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  • Enfrente a onda crescente de vandalismo
    Despertai! — 1975 | 22 de fevereiro
    • ajuda, mas de jeito nenhum solucionou o problema. Exige-se mais.

      Um oficial de menores, com boa visão, indicou isto, dizendo: “Pagar dinheiro não acabará com o vandalismo — simplesmente cobre esta doença com notas de dólares. Quando os pais devotarem suficiente tempo e atenção a seus meninos porque desejam fazer isso — não por temerem futuras contas ou multas — o problema do vandalismo começará a diminuir.”

      Na realidade, os filhos exigem mais do que simples tempo e atenção dos pais. Precisam que os pais os instruam quanto a por que a obediência à lei e o respeito à propriedade dos outros é correto. Mas, quem pode dizer o que é correto? Não são simplesmente alguns humanos. É nosso Criador, o Deus Onipotente, e ele nos diz o que é correto em sua Palavra, a Bíblia.

      Os pais que criam seus filhos com amor e respeito ao seu Criador e a seus justos requisitos, verificam que, entre sua prole, a onda crescente de vandalismo pode, efetivamente, ser detida.

  • Fixe alvos significativos para si mesmo
    Despertai! — 1975 | 22 de fevereiro
    • Fixe alvos significativos para si mesmo

      SE DESEJARMOS progredir, se desejarmos levar uma vida plena, útil e significativa, temos de fixar alvos para nos mesmos. Ao invés de seguir a lei do menor esforço, “levando uma vida fácil”, como diz o ditado, contentando-nos de seguir corrente abaixo, temos de nadar contra a corrente, e, para fazer isso, temos de ter alvos que nos motivem.

      O primeiro casal humano, Adão e Eva, tinham alguns alvos mui significativos. Estes foram fixados pelo seu Criador, Jeová Deus. Ele ordenou: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e tende em sujeição . . . toda criatura vivente.” Essa ordem lhes deu verdadeiro propósito na vida. Infelizmente, não apreciaram os privilégios e as oportunidades que tais alvos representavam e, perdendo-os de vista, perderam a vida e todas as suas bênçãos. — Gên. 1:28; 3:1-19.

      Naturalmente, a maioria de nós temos nossa rotina diária. Levantamo-nos, lavamo-nos, vestimo-nos e partimos para o trabalho, se formos o ganha-pão da família. Ou, se formos donas-de-casa, cuidamos dos deveres domésticos, ou, se formos estudantes, vamos para a escola. Mas, será que cumprimos essas funções diárias como se alguém nos empurrasse, contra nossa vontade, por simples necessidade, ao invés de o fazermos ansiosamente, a fim de atingir um alvo digno, E o que fazemos com nosso tempo de lazer, depois de cuidarmos destas coisas necessárias?

      Simplesmente não há tempo suficiente para tudo que poderíamos ou gostaríamos de fazer. Assim, a menos que fixemos alvos, verificaremos, talvez, que as coisas de menos importância sufocam as coisas de maior importância. Como diz velho ditado: “Nunca é uma questão de isto E aquilo, mas é isto OU aquilo.” Este é um princípio por trás do conselho, “Nunca ocupado demais para orar.”

      Recentemente, um ministro cristão ficou surpreso de saber que um de seus amigos se associava com uma congregação de língua espanhola e outro amigo com uma congregação de língua francesa. Não tinha idéia de que falavam tais idiomas, visto serem anglo-saxônicos. Como aprenderam tais idiomas? Fixaram alvos para si, de aprender a falar tais idiomas, de modo a serem mais úteis. Em sua cidade há clamorosa necessidade de ministros que falem tais línguas. Em menos de um ano, aprenderam a falar tais línguas fluentemente, destarte aumentando muito suas oportunidades de ajudar outras pessoas.

      Talvez não tenha um motivo religioso, mas, ter por alvo aprender outro idioma, além de seu idioma nativo, pode ser muitíssimo recompensador. Aprender outro idioma aumenta sua faculdade de raciocínio, enriquecendo assim sua vida. Também pode ser útil de outros modos, até se tornando um meio de obter maior salário no seu emprego secular.

      Entre outros alvos significativos que as pessoas fixaram para si mesmas se acham os de aprender o sistema de toque ou datilografia, ou adquirir a habilidade de taquigrafia. Por lixar tal alvo e empenhar-se nele, tais pessoas utilizaram tempo que teria ordinariamente sido desperdiçado, e, por fim, adquiriram útil perícia que lhes trouxe recompensas.

      Entre os alvos práticos que um bom número de pessoas poderá fixar para si é o de exercitar-se com regularidade, a menos que seus dias já estejam ocupados com atividades físicas. Um programa regular de exercícios é proveitoso tanto para a mente como para o corpo, habilita-o a gozar melhor saúde e o torna menos suscetível a resfriados e males paralelos. Por fixar o alvo de apenas dez minutos por dia, um programa de exercícios, tais como, nos EUA, os “Planos de Exercício RCAF Para a Aptidão Física”, tanto para homens como para mulheres, podem fazer muita coisa em seu favor.

