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  • Zebulão
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    • MENCIONADA EM VISÕES

      Na visão de Ezequiel, a consignação da terra de Zebulão se localizava entre Issacar e Gade (Eze. 48:26, 27), e um dos portões da cidade “O Próprio Jeová Está Ali” traz o nome de Zebulão. (Eze. 48:33, 35) O apóstolo João, em visão, ouviu que 12.000 tinham sido selados da tribo (espiritual) de Zebulão. — Rev. 7:4, 8.

  • Zedequias
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    • ZEDEQUIAS

      [Jeová é justiça].

      Filho de Josias e de sua esposa, Hamutal; o último dos reis de Judá a reinar em Jerusalém. Ao constituí-lo um rei vassalo, o Rei Nabucodonosor, de Babilônia, mudou-lhe o nome de Matanias para Zedequias. Nos 11 anos de reinado, Zedequias “fazia o que era mau aos olhos de Jeová”. — 2 Reis 24:17-19; 2 Crô. 36:10-12; Jer. 37:1; 52:1, 2.

      Em 1 Crônicas 3:15, alista-se Zedequias como “terceiro” filho de Josias. Ao passo que era, em realidade, o quarto filho por ordem de nascimento (compare com 2 Reis 23:30, 31; 24:18; Jeremias 22:11), talvez seja aqui alistado antes de seu irmão germano, Salum (Jeoacaz), por ter governado muito mais tempo.

      Quando o Rei Josias, pai dele, foi mortalmente ferido na tentativa de desviar as forças egípcias sob o faraó Neco, em Megido (c. 629 AEC), Zedequias tinha c. 9 anos, ou era c. 3 anos mais velho que seu sobrinho, Joaquim. Naquela ocasião, o povo empossou como rei a Jeoacaz, de 23 anos, irmão germano de Zedequias. A regência de Jeoacaz durou apenas 3 meses, uma vez que o faraó Neco o destituiu do cargo de rei, substituindo-o por Eliaquim (com o novo nome de Jeoiaquim), o irmão unilateral, de 25 anos, de Jeoacaz e de Zedequias. Joaquim, quando da morte de seu pai, Jeoiaquim, passou a governar como rei. Parece que, nessa época, os exércitos babilônicos sob o Rei Nabucodonosor cercavam Jerusalém. Depois de ter governado 3 meses e 10 dias, Joaquim se rendeu ao rei de Babilônia (617 AEC). — 2 Reis 23:29 a 24:12; 2 Crô. 35:20 a 36:10.

      ANOS INICIAIS DE REINADO

      Subseqüentemente, Nabucodonosor entronizou Zedequias em Jerusalém e fez com que proferisse um juramento em nome de Jeová. Este juramento obrigava Zedequias a ser um rei vassalo leal. — 2 Crô. 36:10, 11; Eze. 17:12-14; compare com 2 Crônicas 36:13.

      Evidentemente, no início do reinado de Zedequias, chegaram mensageiros de Edom, Moabe, Amom, Tiro e Sídon, talvez com o intento de fazer com que Zedequias se unisse a eles numa coalizão contra o Rei Nabucodonosor. (Jer. 27:1-3; a referência a Jeoiaquim no V. 1 pode ter sido um erro de transcrição, em lugar de Zedequias; a nota da NM, ed. 1958, em inglês, reza: “ ‘Jeoiaquim’, MLXXVgT [Texto Massorético, Septuaginta, Vulgata, Targuns]; ‘Zedequias’, Siríaca, a versão Árabe e três manuscritos hebraicos, como nos versículos 3,12.”) As Escrituras não revelam exatamente o que conseguiram os mensageiros. A missão deles possivelmente não teve êxito, uma vez que Jeremias instou com Zedequias e seus súditos a permanecerem submissos ao rei de Babilônia, e também apresentou cangas aos mensageiros, a fim de simbolizar que as nações das quais provieram deviam, igualmente, submeter-se a Nabucodonosor. — Jer. 27:2-22.

      Foi também no início do seu reinado que Zedequias (por alguma razão não declarada na Bíblia), enviou Elasá e Gemarias a Babilônia. Caso este incidente seja apresentado em ordem cronológica, isto teria acontecido no quarto ano do reinado de Zedequias. — Jer. 28:1, 16, 17; 29:1-3.

