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  • Reacenda aquele primeiro amor!
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
    • idolatrarem o primeiro presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), Charles T. Russell, após a morte dele em 1916, tentaram introduzir sectarismo. Disciplinado por perseguições e adversidades, esse grupo cristão recebeu claramente uma avaliação de “muito bem”, do seu Amo, e o convite de entrar na alegria dele. (Mateus 25:21, 23) Reconheceram nos acontecimentos do mundo e nas suas próprias experiências o cumprimento do sinal que Jesus apresentara para assinalar sua presença invisível no poder do Reino. A partir de 1919, seguiram avante, para participar no cumprimento adicional da grande profecia de Jesus: “E estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” (Mateus 6:9, 10; 24:3-14) Se antes seu amor a Jeová havia sido de algum modo falho, daquele tempo em diante ele fora atiçado até se tornar uma chama.

      12. (a) Que chamada foi feita num congresso histórico, em 1922? (b) Que nome os cristãos verdadeiros adotaram em 1931, e de que se arrependeram?

      12 Num congresso histórico, ao qual assistiram 18.000 desses cristãos, em Cedar Point, Ohio, EUA, de 5-13 de setembro de 1922, fez-se a chamada: “Voltem ao campo, ó filhos do altíssimo Deus!  . . . O mundo precisa saber que Jeová é Deus e que Jesus Cristo é Rei dos reis e Senhor dos senhores.  . . . Portanto, anunciem, anunciem, anunciem o Rei e seu reino.” O precioso nome de Jeová era cada vez mais destacado. Em 1931, esses cristãos, reunidos em congresso em Columbus, Ohio, EUA, alegraram-se de adotar e assumir o nome indicado por Deus na profecia de Isaías — Testemunhas de Jeová. (Isaías 43:10, 12) A partir do seu número de 1.º de março de 1939 (em inglês; em português, 1.º de junho), o nome da revista principal da organização foi mudado para A Torre de Vigia Anunciando o Reino de Jeová (agora A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová), dando assim primariamente honra ao nosso Criador e ao seu governo régio. As Testemunhas de Jeová, com reaceso amor a Jeová, arrependeram-se de qualquer possível falha anterior quanto a honrar e magnificar Seu ilustre nome e Reino. — Salmo 106:6, 47, 48.

      “Àquele Que Vencer”

      13. (a) Que bênção aguardava os efésios, se eles ‘vencessem’? (b) Como os cristãos efésios ‘venceriam’?

      13 Por fim, assim como fez também nas outras mensagens, Jesus traz à atenção o espírito de Deus como divulgando por meio de Jesus as recompensas da fidelidade. Ele diz aos efésios: “Quem tem ouvido ouça o que o espírito diz às congregações: Àquele que vencer concederei comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus.” (Revelação 2:7) Os que tivessem ouvidos atentos acatariam prontamente essa mensagem vital, sabendo que não era da iniciativa de Jesus, mas que emanava do próprio Soberano Senhor Jeová por meio do Seu espírito santo, ou força ativa. Como é que ‘venceriam’? Por seguir de perto os passos de Jesus, que manteve a integridade até a morte e que por isso podia dizer: “Coragem! eu venci o mundo.” — João 8:28; 16:33; veja também 1 João 5:4.

      14. A que se deve referir o “paraíso de Deus”, mencionado por Jesus?

      14 Visto que eles não têm nenhuma perspectiva de viver num paraíso terrestre, como é que os cristãos ungidos, tais como aqueles efésios, são recompensados com o comer “da árvore da vida, que está no paraíso de Deus”? Este não pode ser o Paraíso restabelecido na Terra, visto que os 144.000 cristãos ungidos, incluindo os da congregação de Éfeso, são comprados dentre a humanidade para governar junto com o Cordeiro, Cristo Jesus, no Monte Sião celestial, como filhos espirituais. (Efésios 1:5-12; Revelação 14:1, 4) Portanto, o que se diz aqui deve referir-se ao domínio celestial, semelhante a um jardim, herdado por esses vencedores. Ali, “no paraíso de Deus”, sim, na própria presença de Jeová, esses vencedores, aos quais se concedeu a imortalidade, continuarão a viver eternamente, conforme simbolizado aqui por comerem da árvore da vida.

