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  • Problemas que os católicos sinceros encaram
    Despertai! — 1970 | 8 de março
    • . . . alicerçada sobre a Sé Apostólica de Roma” não existe. O que é mais, torna-se claro que o papa não baseia suas decisões na Palavra de Deus, a Bíblia. Disse o sacerdote Dom Mazzi, de Florença: “Obedecer à hierarquia é ignorar as mais profundas necessidades dos pobres, mas, satisfazer tais necessidades significa encontrar a oposição da hierarquia. Assim, temos de nos tornar ou fariseus ou rebeldes. E não queremos nos tornar nenhum dos dois.” (Revista Time, 27 de dezembro de 1968) Este dilema confronta os católicos sinceros em todo o mundo, não só nas questões sociais, porém também nas questões vitais morais e até mesmo doutrinais.

      Uma das razões principais para o leitor ter sido e ainda ser até agora católico-romano é a convicção de que pertencia a uma igreja unida e verdadeiramente apostólica. Os fatos, alguns dos quais foram aqui delineados, mostram que esta razão não é mais válida. Mas, não fique desanimado. O verdadeiro Cristianismo apostólico está sendo praticado em toda a terra por bem mais de um milhão de cristãos unidos, conhecidos como testemunhas de Jeová. Provavelmente um deles lhe tenha trazido esta revista. Na próxima vez que vir um deles, por que não lhe pede ajuda para resolver os problemas que todos os católicos sinceros encaram?

  • Está preparado para viajar no “jumbo jato”?
    Despertai! — 1970 | 8 de março
    • Está preparado para viajar no “jumbo jato”?

      “JUMBO JATO”? Sim, este é o apelido dado ao novo Boeing 747, mas será que este novo avião realmente merece tal apelido? Uma ida à fábrica em que é construído, em Everett, Washington, logo o convence de que não é somente um “jumbo” (elefante de tamanho excepcional), mas também é, como o pessoal da Boeing o chama, “O Incrível”. Ao me aproximar da gigantesca fábrica do 747, suficientemente grande para conter mais de oito campos de futebol americano, vi o 747 número dois sair da linha de produção, reluzindo sob o sol nas cores azul, branco e prateada da Pan Am. Este é o primeiro 747 a trazer as cores de uma linha aérea freguesa.

      Ao me aproximar mais, comecei a avaliar exatamente quão grande é deveras este gigante. É quase o dobro do Boeing 707, um dos melhores conhecidos e um dos maiores da atual geração de jatos. O comprimento geral do avião é de uns 70 metros, e a cauda atinge a altura de quase 20 metros — aproximadamente a altura dum prédio de seis pavimentos. A envergadura das asas é de mais de 59 metros. A cabina tem seis metros de largura, mais de 80 por cento mais ampla que a do Boeing 707. E, exatamente quanto pesa este beemote? Bem, o peso bruto de decolagem é de 710.000 libras, ou 322.000 quilos. À primeira vista, não pude deixar de achar que algo assim tão grande deveria flutuar, ao invés de voar.

      No que diz respeito à velocidade, o 747 será ligeiramente mais veloz do que a atual geração de jatos, pois voará à velocidade de mais ou menos 1.000 quilômetros horários.

      Cinco Compartimentos Principais

      Chega de algarismos. Vamos dar uma espiadela lá dentro e ver quais são algumas das características especiais deste grande avião. Daí, poderemos decidir melhor se desejamos voar nele. Tem sido descrito pelo seu fabricante como um avião que acabará com a era do “tubo voador” e dará início à era da “sala de estar voadora”. A grande fuselagem estará dividida em cinco compartimentos principais, ao invés de um ou dois compartimentos dos jatos atuais. Ao invés de um corredor que passa pelo centro da cabina, haverá dois corredores que se estendem por toda a cabina. Tais corredores serão entrecruzados por cinco passagens que terminam em cinco portas duplas em cada lado da cabina. Incidentemente, estas portas duplas terão mais de um metro e oitenta de altura — um alívio para muitos viajantes aéreos mais altos.

