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  • O que acontece com o que come?
    Despertai! — 1984 | 8 de setembro
    • sistema sanguíneo. O sistema sanguíneo transporta o alimento digerido para aquela “fábrica” notável, o fígado. Ali, as moléculas decompõem-se ainda mais. Daí, quando as células de seu corpo precisam de reparos, o fígado emprega esta matéria prima para fabricar ou sintetizar as “peças de reposição” — os aminoácidos e as proteínas. Também, pode estocar e enviar mais tarde a glucose para alimentar suas células. O fígado é também um depósito. Quando se faz mister o reparo adicional das células, o corpo envia um sinal, e o fígado fornece alguns dos materiais necessários para os reparos, a pedido.

      Que dizer, então, do alimento que não foi absorvido? A água por fim vai para os rins, para ser eliminada pela bexiga. Os resíduos sólidos passam para o intestino grosso, ou cólon, para ser eliminados pelo reto. Visto que o cólon fica em sua condição de máxima eficiência quando está relativamente cheio (e existe evidência de benefícios adicionais para a saúde), muitos médicos recomendam uma dieta rica em fibras, isto é, materiais não-digeríveis, tais como farelo de cereais, para ajudar na eliminação regular.

      “Feito Maravilhosamente”

      Este breve exame do aparelho digestivo do corpo é uma confirmação da declaração do salmista: “Elogiar-te-ei [Jeová] porque fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante.” (Salmo 139:14) Como fomos feitos de modo tão intricado e maravilhoso! E não só Deus nos tem dado os meios materiais e físicos para permanecermos vivos, mas ele também proveu a direção e a orientação necessárias para que tiremos o máximo proveito da vida! — João 17:3.

  • De novo o canal Love
    Despertai! — 1984 | 8 de setembro
    • De novo o canal Love

      Há uns cinco anos, uma emergência sanitária foi declarada no Canal Love, na parte norte do estado de Nova Iorque, EUA.a Resíduos tóxicos tinham sido enterrados ali, e, segundo as autoridades decidiram, isso tornava o local perigoso demais para que humanos continuassem a viver naquele local. Assim, a maior parte das pessoas se mudaram, mas outras criaturas vivas permaneceram; entre estas, havia pequenos animais castanhos, dotados de caudas curtas e orelhas curtas, conhecidos como arganazes das campinas.

      Em data recente, algumas autoridades afirmaram que já era seguro o retorno de pessoas para tal área — embora outras discordassem. Em vista desse desacordo, recente estudo dos arganazes das campinas, que viviam no Canal Love e nas redondezas, provou-se muito interessante. O estudo foi dirigido pelo professor John Christian, e publicado na revista Natural History (História Natural).

      O que descobriu ele? Descobriu que havia grande diferença entre os arganazes que viviam bem na área de vazadouro do Canal Love, os que viviam próximo do vazadouro e os que viviam a um quilômetro e meio dali. Ao passo que a vida média dos arganazes que viviam a um quilômetro e meio da área era de 154 dias, a dos arganazes que viviam perto do vazadouro era de 105 dias. Para os arganazes que realmente viviam no vazadouro do Canal Love, a vida média era de 84 dias.

      Não se conhece ainda a razão precisa de os arganazes do Canal Love morrerem tão cedo. Mas, parece indicar que, depois de cinco anos, os resíduos tóxicos do Canal Love ainda são perigosos para as coisas vivas.

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