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  • Zacarias
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    • 3. Um profeta do período pós-exílico e escritor do livro que leva seu nome. Zacarias chama a si mesmo de “filho de Berequias, filho de Ido” (Zac. 1:1, 7), mas nas outras referências feitas a ele, este vínculo mediano é omitido. (Esd. 5:1; 6:14; Nee. 12:4, 16) Zacarias provavelmente nasceu em alguma parte de Babilônia, pois sua atividade profética só se iniciou dezesseis anos depois do retorno do exílio, e, razoavelmente, ele já tinha nessa época mais de 16 anos, embora ainda fosse chamado de “moço”. — Zac. 2:4.

      Jeová utilizou Zacarias e Ageu para estimular Zorobabel, o sumo sacerdote Jesua, e os exilados retornados a terminar a reconstrução do templo de Jeová, muito embora um embargo do governo persa ainda vigorasse. (Esd. 5:1, 2; 6:14, 15) A profecia de Zacarias abrange mensagens que ele proferiu nesse sentido, por um período de dois anos e um mês. (Zac. 1:1, 7; 7:1, 8) Não se tem registro de qualquer outra atividade profética que tenha exercido. — Veja ZACARIAS, LIVRO DE.

      4. O pai sacerdotal de João, o Batizador. (Luc. 3:2) Ele e sua esposa, Elisabete, parenta da mãe de Jesus, Maria, moravam nas colinas da Judéia. Ambos temiam a Deus e obedeciam aos Seus mandamentos. Embora longevos, não tinham filhos. — Luc. 1:5-7, 36.

      Quando chegou a vez de Zacarias oferecer incenso, durante a “divisão de Abias”, provavelmente por volta de fins da primavera ou início do verão setentrional de 3 AEC, ele entrou como de costume no santuário. Nesta ocasião, Gabriel, anjo de Jeová, lhe apareceu, informando-o de que suas orações pedindo um filho seriam respondidas. Gabriel também disse que o menino deveria chamar-se João, e deu instruções sobre como deveria ser criado e o que tal filho deveria realizar. (Luc. 1:5-17) Zacarias pediu ao anjo um sinal como garantia adicional. Por causa de sua hesitação em crer no anjo, foi informado de que seria afligido de mudez até que João nascesse. (Luc. 1:18-23) No oitavo dia depois de o bebê nascer, Elisabete rejeitou as sugestões dos vizinhos e dos parentes e insistiu que o filho dela se chamasse João. Ao recorrerem ao pai dele, Zacarias pegou uma tabuinha e escreveu nela: “João é o nome dele.” Instantaneamente se lhe restaurou a fala e ele proferiu uma profecia a respeito da obra do seu filho e a do Messias. — Luc. 1:13, 57-79.

  • Zacarias, Livro De
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    • ZACARIAS, LIVRO DE

      Este livro das Escrituras Hebraicas identifica seu escritor como “Zacarias, filho de Berequias, filho de Ido, o profeta”. (Zac. 1:1) Fornece também uma base para se determinar o período de tempo abrangido e uma data aproximada de sua escrita. O último indicador de tempo encontrado no livro de Zacarias é o quarto dia de quisleu, no quarto ano do reinado de Dario (cerca de 29 de novembro de 518 AEC). (Zac. 7:1) Assim sendo, este livro não poderia ter sido escrito antes do fim de 518 AEC. Visto que foi no “oitavo mês, no segundo ano de Dario” (outubro/novembro de 520 AEC), que “veio a haver a palavra de Jeová para Zacarias” (Zac. 1:1), o livro abrange um período de, pelo menos, dois anos.

      Do capítulo nove em diante, o tema encontrado no livro de Zacarias parece diferir consideravelmente da seção anterior. Não mais se faz referência a anjos ou a visões, e nem ao governador Zorobabel e ao sumo sacerdote Josué. Não há menção da obra de reconstrução do templo, e nem mesmo aparece o nome de Zacarias. Em vista disso, e da natureza das profecias contidas nos capítulos finais do livro, alguns críticos sustentam que esta seção não poderia ter sido escrita por Zacarias. No entanto, deve-se notar que Zacarias, como outros profetas, escreveu por inspiração divina, e não recebeu todas as revelações ao mesmo tempo, nem do mesmo modo. (2 Ped. 1:20, 21) Também, as profecias não tinham de se enquadrar em determinada moldura das circunstâncias existentes, e incorporar o nome do profeta ou de alguns de seus contemporâneos para que o livro inteiro fosse obra do profeta. Que o livro de Zacarias constitui um só conjunto harmonioso, em vez de consistir em partes separadas e não-relacionadas, registradas por diferentes escritores, é evidente das idéias expressas nele. Em todo o livro, destaca-se que Jerusalém seria restaurada e que Jeová viria defender a cidade. — Zac. 1:13-21; 2:4, 5; 8:14-23; 9:11-17; 12:2-6; 14:3-21.

