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Não se refreie de ‘praticar a verdade’A Sentinela — 1975 | 15 de maio
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4. Que evidência há de que a luz da parte de Deus e de seu Filho tem atingido a muitos dentre a humanidade, durante toda a história do homem?
4 Apesar de as pessoas viverem em tal mundo, não significa que a luz de Deus e de seu Filho, que é “a imagem de Deus”, e portanto também é luz, não chegue a alguns dentre a humanidade e assim os liberte da escuridão. (João 8:12) O Deus de luz e seu Filho proveram a luz da verdade a tal ponto, que durante a história da humanidade tem havido alguns que andaram na luz e tiveram o favor e a bênção do Criador. O capítulo onze de Hebreus menciona alguns destes, dos tempos pré-cristãos. As Escrituras Gregas Cristãs contam a história do começo do cristianismo e nos levam aos dias finais do primeiro século, falando sobre Cristo Jesus e seus seguidores, que andaram na luz. E embora tenhamos pouca história real, registrada, para identificar os aderentes da luz nos séculos depois da morte dos apóstolos e dos primitivos discípulos de Cristo, até os nossos tempos modernos, não obstante, a ilustração de Jesus Cristo, a respeito do trigo e do joio, assegura-nos que durante este tempo tem havido os que andaram na luz de Deus, seguindo sua Palavra, o Livro de luz. (Mat. 13:24-30, 36-43) Nos tempos modernos, ao passo que o cumprimento da ilustração do trigo e do joio atinge seu clímax, os “filhos do reino” são glorificados no Reino estabelecido, havendo um restante ainda na terra brilhando “tão claramente como o sol”, dispersando iluminação espiritual, para que outros possam ser ajuntados ao lado do Deus da luz, para a preservação no futuro.
NÃO É FÁCIL ANDAR NA LUZ
5. Que táticas usam Satanás e seus demônios para impedir que as pessoas tenham a luz da Palavra de Deus?
5 A luta para manter as pessoas afastadas da luz da Palavra de Deus e de andarem na luz de Deus é uma guerra intensa travada pelos poderes da escuridão, Satanás, seus demônios e sua organização terrestre, visível. (1 João 5:19) Para os que entram em contato com a luz, muitas vezes se colocam no seu caminho todos os impedimentos possíveis para fazê-los tropeçar e assim continuar na escuridão. Pode tratar-se da pressão por parte de parentes, que combatem a luz da verdade. Podem ser dúvidas sobre a veracidade da Palavra de Deus, por se ter sido cegado por tanto tempo pelos ensinos falsos dos poderes religiosos da escuridão. Pode ser a pressão da parte de companheiros ou das próprias inclinações pecaminosas, que tornam difícil viver à altura dos requisitos divinos, impostos aos filhos da luz.
6. (a) O que pode acontecer à pessoa mesmo depois de ser liberta da escravidão à escuridão? (b) Que perguntas faremos bem em considerar?
6 Mesmo depois de alguém se ter liberto do controle dos poderes da escuridão e ter vindo à luz, ele enfrenta um bombardeio contínuo deste sistema de coisas. Por isso pode ser às vezes difícil que alguns ‘pratiquem a verdade’, mas eles precisam prevenir-se para que não voltem ao seu anterior modo de vida. O apóstolo João escreveu: “Se fizermos a declaração: ‘Temos parceria com ele’, contudo prosseguirmos andando na escuridão, estamos mentindo e não estamos praticando a verdade.” (1 João 1:6) É verdade que todos falhamos às vezes, mas quais são as coisas que praticamos? Andamos alguns de nós mais na escuridão do que na luz, embora afirmemos ter saído da escuridão deste mundo para a luz? Será que realmente praticamos a verdade, ou mostra nosso modo de vida que nos refreamos, enganando a nós mesmos e mentindo a nós mesmos? — 1 João 1:8 a 2:2.
7. Que exame de si mesmo é vital, e em que base deve ser feito?
7 É vital fazer um exame de si mesmo neste assunto, usando a Palavra de Deus como guia quanto ao que se devia estar fazendo ao estar praticando a verdade e andando na luz. Este exame de si mesmo abrange vários campos vitais, campos em que cada um de nós deve estar interessado. Devemos fazer este exame de nós mesmos pensando nas palavras do apóstolo Paulo, ao falar à congregação coríntia: “Pois, não nos atrevemos a classificar-nos entre alguns ou a comparar-nos com alguns que recomendam a si mesmos. Certamente, ao se medirem consigo mesmos e se compararem consigo mesmos eles não têm entendimento.” (2 Cor. 10:12) O exame de nós mesmos deve ser feito à base do Livro da luz, a Palavra de Deus. Paulo disse mais: “Pois, se alguém acha que ele é alguma coisa, quando não é nada, está enganando a sua própria mente. Mas, prove ele quais são as suas próprias obras, e então terá causa para exultação, apenas com respeito a si próprio e não em comparação com outra pessoa.” (Gál. 6:3, 4) Mostre a Palavra de Deus a cada um individualmente o que Deus exige dos que dizem que ‘praticam a verdade’. Não nos meçamos segundo outro homem ou por normas humanas.
