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Uma esposa africana supera o vitupérioDespertai! — 1972 | 22 de maio
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de liberação: “Esta senhora está livre para se casar com quem quiser. Meu nome não está mais sobre ela.”
Removido o Vitupério
Assim, fui posta de lado como não tendo valor algum. Era como as brasas de um fogo que se apaga. Precisava ser estimulada de novo por meio de íntima associação com o povo de Deus. Jeová, e não algum gênio, agora deveras se tornou meu auxiliador, e, sob seus cuidados, fiz bom progresso espiritual. Foi um dia inesquecível aquele em que acompanhei aquela Testemunha idosa — aquela de quem costumava fugir — no ministério de pregação. As pessoas ficavam surpresas quando eu conseguia dizer-lhes coisas sobre Deus, embora jamais tivesse freqüentado uma escola regular. Mais tarde, até mesmo aprendi a ler as grandiosas promessas de Deus para elas, usando a Bíblia.
Daí, no devido tempo, veio o batismo. A minha vida agora tinha um significado definido, pois agora pertencia a Deus. Que bênção podia ser para outros! Quão bem entendia os temores e desespero de minhas supersticiosas irmãs do país! Especialmente para aquelas que não conseguiam ter filhos, eu abria meu coração. Ao invés de ser resultado de feitiçaria, como supunham, tratava-se possivelmente de efeito de parasitas que podem afetar os órgãos intestinais a ponto de “danificar o ventre jovem”. Os médicos mais tarde expressaram a opinião de que esta fôra a causa de meu aborto involuntário. Mas, o grande Curador em breve corrigiria nossos corpos imperfeitos. Abortos, natimortos, bebês deformados e prole doentia não estragarão a alegria daqueles que participarão em repovoar a terra. Não mais as mães “darão à luz para a perturbação”. — Isa. 65:23.
Quão satisfatório é ver as sementes da verdade bíblica criarem raízes em bons corações! Uma senhora idosa Kpelle cria, por toda a sua vida, que os mortos são espíritos que jamais viverão de nôvo na terra. A verdade de que as pessoas serão ressuscitadas em corpos carnais para viver na terra a deixou emocionada. Com o tempo, ela aceitou o verdadeiro Cristianismo e foi batizada. Como minha “filha” espiritual, esta idosa “mamãe” junta-se a mim na obra de pregação. Minha mãe real, também, ouve com respeito a mensagem bíblica. Quem dera que ela aja antes que seja tarde demais.
Há muito tempo atrás, Ana cantou em gratidão a Jeová, exultantemente: “Até mesmo a estéril tem dado à luz sete filhos, mas aquela que era abundante em filhos se definhou.” Não raro, olho para as muitas crianças num povoado, felizes e descuidadas. Mas, seus pais são orgulhosos, resistindo à palavra de Jeová. Como poderão sobreviver quando Deus varrer esta geração pervertida? Seu vitupério será muito pior que o da mulher estéril. Estão dando à luz filhos simplesmente para a destruição. Quanto agradeço a Jeová de que, por meio de sua Palavra e de seu espírito, posso servir qual humilde instrumento em dar à luz “sete” para a sobrevivência e a vida! — 1 Sam. 2:5.
Minha idéia não mudou. “Visto que o nome de Jeová está sobre mim, não posso chorar.” Posso apenas regozijar-me como um ramo espiritualmente frutífero, desejada e amada agora por um marido a cujo lado sirvo a Deus. Juntos, preparamo-nos para a sobrevivência e para as alegrias de viver sob a regência amorosa Daquele que promete a vida eterna. Mas, até neste tempo atual, posso, com alegria e apreciação, repetir as palavras de Raquel: “Deus tirou o meu vitupério!” — Gên. 30:23.
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Grande poedeiraDespertai! — 1972 | 22 de maio
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Grande poedeira
☒ A fêmea gigantesca do peixe-lua pode pôr 300.000.000 de ovos de uma só desova.
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