      15. Por que o incentivo dado por Jesus, de vencer, é de interesse vital hoje para a grande multidão?

      15 Então, o que dizer dos apoiadores leais, terrestres, dos 144.000 ungidos? Uma grande multidão de tais companheiros, Testemunhas, também está vencendo. Mas a sua esperança se fixa em entrar num paraíso terrestre, em que beberão dum “rio de água da vida” e obterão cura das “folhas das árvores” plantadas ao longo desse rio. (Revelação 7:4, 9, 17; 22:1, 2) Se você for um desse grupo, expresse também seu cordial amor a Jeová e obtenha a vitória da fé. Poderá assim alcançar a felicidade da vida eterna na Terra paradísica. — Compare isso com 1 João 2:13, 14.

  • Esforço para ser vencedores
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
    • Capítulo 8

      Esforço para ser vencedores

      ESMIRNA

      1. (a) Que congregação recebe a seguir uma mensagem do glorificado Jesus? (b) Por chamar-se de “o Primeiro e o Último”, de que lembrava Jesus os cristãos daquela congregação?

      ATUALMENTE, a antiga Éfeso jaz em ruínas. Mas o destino da segunda mensagem de Jesus ainda é uma cidade movimentada. Cerca de 55 quilômetros ao norte das ruínas de Éfeso encontra-se a cidade turca de Izmir, onde mesmo hoje se encontram quatro zelosas congregações de Testemunhas de ­Jeová. Ali, no primeiro século, encontrava-se Esmirna. Note agora as palavras seguintes de Jesus: “E ao anjo da congregação em Esmirna escreve: Estas coisas diz aquele, ‘o Primeiro e o Último’, que ficou morto e passou a viver novamente.” (Revelação 2:⁠8) Por dizer isso àqueles cristãos em Esmirna, Jesus lembra-lhes que ele era o primeiro mantenedor da integridade a quem ­Jeová ressuscitara diretamente para a vida espiritual, imortal, e o último ressuscitado assim. O próprio Jesus iria ressuscitar todos os outros cristãos ungidos. Ele está assim bem qualificado para dar conselho aos seus irmãos que esperam compartilhar com ele a vida celestial, imortal.

      2. Por que são todos os cristãos consolados pelas palavras Daquele que “ficou morto e passou a viver novamente”?

      2 Jesus deu o exemplo em suportar perseguição por causa da justiça, e ele recebeu a devida recompensa. Sua fidelidade até a morte e sua subsequente ressurreição constituem a base da esperança de todos os cristãos. (Atos 17:⁠31) O fato de que Jesus “ficou morto e passou a viver novamente” prova que aquilo que se tem de suportar pela causa da verdade não é em vão. A ressurreição de Jesus é fonte de profundo encorajamento para todos os cristãos, especialmente quando se requer deles sofrer pela sua fé. É essa a sua situação? Então pode também criar coragem em vista das próximas palavras de Jesus à congregação em Esmirna:

      3. (a) Que encorajamento deu Jesus aos cristãos em Esmirna? (b) Embora os cristãos em Esmirna fossem pobres, por que disse Jesus que eles eram ‘ricos’?

      3 “Conheço a tua tribulação e pobreza — mas tu és rico — e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e que não são, mas que são sinagoga de Satanás.” (Revelação 2:⁠9) Jesus não tem crítica aos seus irmãos em Esmirna, apenas elogios cordiais. Eles têm sofrido muita tribulação por causa da sua fé. Em sentido material, são pobres, provavelmente por causa da sua fidelidade. (Hebreus 10:⁠34) Sua preocupação principal, porém, é com coisas espirituais, e têm armazenado tesouros no céu, conforme Jesus aconselhara. (Mateus 6:⁠19, 20) Por isso, o Pastor Principal os considera ‘ricos’. — Compare isso com Tiago 2:⁠5.