PRATICAR A VERDADE NA NOSSA CONDUTA DIÁRIA
8. Na sua carta aos efésios, o que aconselhou o apóstolo Paulo que se deve evitar?
8 O apóstolo Paulo escreveu à congregação em Éfeso as seguintes palavras: “Isto, portanto, digo, e dou testemunho no Senhor, que não mais andeis assim como também as nações andam na improficuidade das suas mentes, ao passo que estão mentalmente em escuridão e apartados da vida que pertence a Deus, por causa da ignorância que há neles, por causa da insensibilidade dos seus corações. Tendo ficado além de todo o senso moral, entregaram-se à conduta desenfreada para fazerem com ganância toda sorte de impureza.” — Efé. 4:17-19.
9. Que normas do mundo atual mostram que muitas mentes estão em escuridão?
9 As normas deste mundo, sua “ética segundo a situação”, são o resultado das mentes que estão em escuridão, apartadas da vida que pertence a Deus. O mundo diz, em efeito: “Faça o que bem entender”, querendo dizer que a própria pessoa é legislador para si mesma, sem estar obrigada por qualquer código ou regra externos que lhe limitem a liberdade. Esta norma permite tornar-se insensível no coração. “Tudo vale”, torna-se o lema.
10, 11. Quem está incluído entre os que estão em escuridão mental, e por quê?
10 Os que estão mentalmente em escuridão incluem muitos líderes religiosos da cristandade, que apóiam tais normas mundanas. Em vez de incentivar as pessoas a praticar a verdade, cedem às pressões das nações e dos em altas posições, que toleram a conduta errada. Em apoio desta declaração, considere o que certo capelão protestante duma faculdade nos Estados Unidos disse a respeito do adultério: ‘A vida plena pode melhor ser alcançada quando o homem — e também sua esposa — estão livres para se empenharem em casos amorosos extra-maritais [adultério], não secretamente, mas com o conhecimento e consentimento mútuos.’ Um clérigo de São Francisco, E. U. A, disse num semanário da Igreja Episcopal: “Não há ato sexual que em si mesmo seja pecaminoso. . . . Acho também que duas pessoas do mesmo sexo podem expressar amor e aprofundar este amor por relações sexuais [homossexualismo].”
11 Esta escuridão mental estende-se também ao campo das diversões. E, de fato, os “artistas”, de muitos modos, são os que estabelecem normas ou “modas” para esta geração. Não é incomum ler nas revistas e nos jornais sobre homens e mulheres viverem juntos e terem filhos sem estarem casados, sem que sofram qualquer estigma por tal fornicação. De fato, quem protesta amiúde é classificado como “quadrado”, fora da moda dos tempos modernos. Programas de rádio e de televisão amiúde destacam tais pessoas de qualidades duvidosas como atração principal. Elas gostam de tornar sua vida um livro aberto, para todos lerem e verem, como se tentassem por todos os meios possíveis chocar a decência normal. Pouco sabem que sofrerão um choque nos dias à frente, ao ceifarem o que semearam, por causa de sua conduta desenfreada.
12. Que descrição dos que estão em escuridão mental é fornecida em Romanos 1:24-27?
12 O apóstolo Paulo descreveu muito bem este tipo de pessoa na sua carta aos romanos, os quais viviam em condições similares, há dezenove séculos atrás. Ele disse: “Portanto Deus, em harmonia com os desejos dos seus corações, entregou-os à impureza, para que os seus corpos fossem desonrados entre si, estes, os que trocaram a verdade de Deus pela mentira, e veneraram e prestaram serviço sagrado antes à criação do que Aquele que criou, que é bendito para sempre. . . . É por isso que Deus os entregou a ignominiosos apetites sexuais, pois tanto as suas fêmeas trocaram o uso natural de si mesmas por outro contrário à natureza; e, igualmente, até os varões abandonaram o uso natural da fêmea e ficaram violentamente inflamados na sua concupiscência de uns para com os outros, machos com machos, praticando o que é obsceno e recebendo em si mesmos a plena recompensa, que se devia ao seu erro.” — Rom. 1:24-27.
13. Como descreve Paulo a mente e o coração dos mundanos inanes?
13 Na sua carta aos efésios, Paulo disse que tais espécies de pessoas estavam “mentalmente em escuridão . . . por causa da insensibilidade dos seus corações”. Novamente, na carta aos romanos, Paulo disse que tais eram “inanes nos seus raciocínios e o seu coração ininteligente ficou obscurecido”. (Efé. 4:18; Rom. 1:21) Note, em ambos os casos, que tais não são associados com a luz, mas com a escuridão, com falta de luz e entendimento.
14. Mostre o resultado para os em escuridão, que são “inanes nos seus raciocínios”, segundo Romanos 1:28-32.
14 Paulo prosseguiu mostrando o resultado adicional de tal inanidade, dizendo: “E assim como não aprovaram reter Deus com um conhecimento exato, Deus entregou-os a um estado mental reprovado, para fazerem as coisas que não são próprias, já que estavam cheios de toda a injustiça, iniqüidade, cobiça, maldade, cheios de inveja, assassínio, rixa, fraude, disposição maldosa, sendo cochichadores, maldizentes, odiadores de Deus, insolentes, soberbos, pretensiosos, inventores de coisas prejudiciais, desobedientes aos pais, sem entendimento, pérfidos nos acordos, sem afeição natural, desapiedados. Embora estes conhecessem muito bem o decreto justo de Deus, de que os que praticam tais coisas merecem a morte, não somente persistem em fazê-las, mas também aprovam os que as praticam.” — Rom. 1:28-32.
