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  • Pisídia
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    • parte da província da Galácia até que, nos tempos pós-apostólicos, ela foi ampliada, tornando-se uma província distinta sob o nome de Pisídia.

      O apóstolo Paulo passou pela Pisídia em sua primeira viagem missionária, viajando da costeira Panfília, pelas montanhas, até a Antioquia, da Pisídia. (Atos 13:13, 14) Também passou pela Pisídia na viagem de volta. (Atos 14:21, 24) Os bandidos e os turbulentos rios montanhosos dessa região bem que poderiam constituir a base para a declaração de Paulo, de que enfrentara “perigos de rios, . . . perigos de salteadores de estradas”. — 2 Cor. 11:26; veja mapa na página 156.

  • Píson
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    • PÍSON

      [de significado incerto; pelo que parece, provém duma raiz que significa “tornar amplo, tomar pleno”]. Um dos quatro rios que se ramificavam do ‘rio que saía do Éden’, e, depois disso, rodeava a inteira terra de Havilá, terra que se declara ser a fonte de ouro, de bdélio e de ônix. (Gên. 2:10-12) É conjectural a identificação do rio Píson, as sugestões variando de certos rios da Armênia até o rio Ganges, da índia. — Veja RIO.

  • Pistácia, Noz De
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    • PISTÁCIA, NOZ DE

      A palavra hebraica botním é geralmente entendida como designando o fruto da Pistacia vera, ou pistácia. Esta árvore decídua viceja em áreas secas e raramente chega a atingir mais de 9 m. As nozes medem de pouco mais de 1 a c. 2 cm, crescendo em grandes cachos. A casca fina, mas dura, de coloração clara, das nozes maduras da pistácia, é recoberta de um folhelho um tanto enrugado. Cada noz contém uma amêndoa verde-amarelada, coberta de fina pele avermelhada. A amêndoa possui um sabor brando, adocicado, e é comumente comida crua ou fritada. Às vezes as amêndoas são esmagadas, para a retirada de seu óleo, e as amêndoas moídas são usadas em confeitos.

      As nozes da pistácia achavam-se entre “os produtos mais excelentes do país” de Canaã que foram levados pelos filhos de Jacó como presente para aquele que era um governante no Egito. (Gên. 43:11) Até mesmo em tempos modernos, grandes quantidades de nozes de pistácia têm sido exportadas de partes do Oriente Médio.

  • Pitom
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    • PITOM

      Uma das duas cidades-armazéns construídas no Egito pelos israelitas escravizados, a outra sendo Ramsés. (Êxo. 1:11) O nome Pitom, segundo se julga em geral, tem alguma relação com o nome egípcio Pr-Tm, que significa “casa de (o deus) Tem”. Nesta base, têm-se sugerido duas localidades como sendo Pitom, ambas no uádi Tumilat, da parte E da região do delta.

  • Planície
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    • PLANÍCIE

      Terra relativamente plana, em contraste com a região colinosa ou montanhosa. As Escrituras Hebraicas são bem explícitas em seu emprego de diferentes palavras para identificar ou descrever vários tipos de terreno.

      O termo hebraico, ‘araváh é utilizado tanto como nome de uma região específica como qual palavra descritiva de determinado tipo de terreno. (Veja ARABÁ.) Quando empregado sem o artigo definido, ‘araváh indica uma planície desértica ou estepe, tais como as de Moabe e de Jericó. (Núm. 22:1; 35:1; Jos. 5:10; 13:32; Jer. 52:8) Embora houvesse rios que proviam alguma água para essa região, ‘araváh em geral sublinha que a planície é árida. Assim, seria bem uma inversão das coisas tornar-se a planície fértil, bem-regada, de Sarom, como uma planície desértica (Isa. 33:9), ou virem torrentes de água à planície desértica. — Isa. 35:1, 6; 51:3.

