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Por que o clamor pela paz mundialDespertai! — 1973 | 22 de abril
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Por que o clamor pela paz mundial
AS PESSOAS ao redor da terra já estão cansadas da guerra.
Por um quarto de século agora — desde o fim da Segunda Guerra Mundial — as grandes potências travam uma “guerra quente-fria”. Isto produziu a maior corrida armamentista da história. Tem mantido toda a humanidade num estado de incerteza, de impaciência.
Virá a paz mundial? Unir-se-ão as grandes potências um dia em anunciar triunfantemente o fim de sua luta?
Sim, farão isso! E a evidência indica que será no futuro próximo.
Acha difícil de crer nisto? Se assim for, certamente não será por causa de qualquer falta de desejo de paz.
O Que a Paz Mundial Poderia Significar Para Todos Nós
Na verdade, talvez não esteja agora numa área de “guerra quente”. Mas, não é preciso que seja morto, ferido ou aleijado, ou que veja os membros de sua família padecerem violências, para sentir a clamorosa necessidade de paz.
Pesam cada vez mais as pressões dos impostos? Torna-se mais dura a luta de enfrentar o custo de vida diário? Então, dê-se conta do seguinte:
A cada ano, o mundo despende cerca de Cr$ 1.300 bilhões em despesas militares. Isto equivale aos salários anuais das 1,8 bilhões de pessoas que constituem a metade mais pobre da população da terra!
Outro motivo de muitos desejarem a paz é a repulsa que sentem diante do patente desperdício que a guerra traz. Produtos que custam enormes somas estão sendo ‘reduzidos a pedaços’. Já em 1971, para exemplificar, mais de Cr$ 975 bilhões haviam sido gastos na guerra do Vietnam. E se essa mesma quantia tivesse sido distribuída ao povo vietnamita?
Então, cada família tanto no Vietnam do Norte como no do Sul poderia ter recebido uns Cr$ 130.000,00 — mais do que a maioria delas ganharia em toda a sua vida!
Antes, seu país é grandemente devastado, estando repleto de calculadamente vinte e um milhões de crateras abertas pelo intenso lançamento de granadas e bombas.
Sim, a paz mundial poderia trazer o alívio almejado das cargas econômicas esmagadoras sobre todos nós.
Ainda outro motivo para se almejar a paz é que nosso inteiro conceito de vida é influenciado pela incerteza atual. Parece que passamos de uma crise para outra, e de uma fase de violência para outra. Após quase vinte e seis anos disso, não é de admirar que as pessoas ao redor do mundo se sintam cada vez mais irritadas e frustradas.
É certo que, como a maioria das pessoas, talvez ache ser improvável o irrompimento duma guerra nuclear total. Mas, saber que os arsenais combinados dos Estados Unidos e da Rússia contêm agora uma potência destrutiva igual a cinco toneladas de dinamite para cada homem, mulher e criança deste planeta — não basta isto para impedir que a maioria olhe para o futuro sem nenhuma verdadeira paz mental ou confiança?
Assim, que mudança, então, significaria a paz mundial! Que bênção seria se os esforços e os recursos humanos se voltassem para alvos construtivos! Que alívio seria ficar livres da contínua tensão e insegurança!
Todavia, não importa quão desejável possa ser a paz, isso não a torna certa, não é? Assim, onde está a evidência de que virá um arranjo de paz sem precedentes?
Conforme veremos, há forte evidência que nos leva a tal conclusão. Com efeito, a vinda de tal paz cumprirá profecias há muito tempo escritas na Bíblia.
[Foto na página 3]
A cada ano, o mundo despende Cr$ 1.300 bilhões em despesas militares — isto equivale ao que a metade mais pobre da população da terra ganha por ano.
[Foto na página 4]
Nos arsenais combinados dos Estados Unidos e da Rússia há uma potência destrutiva igual a 5 toneladas de dinamite para cada homem, mulher e criança na terra atualmente.
5 TONELADAS
5 TONELADAS
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Por que crescem as esperanças de uma “geração de paz”Despertai! — 1973 | 22 de abril
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Por que crescem as esperanças de uma “geração de paz”
ESTRANHOS eventos ocorrem em nossos tempos. E seu verdadeiro significado vai muito mais além de sua aparência superficial.
Sem dúvida está a par da surpreendente série de mudanças mundiais que aconteceram no curto espaço de menos de um ano. Entre estas, acham-se:
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