15. Descreva o problema dos que querem andar na luz.
15 Este tipo de pessoas — e esta terra está cheia delas, por causa da influência da ‘autoridade da escuridão’ — não ‘pratica a verdade’, conforme mencionado pelo apóstolo João, mas ‘pratica coisas que merecem a morte’. O problema que confronta os que querem andar na luz, estar em união com a Fonte da luz e seu Filho, o Senhor Jesus Cristo, em suma, praticar a verdade, é como manter o devido equilíbrio mental no meio desta escuridão que os cerca e não ser engodados para longe da vereda da luz. Então, o que se exige para se manter o devido equilíbrio mental, para não ser engodado assim?
16. (a) Explique o que quer dizer ‘andar na luz’. (b) Como evitamos o pensamento e as ações errados e a vida de quem é um incentivo neste sentido?
16 Se havemos de praticar a verdade, temos de ‘andar na luz’. (1 João 1:7) Para andarmos na luz, temos de acatar coerentemente o conselho que nos é dado pelo Deus da luz e cultivar amor aos seus caminhos. Se fizermos isso, então, ao vermos este sistema de coisas aprovar normas condenadas pelo Deus da luz, Jeová, não nos permitiremos cogitar a aparente satisfação que tal proceder dá. Não pensaremos em quão bom seria usufruir tais prazeres nem que seja por um momento, achando que tais normas mais baixas do mundo de algum modo têm aspectos compensadores. Não nos iludiremos a pensar que, afinal, um breve instante de prazer talvez valha a pena violar os princípios da luz. Antes, ao praticarmos a verdade, invocaremos a Deus e procuraremos seguir princípios certos. Examinando a Bíblia, por exemplo, encontramos registrada a vida de Moisés, servo de Jeová. Escreveu-se sobre ele que recusou ser chamado filho da filha de Faraó, “escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus do que ter o usufruto temporário do pecado”. Como foi Moisés capaz de fazer isso’ O registro diz que foi “porque estimava o vitupério do Cristo como riqueza maior do que os tesouros do Egito, pois olhava atentamente para o pagamento da recompensa”. (Heb. 11:24-26) Isto é o que significa praticar a verdade. Isto é o que significa andar na luz.
PRATICAR A VERDADE POR CUIDARMOS DAS NOSSAS ASSOCIAÇÕES
17. Que relação há entre praticarmos a verdade e cuidarmos das nossas associações?
17 Sem dúvida, muitos dos que lêem esta informação já ouviram a expressão: ‘Dize-me com quem andas e eu te direi quem és’, e: ‘Cada qual com seu igual.’ Ambas estas expressões significam que você, leitor, é muito parecido aos com quem se associa. Quando se procura a companhia dos deste mundo obscurecido, que estão interessados apenas em fazer o que bem entendem, sem consideração dos requisitos duma vida reta, delineados na Bíblia, então há probabilidade de que tal pessoa ache difícil não se identificar com tal companhia e tornar-se igual a ela. A advertência bíblica neste respeito é: “Más associações estragam hábitos úteis.” (1 Cor. 15:33) Portanto, todo aquele que quiser praticar a verdade terá de perguntar-se, em toda a honestidade, se aqueles com quem se associa o ajudam a andar na luz ou impedem seu progresso em servir o Deus da luz.
18. (a) Quando uma organização religiosa tolera ministros que estimulam a imoralidade, por que não significaria que alguém que pratica a verdade ainda se possa identificar com tal organização só porque nem todos naquela organização praticam um modo de vida desenfreado? (b) Então, onde precisam estar os que praticam a verdade?
18 No campo do pensamento religioso, é coerente que aquele que diz que quer ‘andar na luz’ também se associe com uma organização religiosa que tolere as chamadas “éticas segundo a situação”, deste sistema? Quando uma organização religiosa permite que seus ministros preguem de seu púlpito em apoio do adultério, do homossexualismo e de outras formas de vida desenfreada, como pode aquele que procura aprender o caminho de Deus, para andar na vereda da luz, continuar a associar-se com tal organização? Não faz nenhuma diferença que alguns na organização religiosa não pratiquem tais coisas, ao passo que outros as praticam. A organização ainda tolera pessoas que crêem e pregam o que é contrário à vontade expressa do Deus da luz. O conselho de Paulo, a respeito dum homem imoral na congregação de Corinto, no primeiro século, foi: “Removei o homem iníquo de entre vós.” (1 Cor. 5:13) De modo que os que querem obter o favor de Jeová Deus e praticar a verdade precisam seguir a admoestação de Revelação 18:4, que diz a respeito da religiosa Babilônia, a Grande: “Saí dela, povo meu, se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas.” Sim, este é o lugar onde todos os que praticam a verdade e andam na luz devem estar, inteiramente ‘fora’ das organizações da religião falsa de Babilônia, a Grande!
