-
Esclarecimento para a “terminação do sistema de coisas”Segurança Mundial sob o “Príncipe da Paz”
-
-
CAPÍTULO 5
Esclarecimento para a “terminação do sistema de coisas”
1. Que notável casamento predisse o “Príncipe da Paz” para esta “terminação do sistema de coisas”, e em que parábola?
O “PRÍNCIPE da Paz” disse a respeito da “terminação do sistema de coisas”, em Mateus 24:38, que haveria a situação de “os homens casando-se e as mulheres sendo dadas em casamento”. Mas, durante este mesmo período começaria no céu o maior de todos os casamentos. É o casamento mencionado na ilustração de Jesus a respeito de dez portadoras de lâmpadas, dez virgens. — Mateus 24:3; 25:1-12.
2. (a) Em que hora do dia ocorre este casamento da parábola? (b) O que se segue ao casamento, e como se provê iluminação?
2 O cenário deste casamento é o Oriente Médio. Ocorre tarde da noite, já perto da meia-noite. Primeiro se realiza o casamento da noiva com o noivo, seguido por um cortejo até a casa da festa. O caminho não é iluminado por lâmpadas de rua. A iluminação é provida pelos que participam no cortejo de gala, e os espectadores podem observar a passagem do cortejo, desejando felicidade aos recém-casados.
3, 4. (a) Quem se interessa no cortejo que se segue, e com que preparativos? (b) O cumprimento desta parábola aumenta a prova de que fato? (c) Poderemos ser felizes se fizermos o quê?
3 Em consonância com as suas inclinações femininas, as virgens estão interessadas no casamento. Assim, ao longo do caminho percorrido, dez virgens estão à espera de o cortejo chegar ao lugar onde estão. Querem iluminar o acontecimento, e por isso todas elas trouxeram consigo lâmpadas portáteis, mas apenas cinco delas têm um suprimento de emergência de óleo de iluminação. Estas cinco são virgens discretas. O cumprimento desta parábola deve interessar-nos hoje em dia, porque, segundo Jesus Cristo, é confirmação adicional de que estamos na terminação deste velho sistema. — Mateus 25:13.
4 Podemos ser felizes se formos discretos e se discernirmos a realização deste sublime casamento e seus aspectos acompanhantes! Quem são hoje os favorecidos de ser admitidos na festa? Estamos nós entre eles? Vejamos!
5. O que distinguia uns dos outros entre os que compunham as dez virgens, e o que aconteceu durante a demora do noivo?
5 A ilustração das dez virgens, apresentada por Jesus, tem que ver com “o reino dos céus”, o governo mundial para a bênção de toda a humanidade. De modo que Jesus Cristo passou a dizer: “O reino dos céus se tornará então semelhante a dez virgens que tomaram as suas lâmpadas e saíram ao encontro do noivo. Cinco delas foram tolas e cinco foram discretas. Pois as tolas tomaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo, ao passo que as discretas levaram óleo nos seus recipientes, junto com as suas lâmpadas. Demorando o noivo, todas elas cochilaram e adormeceram.” — Mateus 25:1-5.
6. (a) A quem retratavam as dez virgens? (b) Por que não se menciona nenhuma noiva na parábola?
6 Ora, a quem retratavam essas dez virgens? Retratavam os prospectivos membros da noiva do Noivo espiritual Jesus Cristo. Sem dúvida, foi por esta razão que não se mencionou nenhuma noiva na ilustração de Jesus; apenas o noivo aparece. Assim não há confusão quanto à explicação, como se as virgens retratassem ainda outra classe.
7. Durante que período parecia que o Noivo demorava em vir buscar a noiva, e por quê?
7 A união matrimonial dos prospectivos membros da classe da noiva com o Noivo celestial não ocorreu conforme esperado, no fim dos “tempos designados das nações”, em 1914. (Lucas 21:24) É lógico que lhes parecia que o Noivo estava demorando sua vinda, embora sua presença no Reino celestial dele tivesse ocorrido em 1914. Esses anos pesarosos da Primeira Guerra Mundial pareciam à classe das virgens ser uma noite bem escura.
