      Inverno Polonês Domestica Lobos

      ◆ Aparentemente não foram apenas os humanos que sofreram com o pior inverno em 25 anos na Polônia e em boa parte

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