      Outra característica especial do 747 será uma sala de estar situada atrás da cabina de vôo ou cabina do piloto. A cabina de vôo em si estará situada acima da cabina principal, e o piloto estará sentado a quase 9 metros acima do campo. Incorporados à cabina de vôo se acham compartimentos maiores para a tripulação, bem como espaço para equipamento de vôo mais intrincado. Daí, bem atrás da cabina de vôo se encontrará a sala de estar da primeira classe, no andar superior.

      A pessoa se admira da espécie de motor que poderia fazer com que este enorme avião levante vôo. Foram criados novos motores especiais de turbina para o 747, cada um tendo 43.500 libras de empuxo. Tais turbinas não só são maiores e mais potentes, mas também são menos ruidosas e mais eficientes que os atuais motores a jato. Para lhe dar uma idéia do tamanho delas, a entrada de ar em frente de cada uma destas turbinas tem cerca de 2 metros e meio de diâmetro.

      Maior Conforto Para os Passageiros

      “Mas”, talvez pergunte, “o que todas estas características especiais significam para mim, se eu hei de viajar nesse ‘Jumbo’ Jato?” Bem, o fabricante e as linhas aéreas lhe prometem nova era de conforto para o passageiro individual no 747. Já sentiu a sensação de ser uma “sardinha em lata” ao viajar em um dos jatos atuais? A promessa é que, no “Jumbo” Jato, isto desaparecerá, até mesmo na classe econômica. Aqui haverá nove poltronas lado a lado, separadas por dois corredores. Mas, serão pelo menos 10 por cento mais largas do que as poltronas na classe econômica das atuais linhas a jato. E já foi espremido na poltrona central da fileira de três poltronas? Bem, no 747 só haverá uma fileira de três poltronas em um dos lados da aeronave. E a poltrona do meio não terá de ser vendida senão quando o avião estiver 90 por cento lotado. A esperança de mais espaço útil certamente soa convidativa para muitos viajantes.

      Haverá mais espaço para o passageiro andar pelo 747, também, com dois corredores que percorram toda a cabina e então as cinco passagens que cruzam a cabina em cada conjunto de portas. Tais passagens e arranjos de portas tornam possível dividir-se a cabina em cinco sessões semelhantes a salas, com galerias e lavatórios distribuídos por toda a cabina. Isto deve facilitar o serviço mais eficiente aos passageiros a bordo.

      Notará, também, que o 747 tem paredes quase verticais e teto alto e achatado na classe turista ou econômica. E, nesse caso, também, o viajante mais alto se sentirá especialmente abençoado. Tudo isto, naturalmente, dá a sensação de espaço que não era possível nos jatos anteriores.

      Mas, o que dizer da primeira classe? Bem, o viajante da primeira classe gozará de ainda maior conforto, pois encontrará ali poltronas extra-grandes na seção dianteira da aeronave, feitas para se gozar o luxo. E, visto que a cabina de vôo está situada acima, a primeira classe vai bem até o nariz do avião, permitindo a alguns passageiros ter uma visão como a do “olho do piloto”. Daí, há a sala de estar situada nessa parte superior, atrás da cabina de vôo, para a conveniência e descontração dos passageiros de primeira classe. Chega-se a ela por meio de uma escada circular no centro da seção de primeira classe. A própria sala de estar pode conter cerca de quinze passageiros, tanto em sofás simples como duplos.

      Visto que nem todos conseguirão um lugar junto a janela para ver a terra embaixo, a diversão dos passageiros se tornou importante questão no aperfeiçoamento do 747. Certa linha aérea já conseguiu aperfeiçoar novo sistema de diversão que fornecerá dez canais de diversão auditiva, indo de sugestões de viagem ou lições de francês e alemão até música estereofônica, com valsas de Strauss ou algo com um ritmo mais moderno. Em adição, haverá seis telas de cinema separadas, habilitando todos os passageiros a obter diversão tanto visual como auditiva.

