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  • Familiarize-se com Deus e mantenha a paz
    A Sentinela — 1970 | 1.° de junho
    • povo de lábios impuros; pois os meus olhos viram o próprio Rei, Jeová dos exércitos!” — Isa. 6:5.

      25. Com a ajuda do serafim de que modo sobreviveu Isaías para contar a história?

      25 Como conseguiu Isaías sobreviver para contar o que aconteceu? Foi assim: Um dos serafins alados, vindo do templo então cheio da fumaça milagrosa, veio em seu auxílio. “Em vista disso”, nos conta Isaías, “voou para mim um dos serafins, e na sua mão havia uma brasa viva que ele tirara do altar com uma tenaz. E ele passou a tocar-me a boca e a dizer: ‘Eis que isto tocou os teus lábios, e teu erro sumiu e o próprio pecado teu está expiado.’”

      26. (a) Para o que se ofereceu Isaías, então já purificado? (b) De que modo prefigurou Isaías deveras o Messias e nos deu uma lição?

      26 Isaías sentiu-se então limpo na Presença Divina, até mesmo o suficientemente puro para se oferecer para mais serviço profético de Jeová. “E”, diz ele, “comecei a ouvir a voz de Jeová, dizendo: ‘A quem enviarei e quem irá por nós?’ e eu passei a dizer: ‘Eis-me aqui! Envia-me.’ E ele prosseguiu, dizendo: ‘Vai, e tens de dizer a este povo.’” Isaías foi enviado imediatamente numa missão profética que prefigurava a obra do vindouro Messias, ainda mais de oitocentos anos no futuro. Isaías nunca se esqueceu daquela visão da glória de Jeová no templo. Isaías, como prefiguração correta do Messias, mostrou-se fiel à sua comissão recebida de Jeová. (Isa. 6:6-13; Mat. 13:10-15) Mas, que dizer de nós? Oferecemo-nos prontamente ao serviço de Jeová Deus, ao nos familiarizarmos melhor com Ele, assim como Isaías fez? Sim, conhecermos mais de perto a Deus nos impele a dizer-lhe: “Eis-me aqui! Envia-me.”

      AS VISÕES DO PROFETA EZEQUIEL

      27. Quando começou o profeta Ezequiel a ter visões de Deus?

      27 Antes de vir o Messias ou Ungido, ainda outro homem teve visões milagrosas do Deus vivente e verdadeiro. Este foi o profeta Ezequiel, no século que se seguiu ao de Isaías. A ruína que Isaías predissera como vinda sobre o seu próprio povo distava apenas seis anos quando Ezequiel teve a sua primeira visão pasmosa. Ele se achava naquele tempo no exílio na Babilônia pagã. Diz que foi “enquanto eu estava no meio do povo exilado junto ao rio Quebar, que se abriram os céus e comecei a ver visões de Deus”. Ele datou isso como ocorrendo em 5 de tamuz do ano, segundo o calendário judaico, quer dizer, “no quarto mês, no quinto dia do mês” e “no quinto ano de exílio do Rei Joaquim”, ou no ano 613 antes de nossa Era Comum. — Eze. 1:1-4.

      28. Na sua primeira visão, o que viu Ezequiel em movimento e o que impulsionava a este?

      28 Naquele tempo, o Criador dos céus e da terra estava marchando para executar sua decisão judicial contra o seu povo infiel no reino de Judá, com a sua capital em Jerusalém. Concordemente, o que Ezequiel viu era como que algo em movimento. Parecia-se a um carro tão gigantesco, que ele se sentiu como formiga. Não tinha motor a gasolina, nem motor elétrico ou atômico para impulsioná-lo, não obstante, avançava rapidamente, passando sobre tudo o que se achava no seu caminho. Não tinha volante de direção visível, nem freios; não obstante, podia mudar de direção, passando do seu movimento diretamente para a frente para um movimento lateral, num instante, sem diminuir a velocidade para vencer a inércia do carro. O que movia a este carro colossal? Evidentemente a força ativa, o espírito Daquele que andava no carro.