      A palavra biq‘áh indicava uma planície ampla, delimitada por montes. Provém de uma raiz que significa “fender, partir, dividir”, e pode ser traduzida com exatidão como “vale plano”. Até mesmo hoje em dia, o amplo vale entre as montanhas do Líbano e do Antilíbano é conhecido como El Bicá. (Jos. 11:17) Não raro, nas Escrituras, biq‘áh ou “vale plano” é colocado em contraste com montanhas ou colinas (Deut. 8:7; 11:11; Sal. 104:8; Isa. 41:18), ou terrenos escarpados ou acidentados. (Isa. 40:4) A palavra aramaica relacionada, que aparece em Daniel 3:1, é freqüentemente traduzida apenas “planície”, referindo-se ao local em que Nabucodonosor ergueu a imagem de ouro.

      Uma longa planície baixa ou baixada era designada pelo termo hebraico ‘émeq. A palavra significa “uma longa e ampla extensão de terra entre cadeias paralelas de colinas, de menor extensão que o termo precedente [biq‘áh], . . . [‘émeq] contendo a idéia de pouca elevação e de largura, em vez de uma condição cheia de precipícios ou de confinamento”. [Cyclopædia (Ciclopédia) de M’Clintock e Strong, Vol. X, p. 703] A palavra hebraica é aplicada a muitas localidades diferentes, tais como a “baixada de Acor”, e “a baixada de Aijalom”, e a “baixada de Refaim”. — Jos. 7:26; 10:12; 1 Crô. 11:15.

  • Planta Venenosa
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    • PLANTA VENENOSA

      Embora alguns sugiram uma equivalência entre a palavra hebraica ro’sh (ou, rohsh) e a cicuta, a colocíntida ou a papoula, não é possível fazer-se uma identificação precisa desta planta. O termo hebraico às vezes se refere a (1) uma planta amarga e venenosa (Lam. 3:5, 19), (2) ao veneno ou “peçonha” (Deut. 32:33; Jó 20:16), e, quando usado em conexão com água, (3) água venenosa. (Jer. 8:14; 9:15; 23:15) Ele aparece, em sentido ilustrativo, com referência à perversão da justiça (Osé. 10:4; Amós 6:12) e aos que apostatam. — Deut. 29:18; compare com Atos 8:23; Hebreus 12:15.

      A respeito do Messias, predisse-se que lhe seria ministrada, como alimento, uma “planta venenosa”. (Sal. 69:21) Isto ocorreu quando se ofereceu a Jesus Cristo, antes de ser pregado na estaca, vinho misturado com fel, mas, ao prová-lo, Jesus recusou tal bebida estupefaciente que, provavelmente, visava minorar seus sofrimentos. Ao registrar o cumprimento desta profecia, Mateus (27:34) empregou a palavra grega kholé (fel), o mesmo termo encontrado na Septuaginta no Salmo 69:21. No entanto, o relato do Evangelho de Marcos menciona a mirra (Mar. 15:23), e isto tem suscitado o conceito de que, neste caso, a “planta venenosa” ou “fel” fosse a “mirra”. Outra possibilidade é que a bebida drogada talvez contivesse tanto fel como mirra.

  • Plátano
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    • PLÁTANO

      [Heb., ‘armóhn].

      O nome desta árvore, em hebraico, provém evidentemente da raiz ‘aráh, que significa “nudez”, ou da palavra ‘arám, que significa “despido”. Em Gênesis 30:37, 38, descreve-se Jacó como colocando varas desta árvore, junto com as de outras árvores, diante dos rebanhos de Labão, em Harã, na Síria. As varas haviam sido descascadas, “deixando expostos”, ou revelando, os “lugares brancos”. O plátano-do-oriente (Platanus orientalis) anualmente se descasca, perdendo sua camada externa em tiras ou seções, e expondo logo abaixo a casca interna, lisa e esbranquiçada.

      O plátano-do-oriente tem majestosa aparência, crescendo até atingir uns 21 metros ou mais, possuindo ramos amplamente espalhados e folhas largas, verde-escuras, semelhante às da videira, e provendo esplêndida sombra. A circunferência do seu tronco amiúde atinge até cerca de 12 m. Por conseguinte, era uma árvore digna de ser comparada ao majestoso cedro-do-líbano — embora não fosse realmente uma rival dele — o qual Ezequiel empregou como figura de Faraó e toda a sua massa de gente. — Eze. 31:8.