      “Ah”, diz o leitor, “tudo isso me soa muito bom, mas tenho mais uma pergunta. Quando chegar ao meu destino, será que minha mala estará lá?” Este parece ser um problema que aflige muitos viajantes aéreos, mas o 747 realmente promete mais rápido cuidado da bagagem. Cofres de carga especiais, feitos nas dimensões exatas do compartimento inferior da aeronave foram criados, de modo que a bagagem possa ser carregada e descarregada com rapidez. Com efeito, um sistema motorizado para armazenar a bagagem foi construído bem na barriga do avião. De modo que se promete mais rápido cuidado da bagagem.

      Segurança

      “Será realmente seguro?” Bem, nenhuma aeronave construída e navegada pelos homens imperfeitos é 100 por cento segura. Não obstante, o 747 certamente deveria oferecer alto grau de segurança. Com efeito, deveria ser mais seguro do que os jatos atuais, por causa da tecnologia mais avançada. Disseram-me que quatro subsistemas hidráulicos independentes fornecem energia aos controles de vôo, de modo que, caso um sistema falhe, outro seja usado. O enorme avião se acha equipado com auto-pilotos duplos. E foram simplificados os instrumentos, e ampliados, tornando-se mais fáceis de ler. Na realidade, o 747 é considerado mais fácil de pilotar e de manejar do que o 707. Depois de seu primeiro vôo, lá em fevereiro de 1969, foi descrito pelo piloto de provas como “algo com que todo piloto sonha”.

      Parece que um importante produto colateral do tamanho do 747 foi a estabilidade. Descreve-se o avião como sendo mais estável em ar turbulento e também na decolagem e aterrissagem.

      O 747 é seguro em outros respeitos, também. O interior do 747 terá novo revestimento não-inflamável na cabina. E, em caso de emergência, o avião poderá ser evacuado em noventa segundos por meio de pranchas situadas em cada uma das dez portas amplas.

      O viajante do 747 também obterá a satisfação de saber que o avião terá sido testado em vôo por mais de um ano antes de entrar em serviço. Será revisado vez após vez e, com toda a certeza, terá de obter o necessário certificado do governo dos Estados Unidos antes de entrar em serviço. Na fábrica Boeing, a inteira fuselagem de um 747 está sendo submetida em testes no solo a todos os tipos de cargas e pressões que são maiores do que se espera que um avião experimente em vôo Tais testes continuarão até que este avião eventualmente fique reduzido a uma pilha de destroços que valem muitos milhões de dólares. Mas, por volta desse tempo, a Boeing saberá quanto a aeronave poderá suportar e o que fará.

      Problemas

      Tudo isto talvez soa bem para o prospectivo viajante no “Jumbo” Jato, mas deve-se esperar certos problemas. Mesmo que se prometa haver mais conforto para os passageiros, o 747 ainda será um avião apinhado. Poderia transportar até 490 passageiros, mas a maioria das linhas aéreas terão 360 a 370 passageiros.

      Estarão preparados os aeroportos? Apenas este único avião, o “Jumbo” Jato, vai necessitar de equipamento quase todo novo para ser dirigido, equipamento muito custoso que terá de ser localizado em todo aeroporto em que o 747 aterrissar. Por exemplo, um trator especial para rebocá-lo teve de ser construído para ele, um trator que pesa tanto quanto um DC-6 plenamente carregado e que é suficientemente poderoso para puxar três 707. Seu custo? Cerca de NCr$ 500.000,00. Mas, esta é apenas uma das peças do equipamento custoso exigido para se manusear este enorme avião.

      Novas e mais amplas terminais são necessárias para acomodar o grande número de passageiros que desembarcarão quando um 747 se aproximar de sua porta de desembarque. A maioria das terminais não são o suficientemente grandes para o tráfego mesmo agora. Naturalmente, um argumento usado é que o congestionamento aéreo será reduzido porque um 747 pode levar tantos passageiros quanto três 707. E, ao passo que isto talvez diminua o número de aviões que chegam, ainda assim haverá tremendos números de pessoas desembarcando, todas ao mesmo tempo — uma situação que não pode ser ignorada.

