-
Não mais ‘despercebo o propósito da vida’Despertai! — 1980 | 22 de fevereiro
-
-
Não mais ‘despercebo o propósito da vida’
PODE a Bíblia realmente ajudar as pessoas a obter contentamento e felicidade na vida? A seguinte experiência do oeste dos Estados Unidos é interessante:
“Antes de conhecer a verdade, minha vida se concentrava em coisas materiais, ao invés de em coisas intelectuais ou espirituais. Imaginava que o propósito da vida era adquirir o máximo de coisas possíveis. Prestava pouca atenção a Deus ou à Bíblia; mas considerava tal vida muito insatisfatória e desapontadora. Depois de cursar a universidade por dois anos, e comprar uma casa, nova camioneta, custoso carro esporte e outras coisas, ainda não estava satisfeito nem feliz com minha vida. Podia ver-me prosseguindo nas mesmas coisas nos próximos 40 anos, e então, finalmente, adquirir um túmulo.
“Além disso, estava tendo problemas em meu casamento. Eu e minha esposa tínhamos procurado a ajuda de grupos orientadores e até mesmo dum psiquiatra, mas nada aprimorara nosso casamento.
“Daí, surgiu um emprego de tempo parcial de soldador experiente em sistemas ultra-elevados de vácuo, em meu local de trabalho. Nessa mesma semana, a firma recebeu um telefonema dum rapaz com a necessária experiência e que procurava um serviço de tempo parcial. Até mesmo o supervisor ficou surpreso e lhe perguntou como sabia que tal emprego estava disponível. O rapaz disse que não sabia, e que simplesmente dera com o nome da firma nas páginas amarelas e ficara contente de tê-lo encontrado, visto não ter conseguido um serviço de tempo parcial em nenhuma outra parte.
“O rapaz provou-se ser uma das Testemunhas de Jeová. Fiquei curioso em saber por que trabalhava apenas por tempo parcial, visto que eu tinha dois empregos, mas ainda não vivia financeiramente folgado. Mais tarde, ele me contou algo humorístico que ouvira num ‘estudo da Bíblia’. Isso quebrou o gelo e comecei a lhe fazer todo tipo de perguntas. Era tudo que ele podia fazer para conseguir que eu voltasse a trabalhar naquele dia.
“Pela primeira vez, ouvi falar na nova terra. (2 Ped. 3:13; Rev. 21:1) Estava finalmente começando a entender o que Jesus queria dizer quando afirmou: ‘Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.’ (Mat. 6:10) Desde aquele primeiro dia, compreendi que tinha despercebido o propósito da vida. Dentro de duas semanas, eu recebia um estudo bíblico semanal em minha casa. No entanto, dentro de pouco tempo achei que um só estudo bíblico por semana era pouco; pedi mais um, e, dentro de pouco tempo, pedi um terceiro. Assim, em questão de cinco semanas, eu recebia três estudos bíblicos por semana e freqüentava todas as reuniões no Salão do Reino das Testemunhas de Jeová. Um ano depois, fui batizado.
“O primeiro efeito que a verdade teve em mim foi uma sensação de alívio — alívio da escravidão ao modo materialista de pensar do mundo e alívio em meu casamento. Quanto mais eu aplicava os princípios bíblicos em meu casamento, tanto mais ele melhorava.”
-
-
Moldado às expectativas adolescentesDespertai! — 1980 | 22 de fevereiro
-
-
Moldado às expectativas adolescentes
Jerry Kosinski, novelista laureado, disse que o panorama moral dos Estados Unidos se altera e “reflete o grande número de pessoas que não sabem o que fazer, depois de terem crescido numa sociedade que basicamente deixa os indivíduos entregues a si próprios, com todas as opções disponíveis para eles”. “Bem”, conclui ele, “há algumas opções que, talvez, não devêssemos fazer. Precisamos de orientações espirituais para saber que opções são boas e quais são más”.
Ele considera a cultura popular dos Estados Unidos como “esse clima cultural que tudo permeia, basicamente moldado às expectativas adolescentes. A cultura popular exige muito pouco esforço continuado. É pré-digerida, pré-embalada e exige um período mínimo de atenção. A cultura popular é tipificada pela enorme popularidade do entretenimento, da televisão, dos filmes e do rádio, que utilizam grandemente a música pop — a música adolescente de discoteca. Visto que a percepção da música popular não exige que nosso aparelho intelectual esteja funcionando, poder-se-ia dizer que quanto mais de tal entretenimento tivermos ao redor, menos pensaremos”.
-