8. (a) Como se deu que as virgens, figurativamente falando, cochilaram e adormeceram? (b) Para que fim chegara o Noivo ao templo, e por que interessava isso aos da classe da noiva?
8 Em sentido figurativo, os representados pelas virgens passaram a cochilar e a adormecer. A pregação pública das boas novas do vindouro reinado milenar de Cristo, para a bênção de toda a humanidade, praticamente cessou. A partir do último ano da Primeira Guerra Mundial começou um período decisivo de julgamento para essas virgens figurativas. Isto se devia a ter o reinante Rei Jesus Cristo chegado ao templo espiritual. Chegando ali, iniciou o processo de julgamento, a fim de purificar os designados para prestar a Jeová Deus serviço no templo. (Malaquias 3:1-3) Este era o tempo da sua manifestação, em que ele, como Noivo celestial, devia acolher, no céu, os membros aprovados da classe da noiva, que já haviam falecido.
9. Quando chegara o tempo de os da classe das virgens despertarem da inatividade, e por quê?
9 Em 1919, após o livramento, do encarceramento injusto, de oito membros destacados da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), chegara o tempo devido para os da classe das virgens, ainda vivos na terra, serem acordados do seu sono de inatividade. Aguardava-os o trabalho de esclarecimento mundial. Era tempo de eles, com lâmpadas acesas, irem ao encontro do Noivo, que havia chegado ao templo espiritual. O motivo era que pessoas de todas as nações pudessem afluir à “casa de Jeová”, a qual, como que, havia sido enaltecida acima do cume dos montes. — Isaías 2:1-4.
Puseram as Lâmpadas em Ordem
10. O que retratava o óleo retirado dos recipientes das virgens discretas?
10 Os discretos da classe das virgens haviam trazido consigo um suprimento de emergência de combustível para iluminação nos seus recipientes. Não demoraram em reencher suas lâmpadas. O combustível líquido para iluminação representa a Palavra esclarecedora de Jeová e seu espírito santo. Mas, o que representava o óleo retirado dos recipientes das virgens discretas? Representava a reserva do espírito de Jeová, que lança luz sobre a Palavra escrita, espírito que os do restante ungido dos discípulos do Noivo, gerados pelo espírito, tinham em si mesmos quando devia começar a obra de após-guerra de esclarecimento mundial a respeito do “reino dos céus”.
11. O que eram os simbólicos recipientes que continham o óleo?
11 Os recipientes representavam as próprias figurativas virgens discretas, como possuidoras do simbólico óleo de iluminação. Isto não significa que os da classe das virgens só foram nesta ocasião ungidos com o espírito de Jeová. Não, porque as virgens não ungem a si mesmas com o espírito dele. É ele quem faz isso! — Isaías 61:1, 2; Lucas 4:16-21.
12. (a) Que profecia de Joel estava para se cumprir nos que eram das virgens discretas? (b) Quando chegou o tempo para que deixassem o esclarecimento brilhar por meio de suas lâmpadas?
12 Para que pudessem cumprir com a enorme tarefa de esclarecimento mundial a respeito do “reino dos céus”, os das virgens discretas foram favorecidos com o cumprimento neles de Joel 2:28, 29. O apóstolo Pedro citou estes versículos do seguinte modo: “‘E nos últimos dias’, diz Deus, ‘derramarei do meu espírito sobre toda sorte de carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, e os vossos jovens terão visões e os vossos anciãos terão sonhos’.” (Atos 2:17) Assim, a partir de 1919, os discretos da classe das virgens figurativas, deviam eles mesmos apanhar seus meios de iluminação, suas lâmpadas simbólicas. Fizeram isso para dar esclarecimento a todos os que ainda estavam em escuridão espiritual. Em vista do tipo de vida que levam sob a influência da Palavra e do espírito de Deus, tornam-se “iluminadores no mundo”. (Filipenses 2:15) Empreenderam assim seguir os passos do Noivo, enquanto ele se preparava para acolher todos os membros da classe da noiva no Reino celestial, após a morte deles na terra. — Mateus 5:14-16.
