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  • As maiores coisas vivas do mundo
    Despertai! — 1975 | 8 de janeiro
    • através do centro queimado do tronco da árvore. Talvez tenham sido consumidos sessenta metros das partes vitais duma árvore, todavia, ela continua viva até que sucessivos incêndios na floresta tenham cozido tanta madeira que a seiva não possa mais correr.

      Em geral, os danos dos incêndios são curados. Pouco a pouco, nova casca surge sobre a ferida, numa velocidade de talvez uns oito milímetros por ano, até que, alguns séculos depois, ela cubra por completo a queimadura.

      Quando o incêndio consumiu as árvores menores, e a luz solar de novo banha o solo, novas sementes de Sequóia podem germinar. Com o tempo, estas também se tornarão, talvez, árvores gigantescas.

      Raízes e Inimigos

      Apesar de seu tremendo tamanho, estas árvores têm um sistema de raízes excecionalmente raso. Suas raízes talvez tenham apenas 1,20 a 1,50 metros de profundidade, mas podem espalhar-se para colher nutrientes duma área de uns 120 metros de um lado a outro — talvez quase 1 hectare. Seriam necessárias 500 pessoas, todas com braços estendidos, para cercar essa área das raízes. É difícil imaginar tal sistema raso de raízes ancorando com êxito, contra as tempestades dos séculos, uma estrutura de árvore tão alta quanto um prédio de 25 pavimentos, e pesando tanto quanto um pequeno cargueiro transatlântico.

      Nenhuma Sequóia jamais morreu de doença ou de velhice, segundo se conheça. Seus inimigos são o fogo, a erosão, o vento e o homem. A erosão duma corrente próxima poderá minar a árvore, que se inclina cada vez mais, por longo período de anos, até que, por fim, venha abaixo. Madeireiros já destruíram em um só dia árvores que já eram velhas quando Jesus nasceu, e que talvez estavam erguidas quando Salomão construiu o templo de Jeová em Jerusalém. Mas, pouco lucro adveio desta destruição, visto que a madeira é quebradiça, parte-se facilmente sob a abaladora queda de tão tremenda árvore, e não é útil para construção. Muitos bosques são agora preservados como parques nacionais, para protegê-los de tal destruição.

      Louvam o Criador

      O homem é humilhado ao pé de tais gigantes. Sua capacidade de resistir a fortes nevascas de três mil invernos, e as secas de inumeráveis verões sem chuvas, acha-se além de nossa limitada compreensão. Literalmente centenas de gerações de azafamados esquilos se mantiveram ocupados à sombra de uma de tais árvores. Incontáveis gerações de veados, porcos-espinhos e raposas cinzentas farejaram os raminhos em sua base. Outras árvores germinaram, amadureceram, envelheceram, morreram, e foram substituídas por gerações de seus descendentes, ao passo que as Árvores Gigantes permanecem, silenciosamente supremas.

      Milhares de visitantes se puseram à base de tais árvores, primeiro atônitos, e então reverentes. Alguns foram estimulados a ter maior apreço pela criação de Deus, e pela sabedoria Daquele que fez possível tal esplendor. Fazem-nos lembrar as palavras de Paulo: “Pois as suas qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade, de modo que [aqueles que não o glorificam] são inescusáveis.” — Rom. 1:20.

      Predizendo as condições da nova ordem justa de Deus, agora bem às portas, a Bíblia diz que a vida do povo de Deus será “como os dias da árvore”; isto é, usufruirão longa vida. Até mesmo na Palestina, havia árvores que viviam mil anos ou mais. (Isa. 65:22) A existência de tais árvores nos ajuda a avaliar que está bem dentro do âmbito do poder de Deus realizar sua promessa de vida humana permanente na terra.

      A promessa de eterna vida humana, dada pela Bíblia, é feita por Aquele cuja criação tornou possível o crescimento e a vida destas grandes árvores. Não se trata duma “lenda fantástica”, assim como não o eram os relatórios da existência de tais árvores — no que as pessoas não queriam acreditar há um século atrás.

  • Será que o destino determina seu futuro?
    Despertai! — 1975 | 8 de janeiro
    • Qual É o Conceito da Bíblia?

      Será que o destino determina seu futuro?

      CADA ano, os acidentes ceifam a vida de muitos milhares de pessoas em suas casas, no trabalho ou ao viajarem. Milhares de outras sofrem graves ferimentos quando acontece o inesperado. Por quê? E por que será que, às vezes, benefícios imprevistos iluminam a vida de alguns indivíduos? A maioria das pessoas consideram tais coisas como acidentais, coisas de acaso. São realmente acidentais?

      Certas pessoas afirmam que Não. Crêem que todo evento da vida de alguém, inclusive o momento da morte, é predeterminado pelo destino. Napoleão Bonaparte certa vez escreveu: “Nossa hora acha-se marcada, e ninguém pode pretender ter um momento sequer de vida além do que o destino predestinou.”

      Entre os que sustentam que o destino determina seu futuro acham-se muitos que crêem em Deus. Acham que, Deus tem de ter presciência de todos os eventos futuros. E, baseados nesta premissa, arrazoam que todos os eventos futuros são predeterminados, pois aquilo de que Deus tem presciência não pode deixar de acontecer. Alguns estendem essa idéia à crença na predestinação divina, que significa que Deus predeterminou certas pessoas dentre a raça humana para a salvação, e as demais para o castigo eterno.

      Tem Deus deveras presciência de todas as coisas ocorridas na história? Sabe definitivamente agora tudo que suas criaturas farão nos dias vindouros? Será que tal destino determina seu futuro?

      A Bíblia deixa claro que muitas coisas que acontecem com as pessoas são autênticos acidentes, pois “o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos”. (Ecl. 9:11) Daí, também, Jeová Deus estende a suas criaturas inteligentes o privilégio e a responsabilidade da livre escolha. Admoestou-se ao antigo Israel que ‘escolhesse a vida’ por ouvir a Jeová Deus. O profeta Sofonias instou com os mansos a ‘buscar a Jeová’. (Deu. 30:19, 20; Sof. 2:3) A Palavra de Deus, em Revelação 22:17, estende o convite para que “quem quiser” se utilize das provisões de Deus para a salvação.

      As Escrituras inspiradas apresentam a Jeová como Deus misericordioso, justo, imparcial e amoroso. (Deu. 4:31; 32:4; Atos 10:34; 1 João 4:8) Encorajaria alguém assim as pessoas a escolher o que é certo se Ele já soubesse que o destino impedia muitos de fazer isso?

      Presciência Difere do Destino

      É verdade que Deus pode ter presciência das coisas. As Escrituras se referem a Ele como “Aquele que desde o princípio conta o final e desde outrora as coisas que não se fizeram”. (Isa. 46:10) Mas, conhecer algo de antemão não é o mesmo que provocá-lo. Um meteorologista, por exemplo, pode fazer exata previsão por causa de sua familiaridade com os padrões do tempo. Mas, ninguém afirmaria que ele provocou o tempo predito.

      Quando Deus deveras prediz o que pessoas ou grupos

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