19. O que se deve fazer para cuidar das associações no campo da diversão, e, por isso, que escolha se torna necessária?
19 Naturalmente, é também preciso cuidar de quem são os companheiros no campo da diversão. Embora a companhia neste caso talvez não seja pessoal, a maioria das pessoas não tem contato direto com os do mundo das diversões, ainda assim é preciso cuidar dos hábitos na leitura de livros e de periódicos, que seguem a norma corruta deste mundo, ou de ver filmes e televisão, que enaltecem e louvam as coisas condenadas pela Palavra de Deus, tais como as enumeradas no livro de Romanos, já mencionado. Não se pode andar na luz de Deus enquanto se mantém a companhia dos desta sociedade iníqua e doentia, que aprova tudo o que o Deus da luz abomina. A escolha de companhia é uma decisão que cabe a cada um, mas a decisão quanto a que se está praticando a verdade cabe a Jeová Deus. Lembre-se das palavras de 1 João 1:6: “Se fizermos a declaração: ‘Temos parceria com ele’, [quer dizer, com o Deus da luz] contudo prosseguirmos andando na escuridão, estamos mentindo e não estamos praticando a verdade.” O argumento e bem claro e vigoroso. É o dever de todos os cristãos, seguidores do Amo, Jesus Cristo, acatar o conselho da Palavra de Deus, e orientar sua vida em harmonia com este conselho.
20. Mencione outras coisas necessárias que se precisa considerar com respeito a praticar a verdade.
20 Mas a prática da verdade envolve ainda mais do que cuidarmos de nossa conduta diária e da associação certa. Praticar a verdade exige de nós observarmos outras coisas necessárias. Por exemplo, como encara aquele que pratica a verdade sua associação com os da mesma fé preciosa, nas reuniões congregacionais? Como necessidade ou como algo para quando não se tem nada melhor para fazer? E que dizer de participar em falar a outros sobre o Deus da luz e seu Filho, que é a luz do mundo? Pode-se praticar a verdade e não estar disposto e ansioso de falar a outros sobre as bênçãos que aguardam a humanidade, conforme preditas na Palavra de Deus? Depois há a questão de ajudar os da família da fé, os que agora participam em praticar a verdade na congregação cristã. Como afeta praticarmos a verdade esta relação e suas responsabilidades? Para se ter parceria com Jeová, o Deus da luz, e seu Filho, a fim de se poder dizer realmente que se pratica a verdade e não se anda na escuridão, exige-se satisfazer certos requisitos básicos. Estes são considerados no artigo que segue.
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‘Continue a observar os seus mandamentos’A Sentinela — 1975 | 15 de maio
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‘Continue a observar os seus mandamentos’
“E por meio disso temos o conhecimento de que chegamos a conhecê-lo, a saber, se continuarmos a observar os seus mandamentos.” — 1 João 2:3.
1. Por que é necessário fazer um exame de si mesmo na prática da verdade?
EM TODA a terra há hoje centenas de milhares de testemunhas dedicadas e batizadas de Jeová Deus, que se reúnem e participam juntamente na proclamação das boas novas do Reino de casa em casa e por muitos outros meios. Estes servos de Deus o amam e querem fazer a vontade dele. É por isso que dedicaram sua vida ao cumprimento de Seus mandamentos, observando as Suas leis. No entanto, às vezes pode haver alguns que deixam de reconhecer plenamente o que significa ‘continuar a observar os mandamentos’ de Deus. Quando não se continua com o exame de si próprio, de seu modo de vida e de suas motivações, pode-se verificar que os poderes da escuridão neste sistema cegam a pessoa para com os requisitos de Jeová. Precisamos continuar a cumprir os mandamentos de Deus. Quando alguém continua a fazer a mesma coisa, com o tempo, esta se torna um hábito para ele, algo que faz regularmente. Não a faz agora, esquecendo-se dela depois. Podemos dizer que ele pratica este “algo” habitualmente, não importa o que seja. Torna-se assim para ele um modo de vida, algo que faz sem pensar em descontinuá-lo no futuro.
2. De que modo se chega realmente a conhecer a Jeová?
2 Assim é com os que observam os mandamentos de Deus. Continuam neste proceder dia após dia, mês após mês, ano após ano, sabendo que é um requisito de Deus. O ponto em tudo isso é que a única maneira de se realmente ‘chegar a conhecê-lo’, isto é, a Jeová, é sempre observar o que ele quer que façamos. Isto não admite que se sirva a ele apenas quando se tem vontade, quando não interfere em outra coisa que achamos mais importante. Esta constância é que está englobada nas expressões ‘praticar a verdade’ e ‘continuar a observar os seus mandamentos’.