      Zedequias foi pessoalmente a Babilônia no quarto ano de seu reinado. Provavelmente isto visava apresentar tributo e, desta forma, reassegurar a Nabucodonosor a sua contínua lealdade como rei vassalo. Zedequias, nessa oportunidade, fez-se acompanhar de Seraías, seu oficial intendente, a quem o profeta Jeremias havia confiado um rolo que expressava o julgamento de Jeová contra Babilônia. — Jer. 51:59-64.

      Cerca de um ano depois, Ezequiel começou a servir como profeta entre os exilados judeus em Babilônia. (Eze. 1:1-3; compare com 2 Reis 24:12, 17.) No sexto mês do 6.° ano de Zedequias como rei (612 AEC), Ezequiel observou uma visão que revelava as práticas idólatras, incluindo a adoração do deus Tamuz e do sol, que eram realizadas em Jerusalém. — Eze. 8:1-17.

      REBELA-SE CONTRA NABUCODONOSOR

      Aproximadamente três anos depois (c. 609 AEC), contrário à palavra de Jeová mediante Jeremias, e o juramento que o próprio rei fizera, em nome de Jeová, Zedequias se rebelou contra Nabucodonosor e mandou emissários ao Egito em busca de ajuda militar. (2 Reis 24:20 ; 2 Crô. 36:13; Jer. 52:3; Eze. 17:15) Isto fez com que os exércitos babilônicos, sob Nabucodonosor, subissem contra Jerusalém. Iniciou-se o cerco da cidade, “no nono ano, no décimo mês, no décimo dia do mês”. — Eze. 24:1-6.

      Talvez tenha sido no início deste cerco que Zedequias enviou “Pasur, filho de Malquias, e Sofonias, filho de Maaséias, o sacerdote”, a Jeremias, a fim de inquirirem a Jeová se Nabucodonosor se afastaria de Jerusalém. A palavra de Jeová mediante Jeremias foi de que esta cidade e seus habitantes sofreriam a calamidade às mãos dos babilônios. (Jer. 21:1-10) Parece que, depois disto, Jeremias, obedecendo à orientação divina, dirigiu-se pessoalmente a Zedequias a fim de avisá-lo de que Jerusalém seria destruída e que o rei seria levado para Babilônia, para ali morrer em paz. — Jer. 34:1-7.

      Na Jerusalém cercada, Zedequias e seus príncipes julgaram aconselhável fazer algo para cumprir a lei de Jeová e granjearem Seu favor. Embora não fosse o ano do Jubileu, concluíram um pacto de libertar seus escravos hebreus. Mais tarde, romperam tal pacto por escravizar àqueles que haviam libertado. (Jer. 34:8-22) Isto parece ter-se dado numa época em que uma força militar do Egito correu em defesa de Jerusalém, motivando os babilônios a levantarem temporariamente o cerco a fim de enfrentarem a ameaça egípcia. (Jer. 37:5) Pelo que parece, crendo que os babilônios seriam derrotados e incapazes de reiniciar o sítio, aqueles que haviam libertado os hebreus escravizados acharam que o perigo já tinha passado e, por conseguinte, novamente escravizaram os antigos escravos hebreus libertados.

      Indicando que Zedequias era um governante muito fraco, constata-se que, quando os príncipes mais tarde solicitaram que Jeremias fosse morto por alegadamente debilitar o moral do povo sitiado, Zedequias afirmou: “Eis que está nas vossas mãos. Pois não há nada em que o próprio rei possa prevalecer contra vós.” Não obstante, depois disso, Zedequias concedeu a Ebede-Meleque que socorresse Jeremias e mandou que Ebede-Meleque levasse junto 30 homens, a fim de ajudá-lo nisto. Mais tarde, Zedequias de novo se reuniu em particular com Jeremias. Garantiu ao profeta que não o mataria, nem o entregaria nas mãos dos que procuravam matá-lo. Mas Zedequias temia represálias por parte dos judeus que se haviam bandeado para os caldeus, e, por conseguinte, não acatou o conselho inspirado de Jeremias de render-se aos príncipes de Babilônia. Em demonstração adicional de seu temor, o rei solicitou que Jeremias não revelasse o assunto de sua palestra particular aos príncipes suspeitosos. — Jer. 38:1-28.