Conseqüências da Tolice Espiritual
13. Como reagiram as virgens discretas ao pedido das virgens tolas?
13 Mas agora, que dizer dos tolos da classe das virgens? Jesus prosseguiu, dizendo: “As tolas disseram às discretas: ‘Dai-nos do vosso óleo, porque as nossas lâmpadas estão prestes a apagar-se.’ As discretas responderam com as palavras: ‘Talvez não haja suficiente para nós e para vós. Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o para vós.’” — Mateus 25:8, 9.
14. Por que eram discretas, em vez de egoístas, as virgens que se negaram a dividir seu óleo?
14 Aqueles que se negavam a dividir o que tinham com os tolos não eram egoístas, mas apenas discretos. Apegavam-se ao seu objetivo original de contribuir com votos de felicidade por iluminar para o Noivo o ambiente escuro. Não tinham nenhuma obrigação de transigir, de reduzir sua própria quantidade do espírito santo de Jeová para acomodar os espiritualmente tolos. Esses tolos não se haviam preparado para aproveitar prontamente o privilégio de serviço que se lhes apresentava em 1919.
15. (a) Com o início do período de paz, quem dentre os da classe das virgens começou a demonstrar tendências para a tolice espiritual? (b) Por que não podiam os das virgens discretas ajudar os das virgens espiritualmente tolas?
15 Com o início do período de paz, alguns daqueles que professavam ser associados dedicados e batizados começaram a mostrar tolice espiritual. Após o falecimento do primeiro presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), Charles Taze Russell, não entraram plenamente no espírito dos acontecimentos junto com o instrumento visível de Jeová Deus, sob o seu novo presidente, J. F. Rutherford. Seu coração realmente não estava de pleno acordo com a maneira em que as coisas eram feitas. Mostravam falta de apreço pelo modo em que Jeová lidava com o seu povo. Assim, os semelhantes às virgens discretas não podiam infundir o verdadeiro espírito de cooperação de pleno coração nestes tolos, que se apartavam cada vez mais.
16. Como se fez que se evidenciasse a tolice por parte dos que eram das virgens tolas?
16 Fez-se assim com que se evidenciasse a tolice espiritual. Como? Pela falta do óleo simbólico no tempo momentoso em que havia premente necessidade de esclarecimento espiritual, ao passo que se desenrolavam novos acontecimentos, mostrando que o Noivo estava presente. Portanto, era hora de sair ao encontro dele com a lâmpada acesa, falando-se em sentido figurado. Mas, em vez disso, os semelhantes às virgens tolas, cujas lâmpadas se apagavam, separaram-se dos discretos.
17. Que perda irreparável sofreram os retratados pelas virgens tolas, conforme indicado em Mateus 25:10?
17 Em que perda irreparável incorre aquele que professa ser contado entre os da classe das virgens quando perde o privilégio e a oportunidade nunca mais repetidos de acolher com prazer o Noivo espiritual, Jesus Cristo! Os tolos entre os que são das virgens hodiernas sofrem tal perda, conforme indicado nas palavras adicionais da ilustração de Jesus: “Enquanto foram comprá-lo, chegou o noivo, e as virgens que estavam prontas entraram com ele para a festa de casamento; e a porta foi fechada.” — Mateus 25:10.
18. (a) Em que privilégios deixam de associar-se os das virgens tolas deste século? (b) Por que mostram os tolos estar atrasados para ter participação no cortejo de casamento para ser admitidos na festa?