      29. O que havia de especial quanto às rodas deste carro celestial?

      29 Não se tratava dum carro de duas rodas. Era um de quatro rodas. Quanto às próprias rodas, tinham uma construção estranha. Podiam evidentemente enxergar para onde andavam, pois, as cambotas estavam cheias de olhos, em todo o redor. Além disso, dentro de cada roda que girava para a frente havia outra roda atravessada em ângulo reto, vertical, tornando possível que o carro se movesse para os lados sem que suas rodas dessem volta como para contornar uma esquina. Observe como Ezequiel descreve a locomoção deste carro.

      30. Como descreve Ezequiel o movimento das rodas do carro?

      30 “Quanto ao aspecto das rodas e da sua estrutura, era como o brilho de crisólito; e as quatro tinham uma só semelhança. E seu aspecto e sua estrutura eram como quando uma roda mostra estar dentro de uma roda. Quando iam, iam pelos seus quatro lados respectivos. Não se viravam para outro lado ao irem. E quanto às suas cambotas, eram de tal altura que metiam medo; e suas cambotas estavam cheias de olhos ao redor das quatro.” — Eze. 1:16-18.

      31. Quem acompanhava o carro como corredores?

      31 Nos tempos antigos, costumava haver uma escolta de corredores na frente e ao lado dos carros reais, para dar grandiosidade ao que andava no carro. (1 Reis 1:5; 18:44-46) Havia quatro querubins que acompanhavam o carro celeste visto pelo profeta Ezequiel na visão. Aqueles querubins correspondiam aos corredores. No princípio, Ezequiel os chamou de “criaturas viventes”. Certamente não se tratava de criaturas humanas, embora tivessem algumas particularidades de homem. (Eze. 1:5, 15; 10:9-13) O profeta Ezequiel nos ajuda a visualizar como a vista das quatro criaturas viventes e do carro se lhe apresentou com glória quase indescritível:

      32. Segundo a descrição de Ezequiel, que aspecto tinham os querubins?

      32 “E comecei a ver, e um vento tempestuoso procedente do norte, uma grande massa de nuvens e um fogo cintilante, e havia ao redor dela uma claridade, e do meio dele procedia algo que tinha o aspecto de electro, do meio do fogo. E do meio dele procedia a semelhança de quatro criaturas viventes, e seu aspecto era o seguinte: elas tinham a semelhança de homem terreno. E cada uma tinha quatro faces, eis que havia e cada uma delas, quatro asas. E seus pés eram pés retos e a planta de seus pés era como a planta do pé de um bezerro; e reluziam como que com o brilho de cobre brunido. E havia mãos de homem debaixo das suas asas nos seus quatro lados, e as quatro tinham suas faces e suas asas. Suas asas estavam unidas umas às outras. Não se viravam ao irem; cada uma ia diretamente para a frente.”

      33. Que faces tinham as querubínicas criaturas viventes?

      33 O profeta Moisés não forneceu nenhuma descrição dos querubins que apareceram à entrada do jardim do Éden, mais de trinta e quatro séculos antes, quando foram expulsos os pecadores Adão e Eva. (Gên. 3:24) Mas o profeta Ezequiel nos fornece a descrição acima mencionada, das querubínicas criaturas viventes, e acrescenta o seguinte: “E quanto à semelhança das suas faces, as quatro tinham uma face de homem, com uma face de leão à direita, e as quatro tinham uma face de touro à esquerda; as quatro tinham também uma face de águia. Assim eram as suas faces. E suas asas separavam-se para cima. Cada uma tinha duas unidas entre si e duas cobrindo seu corpo.” — Eze. 1:4-11.

