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  • O comércio dos abortos — visto por um médico
    Despertai! — 1971 | 8 de maio
    • “especialistas” num processo que, há apenas semanas atrás, era considerado criminoso e imoral.

      Pensei nos políticos que tornam legais coisas tais como os abortos. A falta, contudo, é apenas parcialmente deles, pois na realidade apenas refletem a vontade e os desejos de seus constituintes — as pessoas a quem representam.

      Pensei também nas igrejas da cristandade e em seus clérigos. Ao passo que outros eram, sem dúvida, responsáveis em grande medida, me parecia óbvio que o clero era muitíssimo responsável. Não era prerrogativa dos médicos nem o dever dos professores, nem o setor dos legisladores ensinar princípios morais às pessoas, nem inculcar nelas elevada consideração pela vida. Tratam-se de assuntos de natureza religiosa, e por anos e anos se presumiu serem a responsabilidade do clero.

      Quantas das jovens mulheres que eu vira hoje estavam ali para praticar aborto por não terem aprendido de seus clérigos que as relações sexuais pré-maritais são especificamente condenadas pela própria Bíblia delas? Quantas eram mulheres casadas que detinham boa posição em sua própria igreja, e, ainda assim, demonstravam completa falta de respeito pelas vidas de seus bebês nascituros?

      Os abortos provocaram alguns clamores de organizações religiosas, mas a força destas proclamações de horror se perde nas realidades de hoje. As próprias pessoas que faziam os abortos, que aprovaram as leis de aborto, que se tornaram pais dos filhos ilegítimos nascituros, bem como as mulheres que tinham os abortos, foram na maior parte criadas em lares religiosos, e grande número delas são, na atualidade, membros respeitados das igrejas em suas comunidades!

      Estou convencido de que as igrejas falharam. O clero se tem mostrado delinqüente em seu papel de mestre, conselheiro e apoiador da moral e do amor à vida. Não há dúvida em minha mente de que as igrejas deixaram de inculcar nas mentes e nos corações de seus adeptos, uma verdade básica, a saber: a Vida é uma de nossas mais valiosas possessões! — Contribuído.

  • Ela mudou seu estilo de roupa
    Despertai! — 1971 | 8 de maio
    • Ela mudou seu estilo de roupa

      ● Durante seu ministério de casa em casa, certa testemunha de Jeová em Colombo, Geórgia, EUA, encontrou uma jovem senhora elegante. Ela era presbiteriana e ensinava na escola dominical. Seu pregador ensinara o conceito moderno dos “livre pensadores” e que o “vestido moderninho” era parte de sua “expressão”. Todos os vestidos dela eram microminis no comprimento.

      Esta senhora aceitou um estudo bíblico domiciliar gratuito que lhe foi oferecido pela Testemunha. Com o tempo, foi-lhe jeitosamente trazido à atenção que a Bíblia ensina a modéstia no vestir-se para as mulheres cristãs. (1 Tim. 2:9, 10) Embora viesse ao Salão do Reino trajando seus vestidos do comprimento usual, as Testemunhas a acolheram calorosamente. E ela casualmente observou o vestido modesto das mulheres no Salão do Reino.

      À medida que estudava a Bíblia, começou a ver que seu líder religioso a desencaminhara. Agora compreendia que a pessoa ou está sob o espírito de Jeová ou sob o espírito do mundo. Começou a chorar. Mas, mostrou tanta apreciação pela verdade de Deus que começou a recomendá-la a outros.

      Pouco depois apareceu no Salão do Reino com um vestido de comprimento modesto. As Testemunhas ali ficaram todas regozijando-se junto com ela. Deveras, a verdade de Deus ajuda as pessoas a transformar a mente, em harmonia com a vontade de Deus. — Rom. 12:1, 2.

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