18 Que tragédia sofrem os que são das hodiernas virgens tolas! No atual período mais tenebroso de toda a história humana, eles deixam de participar na obra de esclarecer os que estão em escuridão espiritual e na sombra da morte, na “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”! (Revelação [Apocalipse] 16:14) Sem óleo nas suas lâmpadas figurativas para iluminar-lhes o caminho, foram embora e tiveram de seguir caminho através da escuridão da meia-noite. Por isso não estavam presentes na hora certa para seguir os passos do Noivo no cortejo alegre através da porta que levava à brilhantemente iluminada festa de casamento. Perderam sua identidade como seguidores dele quais candidatos a se casarem com ele no Reino celestial. Não foram encontrados ‘prontos’ na hora certa. Que exemplo de advertência eles dão!
19. O que nos aguarda por levarmos este assunto à sua conclusão?
19 Este fato doloroso é vividamente retratado na parte final da ilustração contada por Jesus Cristo, o Noivo, especialmente para nós, os que vivemos na “terminação do sistema de coisas”. Portanto, examinemos este assunto ainda mais! Por fazermos isso, aguarda-nos um esclarecimento alegrador, conforme veremos no próximo capítulo.
-
-
Vigilantes durante a “terminação do sistema de coisas”Segurança Mundial sob o “Príncipe da Paz”
-
-
CAPÍTULO 6
Vigilantes durante a “terminação do sistema de coisas”
1. Por que precisamos manter-nos vigilantes?
JÁ ESTAMOS bem avançados na “terminação do sistema de coisas”, mas não sabemos “nem o dia nem a hora” em que termina o tempo para se dar esclarecimento vitalizador. É por isso que Jesus disse: “Portanto, mantende-vos vigilantes, porque não sabeis nem o dia nem a hora.” — Mateus 24:3; 25:13.
2. Que desapontamento deve ser evitado?
2 Seria realmente desapontador para alguém chegar tarde ao lugar duma festa de casamento e encontrar a porta fechada. No entanto, isto é o que acontecerá no futuro próximo à vasta maioria dos professos cristãos. O “Príncipe da Paz” ilustrou isso com as seguintes palavras: “Depois veio também o resto das virgens, dizendo: ‘Senhor, senhor, abre para nós!’ Ele disse, em resposta: ‘Eu vos digo a verdade: não vos conheço.’” — Mateus 25:11, 12.
3. (a) O ano de 1919 mostrou ser tempo para quê? (b) Puderam os religionários da cristandade prover o necessário óleo espiritual?
3 Desde 1919 tem estado disponível o esclarecimento espiritual provido por meio de pessoas discretas, com a ajuda do “óleo” da Palavra e do espírito santo de Jeová, mas os tolos procuram comprar óleo espiritual dos que professam vendê-lo na cristandade. (Mateus 25:9) Os religionários da cristandade, porém, não têm o óleo certo. Não puderam prover nenhuma iluminação a respeito da presença de Jesus Cristo, como Noivo celestial. Esperam, ao morrer, ir imediatamente para o céu encontrar-se com ele, sem ter participado na obra de esclarecimento durante esta “terminação do sistema de coisas”.
4. O que deixaram de fazer até hoje os representados pelas virgens tolas, e por quê?
4 Por outro lado, tem havido aqueles que, iguais a virgens espirituais, mostraram ter uma reserva do “óleo” do espírito santo e da Palavra de Deus para a obra, do após-guerra, de esclarecimento mundial a respeito do “reino”. (Mateus 24:14) Os retratados na parábola de Jesus como virgens tolas não participavam nela por não deixarem brilhar a luz sobre estas boas novas de importância internacional. Não possuíam o “óleo” da Palavra esclarecedora de Deus e de Seu espírito santo, e o Noivo-Juiz, no templo espiritual, discerniu esta falha da parte deles. O coração deles não mostrou estar na obra do após-guerra, que foi prontamente empreendida em 1919 pelos cristãos representados pelas virgens que foram discretas em discernir tanto o tempo como a obra.