      34. Como se sincronizavam as rodas com o movimento dos querubins?

      34 Como se sincronizavam as rodas do carro celestial com o movimento dos querubins semelhantes a corredores? O profeta Ezequiel nos conta isso: “E quando as criaturas viventes iam, as rodas iam ao lado delas, e quando as criaturas viventes se elevavam da terra, as rodas se elevavam. Iam aonde quer que o espírito se inclinava a ir, inclinando-se o espírito a ir para lá; e as próprias rodas se elevavam bem ao lado delas, porque o espírito da criatura vivente estava nas rodas. Quando iam, estas iam; e quando paravam, estas paravam; e quando se elevavam da terra, as rodas se elevavam bem ao lado delas, porque o espírito da criatura vivente estava nas rodas.” — Eze. 1:19-21.

      35, 36. (a) O que simbolizam as particularidades dos querubins? (b) O que viu Ezequiel pouco acima dos querubins e das rodas, e o que ouviu Ele?

      35 Naturalmente, não existem nos céus, no domínio espiritual, invisível, criaturas segundo a descrição destas querubínicas criaturas viventes. Por esta razão, as diversas particularidades de sua aparência aparentemente grotesca eram simbólicas de boas qualidades, tais como se destacam no homem, no leão, no touro, na águia e em outras criaturas aladas. Interessantes como sejam tais qualidades, estamos no momento mais interessados naquilo que havia acima das quatro criaturas viventes, querubínicas, e acima das rodas ao seu lado. O que viu o profeta Ezequiel lá em cima? Ele nos conta:

      36 “E sobre as cabeças das criaturas viventes havia a semelhança duma expansão igual à cintilação de gelo que mete medo, estendida acima das suas cabeças. E debaixo da expansão, suas asas eram retas, uma em direção à outra. Cada uma tinha duas asas cobrindo este lado e cada uma tinha duas cobrindo aquele lado do seu corpo. E eu estava ouvindo o ruído de suas asas quando iam, um ruído igual ao de vastas águas, igual ao som do Todo-poderoso, o ruído dum tumulto, igual ao ruído dum acampamento. Quando paravam, abaixavam as suas asas.” — Eze. 1:22-24.

      37. De que serviu no carro esta “expansão”, e o que predominava sobre todos os outros sons?

      37 Ah! Aquela “expansão”! Era a base daquele carro celeste. Parecia-se a gelo transparente, mas era pasmosa. Aquele que andava no carro foi assim representado como que avançando para a execução de sua decisão judicial numa base firme, como água congelada. Abaixo desta base pasmosa, o ruído do movimento do carro do Todo-poderoso era como o de águas tumultuosas, ou como o dum acampamento de soldados clamando para entrar em ação, para executar os inimigos do Todo-poderoso. Mas havia uma voz que predominava sobre todos os ruídos abaixo da base ou “expansão” semelhante a gelo. O profeta Ezequiel a ouve procedente de cima da expansão pasmosa. Vem do Todo-poderoso que anda sobre esta base do carro. Que aspecto assumiu? Ezequiel nos conta:

      QUEM ANDAVA NO CARRO CELESTIAL

      38. Que descrição faz Ezequiel daquele que andava no carro e das luzes em volta dele?

      38 “E veio a haver uma voz acima da expansão que havia sobre a sua cabeça. (Quando paravam, abaixavam as suas asas.) E acima da expansão que havia sobre a sua cabeça havia algo da aparência de pedra de safira, a semelhança dum trono. E sobre a semelhança do trono havia nele, por cima, a semelhança de alguém com aspecto de homem terreno. E eu estava vendo algo semelhante ao brilho de electro, semelhante ao aspecto do fogo, em todo o redor, por dentro, da aparência dos seus quadris para cima; e da aparência dos seus quadris para baixo vi algo semelhante ao aspecto do fogo, e ele tinha uma claridade em todo o redor. Havia algo semelhante ao aspecto do arco que vem a haver numa massa de nuvens no dia duma chuvada. Assim era a aparência da claridade ao redor. Tinha o aspecto da semelhança da glória de Jeová. Quando cheguei a ver isto, então me lancei com a face por terra e comecei a ouvir a voz de alguém falando.” — Eze. 1:25-28.

