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  • O que o homem moderno já realizou?
    Despertai! — 1973 | 8 de maio
    • Também, as cidades estão decaindo. Com efeito, o crime e a violência nas ruas torna perigoso que milhões de pessoas andem sequer até à esquina para comprar pão. “O temor assola as mas. . . . As pessoas fogem das ruas ao anoitecer e, cada vez mais, até mesmo à luz do dia”, observou o senador estadunidense, Mike Mansfield. O Times de Nova Iorque noticiou: “Em quase todo canto da terra manifesta-se um espírito de anarquia interna.”

      Em escala maior, as guerras, as revoluções e as insurreições irrompem constantemente na terra. Muitos sentem medo da ameaça da destruição nuclear, e com boa razão.

      Indicam realmente tais condições que não precisamos de Deus? Ou será que o problema é que o homem tenta resolver suas dificuldades sem considerar os propósitos de Deus? E poderia acontecer que uma das razões pelas quais Deus tem permitido tais dificuldades por certo tempo seja a de mostrar ao homem que este realmente precisa de Deus?

  • Sente o homem qualquer necessidade de Deus?
    Despertai! — 1973 | 8 de maio
    • Sente o homem qualquer necessidade de Deus?

      EM 20 DE JULHO de 1969, enquanto dezenas de milhões de pessoas viam pela televisão, dois homens desceram de sua espaçonave e pisaram na superfície lunar. Foi suprema consecução tecnológica.

      Por certo, este maravilhoso feito de viajar cerca de 385.000 quilômetros no espaço demonstrava a inteligência e o engenho do homem. E, alguns talvez observem: ‘Conseguiu-se isso sem se precisar de Deus.’

      Mas, foi assim realmente? Como foi que o homem conseguiu chegar à lua?

      Necessário o Conhecimento das Leis

      Estavam envolvidos anos, sim, séculos, de preparação. Como assim? World Book Encyclopedia observa:

      “No início dos 1600, Johannes Kepler, cientista alemão, estabeleceu as leis do movimento planetário que descreve as órbitas dos corpos no espaço. Atualmente, estas leis são usadas para se determinar as órbitas dos satélites artificiais e para planejar os vôos das espaçonaves.

      “Em 1687, Sir Isaac Newton publicou suas ‘Leis do Movimento’ que usaram o trabalho de Kepler como base. As leis de Newton, como as de Kepler, formam uma pedra angular do planejamento dos vôos espaciais.”

      Kepler e Newton não fizeram as leis acima-mencionadas. Simplesmente as descobriram, ou forneceram uma explicação de sua operação. Mas, por que o vôo espacial depende de tais leis?

      É por que os corpos no espaço aderem estritamente a elas. Assim, quando o homem entende estas leis, pode determinar por cálculos matemáticos onde determinado corpo no espaço se achará em determinado tempo. Tais cálculos se tornam possíveis graças ao movimento ordeiro e coerente dos corpos celestes.

      A lua, para exemplificar, percorre uma órbita sempre predizível em redor da terra, na média de 3.700 quilômetros por hora. Faz uma volta em torno da terra a cada 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 2,8 segundos. Similarmente, a terra gira ao redor do sol a cerca de 115.000 quilômetros por hora. Completa um giro em volta do sol a cada 365 dias, 6 horas, 9 minutos e 9,54 segundos.

      Assim, nos vôos para a lua, o homem na terra mira sua espaçonave para um ponto no espaço a 265.000 quilômetros adiante da lua em órbita. Por meio de vários cálculos, o homem sabe que a lua com certeza estará naquele ponto no tempo predeterminado. E, se se fornecer à espaçonave a direção e a energia corretas, ela estará também naquele ponto, tornando possível a alunissagem.

      Origem da Lei e da Ordem

      O que é responsável pela precisão dos movimentos dos corpos celestes que torna possível o vôo espacial? Já pensou nisto? O primeiro astronauta estadunidense a orbitar a terra, John Glenn, sentiu-se movido a exclamar:

      “E a ordem de todo o universo ao redor de nós . . . de galáxias com milhões de anos-luz de extensão, percorrendo todas órbitas prescritas em relação uma com a outra.

      “Poderia isto ter simplesmente acontecido? Foi por acidente que um punhado de destroços e de cargos alijadas subitamente começaram a percorrer tais órbitas por sua livre vontade? Não posso crer nisso. . . . Algum Poder colocou tudo isto em órbita e o mantém ali.”

      O cientista espacial, Dr. Wernher Von Braun, também ficou impressionado pela “presença duma racionalidade superior por trás da existência do universo”. Explicou:

      “O vôo espacial tripulado é uma consecução surpreendente. Mas, abriu-nos, por enquanto, apenas diminuta porta para contemplarmos as tremendas amplitudes do espaço. Nossa observação, através deste buraquinho, dos amplos mistérios do universo, apenas confirma nossa crença em seu criador.”

      Sim, descobriu-se no espaço amplo complexo de corpos celestes, governados com fantástica precisão matemática. Certo professor de matemática da Universidade de Cambridge, P. Dirac, escreveu em Scientific American: “Poder-se-ia talvez descrever a situação por dizer que Deus é um matemático da mais elevada ordem, e ele usou a matemática muitíssimo avançada ao construir o universo.”

      Não é óbvio que as leis responsáveis por tal movimento ordeiro da terra, da lua e das estrelas tinham de ter um Legislador? Sem a existência de tais leis, a viagem espacial seria impossível, visto que os corpos celestes estariam num caos! Não é evidente então, que sem Deus, que criou e mantém tais leis, as alunissagens do homem teriam sido impossíveis?

      Mas, será que o homem só depende de Deus quando viaja pelo espaço?

      Fornecer Alimento

      Recentemente, relatórios excitados têm mencionado a chamada “Revolução Verde”, resultante do aperfeiçoamento pelo homem das variedades de trigos “maravilhosos” e de arroz “milagroso”. Assim, algumas autoridades afirmam que, graças ao engenho do homem, fornecer-se-á

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