5. Em que coisa essencial falharam os das virgens tolas para que pudessem estar unidos com o Noivo-Rei?
5 Ao se separarem dos que apoiavam a organização visível de Jeová, os tolos deixaram de participar no testemunho mundial a respeito do Reino. Eles finalmente adquiriram “óleo” de esclarecimento religioso, mas não era o tipo certo de óleo. Não fornecia iluminação para o acontecimento certo, na hora certa. De modo que não pregam a mensagem do Reino e o “dia de vingança da parte de nosso Deus”. (Isaías 61:1-3) Não aclamam o Noivo-Rei assim como fazem os do restante ungido da classe das virgens.
O Efeito da Luz de Lâmpada à Meia-noite
6, 7. (a) Que ocorrência, nos meados dos anos 30, sugere que havia então virgens suficientes para completar o número dos membros da classe da noiva? (b) Que classe que então precisava ser ajuntada foi trazida à atenção?
6 Em meados da década de 1930, ocorreu algo significativo. Esta ocorrência sugeriu que o número dos membros da noiva espiritual de Cristo já havia sido preenchido, que havia na terra suficientes discípulos do Noivo, gerados pelo espírito, para constituir o pleno número de sua noiva celestial.
7 Naquele tempo, em 1935, começou a trazer-se à atenção a outra classe de discípulos de Jesus, semelhantes a ovelhas. Tratava-se da classe que fora trazida à atenção do público durante a Primeira Guerra Mundial. Foi em 24 de fevereiro de 1918 que se proferiu o discurso sobre o tema “Milhões Que Agora Vivem Talvez Nunca Morram” perante uma assistência inquisitiva e possivelmente cheia de dúvidas. No congresso das Testemunhas de Jeová em Washington, D.C., EUA, em 1935, introduziu-se algo positivo a respeito do ajuntamento desses milhões das “outras ovelhas” de Cristo a um “rebanho” unido, sob Jesus Cristo qual “um só pastor”. (João 10:16) Destacou-se a identidade deste segmento de “outras ovelhas”, conforme predito em Revelação (Apocalipse) 7:9-17.
8. Que obrigação inesperada passaram a ter em 1935 os das virgens discretas?
8 O restante do “pequeno rebanho” passou a ter então a obrigação de começar o ajuntamento desta “grande multidão” de “outras ovelhas”. (Lucas 12:32) Isto se deu porque o número dos que constituíam as virgens discretas necessário para completar a noiva de Jesus havia sido preenchido. Mas esses representados pelas virgens não foram imediatamente levados para o céu. Serão admitidos à sala festiva, celestial, quando terminarem sua carreira terrestre como testemunhas íntegras de seu Deus, Jeová. Por causa de sua obra fiel de prestar esclarecimento, até 1935, receberam um privilégio especial que nunca haviam imaginado antes dos meados dos anos 30.
9. Qual é o número atual dos remanescentes dos das virgens discretas?
9 Já se passou mais de meio século desde 1935, e, durante estes anos, o número dos discretos da classe das virgens tem diminuído. Por outro lado, a obra de testemunho se expandiu a proporções globais, sim, incluindo mais de 200 terras diferentes. Atualmente, os da classe das virgens decresceram a cerca de 9.000.
Companheiros Prestimosos dos Portadores da Luz
10. Em vista da imensidade da obra, têm os do restante das virgens discretas a capacidade de prover os trabalhadores necessários?
10 O restante ungido das virgens figurativas quase que desaparece sob a força do número dos mais de três milhões de publicadores do Reino, em mais de 49.000 congregações das Testemunhas de Jeová em todo o globo. Como é que conseguiriam os do pequeno número do restante ungido cuidar da obra de dar testemunho nas mais de 200 terras, onde se encontram esses milhares de congregações? Não conseguiriam.
11. (a) O que ocorreu entre os que professavam ser das virgens, em vista da identificação do “escravo fiel e discreto”? (b) O que não conseguem discernir os da classe do “escravo mau” por falta de suficiente iluminação espiritual?
