BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Habitantes das montanhas
    Despertai! — 1970 | 8 de julho
    • cinco centímetros de grossura. Seus primos moram nas pradarias baixas, onde é mais quente, de modo que o seu pêlo tem apenas a grossura de um centímetro e pouco.

      Portanto, onde quer que haja elevações montanhosas em toda a terra, há criaturas interessantes que consideram as montanhas o seu lar. A inacessibilidade significa para estas criaturas principalmente segurança contra predadores humanos. Há grandes e pequenas. Incluem uma grande variedade: o forte gorila, a vicunha risonhamente livre, o pacato cabrito montês, o estólido lhama de carga e o ligeiro castor das montanhas. Se vir alguma vez um destes num jardim zoológico, imagine mentalmente o mundo limpo e airoso de picos e abismos que eles chamam de lar.

  • Um antigo líquido beneficia o mundo moderno
    Despertai! — 1970 | 8 de julho
    • Um antigo líquido beneficia o mundo moderno

      Do correspondente de “Despertai!” no Canadá

      UM LÍQUIDO para embalagens, arquitetura, engenharia e arte! Essencial para automóveis, rádio, televisão e satélites, é também indispensável em hospitais, fábricas e lares. Pode ser tão forte como o aço, tão duro como pedras preciosas, tão pesado como ferro; ou pode ser tão frágil como a casca de ovos, macio como seda e leve como cortiça. Disponível numa abundância ultrapassada por poucos outros materiais, é o líquido da antiguidade: o vidro.

      “Vidro um líquido?” talvez pergunte incredulamente. Sim, quando o vidro é fundido numa mistura incandescente de ingredientes derretidos, seus átomos e suas moléculas retêm a estrutura irregular dum líquido, embora se torne tão rígido como os sólidos comuns. Um líquido que tem aspecto, contextura e comportamento igual a um sólido parece fantástico, mas as propriedades peculiares de seu estado sem igual tornam o vidro um dos seus servos mais versáteis e valiosos.

      O fabrico do vidro é uma das indústrias mais antigas. Também é bem moderno. O homem tem usado o vidro por mais de trinta e cinco séculos, mas quase ainda “nem tocou na superfície” da sua versatilidade, até cerca de setenta e cinco anos atrás. De fato, foi só em 1903 que se produziu a garrafa de vidro toda automaticamente, e a máquina para a produção de vidraça só se tornou realidade comercial por volta de 1916. Desde então, maior conhecimento e melhores meios de utilizar este líquido espantoso permitiram que a produção em massa transformasse o vidro de um luxo caro em servo, em miríades de formas.

      Produção Contínua

      Os ingredientes básicos do vidro não sofreram mudança, durante milhares de anos. Areia silicosa, cal e soda ainda constituem cerca de noventa por cento do vidro do mundo, mas a escala de produção foi aumentada consideravelmente para satisfazer as demandas modernas. Os atuais fabricantes de vidro selecionam escrupulosamente toneladas de matérias-primas puras, pesam-nas até em gramas, misturam-nas cabalmente e então levam esta mistura ou massa a gigantescos tanques de fornos, que podem conter cerca de mil toneladas de vidro fundido. Embora a adição de pedaços ou cacos de vidro da mesma fórmula a ser fabricada apresse o processo de fundição, o forno precisa ser aquecido a cerca de 1.550 graus centígrados! Nesta temperatura, o vidro em fusão é tão corrosivo, que o processo tem sido comparado à fundição dum bloco de gelo num vasilhame feito de açúcar. As paredes refratárias do forno precisam usualmente ser substituídas cada dois a quatro anos.

      No entanto, uma vez que se iniciou o processo, ele continua dia e noite, semana após semana, até que consertos ou mudanças na fórmula obriguem a uma interrupção. A massa é continuamente introduzida numa extremidade do forno, ao passo que o vidro maleável, misturado e refinado até alcançar uma viscosidade uniforme, livre de bolhas e de impurezas, é retirado na outra extremidade. O líquido incandescente está então pronto para ser estirado, prensado ou soprado, para o seu uso.

      Vidraça

      Embora algumas casas romanas elegantes, durante o primeiro século E. C., ostentassem janelas de vidro quase transparente, há pouco mais de um século ainda eram consideradas luxo. Atualmente, a produção anual de vidraça ocuparia a extensão de milhares de quilômetros, enquanto o antigo líquido é estirado, cortado e emoldurado para deixar passar luz, reduzir o barulho, reter o calor e manter o frio fora.

      A vidraça comum é produzida num forno de estiragem, uma pequena extensão do forno grande. Para se iniciar a produção, abaixa-se dentro da fusão uma grelha de ferro, que é então levantada vagarosamente. O vidro em fusão é bastante líquido para fluir, mas é suficientemente viscoso para aderir à grelha, de modo que é levantado verticalmente numa placa contínua! A grelha é então separada enquanto rolos condutores, movidos a eletricidade, elevam o líquido endurecido a uns dez metros para cima, a um lugar onde a placa polida pelo fogo é cortada em tamanhos padrões.

      As superfícies da vidraça produzidas por este método não são perfeitamente paralelas, causando ligeiras distorções ópticas no vidro. Para se obterem janelas e espelhos opticamente superiores, o vidro plano, estirado desde o forno, move-se horizontalmente como uma fita contínua de trezentos metros de comprimento, entre gigantescos rolos desbastadores. É desbastado em ambos os lados simultaneamente até ficar quase que perfeitamente plano. A vidraça é então cortada em seções e polida para permitir a vista sem distorção da estrada a algum motorista ou para fascinar a criancinha com a sua imagem imaculada de faces rosadas no vidro.

      Vidro Flutuante

      Em 1959 anunciou-se um novo processo revolucionário para o fabrico de vidraça de qualidade. Chamado de processo de flutuação, elimina completamente os processos dispendiosos do desbaste e do polimento.

      O vidro em fusão flui do forno numa tira contínua diretamente sobre a superfície dum tanque fechado, de estanho fundido. O vidro é mantido suficientemente aquecido para se eliminarem todas as irregularidades, ao passo que as superfícies se tornam perfeitamente lisas e paralelas. O vidro é cuidadosamente esfriado ao avançar sobre o tanque de flutuação, emergindo livre de distorções, com superfícies duras, polidas à fogo.

      O vidro flutuante recebeu entusiástica

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar