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Amplie seu serviço sagradoA Sentinela — 1978 | 15 de junho
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integral sempre será fácil. Encare-o de modo realístico. Encontrará problemas. A vida é assim. Talvez tenha dificuldades em obter emprego por meio período. Talvez encontre pessoas que o desanimarão e que lhe sugerirão que desista. Mas, permaneça decidido em continuar no serviço, uma vez começado. Milhares de outros têm feito isso já por muitos anos. Se eles o conseguem, você também o conseguirá.
Talvez, acima de tudo o que é necessário, no que se refere a ampliar seu serviço sagrado como pioneiro, é ter forte fé e confiança na capacidade de Jeová, de cuidar de você e prover-lhe o necessário. Mais de um pioneiro verificaram que requer ficar quase reduzido a nada, em sentido material, para se aprender que Jeová realmente fala sério quando diz que ele ‘tem cuidado de você’. (1 Ped. 5:7) Embora tenhamos uma preocupação natural quanto a que havemos de comer e vestir, devemos confiar em Jeová, porque, conforme seu Filho nos lembra, ‘seu Pai sabe que você necessita de tais coisas’ e cuidará de você. (Luc. 12:25-31) Nossas necessidades básicas são alimento, roupa e abrigo, e com isso devemos ficar contentes. (1 Tim. 6:8) Visto que temos um Pai celestial tão amoroso assim, que cuida de nós tão ternamente, não devemos confiar nele de todo o coração e nos estribar nele? — Pro. 3:5, 6.
Jeová permitiu que a porta da arca de preservação ficasse aberta. Não sabemos por quanto tempo mais. Pergunte-se: Na minha situação atual, poderia eu ajudar a muitos outros a entrar nela? Está ao meu alcance gastar mais tempo nesta obra das mais satisfatórias? Se puder responder com um sim a estas perguntas, então tome por alvo servir como pioneiro ou pioneira!
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Congressos Internacionais requerem muitos trabalhadores voluntáriosA Sentinela — 1978 | 15 de junho
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Congressos Internacionais requerem muitos trabalhadores voluntários
AS TESTEMUNHAS cristãs de Jeová são corretamente famosas pelo seu zelo, pela sua disposição de trabalharem juntas para realizar alguma coisa. Típico foi o que aconteceu quando construíram um salão de assembléias perto de Pittsburgo, na Pensilvânia, nos Estados Unidos. Um periódico ilustrado noticiou que “cerca de 200 homens, com capacetes de proteção e roupa de trabalho, estavam lançando concreto e colocando tijolos no local da construção, e nenhum deles recebia pagamento por isso”. Entre outras coisas, citou também uma Testemunha, que era supervisor, como dizendo: “Às vezes . . . temos mais homens do que precisamos.” Alguns dias depois, o mesmo periódico falou sobre um diácono que, em contraste, lamentava que quase ninguém comparecia para ajudar num projeto patrocinado por um “vasto número de igrejas protestantes”.
O zelo sempre foi marco distintivo dos verdadeiros servos de Jeová. O tabernáculo, no ermo, e sua mobília certamente exigiam muito trabalho árduo. Achou Moisés necessário compelir ou obrigar seu povo, ou pagar-lhe, para que fizesse o necessário trabalho? Absolutamente não! Os israelitas naquele tempo eram voluntários apreciativos, conforme lemos: “Moisés passou a chamar . . . todo homem de coração sábio, em cujo coração Jeová pusera sabedoria, todo aquele cujo coração o impelia a se chegar à obra, a fim de fazê-la.” (Êxo.
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