      Ou, trabalha num certo serviço de rotina, fazendo a mesma coisa dia após dia, e isso do mesmo modo e no mesmo ritmo? Isso bem que pode ser enfadonho e o deixar descontente. Assim, por que não fixa para si um alvo que torne isso mais interessante ou mais recompensador? Poderia encontrar um meio de aumentar sua produção? Ou poderia aprimorar a qualidade de seu trabalho? Poderia tornar-se mais eficiente, fazendo o mesmo serviço com menos movimentos? Fixar para si um alvo assim tornará mais interessante o trabalho, resultando em ter melhor disposição mental, e talvez até mesmo resulte em benefícios materiais, tanto para você mesmo como para seu patrão.

      É dona-de-casa? Entre os alvos que poderia fixar para si mesma estariam o aumento de sua eficiência, de modo que fizesse seu trabalho em menos tempo e com menos esforço, assim lhe dando mais tempo de lazer, para leitura ou um passatempo. Outro alvo seria conseguir uma variedade de refeições que prepara para a família, de vez em quando preparando uma surpresa para sua família. Ou, talvez verifique que tem problemas em cuidar de sua correspondência. É fácil negligenciar isto devido às tarefas diárias, ver TV ou contatos por telefone. Mas, por fixar alvos para si, como responder às cartas, escrever bilhetes de “agradecimento”, cartões que desejam “melhoras ou enviar felicitações, pode trazer muita felicidade a outros, e até mesmo obter maior felicidade. — Atos 20:35.

      Hoje em dia, muitos pagam juros altos em empréstimos pessoais porque não fixam como seu alvo viver segundo seus recursos. Muito mais sábio seria que tomassem o tempo para raciocinar sobre suas finanças, decidindo quanto podem gastar com comida, roupa, abrigo, diversões, etc., e então fazendo um orçamento e empenhando-se realmente a viver segundo o mesmo. O resultado seria mais dinheiro a usar, porque o pagamento de juros seria eliminado. E de quanta ansiedade se poupariam!

      Os cristãos dedicados, bem como outros, podem tirar proveito de alvos que pessoalmente fixem. Alvos quanto ao estudo pessoal, leitura da Bíblia, assistir às reuniões congregacionais e tempo gasto em partilhar a boa mensagem da Bíblia com outros podem ajudá-los a fazer bom uso de seu tempo. E os alvos em produzir os frutos do espírito de Deus — amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura e autodomínio — podem contribuir para seu crescimento espiritual.

      Mas, nunca seja despercebido que fixar um alvo é apenas metade da batalha, com efeito, apenas o primeiro passo, por assim dizer. É preciso uma seqüência, perseverar nisso. É preciso apego, autodisciplina, e, de início, talvez haja falhas. Mas, continue tentando, aprenda a não ceder mui facilmente às suas inclinações ou à influência de outros, que, ao passo que são bem intencionados, talvez nem sempre sejam sábios. Tendo fixado para si um alvo, conserve-o, a menos que, com o passar do tempo, descubra que seu alvo foi fixado alto demais ou imprático demais. O apóstolo cristão Paulo certa vez ofereceu bons conselhos em relação a fazer contribuições para os concristãos necessitados: “Faça cada um conforme tem resolvido no seu coração.” Se tiver fixado um alvo sábio e digno, faça exatamente como resolveu, apegue-se a ele! — 2 Cor. 9:7.

      Não se deixe levar corrente abaixo. Tenha um propósito, fixe alvos sábios para si mesmo, e leve uma vida mais rica e mais significativa.

  • A discórdia abala concórdia
    Despertai! — 1975 | 22 de fevereiro
    • A discórdia abala concórdia

      ONDAS de choque ainda sacodem o Seminário de Concórdia em S. Luís, Missúri. Por vários meses, a maior faculdade teológica luterana dos EUA se contorce sob os efeitos de revolta maciça. Para alguns, isto talvez constitua surpresa, mesmo numa época em que, virtualmente, todas as principais organizações religiosas estão sofrendo. Por quê?

      Porque o seminário de Concórdia (significando “harmonia”), de 135 anos, parecia tão seguro. É apoiado pelo Sínodo de Missúri da Igreja Luterana, de três milhões de membros, conhecido por sua forte posição “conservadora” em questões religiosas.

      O que aconteceu?

      A Discórdia Abaladora

      Em janeiro de 1974, John H. Tietjen, chefe do seminário, foi suspenso pela Junta de Controle da faculdade. A Junta citou como motivos: Conduta incorreta oficial na realização dos deveres do cargo, inclusive insubordinação ao presidente do Sínodo, J. A. O. Preus, e advogar falsa doutrina. Em reação à demissão, a maioria do corpo docente instituiu um boicote às aulas. Em questão de dias, 43 membros do corpo docente, ou todos, menos cinco, foram demitidos por se recusarem a voltar às suas turmas.

      Um mês após a suspensão de Tietjen, mais de 450 estudantes dum total aproximado de 600, votaram acompanhar os membros expulsos do corpo docente num ‘seminário no exílio’, que veio a ser chamado Seminex. A ação estudantil foi voluntária. Acharam que permanecer em Concórdia subentenderia concordância

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