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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
w79 1/12 p. 31

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Que Espécie de Deus?

● “Neste junho faz vinte e cinco anos”, observou a revista católica, jesuíta, América, “que os estadunidenses inseriram piamente a frase ‘sujeita a Deus’ no Voto de Lealdade à bandeira”. Refletindo sobre o motivo desta medida, América disse que “a maioria dos que apoiaram a mudança na fraseologia (e foram poucos os que não o fizeram) admitiu francamente que a inclusão de Deus foi um ato político, não religioso”. Naqueles dias de fervoroso anticomunismo, disse o artigo “os Veteranos Católicos da Guerra, do Condado de Wayne, Mich. [E. U. A.], resolveram que a introdução de Deus, no Voto, daria ‘significado adicional à defesa espiritual de nossa nação’. Deus . . . estava sendo reconvocado ao serviço ativo”.

A significância disso foi expressa por um escritor religioso daquele tempo, que disse que a América, por incluir Deus no voto, estava “adotando um Deus de guerra, que aparece como deidade nacionalista, dirigindo as bombas e as balas ao coração dos nossos inimigos”. Observou América: “Bem simplesmente, a nação estava com medo do futuro e procurou enfrentar este medo por fazer seus filhos papagaiar em forma cantarolada quão boa ela realmente era. O Voto devia ser um campo espiritual de treinamento muita para criancinhas.”

Gostaria de que seus filhos aprendessem sobre um nacionalista “Deus de guerra”, ou, em vez disso, sobre o “Deus de paz”, conforme é revelado na Bíblia? (Fil. 4:9) América chegou à seguinte conclusão: “A frase ‘sujeita a Deus’ é o símbolo concreto do que há 25 anos era, e ainda pode ser, a religião estabelecida dos estadunidenses: a adoração do estado. Devíamos eliminá-la.” — 9 de junho de 1979, pp. 469, 470, publicada em inglês.

Ocultam Luz

● “Eu teria receio de falar a outros sobre a minha crença”, disse um membro da Igreja Luterana nos Estados Unidos, em resposta a uma recente enquête a respeito das atitudes sobre este assunto. “Falar sobre religião e crença é realmente serviço do pastor”, disse outro. Apenas 11,1 por cento disseram que falariam “prestimosamente” sobre a sua crença a famílias que não eram da igreja, se o seu pastor lhes pedisse isso. Cerca de 16 por cento disseram que fariam isso com apreensões, e 44 por cento disseram que não o fariam de modo algum.

Em vez de compartilharem a sua crença com outros, como forma de “evangelismo cotidiano”, mais de 90 por cento dos membros da igreja preferiam orar a favor dos outros ou oferecer ajuda a amigos em dificuldades. Entre os motivos apresentados pela sua hesitação de falar sobre a sua crença estavam: “Acho que não poderia explicar minha crença a outros”, ou: “Eu me sentiria como se estivesse impondo minhas crenças a outros.”

Como se compara tal maneira tímida e tíbia de encarar a crença com as exortações dinâmicas de Jesus Cristo? Ele disse aos que o seguiam: “Vós sois a luz do mundo. . . . deixai brilhar a vossa luz perante os homens.” — Mat. 5:14-16.

Vida no Espaço?

● Os cientistas já têm especulado por muito tempo que talvez haja milhões de civilizações inteligentes em outros planetas na Órbita de estrelas dis tantes. Agora, alguns deles não têm mais tanta certeza. Lá em 1966, o astrônomo soviético Dr. Iosif S. Shklovsky foi co-autor dum livro intitulado “Vida Inteligente no universo”. Mas, desde então, parece que o Dr. Shklovsky passou a reconsiderar o assunto, e, no ano passado, ele escreveu num periódico soviético: “Parece que o nosso sol, esta estrela estranha e solitária, cercada por uma família de planetas, é mui provavelmente uma rara exceção no mundo estelar.”

E, mais recentemente, o jornal Times, de Nova Iorque, noticiou a análise dum computador sobre estrelas e planetas hipotéticos, realizada pelo astrônomo Michael H. Hart. “Ele chegou à conclusão de que, longe de a vida civilizada ser comum, ela deve ser extraordinariamente rara, e a que temos na terra pode até mesmo ser exclusiva”, observou Times. Hart salientou também que, se a nossa terra estivesse 5 por cento mais perto do sol ou 1 por cento mais longe dele, poderia haver temperaturas extremas, hostis à vida. Além disso Hart acredita que o fato de nunca se descobrir nenhum sinal de vida extraterrena é significativo.

Na Bíblia, o Criador indica que, pelo menos agora, a terra pode ser exclusiva como planeta quanto a acomodar criaturas vivas. Sua Palavra diz: “Quanto aos céus, os céus pertencem a Jeová, mas a terra ele deu aos filhos dos homens.” — Sal. 115:16.

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