      FUNDO HISTÓRICO

      A situação em Jerusalém dava a entender que Jeová tinha abandonado a cidade. Embora o alicerce do templo fosse lançado em 536 AEC, a reconstrução progredia lentamente, por causa da oposição inimiga e, por fim, em c. 522 AEC, ficou sob proscrição oficial. (Esd. 4:4, 5, 24) Adicionalmente, os judeus repatriados, assolados pelas secas e por más colheitas por terem negligenciado a reconstrução do templo, encontravam-se em circunstâncias dificílimas. (Ageu 1:6, 10, 11) Precisavam de encorajamento a fim de continuarem a reconstrução, apesar de obstáculos montanhescos.

      As palavras de Jeová, mediante Zacarias, deviam assim ter sido real fonte de conforto e de inspiração para eles. As visões tidas por Zacarias mostravam claramente que era a vontade divina que Jerusalém e seu templo fossem reconstruídos. (Zac. 1:16; cap. 2) Seria abalado o poder das nações que haviam dispersado Judá. (Zac. 1:18-21) O sumo sacerdote Josué obteria uma aparência aceitável perante Jeová (Zac. 3:3-7) e o governador Zorobabel, com a ajuda do espirito de Deus, terminaria a reconstrução do templo. — Zac. 4:6-9.

      DE ACORDO COM OUTROS LIVROS DA BÍBLIA

      O livro de Zacarias acha-se em completa harmonia com o resto das Escrituras em identificar a Jeová como o Protetor de seu povo. (Zac. 2:5; compare com Deuteronômio 33:27; Salmo 46:11; 125:2.) Ele recompensa ou pune indivíduos ou nações de acordo com o modo de proceder deles, e retoma àqueles que, penitentemente, retornam para ele. (Zac. 1:2-6; 7:11-14; compare com Isaías 55:6, 7; Jeremias 25:4-11; Ezequiel 33:11; Malaquias 3:7; 2 Pedro 3:9.) Jeová requer daqueles que desejam obter Seu favor que falem a verdade e manifestem obediência, justiça, benevolência e misericórdia. (Zac. 7:7-10; 8:16, 17; compare com Deuteronômio 24:17; Salmo 15:1, 2; 82:3, 4; Provérbios 12:19; Jeremias 7:5, 6; Efésios 4:25.) Ele não responde aos pedidos de ajuda da parte dos que não lhe obedecem. — Zac. 7:13; compare com Isaías 1:15; Lamentações 3:42-44.

      CUMPRIMENTO DA PROFECIA

      O cumprimento das profecias registradas no livro de Zacarias testifica a sua autenticidade. O que é conhecido sobre a campanha de Alexandre Magno na Síria, na Fenícia e na Filístia — inclusive a conquista de Tiro e de Gaza — enquadra-se nas palavras de Zacarias 9:1-8 e, por conseguinte, pode ser entendido como cumprimento desta profecia. Numerosas outras profecias contidas no livro de Zacarias têm seu cumprimento em Cristo Jesus — sua entrada em Jerusalém como rei, “humilde, e montado num jumento” (Zac. 9:9; Mat. 21:5; João 12:15), sua traição por “trinta moedas de prata” (Zac. 11:12, 13; Mat. 26:15; 27:9), a subseqüente dispersão de seus discípulos (Zac. 13:7; Mat. 26:31; Mar. 14:27), Jesus ser traspassado por uma lança quando estava pregado na estaca (Zac. 12:10; João 19:34, 37) e seu papel como rei-sacerdote. — Zac. 6:12, 13; Heb. 6:20; 8:1; 10:21.

      ESBOÇO DO CONTEÚDO

      I. Apelo ao arrependimento (1:1-6)

      II. Oito visões da noite, de Zacarias (1:7 a 6:8)

      A. Primeira visão: quatro cavaleiros; promessa de Jeová, de mostrar misericórdia a Jerusalém (1:7-17)

      B. Segunda visão; quatro chifres e quatro artífices (1:18-21)

      C. Terceira visão: homem com corda de medir para verificar dimensões de Jerusalém (2:1-13)

      D. Quarta visão: vestes imundas do sumo sacerdote Josué são substituídas por trajes de gala (3:1-10)

      E. Quinta visão: candelabro e duas oliveiras (4:1-14)

      F. Sexta visão: rolo voador (5:1-4)

      G. Sétima visão: medida dum efa com mulher (Iniqüidade) dentro dela (5:5-11)

      H. Oitava visão: quatro carros, representando quatro espíritos (6:1-8)

      III. Grandiosa coroa a ser feita e colocada sobre a cabeça do sumo sacerdote Josué, evidentemente um ato simbólico que significava que o “homem cujo nome é Renovo” construiria o templo de Jeová, regeria e tornar-se-ia um “sacerdote sobre o seu trono” (6:9-15)