NAS “MULTIDÕES CONGREGADAS”
3. O que convoca Jeová seu povo a fazer quanto a reunir-se?
3 O salmista escreveu: “Bendirei a Jeová no meio das multidões congregadas.” (Sal. 26:12) Jeová, o Deus da luz, ordenou que seu povo se reunisse em seu nome. As Escrituras hebraicas contêm as ordens de Jeová, dadas ao seu antigo povo de Israel, de se reunir para observar acontecimentos especiais durante o ano. Em muitos casos, era obrigatório que o povo se reunisse assim. Além disso, era para a sua bênção e seu proveito. A obrigação de ter reuniões para adoração foi transmitida à congregação cristã do povo de Deus. Basicamente, Hebreus 10:24, 25, convoca os cristãos a se reunirem e a não se esquecerem disso. Isto tem por finalidade encorajarem-se mutuamente e edificarem sua fé, estimulando-se ao amor e a obras corretas.
4. (a) A fim de praticar a verdade, o que precisa fazer a pessoa? (b) O que se poderia argumentar a respeito das reuniões da congregação, mas o que é bom lembrar?
4 A atual congregação cristã, no nosso século vinte, precisa ‘observar os seus mandamentos’ a respeito de reunir-se para adoração. Cada um do grupo, individualmente, precisa observar este mandamento, se há de haver uma ‘multidão congregada’. Para praticar a verdade como grupo, cada um precisa acatar os mandamentos de Jeová. Talvez se argumente que nas Escrituras não há ordem específica de que nos tenhamos de reunir por cinco horas na semana, conforme é costume entre o povo de Jeová na terra. Isto é verdade. Mas não devemos ser gratos de que nosso Deus é generoso, suprindo-nos abundantemente boas coisas espirituais? Tiramos proveito espiritual de cada reunião a que assistimos. Nossa fé é fortalecida. Quando nos reunimos com concristãos, somos ajudados a observar os mandamentos de Jeová, a praticar a verdade. Não é isto o que desejamos fazer?
5. Então, como encarará o servo dedicado de Jeová as reuniões da congregação?
5 É razoável, pois, que o servo dedicado de Jeová faça todo esforço para estar com seus irmãos e irmãs cristãos nas reuniões. Em vez de achar desculpas para ficar longe, procura motivos para estar em toda reunião possível da congregação. Naturalmente, usará de bom juízo, se estiver doente ou se surgir outra circunstância imprevista de importância séria. Mas, na maior parte, sua consciência treinada pela Bíblia o impelirá a praticar a verdade por seguir o mandamento de Jeová mediante sua Palavra, de não deixar de se reunir.
6. Como podem os “motivos” para se faltar a uma reunião tornar-se “desculpas” para tornar isso um hábito?
6 Se o servo do Senhor não tiver cuidado, poderá permitir regularmente que coisas de somenos importância o mantenham longe desta associação bendita. Às vezes, uma visita de parentes talvez impeça alguém de estar em determinada reunião, dependendo das circunstâncias. Mas, permitir-se-á que cada visita de parentes e toda ocasião desta natureza interfira em estar com os que andam na verdade no meio das multidões congregadas? Por que não convidar os parentes a acompanhá-lo? De modo similar, talvez se perca certa reunião ocasional por causa do mau tempo, do emprego ou de doenças menores. No entanto, é quando estes “motivos” se tornam “desculpas” para deixar de estar associado regularmente com o povo do Senhor que se começa a andar na escuridão, em vez de na luz, tornando-se como alguém que mente, em vez de alguém que pratica a verdade. Pensamos mesmo só por um instante que por ocasião do êxodo dos israelitas fiéis do Egito eles deixaram que algo interferisse na aspersão de um pouco de sangue nas ombreiras de suas portas, em comerem o cordeiro pascoal e em estarem prontos para partir a qualquer momento? Eles sabiam que observar os mandamentos de Jeová neste caso significava a sua própria vida. É isso menos sério agora? São os tempos hoje diferentes? Não vivemos em dias críticos, difíceis de manejar? Quanto mais, então, devemos mostrar nossa atitude voluntária de nos associar regularmente com as multidões congregadas, conforme ordenado por Jeová.
PRATICAR PUBLICAMENTE A VERDADE
7. Que característica notável do primitivo cristianismo considera-se a seguir na nossa lição?
7 Uma das caraterísticas notáveis dos cristãos do primeiro século foi a sua proclamação pública das boas novas. Lemos a respeito de Jesus percorrer toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas e pregando as boas novas do Reino. (Mat. 4:23) Ele pregava e ensinava nos montes, entre o povo ao longo do litoral do mar, nos lares dos interessados, em toda e qualquer parte onde houvesse pessoas com quem falar. Ele disse aos doze que treinava especialmente: “Ao irdes, pregai, dizendo: ‘O reino dos céus se tem aproximado.”’ Depois que os doze receberam suas instruções, ele os enviou a cidades, para ensinarem e pregarem. — Mat. 10:5-10.
8. Em que são as testemunhas cristãs de Jeová diferentes da maioria dos da cristandade?
8 É somente razoável, pois, que os cristãos do século vinte façam a mesma coisa. Neste respeito, é evidente que a vasta maioria dos da cristandade, em vez de serem “cumpridores da palavra”, tornaram-se apenas ouvintes, não fazendo eles mesmos nada para praticar a verdade pela divulgação da Palavra da verdade. Mas entre as testemunhas cristãs de Jeová encontramos “cumpridores da palavra”. Dão-se conta de que, para serem iguais a Jesus, têm de participar em falar a outros sobre as boas novas do Reino. Esta é a sua comissão assim como foi a comissão de Jesus e dos da primitiva congregação cristã. O registro bíblico nos diz “Aquele que diz que permanece em união com ele está também sob a obrigação de prosseguir andando assim como esse andou.” — Tia. 1:22; 1 João 2:6.
