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  • Sou tripulante do concorde
    Despertai! — 1978 | 22 de julho
    • de zero. A camada externa do avião fica quase tão quente quanto o nariz. Deve-se à grande fricção, quando o avião voa mais rápido que a velocidade do som. Mas a alta temperatura não tem efeito adverso sobre a estrutura especial da aeronave.

      Um maquímetro, que mostra a velocidade da aeronave no ar com relação à velocidade do som, situa-se na cabina, de modo que possamos dizer quão velozmente voamos. Não se sente nenhuma sensação de voar rapidamente quando se viaja. Mas, quando se acelera para cruzar a barreira do som, a sensação é um tanto similar a ligeira cutucada nas costas, comparável a uma mudança automática dum carro.

      Alimentos a Bordo

      Devido ao vôo breve, o tipo de refeições servidas teve de ser planejado cuidadosamente por cozinheiros-chefes e equipe, com muitos anos de experiência de vôo. Também, em virtude do espaço limitado, o equipamento de serviço de categoria era um pormenor importante a considerar. Os alimentos de alta qualidade servidos — não em aparelhos de plástico, mas de porcelana — são complementados por excelentes vinhos franceses, em cálices especialmente modelados, e usados com exclusividade no Concorde. Cinco pratos garantem que os passageiros fiquem bem satisfeitos em cada vôo. O champanha pode também aumentar o prazer duma refeição, dando caraterístico toque francês a este empreendimento franco-britânico.

      Tenho apreciado trabalhar nesta primeira aeronave hipersônica, pois trata-se de um passo a frente em comparação com outras formas de viagens aéreas. Mas também sou grato porque, tripulando o Concorde, posso assistir às reuniões das Testemunhas de Jeová com mais regularidade do que me seria possível fazê-lo caso tripulasse outra aeronave. Também consigo realizar meus estudos bíblicos em casa numa base mais regular, visto que os vôos do Concorde são mais padronizados quanto à distância e ao tempo que passo longe da família. Assim, minha associação com o Concorde é proveitosa e gratificante. — Contribuído.

  • A “Sanção dupla”
    Despertai! — 1978 | 22 de julho
    • A “Sanção dupla”

      Ao considerar os efeitos da televisão sobre os muito jovens, o Dr. Thomas Harris fornece aos pais muito em que pensar. Depois de descrever como a mente jovem funciona semelhante a um gravador, ele declara: “Uma criança de três anos que se senta diante dum televisor, durante muitas horas por dia, está gravando o que vê. Os programas que vê são um conceito ‘ensinado’ de vida. Se vê programas de violência, creio que grava a violência. . . . Esta conclusão é certa, se seus pais não expressarem oposição por mudarem de canal. Se gostam de programas violentos, o jovem recebe uma sanção dupla — o televisor e sua gente — e presume que lhe foi dada a permissão de ser violento, uma vez que receba a quantidade exigida de injustiças.”

      Sim, não basta que pessoalmente evitemos demonstrações de violência em nosso lar. A questão que ainda permanece é: Será que nós por nossos hábitos de divertimento, “sancionamos a violência aos olhos de nossos filhos?”

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