      A QUEDA DE JERUSALÉM

      Por fim (607 AEC), “no décimo primeiro ano de Zedequias, no quarto mês, no nono dia do mês”, abriu-se uma brecha na cidade de Jerusalém. À noite, Zedequias e os homens de guerra fugiram. Alcançado nas planícies desérticas de Jericó, Zedequias foi levado a Nabucodonosor, em Ribla. Os filhos de Zedequias foram mortos diante de seus olhos. Uma vez que Zedequias só tinha c. 32 anos nessa época, os filhos dele não podiam ter muita idade. Depois de presenciar a morte dos seus filhos, Zedequias foi cegado, acorrentado com grilhões de cobre e levado para Babilônia, onde morreu na casa de custódia. — 2 Reis 25:2-7; Jer. 39:2-7; 44:30; 52:6-11; compare com Jeremias 24:8-10; Ezequiel 12:11-16; 21:25-27.

  • Zelofeade
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    • ZELOFEADE

      [sombra (proteção) do temor].

      Descendente de Manassés mediante Maquir, Gileade e Hefer. (Núm. 26:29-33) Zelofeade morreu durante a peregrinação de 40 anos pelo deserto, não junto com “os que se combinaram contra Jeová na assembléia de Corá, porém, morreu pelo seu próprio pecado”. (Núm. 27:3) Não tinha filhos varões, mas deixou cinco filhas vivas: Maala, Noa, Hogla, Milca e Tirza, todas as quais sobreviveram até à entrada na Terra Prometida. — Núm. 27:1; 1 Crô. 7:15.

      Esta situação especial suscitou problemas a respeito de herança. Quando as filhas de Zelofeade solicitaram o quinhão de terras de seu pai em Manassés, Moisés levou o caso delas perante Jeová. A decisão judicial de Deus foi que as filhas que não tivessem irmãos deviam receber a herança familiar. (Núm. 27:1-9; Jos. 17:3, 4) Mais tarde, estipulou-se que tais filhas tinham de casar-se com homens da tribo de seu pai, de modo que a herança permanecesse no âmbito daquela tribo. — Núm. 36:1-12.

  • Zeloso, O
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    • ZELOSO, O

      Designativo que distinguia o apóstolo Simão do apóstolo Simão Pedro, e que, evidentemente, correspondia ao termo “Cananeu”, empregado por Mateus e por Marcos. (Mat. 10:4; Mar. 3:18; Luc. 6:15; Atos 1:13) Ser Simão chamado de “o zeloso” não significa, necessariamente, que ele estivesse em algum tempo associado com o grupo político chamado zelotes. O designativo pode simplesmente ter sido um cognome apropriado à personalidade dele.

  • Zerede, Vale Da Torrente De
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    • ZEREDE, VALE DA TORRENTE DE

      Um vale de torrente em que os israelitas acamparam quando contornavam as fronteiras de Moabe, no fim dos 38 anos adicionais de peregrinação, a contar do tempo da rebelião em Cades-Barnéia. (Núm. 21:12; Deut. 2:13, 14) Ao passo que alguns gostariam de situar este vale no uádi es-Sultani, no deserto a E de Moabe, é geralmente identificado com o uádi el-Hesa, o tributário mais meridional do mar Morto. Este vale constituía a fronteira entre Moabe e Edom, e, por uma extensão de mais de 56 km, desce c. 1.190 m, entrando no mar Morto em sua ponta SE. O vale tem uns 5 a 6,5 km de largura no topo. Há evidência de que ali existia uma série de fortalezas edomitas, as quais serviam para guardar os acessos naturais ao S do uádi el-Hesa.

  • Zeruia
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    • ZERUIA

      [perfumada com bálsamo].

      Irmã do Rei Davi, e mãe de Joabe, Abisai e Asael. (1 Crô. 2:16) Uma vez que Zeruia e sua irmã, Abigail, são ambas chamadas de “filhas de Naás”, jamais de filhas de Jessé, é provável que fossem filhas da esposa de Jessé, de um casamento anterior dela com Naás, sendo, por conseguinte, apenas irmãs uterinas de Davi. (2 Sam. 17:25; veja NAÁS N.º 2.) Pelo visto, Zeruia era consideravelmente mais velha que Davi, pois os filhos dela parecem ter tido por volta da mesma idade que Davi. O nome Zeruia é geralmente associado ao de seus três filhos, que eram todos valentes combatentes a favor de Davi. (2 Sam. 2:13, 18; 16:9) A única referência feita ao pai dos rapazes é a de que foi sepultado em Belém. — 2 Sam. 2:32.

  • Zeus
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    • ZEUS

      O supremo deus dos gregos, correspondendo ao Júpiter dos romanos. Zeus era um deus do céu, e era encarado como possuindo o

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