      IV. Questão que envolvia jejuns (7:1 a 8:23)

      A. Indagação feita por homens de Betel sobre praticar abstinência no quinto mês (7:1-3)

      B. Resposta de Jeová mediante Zacarias (7:4 a 8:23)

      1. Jejuns não eram realmente observados como a Jeová (7:4-6)

      2. Mediante anteriores profetas, Jeová trouxe à atenção necessidade de obediência, justiça, benevolência e misericórdia, mas povo não acatou isso; por conseguinte, sofreu calamidade (7:7-14)

      3. Ciúme de Jeová por Sião levará à restauração, mas ele continuará a exigir veracidade e justiça de seu povo (8:1-17)

      4. Jejuns se tornarão boas épocas festivas, e pessoas das nações se juntarão aos judeus (8:18-23)

      V. Julgamento de Jeová contra vários lugares na Síria, Fenícia e Filístia (9:1-8)

      VI. Vinda do rei de Sião (9:9, 10)

      VII. Volta dos prisioneiros de Sião; defende Jeová o Seu povo, e a futura prosperidade deste (9:11 a 11:3)

      A. Povo liberto de Jeová assemelhado a Suas armas de guerra e a um rebanho (9:11-17)

      B. Solicitações de chuva a serem feitas a Jeová, porque terafins e praticantes da adivinhação são imprestáveis (10:1, 2)

      C. Casa de Judá transformada em cavalo de dignidade na batalha; Jeová apoiará guerra de seu povo (10:3-7)

      D. Remidos retornariam do Egito e da Assíria, mas Egito e Assíria sofreriam calamidade (10:8 a 11:3)

      VIII. Experiência do profeta como pastor dum ‘rebanho destinado à matança’ (11:4-17)

      A. Profeta chamado para ser pastor de pessoas; mais tarde quebra um de seus bordões, chamado Afabilidade, e fornece oportunidade de as pessoas lhe darem seu salário; recebe trinta moedas de prata; depois disso, quebra outro bordão, chamado União (11:4-14)

      B. Profeta chamado de novo para ser pastor a fim de ilustrar que um pastor imprestável surgirá na terra (11:15-17)

      IX. Futuro papel de Jerusalém e de Judá (12:1 a 14:21)

      A. Jeová defenderá Judá e Jerusalém das nações inimigas (12:1-9)

      B. Casa de Davi e habitantes de Jerusalém se lamentarão por causa Daquele a quem haviam traspassado (12:10-14)

      C. Remoção da idolatria, dos falsos profetas e de outras impurezas da terra (13:1-6)

      D. Pastor será golpeado e ovelhas espalhadas; uma terceira parte do povo será refinada (13:7-9)

      E. Jerusalém ficará sob ataque, mas Jeová guerreará contra nações inimigas; povos remanescentes se curvarão perante Jeová e, em Judá e Jerusalém, mesmo itens comuns como panelas se tornarão sagrados (14:1-21)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, páginas 161-165.

  • Zadoque
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    • ZADOQUE

      [justo, reto].

      Sacerdote ligado de forma destacada ao Rei Davi. Zadoque descendia de Arão por meio da linhagem sumo-sacerdotal de Eleazar. (1 Crô. 6:3-8, 50-53) Ele também é chamado de vidente. (2 Sam. 15:27) Zadoque, como jovem poderoso em valor, era um dos chefes tribais que apoiou a realeza de Davi. (1 Crô. 12:27, 28) Desde esse tempo, ele foi leal a Davi. — 2 Sam. 8:15, 17; 20:25; 1 Crô. 18:16.

      Zadoque e Abiatar (sempre que os dois são mencionados, Zadoque é citado primeiro) acompanharam a Arca do pacto quando Davi a trouxe para Jerusalém, depois do que Zadoque continuou a oficiar por certo tempo em Gibeão, onde se localizava o tabernáculo. (1 Crô. 15:11, 14; 16:39) Quando Absalão se rebelou, Zadoque e os levitas levaram a Arca, ao acompanharem Davi em sua fuga de Jerusalém, mas Davi os mandou voltar à cidade, designando Zadoque e outros para agir como coletores de informações estratégicas. (2 Sam. 15:23-29, 35, 36; 17:15, 16; 18:19-27) Passada a rebelião, Zadoque e Abiatar serviram para garantir a recepção favorável a Davi em Jerusalém. (2 Sam. 19:11-14) Quando, em fins de seu reinado, Davi organizou os serviços levíticos para o templo, tanto Zadoque como Aimeleque, filho de Abiatar, o auxiliaram. Zadoque também assumiu o posto de líder da casa de Arão. — 1 Crô. 24:3, 6, 30, 31; 27:16, 17.