      4. Da parte de quem sofreram os cristãos em Esmirna muita oposição, e como encarava Jesus esses opositores?

      4 Jesus nota especialmente que os cristãos em Esmirna têm suportado muita oposição das mãos dos judeus carnais. Em dias anteriores, muitos dessa religião se opuseram resolutamente à divulgação do cristianismo. (Atos 13:⁠44, 45; 14:⁠19) Agora, apenas poucas décadas depois da queda de Jerusalém, esses judeus em Esmirna mostram o mesmo espírito satânico. Não é de admirar que Jesus os considere “sinagoga de Satanás”!a

      5. Que provações aguardavam os cristãos em Esmirna?

      5 Confrontados com tal ódio, os cristãos em Esmirna são confortados por Jesus: “Não tenhas medo das coisas que estás para sofrer. Eis que o Diabo estará lançando alguns de vós na prisão, para que sejais plenamente provados, e para que tenhais tribulação por dez dias. Mostra-te fiel até a morte, e eu te darei a coroa da vida.” (Revelação 2:⁠10) Jesus usa aqui três vezes o plural, em grego, mostrando que suas palavras abrangem a congregação inteira. Jesus não pode prometer que as provações dos cristãos em Esmirna acabarão em breve. Alguns deles conti­nuarão a ser perseguidos e lançados na prisão. Eles terão tribulação por “dez dias”. Dez é um ­número que simboliza plenitude ou inteireza terrestre. Mesmo esses espiritualmente ricos mantenedores da integridade serão submetidos a uma prova cabal enquanto na carne.

      6. (a) Por que não devem ter medo os cristãos em Esmirna? (b) Como concluiu Jesus a sua mensagem à congregação em Esmirna?

      6 No entanto, os cristãos em Esmirna não devem temer, nem transigir. Se permanecerem fiéis até o fim, aguarda-os como recompensa “a coroa da vida”, a qual, no caso deles, é a vida imortal nos céus. (1 Coríntios 9:⁠25; 2 Timóteo 4:⁠6-⁠8) O apóstolo Paulo encarava este prêmio precioso como digno do sacrifício de tudo o mais, até mesmo da sua vida terrestre. (Filipenses 3:⁠8) Pelo visto, aqueles fiéis em Esmirna pensam do mesmo modo. Jesus conclui sua mensagem por dizer: “Quem tem ouvido ouça o que o espírito diz às congregações: Àquele que vencer, a segunda morte de modo algum fará dano.” (Revelação 2:⁠11) Assegura-se aos vencedores a vida celestial, imortal, que não pode ser atingida pela morte. — 1 Coríntios 15:53, 54.

      “Tribulação por Dez Dias”

      7, 8. Igual à congregação em Esmirna, como foi a congregação cristã em 1918 ‘plenamente provada’?

      7 De forma bem semelhante aos cristãos em Esmirna, os da classe de João e seus companheiros hoje foram e continuam sendo “plenamente provados”. Sua fidelidade sob provação marca-os como sendo o povo do próprio Deus. (Marcos 13:9, 10) Pouco depois de o dia do Senhor ter começado, as palavras de Jesus aos cristãos em Esmirna foram de verdadeiro consolo para o pequeno grupo internacional do povo de ­Jeová. (Revelação 1:⁠10) Desde 1879, estes tinham procurado extrair riquezas espirituais da Palavra de Deus, as quais compartilharam liberalmente com outros. Mas, durante a Primeira Guerra Mundial, sofreram intenso ódio e oposição, em parte por não se deixarem levar pela febre de guerra e em parte por exporem destemidamente os erros da cristandade. A perseguição que sofreram às instigações de alguns dos líderes da cristandade atingiu o auge em 1918, e era ­comparável à que os cristãos em Esmirna ­sofreram da comunidade ­judaica ali.

      8 A onda de perseguição nos Estados Unidos da América culminou com o encarceramento do novo presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), Joseph F. Rutherford, e de sete associados, em 22 de junho de 1918, a maioria deles sentenciados a 20 anos de prisão. Nove meses mais tarde, foram soltos

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