11 Eles servem, naturalmente, na biblicamente predita posição de “escravo fiel e discreto”, a quem o Noivo-Amo achou fiel, ao vir ao templo para o julgamento. Foi então que começou a separação entre as virgens discretas e as virgens tolas, da classe das virgens figurativas. Os considerados como pertencentes à classe do “escravo mau” não têm o óleo da Palavra esclarecedora de Deus, nem Seu espírito santo nos recipientes, para acender suas lâmpadas. Assim, eles não têm suficiente iluminação espiritual para discernir a “grande multidão” das “outras ovelhas” já ajuntadas desde 1935 como parte do “um só rebanho”. — Mateus 24:45-51.
12. Quem se tornou companheiros inseparáveis do restante da classe da noiva?
12 Desde a Segunda Guerra Mundial, o cumprimento da profecia de Jesus a respeito da “terminação do sistema de coisas” se deve na maior parte ao papel desempenhado pelos da “grande multidão” das “outras ovelhas”. A iluminação provida pelas lâmpadas acesas do restante lhes tem aclarado os olhos do coração, e eles foram ajudados a refletir essa luz para outros que ainda permanecem na escuridão deste mundo. (Veja Efésios 1:18.) Ajudaram milhões de habitantes desta terra a discernir a presença do Noivo-Rei, ao passo que se aproxima o dia de seu casamento com a classe completa da noiva. Tornaram-se companheiros inseparáveis do restante da classe da noiva.
13, 14. (a) Que situação deleitosa, com respeito aos companheiros do restante, é apresentada figurativamente em Revelação 7:9, 10? (b) Qual foi a reação imediata à explicação desta profecia?
13 Desde 1935, o quinhão desses companheiros do restante da classe da noiva tem sido a alegria. Regozijam-se não só com os grandiosos privilégios que os do restante já usufruem, mas também com os benditos privilégios que eles mesmos receberam por meio do restante da classe da noiva.
14 O entendimento dum maravilhoso texto abriu-se aos do povo de Jeová no congresso de Washington, D.C., EUA, em 1935, predizendo uma deleitosa situação para a “grande multidão”, os companheiros dos ungidos. Veja-os ali “em pé diante do trono [de Jeová Deus] e diante do Cordeiro, trajados de compridas vestes brancas; e [há] palmas nas suas mãos”! Ouça o que clamam em voz alta, para todo o público ouvir: “Devemos a salvação ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro”! (Revelação 7:9, 10) Eles já têm fé no “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”, e por meio dele se dedicaram a Jeová Deus e foram batizados em símbolo de tal dedicação. (João 1:29) Ora, 840 deles foram batizados no dia depois de ouvirem a explicação de Revelação 7:9-17, na sexta-feira, 31 de maio de 1935.
15. Desde então, quantos foram batizados, e como são retratados em Revelação 7:14-17?
15 Mais de três milhões de pessoas fizeram isso desde aquele congresso de Washington, em 1935. São assim representadas como trajadas de compridas vestes brancas, por as terem lavado no sangue purificador do Cordeiro. E elas têm a perspectiva de sair da grande tribulação que aguarda todo o mundo da humanidade, usufruindo a proteção divina em toda essa tribulação. (Mateus 24:21, 22) São por isso retratadas como estando no templo espiritual de Jeová, adorando-o ali junto com o restante da classe das virgens. — Revelação 7:14-17.
16. Então, a quem se dão profusos agradecimentos pelo seu papel em conexão com o cumprimento de Mateus 24:14?
16 Cabem assim profusos agradecimentos à “grande multidão” internacional, multilíngüe, pelo papel sobrepujante que tem desempenhado no cumprimento da profecia do Noivo em Mateus 24:14!
“E a Porta Foi Fechada”
17. (a) Quando se fechará a porta de entrada às festividades de casamento? (b) O que precisam fazer agora os do restante da classe das virgens e os da “grande multidão” de seus companheiros?
17 Não se sabe exatamente quando o restante dos da classe das virgens terá entrado para as festivas cerimônias de casamento e a porta terá sido fechada. Mas, indubitavelmente, isso está mais perto do que jamais antes, e o tempo está-se esgotando! Jesus concluiu assim apropriadamente a parábola das virgens com as palavras de cautela: “Portanto, mantende-vos vigilantes, porque não sabeis nem o dia nem a hora.” — Mateus 25:13.