      39. (a) Em suma, com que palavra se podem resumir todas aquelas luzes? (b) Quantos pormenores se fornecem sobre aquele que andava no carro, e com que se parecia o seu trono?

      39 O brilho semelhante ao de electro (liga metálica de ouro e prata), o fogo completamente cercando e delineando a quem andava no carro, com uma claridade em todo o redor, e o arco semicircular com toda a variedade de cores do arco-íris — tudo isso se resume na única palavra de descrição: “glória”. A “glória de Jeová”! Havia a semelhança duma forma que sugeria a dum homem, com a “aparência dos seus quadris”. Mas não se fornecem pormenores das particularidades do rosto e da figura. O trono em que este Todo-poderoso, Jeová, está sentado é como uma pedra de safira, peritamente cortada e lavrada, cujo azul intenso sugere os céus, onde Jeová realmente está entronizado. Foi deste trono semelhante à safira que Jeová falou com o seu profeta Ezequiel!

      40. No ano seguinte, Ezequiel teve uma visão do carro celestial como estando em que lugar?

      40 No ano seguinte, o profeta Ezequiel teve outra visão do carro celeste de Jeová, com as rodas ao lado das quais havia as querubínicas criaturas viventes, esta vez, porém, na frente do templo construído pelo Rei Salomão em Jerusalém. “E eu continuei a ver”, diz Ezequiel, “e eis que havia na expansão sobre a cabeça dos querubins algo como pedra de safira, como o aspecto da semelhança de um trono, aparecendo por cima deles. . . . E os querubins estavam de pé à direita da casa quando o homem entrou, e a nuvem enchia o pátio interno. E a glória de Jeová começou a elevar-se de cima dos querubins, junto ao limiar da casa, e a casa ficou aos poucos cheia da nuvem e o próprio pátio estava cheio da claridade da glória de Jeová. E o próprio ruído das asas dos querubins fez-se ouvir no pátio externo como o som de quando o Deus Todo-poderoso fala.” — Eze. 10:1-5; 8:1.

      41. (a) Desde onde rodara o carro, e o que sugere o novo lugar em que se encontrava? (b) Em que sentido era como se o próprio Ezequiel destruísse Jerusalém?

      41 Portanto, o carro celeste de Jeová rodara desde o rio babilônico Quebar, onde Ezequiel teve a primeira visão dele, para o oeste até Jerusalém e seu templo. Isto indicava que se aproximara a execução ardente da decisão judicial de Jeová sobre a infiel Jerusalém e seu poluído templo. A cidade, junto com o seu templo, havia de ser destruída. (Eze. 10:6-22) Em sentido figurado, o próprio Ezequiel estava destruindo a cidade infiel de Jerusalém. Como? Por receber de Jeová a comissão de ser profeta e então proclamar a mensagem da iminente destruição. Vinte anos depois de Ezequiel ter visto o carro de Jeová junto ao rio Quebar, ou quatorze anos após a própria destruição de Jerusalém, Ezequiel foi induzido a pensar outra vez na sua missão destrutiva naquele tempo. No vigésimo quinto ano do seu exílio em Babilônia, ele recebeu a visão dum novo templo de Jeová, em toda a sua inteireza. Um anjo, assumindo a aparência dum homem, conduziu a Ezequiel numa excursão.

      42. Quatorze anos após a destruição de Jerusalém, que visão de Deus teve Ezequiel com relação ao novo templo?

      42 “Então me fez ir ao portão, o portão que dá para o leste”, diz Ezequiel. “E eis que vinha a glória do Deus de Israel da direção do leste, e sua voz era como a voz de vastas águas; e a própria terra brilhava por causa da sua glória. E era como a aparência da visão que tive, como a visão que tive quando vim para arruinar a cidade; e havia aparições como a aparição que vi junto ao rio Quebar, e fui lançar-me com a face por terra. E a própria glória de Jeová entrou na casa pelo caminho do portão cuja frente dava para o leste.” — Eze. 43:1-4; 40:1-4.