  • Pó
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    • PÓ

      Diminutas partículas de matéria, suficientemente leves para serem erguidas e transportadas com facilidade pelas correntes aéreas. O pó é uma provisão do Criador que é essencial para a existência e o conforto da humanidade. (Pro. 8:22, 26) Os cientistas sustentam que não poderia ocorrer nenhuma condensação de umidade como chuva, neblina ou vapor d’água, se não fosse pela existência de certos sais que absorvem água, e que constituem parte do pó atmosférico. Ademais, sem a propriedade de difusão da luz do pó atmosférico, os olhos das criaturas terrestres ficariam expostos ao insuportável clarão dos raios diretos do sol, e o fenômeno bem familiar dos ocasos penumbrosos e lindamente coloridos deixaria de ocorrer.

      O Criador empregou “pó do solo” quando formou o primeiro homem (Gên. 2:7; 1 Cor. 15:47, 48), e, quando Adão foi sentenciado por desobedecer a lei de Deus, Jeová decretou: “Ao pó voltarás.” (Gên. 3:19) Deus também pronunciou uma maldição de grande significado profético ao dizer à serpente no Éden: “Sobre o teu ventre andarás e pó é o que comerás [mordiscarás] todos os dias da tua vida.” (Gên. 3:14) Ao passo que a serpente não subsistiria apenas de pó, ela ingeriria algum pó junto com seu alimento, por causa de sua condição pouco elevada em relação ao solo.

      Em vista da queda do homem na imperfeição, o pó é às vezes empregado de forma figurada para ilustrar a fragilidade da espécie humana. Deus mostra misericórdia para com aqueles que o temem, “lembra-se de que somos pó”. (Sal. 103:13, 14; Gên. 18:27) Também é simbólico da mortalidade dos humanos, pois, por ocasião da morte, “retornam ao seu pó”. (Sal. 104:29; Ecl. 3:19, 20; 12:1, 7) Visto que o homem, ao morrer, retorna ao pó, o túmulo às vezes é, em sentido figurado, chamado de “pó”. (Sal. 22:29; 30:9) O pó do solo pode denotar uma condição humilde. Jeová é “Quem levanta do pó o de condição humilde”. (1 Sam. 2:8; Sal. 113:7) Fazer os inimigos ‘lamberem o pó’ significa subjugá-los, conseguindo a submissão completa deles. — Sal. 72:9; Miq. 7:16, 17.

      Nas Escrituras, grandes números de pessoas são comparadas ao pó, por causa de sua imensidão. Assim, Deus prometeu a Abrão (Abraão): “Vou fazer o teu descendente semelhante às partículas de pó da terra.” — Gên. 13:14, 16.

      Lançar pó no ar ou lançá-lo sobre uma pessoa eram meios de registrar forte desaprovação dela. É costumeiro, em partes da Ásia, exigir que se faça justiça contra um criminoso por lançar poeira sobre ele. Certa multidão em Jerusalém, injustificadamente enraivecida por certas palavras de Paulo, demonstrou sua animosidade contra ele por ‘atirarem poeira no ar’. Por meio de sua demonstração emocional e por suas palavras, patentearam sua desaprovação de Paulo diante do comandante militar. (Atos 22:22-24) Similarmente, Simei manifestou que desaprovava a realeza de Davi por ‘manter o passo com ele para invocar o mal; e atirava pedras ao manter o passo com ele e jogava muito pó’. — 2 Sam. 16:5-13.

      Jesus Cristo instruiu seus discípulos no sentido de que, quando alguém deixasse de recebê-los ou de ouvir as palavras deles, deviam sacudir ou remover o pó dos pés deles ao saírem daquela casa ou daquela cidade. Tal costume servia de “testemunho contra eles”, dando a entender que os seguidores de Jesus partiam pacificamente e deixavam aquela casa ou aquela cidade entregue às conseqüências que lhe adviriam da parte de Deus. — Mat. 10:11-15; Luc. 9:5; 10:10-12; Atos 13:50, 51

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