      Em contraste com Abiatar, Zadoque não apoiou a tentativa de usurpação do trono feita por Adonias; por causa disto, Davi nomeou Zadoque como aquele que ungiria Salomão qual rei. (1 Reis 1:7, 8, 26, 32-46) Durante os reinados de Saul e Davi, Zadoque serviu apenas como sacerdote-associado, mas, graças à sua lealdade, que se contrastava com a vacilante adesão do sumo sacerdote Abiatar, Salomão expulsou Abiatar de Jerusalém e fez de Zadoque o sumo sacerdote. Isto cumpria a profecia proferida por Jeová contra a casa de Eli. (1 Reis 2:26, 27, 35) O alistamento posterior de “Zadoque e Abiatar”, em 1 Reis 4:4, é feito, provavelmente, em sentido histórico. Josefo afirma que Zadoque foi o primeiro sumo sacerdote a servir no templo de Salomão. [Antiquities of the Jews (Antiguidades Judaicas), Livro X, cap. VIII, par. 6] A Bíblia traça a linhagem de Zadoque como retendo o cargo de sumo sacerdote até a época de Dario, o Persa (provavelmente Dario II). (1 Reis 4:2; 1 Crô. 6:8-15; 2 Crô. 31:10) Os sacerdotes vistos no templo visionário de Ezequiel eram “filhos de Zadoque”. — Eze. 40:46; 43:19; 44:15; 48:11.

  • Zafenate-panéia
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    • ZAFENATE-PANÉIA

      Nome que Faraó deu a José, ao elevá-lo a uma posição de autoridade logo abaixo da sua. (Gên. 41:45) Para os de fala hebraica, a pronúncia desse nome significaria “revelador de coisas ocultas”, mas, para os egípcios, talvez significasse “este vidente é o sustento da terra”.

  • Zaqueu
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    • ZAQUEU

      [puro].

      Um dos principais coletores de impostos em Jerico que se tornou um dos discípulos de Cristo. Como tal autoridade, Zaqueu era, provavelmente, encarregado dos demais coletores de impostos em Jericó e nas cercanias. O distrito em torno de Jericó era fértil e produtivo, prestando-se a consideráveis tributos, e Zaqueu, como era costume da maioria dos coletores de impostos, tinha provavelmente utilizado práticas questionáveis em relação com sua posição, para amealhar parte de suas notáveis riquezas, pois, deveras, “era rico”. — Luc. 19:1, 2, 8; veja COBRADOR DE IMPOSTOS.

      Quando Jesus veio a Jericó, na primavera setentrional de 33 EC, pouco antes de dirigir-se a Jerusalém e enfrentar a morte, Zaqueu queria dar uma espiada nele, mas, sendo baixo, não conseguia vê-lo por sobre a multidão. Assim, correndo à frente para obter uma posição vantajosa, engenhosamente conseguiu um bom ponto de observação por subir numa árvore. Este interesse, por certo, impressionou Jesus, que disse a Zaqueu que ficaria com ele enquanto estivesse em Jericó. O povo da cidade objetou, contudo, dizendo que Jesus se fazia amigo de pecadores. Mostrando uma atitude diferente, Zaqueu ofereceu-se a restaurar quatro vezes mais o que obtivera injustamente, e a dar a metade de seus bens aos pobres. Jesus reconheceu então que a casa de Zaqueu propendia a obter a salvação. (Luc. 19:3-10) Também, enquanto visitava Zaqueu, Jesus proferiu a ilustração das minas. — Luc. 19:11-28.

  • Zebedeu
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    • ZEBEDEU

      [dádiva de Jah].

      Pai de Tiago e João, apóstolos de Jesus. (Mat. 4:21, 22; 10:2; 26:37; Mar. 3:17; 10:35; Luc. 5:10; João 21:2) Crê-se em geral que Salomé, esposa de Zebedeu, era irmã de Maria, mãe de Jesus. Isto faria com que Zebedeu fosse tio de Jesus por afinidade, e Tiago e João fossem primos de Jesus. — Mat. 27:56; Mar. 15:40; João 19:25; veja SALOMÉ N.° 1.

      Zebedeu tinha um negócio pesqueiro no mar da Galiléia, e, pelo visto, estava indo muito bem, pois havia homens contratados que trabalhavam com ele. (Mar. 1:16, 19, 20) A esposa dele, Salomé, pôde prestar serviços materiais a Jesus. (Mar. 15:40, 41) Assim, ao passo que não há indícios de que o próprio Zebedeu seguisse a Cristo, a família dele fazia isso livremente. — Mat. 20:20.

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