9. Delineie alguns dos problemas na prática da verdade pela participação na pregação pública.
9 Praticar esta verdade por participar na pregação do Reino nem sempre é muito fácil para o cristão. Amiúde ele tem de suportar ultrajes dos opositores. São muito poucas as pessoas a bem dizer natas para a atividade da pregação pública, quer dizer, que têm o dom de falar livremente às pessoas. Portanto, o cristão fiel precisa esforçar-se para se tornar eficiente e hábil. Precisa também humilhar-se para efetuar a obra de pregação pública, dando-se conta de que é seu amor a Deus e ao seu próximo que o impele a transmitir as bons novas a outros. Por isso, há ocasiões em que o cristão talvez ache difícil participar em tal obra e talvez se escuse de fazê-la.
10. (a) Mencione algumas das coisas que poderão impedir alguém de participar as vezes na obra de pregação, e quando poderão os “motivos” tornar-se “desculpas”? (b) O que convém lembrar sobre as táticas de Satanás e onde podemos obter ajuda?
10 Ocasionalmente, pode haver um motivo muito bom para não poder participar na obra de pregação em determinada hora. Há ocasiões em que o lar em que se vive precisa desesperadamente de certos consertos. O carro de que se depende para transporte talvez precise de atenção urgente. Pode haver algo de natureza pessoal que se precisa fazer, impedindo que se participe na obra de pregação e de ensino. Mas, novamente surge a pergunta: Quando é que o motivo se torna uma desculpa? Permite-se que tais interferências façam com que se pare de praticar a verdade? Cada um sabe o que tem no próprio coração, e, naturalmente, Jeová o sabe. Mas, na questão de vida ou morte que agora confronta toda a humanidade, certamente nós, como cristãos fiéis, queremos ter cuidado de não permitir que andemos na escuridão. Satanás, o deus da escuridão, aproveita nossas fraquezas, não nossas forças. Se ele puder fazer com que nos lamentemos, pensemos de modo negativo, então fará isso tanto mais, cada vez que surgir a questão. Para enfrentar e vencer seus ardis com bom êxito, precisamos estribar-nos em Jeová Deus. Precisamos de sua ajuda e devemos pedi-la em oração. Devemos perguntar-nos: Adotamos a prática de colocar os interesses do Reino em primeiro lugar ou adotamos a prática de colocar outros interesses em primeiro lugar?
11. Como podem os empenhos materiais mostrar-se uma pedra de tropeço na prática da verdade, e donde provém a força para fazer o que é direito?
11 Temos de cuidar de que nada nos afaste do amor de Deus. Lembre-se de que, no tempo do profeta Ageu, este disse ao povo negligente o que havia de errado com eles. Suas palavras foram: ‘Estais correndo, cada um em prol de sua própria casa, enquanto a minha casa está devastada.’ (Ageu 1:9) Adotaremos o mesmo proceder e nos cortaremos da bênção de Jeová? Se Jeová abalar a terra e os montes cambalearem para dentro do coração do mar, o que acontecerá aos nossos lares, ao novo revestimento das paredes e às melhoras que fizemos’ (Sal. 46:2) Quão vital, pois, é continuar a praticar a verdade, participando plenamente na nossa obra de pregação pública Aproxima-se o tempo em que esta atividade, que nunca mais se repetirá, estará feita. Temos diante de nós a grande tribulação. Façamos, na força do Deus da luz, com todo nosso poder, o que nossas mãos acharem para fazer. Lembre-se das palavras de Paulo: “Para todas as coisas tenho força em virtude daquele que me confere poder.” (Fil. 4:13) Que tais “todas as coisas” incluam nossa pregação pública para o louvor do nome de Jeová!
“ANDANDO NA LUZ” POR AMARMOS NOSSO IRMÃO
12. Que outra forma de escuridão precisa ser evitada, e por quê?
12 Voltando-nos agora para outra prática da verdade que é importante, lemos novamente no livro de Primeira João: “Quem diz que está na luz, e ainda assim odeia seu irmão, está na escuridão até agora. Quem ama seu irmão permanece na luz, e não há causa para tropeço no seu caso. Mas, quem odeia seu irmão está na escuridão e está andando na escuridão, e ele não sabe para onde vai, porque a escuridão lhe cegou os olhos.” (1 João 2:9-11) Observar os mandamentos de Deus e praticar a verdade são coisas bem relacionadas com o amor ao nosso irmão. Quão tolo seria comportar-nos com retidão em todos os sentidos, freqüentando regularmente as reuniões do povo de Deus e participando na atividade de pregação e ensino, ao mesmo tempo tendo pouco ou nada que ver com nossos irmãos cristãos nas outras ocasiões, evitando-os e não nos preocupando com seu bem-estar.
13. (a) Neste ponto, que perguntas poderia alguém fazer logicamente? (b) Como mostram os exemplos envolvendo nossos irmãos em Malaui e Nicarágua que os servos de Deus querem praticar a verdade por mostrar amor mútuo?