      43. O que indica o efeito da visão sobre Ezequiel quanto glória de Deus?

      43 Tão gloriosa foi a visão do Todo-poderoso Deus Jeová, que bastou para fazer um frágil homem de carne lançar-se com a face por terra e prostrar-se. A glória de Jeová Deus não é para ser olhada de modo profano, impudente e desafiador. As visões milagrosas que Ezequiel teve da “glória de Jeová” eram bastante espantosas para fazer o homem sentir-se intimidado e obrigado a adorar. Mas, Ezequiel sobreviveu a estas experiências extraordinárias, segundo era o propósito de Deus para ele.

      44. Em vista da visão de Ezequiel, por que cabe agora aos homens familiarizar-se com Deus e vir a ter paz com ele?

      44 Jeová Deus é glorioso ao andar vitoriosamente no seu carro celeste, assistido por suas querubínicas criaturas viventes. Hoje ele anda de modo similar para a execução de seus julgamentos. Cabe agora aos homens familiarizar-se com este Deus, e estabelecer e manter a paz com ele.

  • Familiarizar-se com Deus resulta em paz eterna
    A Sentinela — 1970 | 1.° de junho
    • Familiarizar-se com Deus resulta em paz eterna

      1. Quando teve Daniel a sua visão de Jeová, e o que viu ele no início da visão?

      CERCA de sessenta anos depois que Ezequiel teve a sua primeira visão de Jeová andar gloriosamente no seu carro, outro companheiro de exílio de Ezequiel, em Babilônia, teve uma visão de Deus como Soberano do universo. A visão veio à noite. A narrativa em Daniel 7:1-3 reza: “No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, o próprio Daniel teve um sonho e visões da sua cabeça, sobre a sua cama. Naquele tempo ele anotou o próprio sonho. Fez o relato completo dos assuntos. Daniel falou e disse: ‘Aconteceu que eu estava vendo nas minhas visões durante a noite, e eis que os quatro ventos dos céus agitavam o vasto mar. E quatro animais gigantescos subiam do mar, cada um diferente dos outros.’” — Dan. 7:1-7.

      2. O que é simbolizado pelas quatro feras, e por que razão seriam julgadas as feras simbólicas pelo Juiz Supremo?

      2 A visão foi profética. Segundo o que um intérprete na visão disse a Daniel, os quatro animais gigantescos representavam quatro potências mundiais que apareceriam sucessivamente no palco da política do mundo. Sua dominação política de toda a terra avançaria desde os dias do avô de Belsazar, Nabucodonosor, que havia destruído Jerusalém em 607 A. E. C. Continuaria até o tempo em que Deus estabeleceria seu prometido reino e destruiria os governos políticos animalescos da terra. Estas potências mundiais seriam julgadas segundo os seus antecedentes, especialmente segundo os seus tratos com o povo fiel de Jeová Deus. Ele é o Juiz Supremo, sendo o Soberano de todo o universo. Na visão de Daniel, chegara Seu tempo para julgar aquelas potências mundiais, políticas, animalescas, e para executar sua sentença judicial. Ele se apresentou então como Juiz Supremo. Como apareceu na visão a Daniel, Daniel nos diz:

      3. Que aparência teve o Juiz Supremo para Daniel, na visão?

      3 “Eu estava observando até que se colocaram uns tronos [um para Jeová Deus, e o outro, provavelmente, para o seu Messias ou Cristo] e o Antigo de Dias se assentou. Sua vestimenta era branca como a neve e o cabelo de sua cabeça era como pura lã. Seu trono era chamas de fogo; as rodas dele eram fogo ardente. De diante dele corria e saía um rio de fogo. Mil vezes mil lhe ministravam e dez mil vezes dez mil ficavam de pé logo diante dele. Assentou-se o Tribunal e abriram-se livros.” — Dan. 7:9, 10.

      4. Por meio de que são representados hoje os que hão de ser julgados, e o que indica a cor do cabelo e da vestimenta do Juiz?

      4 Aqui se visiona a Jeová Deus, “o Antigo de Dias”, numa cena de tribunal,

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