18. (a) Com quem se identificam agora os representados pelas virgens tolas? (b) O cumprimento de que parte da parábola de Jesus sentirão em breve?
18 Este é o motivo de as virgens tolas serem apanhadas desprevenidas. Por se terem separado das virgens discretas, tornaram-se parte deste mundo condenado e se classificam junto com todos os outros religionários lá fora, na escuridão global cada vez mais profunda. Destinam-se assim a sofrer aquilo que o Noivo Jesus Cristo descreveu nas seguintes palavras da parábola: “Depois veio também o resto das virgens, dizendo: ‘Senhor, senhor, abre para nós!’ Ele disse, em resposta: ‘Eu vos digo a verdade: não vos conheço.’” — Mateus 25:10-12.
19. Portanto, quem é retratado pelas virgens tolas, e por que são estes classificados junto com Babilônia, a Grande?
19 Portanto, a porta da festa não será aberta para essas virgens tolas. Elas retratam bem aqueles que, durante a “terminação do sistema de coisas”, deixam de entrar no “reino dos céus”. (Mateus 24:3; 25:1) Por se apegarem à forma de religião que escolheram, conforme indicado por irem ao mercado para comprar mais óleo, são classificados como pertencentes à Babilônia, a Grande.
20. (a) Quando os das virgens tolas virem os “dez chifres” da “fera” começar a se voltar contra Babilônia, a Grande, a quem apelarão e sob que alegação? (b) Não obstante, por que sofrerão a destruição?
20 Por conseguinte, quando a “fera” simbólica, montada pela meretriz religiosa, se voltar com os seus “dez chifres” contra esta, terão de compartilhar a sorte dela. (Revelação 17:16) Quando esses religionários, retratados pelas cinco virgens tolas, observarem este começo da rejeição da religião babilônica pelas poderosas forças dos elementos políticos, voltar-se-ão para o Noivo-Rei, afirmando que são da classe do “reino dos céus” e merecem ser admitidos às festividades do casamento espiritual junto com as virgens discretas. Para o seu choque, aquele a quem se dirigem com “Senhor”, o Noivo Jesus Cristo, negar-se-á a reconhecê-los como merecedores de terem acesso ao Reino celestial. E eles não compartilham com os da “grande multidão” qualquer esperança de vida eterna na terra. De modo que não resta nada a esses religionários tolos senão a destruição junto com o império mundial da religião falsa, Babilônia, a Grande!
21. (a) Em vista desta perspectiva horrível, que proceder é adotado pelos das virgens discretas e seus companheiros? (b) Que privilégios de serviço esperam usufruir os membros da “grande multidão”?
21 Que perspectiva horrível para eles! Apercebidos disso, os do restante e os da multidão de seus companheiros acatarão constantemente a advertência de Jesus, de ‘manter-se vigilantes’. Estarão sempre cheios do espírito santo de Deus e deixarão destemidamente a luz brilhar, para a glória de Jeová Deus e de Jesus Cristo. Em recompensa, terão a alegria como quinhão assegurado! E aos membros da “grande multidão” aguardam cargos principescos na “nova terra”, conforme lhes forem designados pelo casado Noivo-Rei. — Isaías 32:1; veja Salmo 45:16.
22. (a) O cumprimento da parábola das virgens serve de confirmação de que fato? (b) Quem se alegrará com este casamento do Noivo-Rei com a sua noiva virgem?
22 De modo que este cumprimento ampliado da parábola das dez virgens serve de confirmação de que vivemos na “terminação do sistema de coisas”. Quão gratos podemos ser de que temos sido esclarecidos para ver esta evidência da proximidade do casamento de Jesus Cristo com a classe completa de sua noiva! Tanto os céus como a justa “nova terra” alegrar-se-ão com indizível regozijo com este casamento celestial. — Revelação 19:6-9.
-