      Este projeto inteiro é muitíssimo custoso, não só a compra do avião, mas também o fornecimento do equipamento de terra e as novas terminais. Por exemplo, apenas a Pan-American dedicou mais de NCr$ 720 milhões às dependências terrestres em todo o mundo, a fim de preparar-se para o “Jumbo” Jato 747. E cada um destes “Jumbo” Jatos custará mais de NCr$ 80 milhões. Assim, tremendo dispêndio será necessário para se adquirir e cuidar do “Jumbo” Jato em todo o mundo.

      Outro problema talvez seja encher todos os lugares deste avião. Assim, novas tarifas reduzidas têm sido sugeridas, com a esperança de que o 747 possa pagar-se a si mesmo. Naturalmente, tais tarifas reduzidas seriam muito bem acolhidas pela maioria dos viajantes aéreos.

      Apesar dos problemas e do preço, o “Jumbo” Jato está sendo vendido. As principais linhas aéreas já solicitaram mais de 200 destes enormes aparelhos da Boeing, os primeiros vinte e cinco deles indo para a Pan Am. Por fim, a Boeing estará produzindo um 747 cada dois dias e meio em sua fábrica em Everett, Washington.

      Mas, quando poderá voar nele? Bem, não terá de esperar muito. Esperava-se que o primeiro 747 entrasse em serviço regular no trajeto Nova Iorque-Londres da Pan-Am em dezembro de 1969. A segunda geração de jatos está prestes a surgir em cena. Se for viajante aéreo, então, com toda a probabilidade, estará viajando no “Jumbo” Jato por volta de 1970. — Contribuindo.

  • As pessoas presentes à Assembléia “Paz na Terra”
    Despertai! — 1970 | 8 de março
    • As pessoas presentes à Assembléia “Paz na Terra”

      CENTENAS de milhares de pessoas compareceram à Assembléia Internacional “Paz na Terra” das Testemunhas de Jeová em 1969. Que quadro variado apresentaram, ao superlotarem os estádios em que se reuniram! Seus rostos felizes e radiantes eram um arco-íris de deleite, em contraste nítido com a sombria melancolia deste mundo.

      Mas, quem eram tais pessoas que vieram à assembléia “Paz na Terra”? Qual era sua formação religiosa antes de se tornarem testemunhas cristãs de Jeová? Entrevistas feitas com algumas delas revelam como constituem um grupo espiritualmente rico, cheio de amor ao Deus de paz, Jeová.

      Pessoas Que Vieram de Outros Países

      No Estádio Ianque se achava Konrad Franke, que se tornou Testemunha em 1924. Serviu na sucursal alemã da Sociedade Torre de Vigia, em Magdeburgo e mais tarde foi ministro pioneiro (de tempo integral) até que a obra de pregação das testemunhas de Jeová foi proscrita por Hitler. Participou então na pregação subterrânea. Durante os anos de 1933 a 1936, serviu como superintendente viajante. Foi levado em custódia muitas vezes pelos nazistas, por causa de sua fé. Com efeito, passou nove anos num campo de concentração. Agora é o superintendente das testemunhas de Jeová em toda a Alemanha Ocidental.

      Há vintenas de outros da Alemanha que contaram experiências similares de uma fé viva. Otto Bartzsch, agora na sucursal da Sociedade em Wiesbaden, sobreviveu aos campos de concentração de Buchenwald, Wewelsburg e Ravensbrück. Ernst Seliger passou oito anos no campo de concentração de Sachsenhausen. Certa vez, foi enterrado vivo. Em 1924, tornou-se ministro pioneiro e, atualmente, junto com sua esposa, ainda é pioneiro!

      Da Libéria veio Dorothy Seaman e sua amiga Jestina Neblett. Em 1963, Dorothy era uma das muitas pessoas presentes em Gbarnga, quando a polícia militar invadiu o local da assembléia cristã e perseguiu as Testemunhas. Tal perseguição motivou Jestina a se tornar Testemunha. Agora, de braços dados, andavam juntas na

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