13 Poderemos perguntar: ‘Como pode ser isso?’ Talvez se diga: ‘Amo meus irmãos. Terei prazer em fazer qualquer coisa por eles. Mas o que posso fazer? De que é que precisam?’ Encaramos isso do seguinte modo: Nos anos recentes, houve ocasiões em que os servos de Jeová sofreram muito, em diversas partes da terra. Por exemplo, no país de Malaui, os do povo de Jeová foram muito perseguidos, sendo que a maioria finalmente teve de fugir de seus lares e do país, e passar a residir em outro país, por causa da oposição à sua conduta cristã. Na Nicarágua, a capital, Manágua, foi atingida por um terremoto devastador, e muitos cristãos fiéis perderam todos os seus pertences — seus lares, seus empregos, seus lugares de reunião, tudo. Qual foi a reação dos servos de Jeová em todo o mundo? Houve grande preocupação com o bem-estar destes seus irmãos espirituais. Isto foi demonstrado pela ajuda enviada para estes cristãos. Foi uma demonstração maravilhosa de interesse cristão, de cuidado com os irmãos.
14. Em quem, na congregação, poderemos pensar ao praticarmos a verdade, por mostrar interesse nos nossos irmãos, e de que modos poderíamos ajudar?
14 Mas, examinemos isso dum ângulo mais local. Estamos tão preocupados assim com a prática da verdade entre aqueles com quem nos reunimos regularmente e que conhecemos muito bem na nossa própria congregação? Naturalmente, muitos estão, mas lembre-se de que fazemos agora um exame de nós mesmos. Vivemos em tempos em que as pessoas sentem grande pressão, em resultado do vertiginoso aumento do custo de vida. Esta pressão aumenta grandemente, quando o arrimo da família perde o emprego. Muitos grupos familiares e pessoas, que vivem de renda fixa, têm dificuldades em obter as necessidades da vida, e esta situação, sem dúvida, piorará nos meses futuros. (Hab. 3:17) O que vamos fazer pessoalmente, ao nos darmos conta de que outra pessoa ou um grupo familiar no nosso meio, sem culpa de sua própria parte, passa necessidades? Conforme escreveu o discípulo Tiago: “Se um irmão ou uma irmã estiverem em nudez e lhes faltar alimento suficiente para o dia, contudo, alguém de vós lhes disser: ‘Ide em paz, mantende-vos aquecidos e bem alimentados’, mas não lhes derdes o necessário para os seus corpos, de que proveito é?” (Tia. 2:15, 16) É algo em que devem pensar os que praticam a verdade.
15. Quem mais precisa de nossa consideração, e de que modos possíveis?
15 Que dizer de nossos irmãos e irmãs idosos na congregação? Como estão passando? Mostramos que ‘andamos na luz’, pelo sentimento de solidariedade e preocupação com eles? Continuamos a observar os mandamentos de Jeová com respeito a eles? Pode ser que ocasionalmente precisem de alguém para ir buscá-los e ajudá-los a chegar às reuniões ou ao serviço de campo. Talvez precisem também de ajuda para obter as necessidades físicas da vida ou para auxiliar com a manutenção de seu lar. Estes são modos de praticar a verdade. Os idosos às vezes apreciam quando alguém passa para visitá-los, para falar-lhes sobre a verdade da Palavra de Deus e para tomar interesse neles. As Escrituras nos dizem o seguinte: “As cãs são uma coroa de beleza quando se acham no caminho da justiça.” (Pro. 16:31) Quão agradável deve ser para Jeová ver seus servos, que fizeram fielmente sua vontade por muitos e muitos anos, receber a atenção de outros que praticam a verdade e andam na luz!
16. De que maneira é o respeito pelos anciãos na congregação ainda outro modo de praticar a verdade?
16 Devemos lembrar-nos também de que praticar a verdade inclui mostrar respeito para com os anciãos que presidem de modo excelente. O conselho do apóstolo Paulo é: “Solicitamo-vos agora, irmãos, que tenhais consideração para com os que trabalham arduamente entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e que vos admoestam; e que lhes deis mais do que extraordinária consideração em amor, por causa do seu trabalho. Sede pacíficos uns com os outros.” (1 Tes. 5:12, 13; Heb. 13:17)É assim que encaramos os anciãos nas nossas congregações?
17. Por sua vez, como podem os anciãos mostrar que praticam a verdade?
17 Naturalmente, é também evidente que os que presidem precisam praticar a verdade, ter interesse intenso no bem-estar das “ovelhas”. Não devem dominar sobre seus irmãos, porque assim não refletiriam os modos de Jeová, o Deus da luz. Estão sob a ordem direta de Deus de ‘pastorear o rebanho de Deus, não sob compulsão, mas espontaneamente; nem por amor de ganho desonesto, mas com anelo; nem como que dominando sobre os que são a herança de Deus, mas tornando-se exemplos para o rebanho’. — 1 Ped. 5:2, 3.
18. Delineie a sabedoria do conselho de autoridade de Paulo ao povo de Deus.
18 Por fim, deve-se ter em mente que praticar a verdade, andar na luz, observai os mandamentos de Jeová e manter-se livre da escuridão deste sistema iníquo de coisas, exige que todos nós sigamos o conselho de autoridade do apóstolo Paulo, nas suas palavras de sabedoria à congregação colossense: “Concordemente, como escolhidos de Deus, santos e amados, revesti-vos das ternas afeições de compaixão, benignidade, humildade mental, brandura e longanimidade. Continuai a suportar-vos uns aos outros e a perdoar-vos uns aos outros liberalmente, se alguém tiver razão para queixa contra outro. Assim como Jeová vos perdoou liberalmente, vós também o fazei. Além de todas estas coisas, porém, revesti-vos de amor, pois é o perfeito vínculo de união.” — Col. 3:12-14.
19, 20. Que ocorrência nos dias de Moisés nos faz lembrar o mundo em que vivemos hoje, e como podemos pessoalmente ser abençoados em resultado de praticarmos a verdade por observar os mandamentos de Jeová?
19 Nisso encontramos, pois, alguns dos modos em que podemos praticar a verdade e observar os mandamentos de Deus, nestes dias de escuridão total sobre o povo, em resultado de Satanás ter cegado a mente das pessoas, para que não penetrasse o brilho das gloriosas boas novas a respeito do Cristo. Enquanto a escuridão do mundo aumenta cada vez mais, a luz da verdade da Palavra de Deus se torna cada vez mais luminosa. Isto nos faz lembrar os dias de Moisés, quando os israelitas estavam em escravidão, no Egito. A nona praga ou golpe contra o empedernido Faraó do Egito foi a duma densa escuridão sobre o país. Somos informados sobre isso nas seguintes palavras: “Moisés estendeu imediatamente a mão para os céus e começou a haver uma escuridão sombria em toda a terra do Egito, por três dias. Não se viam uns aos outros e nenhum deles se levantou do seu lugar por três dias; mas para todos os filhos de Israel mostrou-se haver luz nas suas moradas.” — Êxo. 10:22, 23.
20 Vivemos em tempos momentosos, e ao passo que o mundo anda às apalpadelas na escuridão, sem saber a saída, a luz da verdade do Deus da luz e sua luz do mundo, o Senhor Jesus, brilham intensamente. Quão apropriado é que consideremos regularmente o que significa para todos nós praticar a verdade e continuar a observar os mandamentos de Deus, andando na luz. O que isto significa para os dias à frente é declarado nas seguintes palavras do apóstolo João: “No entanto, se estivermos andando na luz, assim como ele mesmo está na luz, temos parceria um com o outro, e o sangue de Jesus, seu filho, purifica-nos de todo o pecado.” (1 João 1:7) Sejamos gratos pela nossa união com o Deus da luz, em quem não há nenhuma escuridão.
[Foto na página 311]
Nas reuniões semanais das testemunhas cristãs de Jeová, centenas de milhares reúnem-se para um exame edificante da Bíblia.
[Foto na página 314]
Mostramos amor e interesse por fazermos algo para nossos irmãos e irmãs cristãos idosos e doentios.
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Agrade-se dos caminhos de JeováA Sentinela — 1975 | 15 de maio
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Agrade-se dos caminhos de Jeová
1. Que benefício provê a luz espiritual de Jeová com respeito às más práticas deste mundo?
A LUZ alegra a pessoa. Agrada-nos ver a aurora, depois duma noite escura. Em sentido espiritual, os que seguem os caminhos de Jeová usufruem a luz e a refletem para outros. (Efé. 5:8; 1 Tes. 5:5) Esta espécie de luz, que revela as obras infrutíferas da escuridão, faz com que tais coisas más, ocultas quais pedras de tropeço na escuridão deste mundo, apareçam de modo tão claro como se elas mesmas estivessem iluminadas, a fim de que aquele que procura fazer o que é direito possa evitá-las. — Efé. 5:13.
2. (a) Que efeito tem a luz sobre os iníquos? (b) Explique o significado de Jó 38:14.
2 A luz expõe os iníquos da terra, de modo que são sacudidos de cima da terra. (Jó 38:12, 13) Por outro lado, revela as coisas agradáveis aos que não contam com a escuridão para fazer obras secretas! Jeová diz a respeito da terra, ao passo que a aurora avança progressivamente sobre a sua face, do leste ao oeste: “Ela se transforma como o barro debaixo dum selo, e as coisas tomam a sua posição como na vestimenta.” (Jó 38:14) Assim como antigamente se rolava um selo sobre a argila, deixando uma impressão clara, assim a luz da manhã revela as coisas na terra, sendo que estas assumem de repente forma em todas as suas cores e matizes diversas, assim como uma bela vestimenta. Da mesma maneira, a luz espiritual de Jeová revela o resultado de seus propósitos em toda a sua beleza. No início, as coisas que ele promete apenas aparecem em esboço vago. Daí, com o passar do tempo, podemos ver as coisas tomar forma.
3. Qual era a situação nas congregações há alguns anos atrás, com respeito ao cumprimento das profecias que prometiam um notável aumento no número dos verdadeiros adoradores?
3 Os que serviram quais proclamadores do Reino durante muitos anos, lembram-se de que, há relativamente poucos anos
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